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LOGÍSTICA.

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Apresentação em tema: "LOGÍSTICA."— Transcrição da apresentação:

1 LOGÍSTICA

2 1. FUNDAMENTOS DA LOGÍSTICA
Segundo o Council of Logistics Management (CLM) (1999) A logística é o processo de gerenciar estrategicamente a aquisição, movimentação e armazenagem de materiais, peças e produtos acabados (e os fluxos de informações correlatas) através da organização e seus canais de marketing, de modo a poder maximizar as lucratividades presente e futura através do atendimento dos pedidos a baixo custo. Christopher (1999) Logística é a parte do processo da cadeia de suprimento que planeja, implementa e controla o eficiente e efetivo fluxo e estocagem de bens, serviços e informações relacionadas, do ponto de origem ao ponto de consumo, visando atender aos requisitos dos consumidores (NOVAES, 2001).

3 Conceito original ligado às operações militares.
LOGÍSTICA Quando os generais decidiam, a partir de determinada estratégia militar, avançar suas tropas, necessitavam de uma equipe capaz de providenciar o deslocamento de munições, suprimentos e equipamentos para o campo de batalha no momento adequado.

4 Primeira fase: ATUAÇÃO SEGMENTADA
Segunda fase: INTEGRAÇÃO RÍGIDA Terceira fase: INTEGRAÇÃO FLEXÍVEL Quarta fase: INTEGRAÇÃO ESTRATÉGICA Novaes (2001) Evolução da Logística Início logo após a Segunda Guerra. Elemento chave no balanceamento da cadeia de suprimento  estoque Foco voltado à obtenção de economia que poderia surgir da utilização de modos de transporte de menor custo Primeira fase: ATUAÇÃO SEGMENTADA

5 Segunda fase: INTEGRAÇÃO RÍGIDA
Crescimento na oferta e na variedade de opções de produtos (flexibilização dos processos produtivos na manufatura) maior racionalização de seus processos produtivos planejamento e otimização de atividades. Segunda fase: INTEGRAÇÃO RÍGIDA Fim da década de 80 Integração dinâmica e flexível entre os componentes da cadeia de suprimento  dentro da empresa e nas inter-relações da empresa com fornecedores e clientes Maior preocupação com a satisfação do cliente Busca pela redução dos estoques. Terceira fase: INTEGRAÇÃO FLEXÍVEL

6 Quarta fase: INTEGRAÇÃO ESTRATÉGICA
A questão logística é tratada de forma estratégica Logística para ganhar competitividade e induzir novos negócios Globalização e a competição acirrada entre as empresas Busca por melhores resultados pelas empresas, através da redução de custos e desperdícios e a agregação de valor final para o consumidor. Tecnologia da informação  utilizada em larga escala pelas empresas na busca da melhoria dos serviços e redução de custos Terceirização de determinadas atividades na busca pelas parcerias com fornecedores e clientes. Domínio da logística  se estende da função da distribuição física até a totalidade do sistema da empresa e aos canais em que se insere a sua atividade. Quarta fase: INTEGRAÇÃO ESTRATÉGICA

7 Elementos Básicos da Logística
Processo de planejar, operar, controlar Fluxo e Armazenagem Matéria-prima Produtos em processo Produtos acabados Informações Dinheiro ao ponto de destino do ponto de origem Satisfazendo as necessidades e preferências dos clientes de forma econômica, eficiente e efetiva

8 Funções e Objetivos da Logística
Vencer o tempo e o espaço quando da movimentação de bens ou entrega de serviços de maneira eficaz e eficiente PROFISSIONAL DE LOGÍSTICA Colocar as mercadorias ou serviços certos no local e momentos adequados e nas condições almejadas, tudo isso ao menor custo possível. A logística empresarial abordada atividades de movimentação e armazenagem, facilitando o fluxo de produtos do ponto de aquisição da matéria-prima até o ponto de consumo final, bem como os fluxos de informação que os colocam em movimento, tendo como propósito providenciar níveis de serviços adequados aos clientes a custo razoável. (Ballou, 1999)

9 Finalidades da Logística
Right Material  materiais justos Right Quantity  na quantidade justa Right Quality  de justa qualidade Raght Place  no lugar justo Right Time  no tempo justo Right Method  com o método justo Right Cost  segundo o custo justo 8 Rs (Society of Logistics Engineers)

10 PRIMÁRIAS OU ATIVIDADES-CHAVE: essenciais para a coordenação e cumprimento da tarefa logística
Para a Logística cumprir com suas funções e objetivos, utiliza de algumas atividades SECUNDÁRIAS OU ATIVIDADES DE APOIO: sustentam as primárias, contribuindo para a disponibilidade e a condição física dois bens e serviços

11 2. ATIVIDADES CHAVE DA LOGÍSTICA
Absorvem, em média, de um a dois terços dos custos logísticos Agregam valor de lugar ao produto Essencial  não há como a empresa operar sem movimentar suas mercadorias de alguma maneira TRANSPORTE MANUTENÇÃO DE ESTOQUES Amortecedores entre a oferta e a demanda Agregam valor de tempo ao produto. Elemento crítico em termos de tempo necessário para levar os bens ou serviços aos clientes, iniciando a movimentação de produtos e a entrega de serviços. PROCESSAMENTO DE PEDIDOS

12 3. ATIVIDADES DE APOIO DA LOGÍSTICA
Administração do espaço necessário para a manutenção de estoques Envolvendo problemas de:  localização  dimensionamento de área  arranjo físico  recuperação do estoque  projeto e configuração do armazém ARMAGENAGEM Seleção do equipamento de movimentação Formação de pedido Balanceamento da carga de trabalho MANUSEIO DE MATERIAIS

13 MANUTENÇÃO DA INFORMAÇÃO
Dimensões adequadas de empacotamento para a movimentação de bens sem danificá-los EMBALGEM Atividade que deixa o produto disponível para o sistema logístico – trata do suprimento (fluxo de entradas); programação de produtos: fluxo de saída do produto, referindo-se às quantidades agregadas que deverão ser produzidas e quando e onde sevem ser fabricadas OBTENÇÃO Base de dados com informações importantes como localização dos clientes, volume de venda, níveis de estoque. MANUTENÇÃO DA INFORMAÇÃO

14 4. ÁREAS FUNCIONAIS DA LOGÍSTICA
UM DOS OBJETIVOS DA LOGÍSTICA AUMENTO DO GRAU DE SATISFAÇÃO DO CLIENTE É preciso que seja aplicada nas áreas funcionais e em campos de atividades Função de Projetos e Tecnologia Função de Abastecimento de Materiais e Componentes Função de Produção Função de Distribuição Física Função de Marketing e de Venda ÁREAS FUNCIONAIS DA LOGÍSTICA

15 Função de Projetos e Tecnologia
Unificação dos componentes Projeto orientado para a facilidade de manutenção, sincronização da vida útil dos componentes de montagem; Projeto de produtos facilmente transportáveis Modularização da embalagem Projeto orientado à segurança, com economia dos componentes de matérias-primas, recuperação e reutilização das mesmas. Função de Projetos e Tecnologia

16 Função de Abastecimento de Materiais e Componentes
Abastecimento sincronizado com a produção Abastecimento com um Lead Time (tempo de ressuprimento – tempo de compra + tempo de transporte) breve Abastecimento de materiais e componentes de alta qualidade Abastecimento a custos limitados; Abastecimento que responda com flexibilidade às variações da produção. Função de Abastecimento de Materiais e Componentes

17 Função de Distribuição Física
Permitir a manutenção de uma qualidade excelente Comprimir no estoque o que existe na produção. Função de Produção Breve Lead Time entre o recebimento dos pedidos e a expedição Distribuição física com expedições sem erros, respeitando os tempos de entrega desejados dos clientes, custos reduzidos, em condições de responder aos piques de demanda. Função de Distribuição Física

18 Função de Marketing e de Venda
Reorganização dos canais distributivos até os clientes Modalidades de distribuição dos empenhos de distribuição física entre os encarregados das vendas Modalidades ideais relativas aos serviços de entregas, Ideais do after service Exposições e a mostra dos produtos nas lojas. Função de Marketing e de Venda

19 CLIENTE NECESSIDADES EMPRESA Somente são satisfeitas pela logística no que se refere à lucratividade e rentabilidade, caso os produtos sejam entregues: Com a qualidade que os clientes esperam Na forma que os clientes desejam Com o custo adequado Com o preço esperado pelo cliente – o que ele está disposto a pagar No local que o cliente espera No prazo certo

20 5. EQUIPAMENTOS DE MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS
Canal de Distribuição caminho percorrido pelos produtos desde o seu fabricante até o consumidor final. Movimentação Física  movimentação dos produtos desde o momento de sua saída da linha de produção até sua chegada às mãos dos consumidores. Esta movimentação caracteriza o que se chama de atividade logística - inclui atividades de armazenamento adequado, manuseio, transporte, compra, pedido, controle de estoque, dentre outras. OBJETIVO PRINCIPAL distribuir os produtos de forma excelente.

21 ATRIBUTOS DA ARMAZENAGEM E MOVIMENTAÇÃO FÍSICA DOS MATERIAIS
. Recebimento dos materiais; . Identificação dos materiais; . Transporte e movimentação física dos materiais para as áreas de armazenagem; . Armazenamento dos materiais; . Controle de localização física dos materiais; . Fornecimento dos materiais ATRIBUTOS DA ARMAZENAGEM E MOVIMENTAÇÃO FÍSICA DOS MATERIAIS

22 EMPILHADEIRAS MANUAIS
EQUIPAMENTOS DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS movimentação horizontal movimentado manualmente por uma pessoa aplicação nas atividades de picking, desde que os produtos estejam localizados no nível do piso permitem que desloquemos produtos em distancias reduzidas. CARRINHO HIDRÁULICO movimentadas manualmente sistema de elevação elétrico operações de baixo volume e de pequenas alturas (até 3,5 m) carga limitada a 1 tonelada. movidos a baterias tracionárias EMPILHADEIRAS MANUAIS

23 CARRINHO HIDRÁULICO (PORTA-PALLET)
Sistema elétrico que permite elevar o pallet a cerca de 20 cm do solo, sem necessidade de acionamento manual utilizado na separação de mercadorias que estão em nível do solo, proporcionando mais a agilidade no processo e deixando livre a empilhadeira para outras atividades no armazém. CARRINHO HIDRÁULICO (PORTA-PALLET) contra-peso na parte traseira, que dão a estabilidade à máquina torre de elevação (mastro) é situada à frente do equipamento bom desempenho em pisos não uniformes potência suficiente para subir pequenas rampas movidos a gás, óleo diesel e gasolina áreas externas - a combustão polui o ambiente, requer grandes espaços para manobras mais agilidade no descarregamento das cargas paletizadas utilizam corredores de circulação mais largos - maiores perdas de áreas de estocagem altura de elevação de carga limitada a 7 metros EMPILHADEIRAS FRONTAIS DE CONTRA-PESO

24 EMPILHADEIRAS ELÉTRICAS COM PATOLAS EMPILHADEIRAS PANTOGRÁFICAS
velocidade de operação baixa opera em corredores mais estreitos (2,5 metros) consegue elevar a carga a 7 metros de altura capacidade de carga pode chegar a 2 toneladas pouco barulho movidas a baterias tracionárias, que não polui o ambiente de trabalho podem também trabalhar dentro de câmaras frias. EMPILHADEIRAS ELÉTRICAS COM PATOLAS também são equipamentos com patolas maior acesso à carga - existência de um mecanismo, tipo tesoura (pantógrafo), que possibilita levar o conjunto de garfos, em profundidade na estrutura porta-pallet. opera em corredores estreitos, que variam em torno de 2,5metros poucas diferenças em relação com as empilhadeiras elétricas. EMPILHADEIRAS PANTOGRÁFICAS

25 EMPILHADEIRAS LATERAIS EMPILHADEIRAS TRI-LATERAIS
operação de carga e descarga nas estruturas de um único lado, não requerendo que a máquina vire, para acessar as posições, operam em corredores em torno de 2,0 m de largura podem atingir cerca de 12,00 m de altura. A torre se movimenta em um sistema de trilhos transversalmente à máquina, os garfos se deslocam de uma torre fixa, através de um sistema pantográfico EMPILHADEIRAS LATERAIS conjunto que movimenta carga - movimento de elevação e giro - permite o acesso às cargas nos diversos tipos de estruturas de verticalização A podem acessar os corredores frontalmente e a operação de acesso aos produtos é feita com o giro dos garfos, evitando manobras da empilhadeira no interno do corredor operam em corredores estreitos com larguras inferiores a 2,0 metros podem atingir alturas superiores a 13 metros EMPILHADEIRAS TRI-LATERAIS

26 EMPILHADEIRAS SELECIONADORAS DE PEDIDOS
possuem um compartimento (cesto) na torre de elevação, onde um homem pode se posicionar permite que um operador possa fazer o picking das mercadorias em altura, com o uso das mãos. EMPILHADEIRAS SELECIONADORAS DE PEDIDOS permitem o despacho, o recebimento e o armazenamento de cargas de unidades em chapas deslizantes (sli / sheets) de baixo custo, ao invés de pallets. geralmente utilizados no manuseio de produtos empacotados em sacos; produtos agrícolas; cimento; alimentos encaixotados; eletrônicos, cosméticos e bebidas engarrafadas PUSH-PULLS

27 ESTRUTURA DE ARMAZENAGEM
Estruturas de armazenagem leve estrutura leve - armazenagem de material com tamanho reduzido e com grande variedade Não há necessidade de ajuda de nenhum equipamento, aparelho ou dispositivo dispostas formando conjuntos de diversas seções, monofrontais e bi-frontais, até uma altura facilmente alcançável pelo ser humano em pé, ou com o auxílio de uma pequena escada, de 2 e 3 metros, ou estruturas tipo mezanino. é um dos sistemas de estocagem mais usados útil para toda espécie de produto que pode ser colocado em uma prateleira de pequenos volumes; versões desmontáveis - fácil de ser ajustado a qualquer tipo de produto. ESTANTES

28 Estruturas para organização e multiplicação de espaço
DIVISÓRIA utilizada para divisão de ambientes industriais, organizando o espaço em áreas duplicação de uma área, dividindo o espaço verticalmente com a colocação de pisos intermediários sustentados vários tipos de patamares - aplicações industriais: madeira e metal. Para a construção de um patamar, é preciso que o prédio tenha um pé-direito de 5m, no mínimo oferecem o dobro da área de piso em um determinado espaço - alternativa excelente para a formação de um novo espaço vantagens adicionais de custo, fornecendo créditos para taxas de depreciação acelerada, quando comparado a uma nova construção. MEZANINO

29 Estruturas de armazenagem pesada
prateleiras suportadas por armações, constituído de uma série de cavaletes, formados por colunas perfuradas, onde se encaixam os braços em balanço, cuja altura é regulável. não apresenta limitação lateral de carga - pode ocupar dois ou mais braços para ser estocada operada, normalmente, por empilhadeira lateral ou pontes rolantes estocagem de peças de grande comprimento: barras, tubos e perfis. ESTRUTURA CANTILEVER

30 ESTRUTURA PORTA-PALETES CONVENCIONAL
possibilita a localização e a movimentação de qualquer palete, sem a necessidade de mover primeiro os outros adapta-se a grande número e tipos de produtos possibilita rearranjos para acomodar cargas de alturas variáveis adapta-se a cargas de rotação relativamente altas as estruturas podem ser facilmente montadas e desmontadas sistema compatível com a maioria dos tipos de equipamentos de movimentação e com qualquer tipo de estrutura e piso industriais melhor aproveitamento de pé direito - a altura é limitada apenas pelo alcance da empilhadeira. a densidade de carga obtida (paletes/unidade de área) é menor que a de outros sistemas exige layout bem definido e pouco sujeito a mudanças. ESTRUTURA PORTA-PALETES CONVENCIONAL

31 5. GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS - SCM
Cadeia de Suprimentos (SC – Supply Chain)  integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que proporcionam os produtos, serviços e informações, a fim de agregar valor para o cliente. Internacional Center of Competitive Excellence Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) permite ligar o mercado, a rede de distribuição, o processo de produção e a atividade de compra de tal modo que os consumidores tenham um alto nível de serviço ao menor custo total.

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34 Processos-chave da cadeia de suprimentos
OBJETIVOS 1. Desenvolver equipes focadas nos clientes estratégicos, que busquem um entendimento comum sobre características de produtos e serviços, a fim de torná-los atrativos para aquela classe de clientes. 2.  Fornecer um ponto de contato único para todos os clientes, atendendo de forma eficiente a suas consultas e requisições; 3.  Captar, compilar e atualizar dados de demanda, com o objetivo de equilibrar a oferta com a demanda; 4.  Atender aos pedidos dos clientes sem erros e dentro do prazo combinado; 5.  Desenvolver sistemas flexíveis de produção que sejam capazes de responder rapidamente às mudanças nas condições do mercado; 6. Gerenciar relações de parceria com fornecedores para garantir respostas rápidas e a contínua melhoria de desempenho; 7. Buscar o mais cedo possível o envolvimento dos fornecedores no desenvolvimento de novos produtos.

35 6. LOGÍSTICA REVERSA  escassez de matérias-primas
Processo logístico de retirar produtos novos ou usados de seu ponto inicial na cadeia de suprimento, como devoluções de clientes,  inventório excedente ou mercadoria obsoleta, e redistribuí-los usando regras de gerenciamento dos materiais que maximizem o valor dos itens no final de sua vida útil original. Aborda a questão da recuperação de produtos, parte de produtos, embalagens, materiais, de entre outros, desde o ponto de consumo até ao local de origem ou de deposição em local seguro, com o menor risco ambiental possível. pilares de sustentação conscientização dos problemas ambientais  sobre-lotação dos aterros  escassez de matérias-primas  as políticas e a legislação ambiental.

36 retorno do produto à origem;
revenda do produto retornado; venda do produto num mercado secundário; venda do produto via outlet; venda do produto com desconto; remanufatura; reciclagem; reparação ou reabilitação; doação; ATIVIDADES

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