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Entendendo a mediunidade. Didática: approuch Pedagogia: Construtivismo (cada um vai construindo o conhecimento do que é mediunidade através de suas próprias.

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1 Entendendo a mediunidade

2 Didática: approuch Pedagogia: Construtivismo (cada um vai construindo o conhecimento do que é mediunidade através de suas próprias experiências) Constatação: O estudo da mediunidade através do construtivismo se aproxima efetivamente da verdade. Porquê são várias experiências verdadeiras, e vivenciadas no exercício da mediunidade.

3 Saberes da educação: É fundamental criar espaços dialógicos, criativos, reflexivos e democráticos visando a construção de um conhecimento sobre a mediunidade. Objetivo: disponibilizar as experiências. O que é conhecimento: É impressionante que a educação que visa transmitir conhecimentos seja cega quanto ao que é o conhecimento humano, seus dispositivos, suas enfermidades, suas dificuldades, suas tendências ao erro e à ilusão, e não se preocupe em fazer conhecer o que é conhecer!

4 As pessoas se preocupam em passar o conhecimento de forma impessoal. O que é preciso entender é que o processo de aprendizado é individual e envolve sentimento. Na prática mediúnica, somos intérpretes de sentimentos alheios, e não temos como padronizar a maneira de sentir de cada um. Layout da sala: todos em concha (inclusive o mediador) Metodologia: todos expressam suas experiências, e todos aprendem com todos. É uma TROCA durante todo o curso.

5 1. Quem são os médiuns 2. As tarefas mediúnicas 3. Diferença de obsessão moral e obsessão mental 4. O caminho da cura definitiva 5. A importância de conhecer o tipo da obsessão no atendimento ao desencarnado 6. Trabalhar sem avaliar resultados 7. A mediunidade a vida de relação 8. A tarefa mediúnica: um projeto de vida 9. As obsessões e os campos de atração 10. O nível moral que nos encontramos 11. O ensino de Cornélius: a preparação do grupo 12. A energia feminina e a mediunidade

6 12. Estatísticas do Hospital Esperança 13. Os cordões energéticos 14. Por que chacras acontecem as ligações fluídicas? 15. Consequências da Influenciação Energética 16. A expressão corpo fechado 17. Feitiços que prendem 18. O médium e a mediunidade 19. Os cuidados do médium 20. Os fenômenos mediúnicos 21. Tipos de mediunidade 22. Modalidades de transmissão

7 23. Processo de Incorporação 24. Estudo da aura 25. Influências Espirituais Indesejáveis 26. A aura e o eletrochoque 27. A psicofonia 28. A passividade 29. Por que o médium não se lembra da comunicação 30. Como tudo acontece 31. Interdependência das mentes 32. Passes na mesa mediúnica 33. Captação e Processamento da mensagem

8 34. Etapas da comunicação mediúnica 35. A Influencia do psiquismo do médium 36. Postura das pessoas do grupo mediúnico 37. O que não devemos fazer 38. Psicografia, psicofonia. Dificuldades. 39. Livro mental e os trabalhadores 40. A disponibilidade dos médiuns 41. O trabalho na mesa mediúnica 42. As classes de espíritos que vão às mesas

9 A grande maioria dos médiuns da seara espírita, credores de nosso apreço e carinho, foi artífice de tragédias morais recentes até o fim da Idade Media, iniciando seu processo de arrependimento e reparação há bem pouco tempo.

10 Chico se preparou durante várias existências corporais. Ele conquistou o que a maioria de nós ainda não conseguiu: viver em paz interior; uma quietude mental que lhe permite refletir as esferas mais elevadas da vida.. lembrar suas encarnações

11 A grande maioria dos médiuns de boa vontade e que ergueram obras de amor no campo social, mesmo constituindo exemplos de grandeza moral e renúncia, ainda peregrina entre a ação construtiva no bem e os dramas de suas próprias consciências. O que fazem aos outros, ainda fazem motivados pela necessidade pessoal de equilíbrio e remissão ante o passado assombroso. E nessa estrada de trabalho vão aprendendo a amar. Chico renasceu por amor e por amor viveu.

12 não existem tarefas maiores ou menores. Existem trabalhos possíveis. Emmanuel: não é a tarefa que distingue o trabalhador, mas aquilo que ele faz dela. Todos os médiuns são portadores de missão, porém, poucos são aqueles que se fazem missionários. Chico não contava a ninguém, mas teve contatos diretos com Jesus durante sua trajetória de vida. auxiliou Ministros do Mais Alto nos destinos do planeta em decisões cruciais dos últimos 50 anos do século 20.

13 Obsessão: (L.M. cap )...isto é, o domínio que alguns espíritos logram adquirir sobre certas pessoas. Nunca é praticada se não pelos espíritos inferiores, que procuram dominar. Os bons espíritos nenhum constrangimento infligem. Aconselham, combatem a influência dos maus e se não os ouvem, retiram-se. Os maus, ao contrário, se agarram àqueles de quem podem fazer suas presas. Se chegam a dominar algum, identificam-se com o Espírito deste e o conduzem como se fora verdadeira criança.

14 Obsessões Morais : Nasce do interesse pessoal, que é o sinal mais evidente da imperfeição humana, gerando o egoísmo, que converte-se em prisão e dor. Foi por conta de interesses contrariados que nasceu a traição, a mágoa, a vingança, o ódio, o espólio e tantas outras enfermidades da afetividade na vida social. Na raiz de todos esses dramas estão os interesses contrariados gerando a corrupção do afeto sincero.

15 Obsessões Mentais : Inicia-se quando o espírito cansado da luta evolutiva, entre perdas e ganhos no interesse pessoal, olha para dentro de si e descobre o remorso, ou melhor, a consciência lúcida. o remorso é a ferida consciencial que nos mantém no cativeiro de nossas próprias criações. em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado (João - cap. 8 - v 34)

16 As chamadas obsessões morais são degraus na escala das obsessões mentais, e portanto, dos transtornos mentais. Conclusão: o caminho do adoecimento na trajetória evolutiva do ser segue a ordem sequencial da conduta moral egoística para a fragmentação da vida mental. Primeiro vem o interesse pessoal criando a couraça do personalismo. Depois, quando despontam a lucidez, vem o arrependimento, com o remorso...

17 Na ordem natural das reencarnações primeiro adoecemos afetivamente pela conduta, antes de adoecer mentalmente. Molde das patologias mentais: afeto adoecido. sequência: interesse pessoal exacerbado; estado de remorso e perturbação psíquica.

18 As obsessões morais ou afetivas consolidam-se inicialmente no corpo mental, como viciações emocionais ao longo da caminhada milenar, e vão se adaptando em metamorfoses sucessivas na órbita do perispírito, depois no duplo etérico e, por fim, atingem o corpo físico com as chamadas doenças orgânicas de variadas expressões. raciocinar

19 a reencarnação dolorosa na qual o ponto mais sofrível para qualquer um de nós será não ter os interesses pessoais atendidos conforme nossos desejos. A luz que varre a sombra gera a crise da dor mental como operação inevitável para o caminho da cura definitiva.

20 a verdade é que se tornou inerente à raça humana a compulsão pelo domínio em três formas distintas: 1. O impulso de controlar 2. A necessidade de reconhecimento pessoal 3. O desejo de ser o melhor Controle, privilégio e exclusividade são manifestações morais do EGOÍSMO.

21 Por trás dos transtornos mentais, existe sempre uma estrutura moral a ser reeducada. As obsessões morais são sustentadas no compartilhamento, numa busca comum de interesses. O tratamento para tais casos não poderá ser conduzido como se houvesse a presença de um verdugo e uma vítima, mas sim uma sinergia, um compartilhamento. A separação abrupta em casos como esses poderá ser desastrosa, conquanto seja o terreno que mais facilmente encontramos chances para tal recurso.

22 As obsessões mentais são mais definidas. A pessoa que se arrependeu está na busca de um futuro melhor, mas ainda está inserido no ressarcimento consciencial e na reconstrução paulatina de uma história milenar de hábitos e condutas, decisões e interesses. Este conhecimento auxilia no modo de ação terapêutica para cada grupo. Permite uma ação mais consciente em favor da educação dos envolvidos nos dramas da obsessão.

23 ao examinar obsessões de quem quer que seja, compete a qualquer servidor consciente esquadrinhar com seriedade a natureza moral que determinou a alteração mental. os serviços abençoados de desobsessão das Casas Espíritas são largas portas que se abrem para o bem em favor das tragédias da obsessão.

24 A interpretação humana acerca dos resultados da tarefa, quase sempre obedece à visão limitada que o homem encarnado possui acerca das soluções que cada história de dor exige. Temos hoje, no meio doutrinário, uma prática comum entre a maioria dos servidores da mediunidade cuja essência se resume a trabalhar sem avaliar resultados, fazer o bem sem olhar a quem.

25 Quando vivida com perseverança, renúncia, desejo incansável de aprender, disciplina, disciplina progressiva, estudo sistemático, devoção ao trabalho, autoconhecimento constante e intenso desejo de ajudar dor alheia. Somente quando fazemos de nossa tarefa espiritual um projeto de vida, amealhamos os recursos morais mínimos para transformar a atividade em caminho de iluminação e promoção pessoal nos roteiros legitimamente cristãos.

26 Nas obsessões morais, o campo de atração ativamente polarizado para o domínio se encontra no obsessor desencarnado. Nas obsessões mentais, foco ascendente que polariza o circuito está no obsessor encarnado.

27 L.M. 226: Médium perfeito seria aquele contra o qual os maus Espíritos jamais ousassem uma tentativa de enganá-lo. O melhor é aquele que, simpatizando somente com os bons Espíritos, tem sido o menos enganado. As falanges organizadas para o mal já utilizam a estratégia dos sistemas há um bom tempo. Perceberam que existe excessiva credulidade na mente de muitos operários da mediunidade. Só existe obsessão onde existem laços.

28 Ensino de Cornélius(Quem perdoa, liberta ): Para nossos irmãos no corpo físico, em razão da limitação natural das percepções, os cuidados devem ser ainda mais amplos. O cérebro os impede, naturalmente de identificar as sutilezas da ação dos espíritos sobre o pensamento e também as manobras sagazes dos adversários do trabalho no campo dos planos organizados. Resta-lhes a vigília lúcida e a conduta cristã. A preparação moral do grupo é a única garantia para a continuidade e o bom proveito.

29 os médiuns ostensivos são portadores de uma energia Yin muito acentuada, a energia do feminino, da sensibilidade. Sem esse traço afetivo, dificilmente teria o médium condições de da alcançar as sutilezas da vida nas quais costuma penetrar. Isso, porém não implica, necessariamente, ser feminino na expressão de seu desejo afetivo-sexual.

30 70% das pessoas cumprem com 20% do que planejaram. 23% conseguem atingir aproximadamente 50% do que precisavam. 5% conseguem se desviar completamente do que organizaram para suas reencarnações. 2% atingem a condição de completistas

31 Qualquer ambientes onde haja a presença de relações humanas, lá teremos os cordões energéticos em maior ou menor intensidade. É pelo sentimento que os cordões ganham vida, natureza, cor, cheiro, som, movimento e consistência. As pessoas ficam amarradas umas nas outras.

32 As ligações são mantidas chacra a chacra, de conformidade com o tema que liga as criaturas envolvidas. se o assunto é mágoa = o centro de força de imantação é o cardíaco. se a questão envolve ódio, o chacra mais atacado é o Solar. se o assunto é ciúme e possessividade, o chacra de vinculação é o genésico.

33 Alguém que sustente o ódio por alguém que o feriu, ou é odiado por alguém que tenha ferido, pode avançar para variados processos degenerativos, incluindo alguns carcinomas mais conhecidos.

34 Alguns sintomas comuns no mundo moderno têm como causa os cordões energéticos, tais como: cansaço injustificável; adoção do medo como estilo de vida; culpa intensa e estressante; alterações no sistema endócrino; ansiedade desproporcional; angústia com lugares e pessoas; náuseas; enxaquecas crônicas; inflamação de tendões e câncer.

35 Sem presença alguma de espíritos desencarnados, os mais variados episódios de transtorno físico, emocional e mental podem ter causa nos cordões. É muito comum pessoas ligadas por essa teia vibratória desenvolverem sintomas, doenças, sentimentos e sensações semelhantes que assegure a influência de uma outra.

36 Algumas pessoas já aprenderam a auscultar seus sintomas, sabendo prever quando alguém com quem não simpatizam vai aparecer para cobrar algo ou desgastá-las com alguma provocação. Á luz dos entendimentos espíritas corpo fechado significa ter os centros de força defendidos do mal alheio.

37 Pessoas existem que sabem prender outras aos seus propósitos, e disso abusam, chegando a manipular recursos de feitiços encomendados para atender seus interesses mais mesquinhos. chamamos de técnica de amarração, e existe desde o tempo da Babilônia. Isso só pega em pessoas que tenham medo ou acreditem nisso?

38 o Espiritismo e o magnetismo nos dão a chave de uma imensidade de fenômenos sobre as quais a ignorância teceu um sem-número de fábulas, em que os fatos se apresentam exagerados pela imaginação. O conhecimento lúcido dessas duas ciências, que a bem dizer, formam uma única, mostrando a realidade das coisas e suas verdadeiras causas, constitui o melhor preservativo as ideias supersticiosas, porque revela o que é possível e o que é impossível, o que está nas leis da natureza e o que não passa de ridícula crendice.

39 Devemos nos acautelar para que o conhecimento espírita não simplifique exageradamente assuntos que são bem complexos. Muitos espíritas, apoiados em informações doutrinárias, alegam não existir o feitiço, acrescendo que somente quem sintoniza pelo pensamento ou tem medo dessas questões é que pode ser atingido. Não é bem assim.

40 O pensamento é verdadeiramente um escudo. Os sentimentos, porém, é que permitem o ciclo dos feitiços, e sobre essa parte da vida interior pouco controle e conhecimento detemos para nos imunizar das investidas sombrias que cercam nossos passos. alguns alegam que basta a oração e a fé, tivéssemos tanta fé assim e tudo estaria resolvido!

41 1. médium é o ser humano dotado de certas faculdades especiais de sensibilidade 2. Pode servir, mas nem sempre tem tarefas a exercer no campo específico da mediunidade. Poderá ter tarefas em determinado tipo de mediunidade e não em outros 3. É um instrumento para que a comunicação se faça, mas não a fonte geradora da mensagem, seja ela visual, auditiva, olfativa ou qualquer outra 4. Opera entre espíritos desencarnados e encarnados 5. Médium é uma pessoa que serve, e portanto, é um servidor

42 Cabe ao médium intermediar os dois mundos com dignidade, fidelidade e honestidade, nada acrescentando ou subtraindo as impressões que colhe de espíritos desencarnados. Existem os médiuns naturais, que ignoram possuir faculdades mediúnicas, e que inconscientemente fornecem energia para realização de fenômenos espontâneos. dica: quando uma faculdade dessa natureza se manifestar espontaneamente num indivíduo é deixar que o fenômeno siga seu curso natural, pois a natureza é mais prudente que os homens.

43 Quando os fenômenos naturais começam a ocorrer com certa frequência, necessitam de atenção, cuidados e esclarecimentos que dificilmente o iniciante terá condições de prover sozinho. rejeitar os fenômenos Atitude preconcebida contra os fenômenos Ceticismo Convicções materialistas Convicções religiosas Teme as manifestações alheias Sintoma de perturbação mental

44 Fenômenos de efeitos físicos: Os espíritos que revelam sua presença por efeitos sensíveis, são em geral, espíritos de ordem inferior e podem ser dominados pelo ascendente moral. A aquisição deste ascendente é o que se procurar. O hábito do recurso da prece é importante na construção do ascendente moral. O que fazer quando isso acontece ? Não adianta ignorar o problema. Ele existe e persistirá. Especialmente quando há compromissos programados para o exercício mediúnico como encarnado. Temos que buscar esclarecimento com quem possa ajudar.

45 1) Ausência de orientação: Quando o médium iniciante acha que pode resolver sozinho suas dificuldades. O risco é grande de acabar sendo obsediado e joguete de espíritos irresponsáveis ou vingativos. 2) Orientação inadequada: Quando a pessoa a ensinar não está suficiente qualificada a orientar oferecendo palpites que acarretarão complicações desastrosas. 3) Desorientação: Quando o médium iniciante entra em pânico e se apavora, abraçando uma atividade desordenada,

46 3) Desorientação:... adotando toda e qualquer sugestão, comparecendo a qualquer Centro Espírita que foi indicado e submetendo-se a qualquer treinamento ou ritual necessários ao desenvolvimento de sua mediunidade. Estará em sérias dificuldade dentro em pouco. 4) Orientação correta: O médium iniciante teve o cuidado de procurar o auxílio correto, orientando-o a observar os fenômenos com espírito crítico, a estudar os aspectos teóricos em livros confiáveis e a integrar-se em grupo confiável que lhe permita as condições necessárias para desenvolver a sua tarefa.

47 Como um receptor, o médium está sujeito a períodos tempestuosos, estática emocional, defeitos técnicos, antena quebrada, ou fora de posição, circuitos internos deficientes. O bom médium é aquele que procura manter seu aparelho limpo de impurezas e fica atento ao que lhe dizem do outro lado. Procura estudar permanentemente e aperfeiçoar sua técnica, busca adquirir uma boa cultura geral, ter comportamento pessoal digno, desenvolver hábitos de civilidade, e ser cuidadoso para evitar interpretações defeituosas. Nada acrescentar aos textos ou comunicações que lhe incumbiram de transmitir.

48 Não existem fenômenos mediúnicos puros, pois haverá neles sempre um inevitável componente anímico. De que maneira um ser desencarnado iria se comunicar com um companheiro encarnado sem utilizar-se das faculdades anímicas deste ? Se lhes fosse possível prescindir do componente anímico, eles não precisariam de médiuns! conclusão: o espírito desencarnado precisa de certa quota de magnetismo ou energia vital do ser encarnado para manifestar-se, movimentando cestas, mesa, prancheta, copinho, escrevendo ou falando.

49 Poltergeist: Nem sempre a pessoa que fornece os recursos magnéticos tem consciência da sua participação no fenômeno. Quando a pessoa se afasta o fenômeno cessa. Materialização: O espírito manifestante como que aprisiona, temporariamente, nas malhas do campo magnético de seu próprio perispírito, as substâncias recolhidas e consegue adensar-se para se tornra visível.

50 Médiuns facultativos, involuntários, impressionáveis, audientes, falantes, videntes, sonambúlicos, curadores, pneumatógrafos, mecânicos, intuitivos, semi-mecânicos, inspirados, de pressentimentos, tiptógrafos, de efeitos musicais, de aparições, de transporte, proféticos, pintores, novatos, improdutivos, etc. Médiuns de efeitos físicos: Têm o poder de provocar efeitos materiais. Médiuns de efeitos intelectuais: Aptos a receber e transmitir comunicações inteligentes.

51 Efeitos físicos: Provoca apenas efeitos materiais, emprestando um pouco de sua energia para que os próprios espíritos produzam as manifestações desejadas. Efeitos Inteligentes: O sensitivo é de fato um intermediário, onde recebe, processa e transmite uma ideia, um pensamento, uma impressão visual, auditiva ou intuitiva.

52 1) Há espíritos que preferem ditar as comunicações e o médium vai anotando o que ouve, como um estenógrafo comum. 2) Outros se aproximam e mandam um recado para uma pessoa qualquer, articulando as palavras como uma conversa qualquer. 3) Outros aproximam do médium e colocam a mão sobre a cabeça e transfundem na mente dele o pensamento puro. 4) Outros parecem falar, mas não se vê a articulação de palavras, ou melhor, seus lábios não se mexem. 5) Alguns apresentam imagens enquanto lhes falam.

53 A ligação do espírito manifestante com o médium se dá por uma espécie de acoplamento dos respectivos perispíritos na faixa da aura, onde, em parte, se interpenetram. Daí a impropriedade do termo Incorporação. O espírito desencarnado NÃO ENTRA com o seu perispírito no corpo do médium, após este desalojar em parte o seu perispírito. O que ocorre é a ligação entre ambos pelos terminais do perispírito de cada um, como um PLUG de eletricidade se liga à tomada. analogia: quando o AVATAR se liga à sua ave...

54 É por esse acoplamento que o médium cede espaço que o manifestante tenha acesso aos seus comandos mentais (cerebrais), e assim movimentar-lhe os instrumentos necessários à fala, ao gesto, à expressão de suas emoções e ideias. O mecanismo de incorporação mediúnica pode principiar pela aproximação da entidade que deseja se comunicar.

55 L.E. 109: O perispírito é o princípio de TODAS as manifestações. Acoplando seu perispírito ao do encarnado, seja tomando as energias de que necessita, o espírito desencarnado precisa recorrer ao perispírito de pessoas com faculdades mediúnicas para produzir os fenômenos que deseja. Isto porque ele não dispõe de corpo físico para movimentar um objeto, escrever um texto, manifestar-se oralmente ou pintar um quadro.

56 O perispírito não se acha encerrado nos limites do corpo, como numa caixa. Pela sua natureza fluídica ele é expansível, irradia para o exterior e forma, em torno do corpo, uma espécie de atmosfera que o pensamento e a força da vontade podem dilatar mais ou menos. Daí há pessoas sem estarem em contato corporal, podem achar-se em contato pelos próprios perispíritos e permutar a seu mau grado, impressões e pensamentos por meio de intuições. Essa borda perispiritual que se irradia para o exterior, e forma ao redor do corpo uma espécie de atmosfera é a AURA.

57 A AURA é portanto a nossa plataforma onipresente em toda comunicação com as rotas alheias, antecâmara do espírito em todas as nossas atividades de intercâmbio com a vida que nos rodeia, através da qual somos vistos e examinados pelas inteligências superiores, sentidos e reconhecidos pelos nossos afins e temidos e hostilizados ou amados e auxiliados pelos irmãos que caminham em posição inferior à nossa. (André Luiz, 1973 – Chico Xavier). Importância da AURA: É nosso passaporte, nosso documento de identidade, o raio X da nossa intimidade física e espiritual para aqueles que têm olhos de ver de que nos falou JESUS.

58 Nossos pensamentos são, simplesmente, emanações magnéticas, que ao escapar de nosso cérebro, penetram em diversas cabeças e levam consigo, juntamente com um reflexo de nossa vida, a imagem de nossos segredos. Atenção: Modificações na forma e tamanho da aura resultam de severas doenças nervosas, como epilepsia, histeria, e uma vez estabelecidas, tornam-se permanentes, e se forem devidos a distúrbios nervosos transitórios, como ciática, herpes, uma vez curado, a aura gradualmente volta ao normal. É o que os espíritos chamam de eletricidade magnética.

59 1) A Aura é uma espécie de irradiação luminosa que envolve o corpo humano, sendo constituída por inúmeras partículas de energia. 2) Essa radiação é singularmente sensível ao pensamento, ao qual responde com presteza. 3) A Aura funciona como parte integrante da consciência. 4) Sua qualidade, aspecto, coloração, forma varia segundo os temperamentos, o caráter e a saúde das pessoas. 5) Ela é essencial a todas as manifestações psíquicas e o meio através do qual operam os médiuns de cura, além de atuar como o próprio princípio ativo da cura.

60 6)O fato de algumas pessoas serem médiuns e outras não, levou os espíritas a aceitarem como hipótese de trabalho, a teoria de que os médiuns irradiam uma substância psíquica específica, que forma um vínculo semimaterial entre eles próprios e seus comunicantes invisíveis. 7) Está provado que, a não ser o magnetismo dos espíritos se mescle harmoniosamente com o dos sensitivos, eles não conseguem fazer notar a sua presença. 8) Devidamente manipulada e condensada por um impulso da vontade, vimos que ela se deixa influenciar facilmente pelo pensamento. A aura se

61 8)continuação: apresenta como ectoplasma,matéria prima para a produção de pequenos bastões, pseudópodes ou materializações. Como ela reage ao pensamento e ao choque, exatamente como o corpo humano, pode-se concluir que ela constitui uma extensão do sistema nervoso. 9) A Aura não deve ser considerada uma força cega, pois que a consciência opera através dela da mesma forma que operamos através do sistema nervoso. 10) Não há como evitar que substâncias tóxicas ingeridas ou pensamentos desarmoniosos admitidos afetem substancialmente a aura, produzindo distúrbios consideráveis no processo da comunicação mediúnica.

62 11) Se um médiun comparece com elevada dosagem de álcool no sangue ou com uma refeição pesada, em processo de digestão, será impraticável sua integração harmoniosa no grupo. 12) Os espíritos nos dizem que em tais casos aplicam o recurso extremo de isolar a criatura para que, já que não pode ajudar, pelo menos não perturbe o trabalho, uma vez que sua aura se apresenta literalmente suja e desarrumada. Importante: É precisamente por causa da harmonização entre as auras, que os espíritos constantemente nos advertem quanto ao uso de drogas, álcool alimentação inadequada e todos os hábitos que aviltem a mente ou esgotem os nervos.A Aura está indissoluvelmenteligada a todos os órgãos do corpo do qual exala como o perfume exala da flor.

63 Segundo depoimento dos próprios espíritos, usualmente sem consciência de que haviam morrido, eles eram atraídos pela aura de certas pessoas, conhecidas ou desconhecidas e ali permaneciam como que aprisionados e em grande confusão mental. Como que aderidos ou imantados ao perispírito dos encarnados, onde viviam várias entidades em disputa feroz pela posse do corpo da vítima, que cada um julgava pertencer-lhe.

64 : Encosto:... eu estava no meu lugar. Havia muito de nós, todos embolados, homens e mulheres. Tínhamos um lar, mas não podíamos sair dali. Às vezes o ambiente era tépido. Por algum tempo eu permanecera sozinho na escuridão. Antes de ser preso, pude falar uma vez, mas agora estou só. Você não tem o direito de me colocar aquelas coisa que queimam... Diálogo de um espírito após o tratamento de eletrochoque.

65 O espírito reclamava do eletrochoque, que o desalojou do encarnado que estava sofrendo uma situação de encosto, onde o médium involuntariamente e despreparado, sofria penosas consequências, inclusive doenças de natureza psicossomáticas. O tratamento de eletrochoque usado nos doentes mentais afasta, temporariamente, os obsessores. Todavia, após um tempo eles voltam a se alojar novamente, tendo em vista a vibração que os doentes voltam a emitir.

66 Geralmente o médium falante (ou psicofônico) se exprime sem ter consciência do que diz. Há comunicações que não passam pela sua própria consciência, ou pelo menos ele não guarda lembrança delas. Nesse caso o espírito vai direto ao aparelho fonador do médium, sem precisar-lhe falar ao ouvido.

67 Com o passar do tempo o médium conseguirá matizar e graduar suas manifestações, exercendo uma passividade seletiva que lhe permitirá uma boa filtragem da comunicação, sem permitir que o comunicante force sua passagem com qualquer tipo de material. A definição de passividade é uma atitude de calma, de atenta e responsável receptividade, sem resistências ou reações desnecessárias, uma atitude paciente e tolerante, mas nunca submissa, apática e indiferente.

68 O médium pode e deve interferir, quando for necessário filtrar a comunicação carregada de impurezas, mas deixar que ela siga seu curso fluentemente com paciência e tolerância. Como acontece: A entidade comunicante se aproxima do aparelho mediúnico e as duas auras, a dele a do instrumento se unem, e então a entidade passa a comandar os centros nervosos do aparelho.

69 Como acontece: (continuação) Esse controle é exercido através do cérebro físico do médium, via perispírito, já que o espírito manifestante não pode comandar diretamente um corpo que não é seu. O espírito do médium cede o controle parcial do corpo, ao qual está ligado e é responsável, ao comunicante, que através do seu próprio perispírito assume o controle, enquanto o perispírito do médium se coloca ao lado.

70 Como acontece: (continuação) O espírito do médium não perde sua autonomia nem sua autoridade sobre o corpo emprestado à outra individualidade que o manipula. O corpo é de sua responsabilidade e somente através do seu perispírito pode a entidade desencarnada atuar sobre o mesmo. O encarnado empresta sua aparelhagem física, mas continua sendo dono dela, vigilante para certificar-se de que nada lhe aconteça. Se julgar necessário poderá interromper a comunicação a qualquer momento.

71 Como acontece: (continuação) Não existe a mediunidade inconsciente. O espírito está sempre consciente e atento. A diferença está em que a consciência não se expressa pelo cérebro físico (que naquele momento está sendo manipulado por uma mente estranha), mas sim no perispírito do médium, usualmente desdobrado e presente à curta distância. Por isso torna-se difícil ao médium registrar a comunicação transmitida por intermédio do seu cérebro físico, mas gerada por outra mente que não a sua.

72 continuação: Ao retornar ao corpo o médium encontra vagas impressões do que por ali fluiu, vindo da mente do espírito comunicante. Coisa semelhante acontece com o sonho, do qual nem sempre podemos nos lembrar, porque as atividades vivenciadas pelo sonhador não ficaram registradas no cérebro físico, e sim na contraparte espiritual. Apenas não guardou a lembrança do que aconteceu.

73 O processo acontece pela misturas dos fluidos perispirituais do manifestante e do médium. Em seguida a nítida definição de atribuições, responsabilidades e limitações. O médium audiente não deve ser confundido com o psicofônico. O audiente repete o que ouve; O psicofônico empresta seu corpo para que o próprio manifestante fale por ele, manipulando centros que comandam a fala.

74 Em ambos os casos o médium dispõe de recursos para policiar o que flui através da sua instrumentalização. No audiente é uma peneiragem ; No psicofônico é uma filtragem; Com o passar do tempo no trabalho o médium adquire o poder de reconhecer o espírito manifestante através da vibração que sente com a aproximação deste.

75 O médium sente a repercussão de todos os males físicos que o manifestante se queixa, mesmo que o espírito não as mencione. É difícil livrar-se dessas contaminações físicas e psíquicas, uma vez que essa sensações fluem de um perispírito para outro através das tomadas que ligam as auras. Se o espírito não tem língua, o médium não consegue falar; gagueja, se o espírito tem este problema; parece embriagado, se este é o problema; além dos estados de aflição, angústia...

76 Às vezes percebe quadros vivos e cenas de intensa dramaticidade, como se estivesse assistindo ao fato naquele momento ao vivo. Vê a entidade em prantos e percebe que lágrimas escorrem pela sua própria face naquele corpo que é... e não é seu. A entidade desencarnado não manipula à sua vontade a memória do médium, que tem inviolabilidade preservada, nem o médium pode invadir a memória da entidade que se comunica.

77 Se falta ao espírito manifestante a palavra ou expressão adequada, ele precisa buscá-la nodicionário verbal do médium, mesmo assim existe uma consulta sublimar entre ambos, sem que nenhum invada a memória alheia. O médium traduz o pensamento do espírito para se fazer entendido na comunicação. Nos fenômenos de xenoglossia, caso o espírito não encontre em nossa língua a palavra que deseja expressar a ideia, ele faz uma pausa como se estivesse a procurar no dicionário vivo do médium a palavra desejada.

78 Os passes magnéticos dados no corpo do médium alcançam o espírito manifestante, que a ele se acha ligado pelo respectivo perispírito através de suas auras. Uma vez saturados de fluidos magnéticos (alguém precisa dispor de tais faculdades no grupo), o espírito mergulha em sonolência e pode ser regredido no tempo em busca de memórias bloqueadas. Nesse caso, o médium também ficará um tanto sonolento, afinal ele está ligado ao espírito em seu corpo físico

79 Ao retornar ao corpo, logo que o espírito é desligado, é fácil reconduzir o médium à normalidade por meio de passes dispersivos, aplicados transversalmente, em vez de passes indutivos. IMPORTANTE: Os passes transversais retiram os fluidos e dispersam os registros, enquanto os indutivos servem para depositar fluidos.

80 Nas atividades mediúnicas à distância, onde por vezes a desarmonia do espírito é significativa, o desligamento é algo traumático. O médium pode sentir uma explosão elétrica ao retorna ao corpo, sendo necessário o pronto atendimento com passes magnéticos transversais de dispersão, e em seguida passes longitudinais tranquilizadores ou imposição de mãos sobre a testa e a nuca, garganta afetada ou ainda o plexo solar.

81 A tradução sensorial do pensamento recebido do espírito manifestante já é elaboração do médium e não emissão do espírito. Na fase em que a comunicação flui entre o espírito e o médium, o problema da palavra, da visão ou do som ainda não surgiu. Ele só ocorre e é resolvido na fase seguinte, entre o médium e os destinatários da mensagem. ´Há três etapas distintas na comunicação mediúnica: vejamos

82 1) transmissão do pensamento do espírito manifestante para o médium 2) Recepção desse pensamento e processamento dessa informação na unidade sensorial do médium, que a converte em imagem, som ou palavra 3) Quando o médium emite para o destinatário não mais um pensamento, mas a palavra escrita ou falada, com a qual procura descrever a imagem ou o som recebido do espírito sob forma de pensamento puro.

83 O psiquismo do médium é fator primordial na comunicação mediúnica. Ideias preconcebidas, problemas pessoais, posturas éticas, procedimento habitual, deficiências culturais, e outros. A pessoa de temperamento violento, agressivo e impaciente que funcionar como médium oferece condições apropriadas a um espírito também dado à violência, agressividade impaciência, que encontra nela os circuitos como que já ligados para esse fim. Vejamos:

84 Podemos imaginar as dificuldades que um espírito pacífico, sereno, moderado irá encontrar para fazer veicular uma comunicação aconselhando a paz, a serenidade, a moderação para uma pessoa irritadiça, agitada, etc. As dificuldades serão enormes para vencer obstáculos e se obter um mínimo de autenticidade para a mensagem que se deseje transmitir. Nesse casos geralmente as mensagens saem truncadas.

85 É através do mecanismo da comunicação mediúnica que percebemos que a educação do médium não é propriamente como médium, mas como ser humano. Antes de ser um bom médium, o indivíduo tem que procurar ser uma boa pessoa. Pessoas desarmonizadas podem dispor de excelentes faculdades mediúnicas, mas se não se educarem, serão instrumento de espíritos também desarmonizados. Chama-se a isso sintonia.

86 Idênticas condições são exigidas daqueles que com o médium trabalham. Os demais trabalhadores também influenciam nas comunicações. Os espíritos se utilizam de recursos magnéticos colhidos entre os trabalhadores do grupo, sejam eles médiuns ou não. em resumo: a única linguagem dos espíritos é o pensamento inarticulado. O médium deve convencer-se de que é apenas um canal, um veículo da comunicação, não o autor.

87 É desastroso para o bom fluxo da comunicação disparar ao espírito comunicante uma série de perguntas como se ele estivesse sendo submetido a um interrogatório ou exame. Fator vital para uma boa comunicação reside nas condições morais do médium. Medo, orgulho, vaidade e lisonja formam bloqueios e criam interferências nos canais condutores situados no perispírito do médium.

88 Tanto na psicografia como na psicofonia o caminho é sempre o mesmo, ou seja, a circulação do pensamento pelos canais condutores e a materialização desse pensamento na palavra escrita ou falada através dos dispositivos expressores. Não é a entidade que literalmente toma a mão do médium escrevendo sobre o papel. A entidade atua sobre o seu pensamento através dos canais condutores do perispírito do médium, que levam o impulso da sua vontade ao cérebro do médium, ativando os movimentos do braço ou da fala.

89 No caso do espírito que fala francês, é precisa que o comunicante elabore uma adaptação à garganta do médium, por não conseguir, sem este recurso adicional, ativar de maneira adequada e eficaz os centros cerebrais do comando da fala. DICA: As escolas de médiuns/desenvolvimento mediúnico existentes na Terra deveriam visar o desenvolvimento das qualidades morais e individuais do médium, como pessoa humana, e não da faculdade em si. Somente o seu aperfeiçoamento moral melhora a comunicação.

90 O perispírito é pois, médium do próprio espírito encarnado, tanto como de espíritos desencarnados, pois ele é o elemento de ligação entre a individualidade que pensa, e a personalidade que se expressa no meio em que vive encarnada.

91 Você faz parte de um grupo de trabalho sério devotado à tarefa de socorro espiritual. Surge um momento crítico em que toda atenção e concentração é exigida para bom termo da tarefa. Nesse instante começam a emergir da sua memória cenas deprimentes, vistas ou lidas. A esta altura já se cortou o fio da sua ligação com o trabalho. Em vez de servir aos que precisam da sua ajuda, você passa a dar trabalho aos mentores espirituais do grupo.

92 Eles precisam construir imediatamente um círculo de isolamento em torno de você para que além de não ajudar, você pelo menos não atrapalhe. É que sua memória começou de repente a regurgitar o lixo mental que você colocou lá. E como era de se esperar, nos momentos mais inoportunos. Se você é médium atuante, pior ainda o quadro, pois como sabemos, os espíritos manifestantes operam prioritariamente com o material que encontram em nós.

93 Se você acumula lixo mental dentro de si eles irão encontrá-lo e dele se utilizarão. Se ele é um espírito harmonizado que deseja fazer uma comunicação por seu intermédio, de consolo ou aconselhamento, como irá fazê-lo se só dispõe de lixo para elaborá-la? Saiba que a sua memória é indelével. Tudo o que registrou é para sempre!

94 Além de atender aos espíritos, é preciso também dispor de algum tempo para os encarnados. Amigos, conhecidos e desconhecidos, que na rua, no trabalho, em casa, ou na condução buscam-nos para uma palavra de conforto, de orientação, ou simplesmente um desabafo. Muitas pessoas não dispõem de quem as ouça. Se o indivíduo dispõe de mediunidade, deve estar em condições de captar uma ou outra sugestão soprada, sugerida ou intuída do mundo espiritual. As vezes é de fundamental importância uma palavra bem escolhida e bem colocada no coração aflito. Isto também é mediunidade a serviço do próximo.

95 O melhor treinamento para o exercício da mediunidade está na apreciação da própria vida. Quanto mais consciente e envolvido no dia a dia da própria existência seus problemas, lutas e dificuldades, mais bem preparado estará o médium para o exercício da mediunidade, dado é que precisamente nesta firme ancoragem da realidade que ele colhe elementos de conforto, estabilidade emocional, e equilíbrio para levar a termo suas tarefas, em contato com um plano em que a vida apresenta características físicas tão diferentes.

96 Muitos médiuns estagiam no dia a dia da vida em um trabalho voltado exclusivamente para a orientação, o consolo, o esclarecimento e a pacificação de pessoas encarnadas, que recorressem a eles em dificuldades emocionais. Onde se qualificar melhor para o atendimento e conversação com os desencarnados durante a mesa mediúnica, que na própria vida? Iremos descobrir com o tempo, que o trabalho é o mesmo quando colocamos nele todo o nosso coração em atenção às necessidades que nos apresentam e solicitam esclarecimento. Isso se chama: MEDIUNIDADE a serviço de JESUS.

97 Tipos de espíritos que são atendidos na mesa mediúnica 1. Espíritos necessitados Categoria imperfeitos Matéria > espírito Ignorância, orgulho, paixões Intuição de DEUS Nem todos são essencialmente maus Ideias pouco elevadas Pouco conhecimento da vida espiritual Identificação ? linguagem utilizada Conservam as lembranças dos sofrimentos vividos

98 1. Impuros: Inclinados ao mal Conselhos pérfidos Sopram a discórdia Mascaram-se para enganar Como identificar ? Linguagem trivial e grosseira Inferioridade intelectual Comunicações que exprimem a baixeza

99 2. Levianos: ignorantes, maliciosos zombeteiros Intrometidos e respondem a tudo Prazer em causar desgostos Intrigantes Mistificadores e espertos Como identificar ?

100 linguagem espirituosa, mas sem profundeza de ideias gostam de esquisitices tomam nomes supostos malícia > maldade

101 3. Pseudo - sábios: possuem vastos conhecimentos creem saber mais do que sabem mistura de verdades com erros presunçosos, ciumentos

102 4. Neutros : nem bons, nem maus moral e inteligência comum da humanidade apegados às alegrias materiais

103 5. Batedores: Marcam a presença com pancadas, deslocamento de objetos, agitação do ar Sofrem ao desencarnar, pois não têm como aproveitar o exercício de sua maldade Retornam à Terra como abrutes famintos à procura de almas vulneráveis à obsessão continua

104 5. Batedores: exaltam a cobiça (os obsessores) alguns têm ligações com os perseguidos outros perseguem pelo prazer de perseguir são coléricos, revoltados e maus no exercício de suas cóleras (são quase felizes)... Como identificar ?

105 Como identificar ? fácil identificação antes mesmo da comunicação os médiuns pressentem sua presença desinteresse de progredir brutalizados necessidade de sensações grande quantidade de equívocos propositais ansiosos por paz e socorro transpassam tristeza e desespero acreditam-se desventurados caem nos abismos da revolta produzem perturbações espargem inquietações Disseminam intranquilidade continua

106 L oucos desmemoriados Prisioneiros da crueldade e da ignorância Escravos da avareza Viciados, são vampiros em busca de sócios Sofrem o látego do remorso Arrependidos pelo exercício da preguiça Zombavam do tempo e são escravos das horas verdadeiros autores do inferno, que apareceram para os homens durante a história Vingadores que utilizam as formas mentais classificadas como inflexões fluídicas continua

107 múmias que continuam junto dos encarnados sem forças para continuarem a tarefa evolutiva ácaros espirituais - absorvem as emanações dos encarnados que se lhes afinam endoparasitas conscientes - segregadores químicos de vítimas vulneráveis Depositários de desequilíbrios psíquicos com alteração direta da saúde física Grupos especializados em técnicas específicas de obsessão

108 A) Sofredores em geral 1. apresentam as deficiências e angústias e exigem a bondade, segurança e humildade dos doutrinadores - devem ser atendidos como doentes, onde cada palavra deve ser um medicamento para seu sofrimento - não esperar entendimento, nem tão pouco concordar com suas exigências Bom Senso ! - muito amor, carinho e respeito irmão querido !

109 A) Sofredores em geral 2. apresentam - se como sendo do sexo masculino ou feminino - deduzir qual o sexo a que ele tenha pertencido, visando uma linha psicológica ideal - não é irrelevante - todavia, é importante para alguns espíritos se abrirem ao diálogo - são espíritos muito presos à última experiência encarnatória Ditam a regra de suas emoções e de seu psiquismo

110 A) Sofredores em geral 3. Necessitados que precisam desabafar - o que fazer ? ouvi-los é a regra ! - desabafo = espécie de catarse - atenção à disciplina do tempo - integridade dos médiuns e integridade do recinto importante: enquanto acontece o desabafo, todas as equipes de obreiros encarnados e desencarnados devem procurar envolvê-lo em fluidos reparadores característica de reunião de tratamento = pronto socorro =...mergulho na carne... papel do doutrinador = transmitir compreensão

111 A) Sofredores em geral 4. Auxílio após o desabafo - pronunciar palavras com delicadeza vibracional - ser austero, sem autoritarismo - evitar explanações doutrinárias discursivas - não fazer críticas ao estado de sofrimento apresentado pelo espírito - parte essencial do atendimento: atingir o centro de interesse do espírito, preso às ideias fixas descongestionar seu campo mental

112 B) Sofredores com necessidades específicas 1. Recém - desencarnados - frequentadores assíduos das sessões de socorro espiritual - revelar imediatamente sua angústia ou aflição - queixam- se de frio médiun treme de frio também Ligados mentalmente ao cadáver

113 B) Sofredores com necessidades específicas 1. Recém - desencarnados - nunca lhes dizer que morreram = mais assustados - desviar-lhes a atenção para o campo espiritual - fazer-lhes pensar em JESUS e rezar pelo seu Anjo da Guarda Dica: tratá-los como doentes e não como desencarnados

114 B) Sofredores com necessidades específicas 2. mistificadores - grupo heterogêneo (apresentam todos os gêneros de inferioridade) - extremamente zombeteiros e levianos - alguns são maus - geralmente vêm criticar o Espiritismo e a mediunidade - intitulam-se santos ou demônios - supostos santos utilizam linguagem melíflua continua

115 B) Sofredores com necessidades específicas 2. mistificadores - lembra-los que se fossem santos não viriam combater nas reuniões mediúnicas os ensinamentos do CRISTO - não perder tempo com eles - supostos demônios aparecem fazendo estardalhaço usar a paciência e a calma continua

116 B) Sofredores com necessidades específicas Objetivo dos mistificadores: Pôr à prova a perseverança, a firmeza na Fé, e exercitar o julgamento Permissão dos dirigentes espirituais: Para testar o mérito da luta Cedo ou tarde eles se revelam - paciência e amor são sempre os atributos de uma doutrinação eficiente

117 B) Sofredores com necessidades específicas 3. Religiosos - espíritos falidos no trabalho religioso na última encarnação - Vêm como zelosos trabalhadores do CRISTO - argutos, inteligentes, agressivos, violentos, orgulhosos e arrogantes - trazem sempre os mesmos argumentos :teologia deformada - temas prediletos: 1) expulsão dos vendilhões do templo... 2) não vim trazer a paz, mas a espada...

118 B) Sofredores com necessidades específicas 3.Religiosos - problema comum a todos eles: PODER - estão acostumados a doutrinar os outros não a si mesmos ! Dicas para o doutrinador: - segurança doutrinária - autoridade moral e doutrinária - pouca verbosidade - nunca entrar em discussão com eles - trata-los com amor e sinceridade - retiram-se por si só

119 B) Sofredores com necessidades específicas 4.juristas - autoritários e seguros de si - nunca têm culpa - prendem-se aos autos do processo -...formalíssimos... - impessoais, frios aplicadores das leis - informá-los que a autoridade deles é nula no grupo - o comando da reunião é de JESUS - dialogar no campo da lógica e do raciocínio

120 B) Sofredores com necessidades específicas 5.materialistas - não são maus - foram indiferentes, desencantados - são acessíveis - é válido evitar informá-los que a desencarnação já ocorreu psicologicamente tratar a situação como um simples desmaio

121 B) Sofredores com necessidades específicas 6.intelectual - várias tendências - foram sacerdotes, escritores, artistas, poetas, médicos, advogados, nobres, ricos, pobres - vaidosos que fracassaram na provação da inteligência - evidenciar-lhes a importância da humildade

122 B) Sofredores com necessidades específicas 7.Magos e feiticeiros - os doutrinadores não devem ignorar a realidade da magia negra - várias serão as tentativas de envolver o grupo - permanecer sempre confiante em JESUS = Fé - tratá-los como irmãos necessitados e não como magos - tratá-los com humildade, carinho e compreensão

123 B) Sofredores com necessidades específicas 7.Magos e feiticeiros lembrar que a dor do despertamento é quase sempre ESMAGADORA !

124 B) Sofredores com necessidades específicas 8.Magnetizadores e hipnotizadores - são amplamente utilizados nos processos obsessivos - são manipuladores dos dispositivos da culpa, da cobrança, da própria Lei de Causa e Efeito - frios e indiferentes - necessitam um dialogador capaz de penetrar- lhes o âmago do ser para verem a extensão de seus atos - são espíritos obsediados por outros espíritos - passes funcionam como fluidos restauradores operação que exige momento adequado

125 B) Sofredores com necessidades específicas 9.Sensualidade em desequilíbrio - homens e mulheres que abusaram das energias sexuais - prostitutas revelam grande sofrimento. Por quê ? Consideram-se condenadas para sempre por DEUS - consideram-se indignas para rezar a DEUS - dialogadores cerebrais não conseguem atingi-los aqui entra o dirigente da mesa

126 B) Sofredores com necessidades específicas 10.obsessores - ideia fixa de vingança - saturados de rancor e ódio - inflexíveis, sem piedade - emanações mentais pesadas - retiram muita energia do grupo dica: respeitar a dor do espírito não vê-lo como o algoz de hoje, e sim como a vítima de ontem... casos irredutíveis: utilizar a ideoplastia

127 B) Sofredores com necessidades específicas 10.suicidas - piores condições de manifestações - situações de franco desequilíbrio - prestação de primeiros socorros - recursos a seu favor: prece, passe, medicamentos do plano espiritual, sono Dica: diálogo cheio de ternura e vibrações amorosas...os benfeitores espirituais retiram do grupo os fluidos necessários para aliviar as dores dos suicidas e reparar outras lesões perispirituais...


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