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Para responder a essa pergunta, primeiramente precisamos saber o que significa castigo. Segundo o dicionário, castigo é uma pena que se inflige a um culpado;

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Apresentação em tema: "Para responder a essa pergunta, primeiramente precisamos saber o que significa castigo. Segundo o dicionário, castigo é uma pena que se inflige a um culpado;"— Transcrição da apresentação:

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2 Para responder a essa pergunta, primeiramente precisamos saber o que significa castigo. Segundo o dicionário, castigo é uma pena que se inflige a um culpado; punição. Quando se diz que Deus castiga, a ideia é sempre de que Deus se sentiu ofendido (ressentido) e, por isso puniu aquele que o ofendeu. O que equivaleria a dizer que Deus se vingou.

3 O curioso é que Jesus, o Sublime Emissário de Deus na Terra, orientou aos homens a amar os inimigos e perdoar os seus agressores. Seria Jesus melhor do que Deus? Lembremo-nos de que o Mestre não aceitou sequer ser chamado de bom, dizendo que bom somente é o Pai Celeste. Mas, na cruz, afirmou que os seus agressores não sabiam o que estavam fazendo (eram ignorantes), e pediu a Deus que os perdoasse.

4 Quando a dor nos visita, não é Deus que castiga, é a Lei, criada por Ele e que está dentro de nós, promovendo a reação equivalente ao ato praticado, o efeito contrário à nossa ação, objetivando sempre a nossa reeducação...

5 O castigo gera revolta e alimenta o sentimento de culpa. A educação em bases morais esclarece e conduz ao arrependimento e à reparação das faltas... e consequentemente, ao equilíbrio interior, resultante sempre de uma consciência tranquila.

6 É claro que nossa ideia de Deus está sempre atrelada à nossa evolução moral. Se indagarmos a um justiceiro que é Deus?, ele provavelmente responderá que Deus é justo e se vinga dos maus. Mas se pudéssemos fazer a mesma pergunta a São Francisco de Assis, certamente a resposta seria: Deus é amor. E como disse o Apóstolo Paulo, o amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, NÃO RESSENTE DO MAL... (1 Coríntios, 13:4,5).

7 Acreditar em um Deus que castiga nos conduz sempre a um terrível sentimento de culpa. E, naturalmente, todo culpado nada mais espera além do castigo e da punição. Por isso, é importante que abandonemos a condição perniciosa de culpados, prontos para sermos castigados, assumindo a nova posição de seres responsáveis, abertos à reeducação e à harmonia interior.

8 Definitivamente precisamos registrar em nossa realidade profunda que não somos culpados, somos responsáveis! Tal mudança pode parecer uma simples alteração de palavras, mas é algo que vai muito além da forma verbal.

9 O sentimento de culpa nos impede de sermos felizes, mesmo quando todos os elementos que estruturam nossa vida familiar, profissional e social se apresentam em perfeita harmonia. Quem carrega, mesmo inconscientemente, qualquer sentimento de culpa não se permite usufruir das bençãos que a vida lhe oferece diariamente, como estímulos para o crescimento permanente. Acredita-se eternamente indigno da felicidade que o visita, tornando-se, assim, o pior e mais poderoso inimigo de si mesmo.

10 Quando somos infelizes porque os outros não nos amam, o problema pode ser superado com relativa facilidade, mas quando nós mesmos não nos amamos, a situação se torna bem mais difícil. É como um paciente que não deseja ser curado da própria doença, porque não se acredita merecedor. E aí a cura – que é sempre de dentro para fora – jamais se processará, mesmo que o mundo de fora conspire a favor.

11 Já quem se compreende como ser responsável por aquilo que constrói em si mesmo e no universo externo, abre-se às novas possibilidades de acerto, mesmo após os insucessos. Não se autopune, autoeduca-se, perdoando a si mesmo. E, quando a vida lhe oferta as doces alegrias de viver e conviver, recebe-as sem constrangimento e inquietação, mesmo sabendo que ainda tem muito o que aperfeiçoar em sua realidade íntima.

12 A ideia de castigo está sempre vinculada ao sentimento de culpa. Já a proposta da educação não reconhece culpados, mas admite que todos somos aprendizes na Escola Terra, sujeitos a equívocos, erros e quedas, episódios naturais em qualquer processo de aprendizagem.

13 Por isso, Deus-Educador-Pai/Mãe jamais pune, mas permite ao homem-aprendiz-filho/filha receber o retorno de suas próprias ações e atitudes, desenvolvendo a verdadeira responsabilidade perante si mesmo e perante todo o universo que o circunda.

14 Muitas vezes somos vítimas de nós mesmos. Desenvolvemos uma postura perfeccionista, porém frágil, diante da vida, que pode se tornar uma porta aberta a profundas frustrações. Somos seres, sim, perfectíveis, mas não podemos nos perturbar diante dos erros e insucessos. Nesse Universo de aperfeiçoamento, devemos sempre evitar os extremos: o comodismo e o perfeccionismo irrefletido.

15 O comodismo nos amarra às próprias imperfeições. É uma espécie de preguiça psicológica ou espiritual. O comodista é aquele que acredita que tudo está perdido, nada tem jeito, o mundo vai de mal a pior. É uma forma terrível de justificar nossa preguiça mental e atitudinal perante a vida.

16 Diante dos desafios naturais da vida, optemos pela observação consciente e pela ação edificante, despertando nossas potencialidades internas positivas como o raciocínio, a inteligência emocional fundamentada no autoconhecimento, a habilidade da comunicação, o senso ético-moral, a intuição, a sensibilidade, a capacidade de nos relacionarmos afetiva e respeitosamente com o outro e suas diferenças (alteridade), enfim, o aperfeiçoamento de todas as nossas múltiplas inteligências.

17 O autoaperfeiçoamento é um processo e não uma conquista imediata. Compreender isso é muito importante para não nos acomodarmos perante os desafios, nem nos frustrarmos ou nos sentirmos culpados ante os erros e fracassos.

18 Dessa forma, vamos tecendo a imensa teia de nossa construção íntima, ao longo de cada reencarnação, refazendo percursos, revitalizando ideias, recomeçando sempre, compreendendo que Deus jamais castiga, mas oportuniza a todos o caminho da autoeducação, pelas vias do amor ou da dor, a depender da escolha de cada um de nós.

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