A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO PROF.ª CHARLENE. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI) CRIADO EM 1973 FINALIDADE DE INTEGRAR E AMPLIAR AS ATIVIDADES.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO PROF.ª CHARLENE. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI) CRIADO EM 1973 FINALIDADE DE INTEGRAR E AMPLIAR AS ATIVIDADES."— Transcrição da apresentação:

1 PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO PROF.ª CHARLENE

2 PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI) CRIADO EM 1973 FINALIDADE DE INTEGRAR E AMPLIAR AS ATIVIDADES DE IMUNIZAÇÕES DISTRIBUIDAS EM DIFERENTES PROGRAMAS VISANDO 02 OBJETIVOS

3 estabelecer as linhas gerais para a administração dos imunobiológicos na rede de serviços de saúde padronizar e disciplinar critérios e técnicas para administração de vacinas e soros utilizados pelo PNI. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

4 VACINAS PRODUZIDA COM BACTÉRIAS OU VÍRUS MORTOS OU ENFRAQUECIDOS (ATENUADOS) AO ENTRAR NO CORPO DO SER HUMANO PROVOCA UMA REAÇÃO DE IMUNIZAÇÃO, PRODUZINDO ANTICORPOS CONTRA AQUELA SUBSTÂNCIA, DESTA FORMA PREPARA ORGANISMO PARA EM CASO DA INFECÇÃO POR ESTE AGENTE PATOGÊNICO O SISTEMA DE DEFESA POSSA AGIR

5 TIPOS DE VACINAS Vacinas Vivas: Organismos vivos Vacinas Vivas: Organismos vivos atenuados Vacinas Mortas Vacinas Inativadas

6 O PNI é de responsabilidade do Ministério da Saúde e das Secretarias Estaduais de Saúde. A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, através do Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac revisa periodicamente e publica as Normas Técnicas do Programa de Imunização. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

7 Avalia-se a eficácia da imunização quando se consegue erradicar ou controlar a incidência de uma doença. Por exemplo: a varíola e a poliomielite estão erradicadas no Brasil, o tétano neo-natal e a mortalidade por tuberculose na infância estão controlados em São Paulo. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

8 Considerações sobre os imunobiológicos As vacinas podem ser formadas com vírus vivos atenuados, inativados, bactérias mortas e toxóide (tetânico e diftérico). PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

9 Podem-se colocar na vacina conservantes e antibióticos para evitar o crescimento de fungos e bactérias, e compostos de alumínio, que aumentam o poder imunizante. Existem diferenças entre uma vacina e outra de acordo com a composição: PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

10 BCG: vacina contra a tuberculose, liofilizada, necessita de reconstrução com água destilada; DPT: é a triplice bacteriana, associando-se o toxóide diftérico e tetânico com a Bordatella pertussis, imuniza contra o tétano, difteria e coqueluche; PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

11 DT (dupla infantil) e dT (dupla tipo adulto): possuem a mesma quantidade de toxóide tetânico e menor quantidade de toxóide diftérico contidas na vacina DPT; Poliomielite: contém 3 tipos de polivírus atenuados, imuniza contra paralisia infantil; PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

12 Sarampo: contém vírus vivos atenuados TV: é a tríplice viral, contendo vírus vivos atenuados da caxumba, rubéola e sarampo Hepatite B: contém antígeno de superfície do vírus da hepatite com adjuvante hidróxido de alumínio, devendo ser administrados 0,5 ml para menor de 1 ano a 20 anos e 1,0 ml para maiores de 20 anos. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

13 Situações especiais Na vigência de SURTO EPIDÊMICO em creche, escola, instituições ou epidemias (municipal, estadual ou nacional) de doenças abrangidas pelo PNI, podem-se desencadear medidas de controle, tais como vacinação em massa da população alvo, e que não precisam estar implícitas nas Normas de Vacinação (faixa etária, dose de reforço, etc) PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

14 As campanhas e/ou intensificação das vacinas são estratégias que visam o controle de doenças de maneira intensiva, ou a extensão da cobertura vacinal para complementação do serviço de vacinação de rotina A vacinação do escolar/estudante permite a atualização do esquema vacinal de crianças, adolescentes e adultos que frequentam creches, EMEIs e escolas. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

15 CONTRA-INDICAÇÕES À VACINAÇÃO Gerais As vacinas de bactérias atenuadas ou vírus vivos atenuados, em princípio, não devem ser administradas a pessoas: - Com imunodeficiência congênita ou adquirida; - Acometidas de neoplasia maligna; - Em tratamento com corticosteróides em dose alta ou submetidos a outras terapêuticas imunodepressoras (quimioterapia anti-neoplásica, radioterapia, etc.); - Grávidas (exceto em situações de alto risco de exposição a alguma doença imuno prevenível (febre amarela). PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

16 ADIAMENTO DA VACINAÇÃO As situações em que se recomenda adiar a vacinação são: Até 3 meses após o tratamento com imunodepressores ou com corticosteróides em alta dose (válido também para componentes de vacina inativados ou organismos mortos ou inativados) pela possível inadequação da resposta. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

17 Administração de imunoglobulina ou de sangue e derivados, devido à possibilidade dos anticorpos presentes nesses produtos neutralizarem o vírus vacinal Durante a evolução de doenças agudas febris graves. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

18 FALSAS CONTRA-INDICAÇÕES Afecções comuns, como as doenças infecciosas ou alérgicas do trato respiratório superior com tosse e/ou coriza, diarreia leve ou moderada, doenças de pele (lesões impetiginosas esparsas, escabiose) PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

19 FALSAS CONTRA-INDICAÇÕES História e/ou diagnóstico clínico de tuberculose, hepatite B, coqueluche, difteria, tétano, poliomielite, sarampo, caxumba, rubéola e febre amarela; essas doenças não contra-indicam a aplicação das respectivas vacinas PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

20 FALSAS CONTRA-INDICAÇÕES Desnutrição; Uso de qualquer antibiótico Vacinação contra a raiva Doença neurológica estável (por exemplo, convulsão controlada), com Sequela presente Antecedentes familiares de convulsão PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

21 FALSAS CONTRA-INDICAÇÕES Alergias, exceto as relacionadas com os componentes das vacinas; Prematuridade ou baixo peso ao nascer; exceto a BCG, não se deve adiar o início da vacinação; Internação hospitalar, desde que não haja contra indicação formal. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

22 Situações especiais As crianças infectadas pelo HIV, reconhecidas por meio de provas sorológicas positivas, poderão receber todas as vacinas previstas no calendário de vacinação. Quanto aos doentes com AIDS, essa mesma conduta é válida, exceto a BCG, que não deve ser usada. Nestes pacientes, a vacina oral contra a poliomielite não é contraindicada; entretanto, havendo disponibilidade da vacina de vírus mortos (vacina Salk), deve-se dar preferência a esta. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

23 CUIDADOS COM OS IMUNOBIOLÓGICOS É muito importante ter certeza quanto à qualidade da vacina que se aplica na população. Os órgãos que distribuem e recebem vacinas devem verificar as condições de conservação, a presença de substâncias estranhas, alterações da cor e da consistência da vacina. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

24 Cuidados Gerais Ao receber os lotes de vacina ou ao manipulá- los, devem-se observar, também, as instruções do fabricante sobre: Prazo de validade Volume da dose a ser aplicada Coloração da vacina; Temperatura em que as vacinas devem ser conservadas Necessidade de diluição, tipo de diluente, quantidade de diluente a ser introduzido no frasco; Tempo de validade da vacina após diluição PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

25 É o sistema de conservação dos imunobiológicos e inclui o armazenamento, o transporte e a manipulação desses produtos em condições adequadas de refrigeração, desde o laboratório produtor até o momento em que os mesmos são administrados. Um manuseio inadequado, defeito no equipamento ou falta de energia elétrica podem interromper o processo de refrigeração, comprometendo a potência dos imunobiológicos. REDE DE FRIO

26 Nos níveis nacional, central-estadual, regional, municipal e local, devem existir instalações e equipamentos adequados para o armazenamento e transporte dos imunobiológicos de um nível para outro. No nível nacional e central-estadual são instaladas câmaras frias para conservar as vacinas a –20 ºC (freezer no regional e municipal) e refrigeradores para conservar entre +2° a + 8°C No nível local (centros e postos de saúde, hospitais e ambulatórios) todos os produtos são conservados em geladeira entre +2° a +8 °C : Os de estoque em um refrigerador e os de uso diário em outro PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

27 Os imunobiológicos que podem ser congelados são as vacinas contra: POLIOMELITE SARAMPO FEBRE AMARELA MENINGITE C PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

28 Os que não podem ser congelados são as vacinas : DPT, DT BCG RAIVA MENINGITE HEPAITE B FEBRE TIFOÍDE SOROS

29 PROCEDIMENTOS PARA CORRETA CONSERVAÇÃO DOS IMUNOBIOLÓGICOS A) Cuidados gerais: Colocar o refrigerador distante de qualquer fonte de calor (estufa, autoclave, raios solares), nivelado e afastado 20 cm da parede PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

30 Usar tomada ou conexão elétrica exclusiva para o refrigerador, evitando o uso de benjamim ou similares Não utilizar refrigerador tipo duplex em locais com oscilações na corrente elétrica, porque esse refrigerador, nessa condições, não mantém a temperatura exigida devido à separação dos dois compartimentos PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

31 Regular o refrigerador de forma que a temperatura interna permaneça entre +2º A +8°C Usar o refrigerador única exclusivamente para os imunobiológicos, não permitindo que nele sejam guardados medicamentos, material de laboratório, material odontológico, alimentos, bebidas e outros. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

32 B) Organização do refrigerador tipo doméstico Arrumar os imunobiológicos em bandejas perfuradas (tipo porta talher de plástico), e nunca em caixas térmicas ou sacos plásticos que impedem a condução do frio PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

33 Colocar as bandejas no refrigerador Na 1ª prateleira as vacinas virais (contra a poliomielite e o sarampo) Na 2ª e 3ª prateleiras as vacinas bacterianas, os toxóides e os soros e a vacina contra a hepatite B PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

34 Arrumar os produtos que permanecem na embalagem original da mesma maneira, mas de forma a manter uma distância entre as caixas, de aproximadamente dois dedos e ficando a idêntica distância das paredes do refrigerador Não guardar imunobiológicos na porta e na parte de baixo do refrigerador por serem as primeiras a sofrerem oscilações de temperatura ao se abrir a porta PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

35 Retirar a gaveta plástica, caso exista, colocando em seu lugar, garrafas com água e corante (para evitar que seja bebida), o que contribui para estabilizar a temperatura interna do refrigerador Conservar no congelador gelo reciclável ou gelo em saco plástico ou em recipiente plástico tampado, para manter por tempo maior a temperatura interna; esse gelo também poderá ser utilizado pelas equipes móveis de vacinação e em situações de emergência PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

36 Colocar o termômetro de máxima e mínima na prateleira central, na posição vertical (em pé), para evitar a quebra da coluna de mercúrio Verificar a temperatura 2 vezes ao dia, registrando no mapa de controle diário, fixado na porta do refrigerador; PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

37 Manter as prateleiras limpas e organizadas, retirando vidros e caixas vazias Colocar na frente os produtos com prazo de validade mais próximo do vencimento, para serem usados primeiro Colocar os diluentes no refrigerador, no mínimo 6 horas antes do uso, para que no momento da aplicação, os diluentes estejam na temperatura da vacina O estoque de diluentes pode ser mantido na temperatura ambiente PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

38 Evitar abrir o refrigerador de estoque desnecessariamente, abrindo-o somente 2 vezes ao dia: no início e ao final de cada dia de trabalho; Fazer uma previsão do número de usuários que procurarão a unidade de saúde no dia; retirar as vacinas acompanhadas dos diluentes, acondicioná- las no refrigerador de uso diário ou na caixa térmica com gelo e termômetro. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

39 C) Organização da caixa térmica: Quando o serviço de saúde dispuser de somente um refrigerador, a conservação dos imunobiológicos de uso diário deve ser feita em caixa térmica do tipo retangular e com tampa ajustada (evitar usar caixas do tipo cumbuca) Ao iniciar as atividades diárias, devem-se ter os seguintes cuidados: - Manter a temperatura interna da caixa entre +2º a +8° C, controlando-a com o termômetro PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

40 - Usar gelo reciclável ou sacos plásticos com gelo (nunca usar o gelo fora do saco plástico); - Circundar com gelo os imunobiológicos; - Colocar barreiras (jornal, papelão) entre os imunobiológicos que não podem ser congelados e o gelo, para evitar o contato direto um possível congelamento das vacinas; PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

41 - Manter a caixa térmica fora do alcance da luz solar direta e distante de fontes de calor; - Verificar constantemente a temperatura no interior da caixa térmica, trocando o gelo sempre que necessário; - Ao finalizar as atividades do dia: desprezar as sobras da vacina BCG ID, contra o sarampo, febre amarela e meningite C: retornar ao refrigerador aquelas que podem ser utilizadas no dia seguinte: lavar a caixa térmica, enxugá-la e guardá-la em local protegido. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

42 Controle da temperatura +2° A +8°C A) Termômetro de máxima e mínima: Utilizado para verificar as variações de temperatura, fornecendo 3 tipos de informações : temperatura mínima (mais fria e indicada no nível inferior do filete azul na coluna da esquerda) temperatura máxima (mais quente e indicada no nível inferior do filete azul na coluna da direita) temperatura do momento (indicada pela extremidade superior das colunas de mercúrio em ambos os lados) PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

43 B) Termômetro de cabo extensor: utilizado para verificar a temperatura da caixa térmica usada na conservação dos imunobiológicos de uso diário na sala de vacinação, por ocasião da limpeza do refrigerador e na conservação desses produtos durante o transporte. Os procedimentos são: colocar o sensor entre as vacinas e o visor do termômetro sobre a tampa da caixa PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

44 Proceder à leitura observando-se a coluna de mercúrio (semelhante ao termômetro clínico) ; No transporte de imunobiológico, verificar e registrar a temperatura no impresso de expedição e recebimento que deverá estar acondicionado em saco plástico e colocado dentro da caixa térmica. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

45 Situações de emergência O refrigerador pode deixar de funcionar por motivo de corte de energia elétrica ou por defeito; nessas situações, deve-se mantê-lo fechado até a vinda do técnico para conserto ou o retorno da corrente elétrica. As condutas a serem tomadas nessas situações são: PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

46 Manter os imunobiológicos na geladeira no prazo de 4 a 6 horas somente quando o refrigerador estiver funcionando em perfeitas condições, tiver controle diário de temperatura e contiver gelo reciclável, sacos plásticos ou recipientes com gelo no congelador, bem como garrafas de água. Nas regiões quentes, considerar esse fator ao decidir tolerar ou não o prazo estabelecido Colocar os imunobiológicos em caixas térmicas na temperatura entre +2° e +8°C, caso o defeito não seja solucionado em 6 horas: providenciar a transferência para um serviço de saúde mais próximo ou de acordo com a rotina PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

47 Manter identificada, na caixa de força elétrica, a chave responsável pela condução de energia para a sala de vacinação e com aviso para que a chave nunca seja desligada sem comunicação prévia Manter articulação constante com a empresa local de energia elétrica a fim de ser informada previamente sobre eventuais cortes de energia Informar o nível central/estadual ou regional sobre as circunstâncias em que ocorreu o não funcionamento do refrigerador PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

48 Adotar as seguintes medidas, ao se colocar um imunobiológico sob suspeita: Suspender, de imediato, a utilização do imunobiológico Manter os imunobiológicos sob refrigeração adequada, identificá-los, registrar o número dos lotes, quantidade, data de validade do lote, local e condições de armazenamento Registrar o problema identificado, o tempo em que o refrigerador ficou sem funcionar, anotar a leitura da última temperatura, e a temperatura máxima e mínima PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

49 Contatar o nível imediatamente superior e discutir o destino a ser dado ao imunobiológico: aguardar, se for o caso, os resultados da reanálise e a orientação para utilizar ou não o produto. Observações: Registrar todas as informações; A decisão sobre a realização ou não da reanálise dos imunobiológicos e da sua utilização ou não, depende da quantidade, prazo de validade de cada lote e o tempo em que o produto ficou exposto à conservação inadequada. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

50 DINÂMICA DA SALA DE VACINA Sala de Vacina É o local destinado à administração dos imunobiológicos, sendo necessário que suas instalações atendam a um mínimo de condições: serem arejadas e iluminadas (com proteção contra raios solares), piso e paredes laváveis, interruptores e tomadas de uso exclusivo para cada equipamento elétrico, portas de entrada e saída. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

51 Os componentes da sala são: Refrigerador para estocar o estoque mensal; Refrigerador ou caixa térmica para conservar as vacinas de uso diário; Mesa tipo escrivaninha com gavetas para guardar os impressos; Porta caneta/lápis/borracha; Carimbo com almofada; Impressos diários: mapa diário de vacinação, caderneta de vacina, ficha de controle da temperatura do refrigerador; PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

52 Impressos mensais e ocasionais 2 cadeiras: 1 para o usuário e outro para o profissional Fichário com gavetas divisórias para guardar as fichas registro, que ficam guardadas de acordo com o retorno agendado Armário para guardar materiais descartáveis, álcool, algodão e diversos Computador: se houver Termômetro clínico Janela ampla com cortina escura para proteger os imunobiológicos contra o sol PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

53 Papel toalha Pia para lavagem das mãos Bancada para o preparo dos imunobiológicos; Cesto de lixo Caixa de perfuro para receber material contaminado, frascos vazios de vacinas, seringas e agulhas Recipiente para o algodão com álcool Gelo reciclável, garrafas de água Caixa térmica Campo plástico leitoso oleado (para forrar o local nos procedimentos fora da unidade). PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

54 Equipe de imunização Deve ser composta por 2 técnicos ou auxiliares de enfermagem com supervisão de um enfermeiro, com treinamento específico. Esta equipe precisa ter conhecimento técnico-científico desde a produção da vacina, cadeia de frio, o perfil epidemiológico da sua área de atuação e as condições sanitárias, sociais e econômicas da comunidade. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

55 As funções básicas da equipe são: Manter a limpeza e ordem da sala Manter material necessário em quantidade e condições de uso Manter conservação dos imunobiológicos; Manter a limpeza dos refrigeradores; Encaminhar e dar destino adequado aos imunobiológicos e ao lixo dos pérfuro-cortantes; Orientar e prestar assistência aos usuários com segurança, responsabilidade e respeito; Manter o arquivo em ordem e atualizado; Avaliar sistematicamente as atividades desenvolvidas. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

56 Procedimentos na Sala de Vacina Olhar e registrar a temperatura dos refrigeradores de estoque e de uso diário Prever a quantidade de diluentes e vacinas a serem usadas no dia e colocar no refrigerador de uso diário Colocar os impressos necessários na mesa Chamar o primeiro usuário, analisar a situação da caderneta de vacina, explicar a vacina a ser aplicada e as possíveis reações; quando for necessário abrir uma nova caderneta de vacinação Observar as condições de saúde da criança (febre, diarréia, etc) e analisar a necessidade de adiar ou não a vacinação Se estiver com atraso na vacina, perguntar o motivo e orientar sobre a importância do esquema vacinal Lavar as mãos antes do preparo das vacinas PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

57 nos casos de criança, solicitar à mãe para colocar a criança na posição: aplicação no glúteo: colocar a criança de bruços, devendo a mãe passar as pernas da criança no meio das suas pernas; aplicação no braço: a mãe deverá aconchegar a criança no peito e deixar o deltóide livre; administração de gotas: sentar a criança no colo com a cabeça levemente inclinada para trás; o profissional segura a bochecha da criança, pinga as gotas na cavidade bucal e espera que a criança engula a vacina; se a criança desprezar a vacina, pingar as 2 gotas novamente; PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI) Profª Luciene Inácio Venâncio

58 Registrar na caderneta, na ficha e no mapa diário a vacina administrada Orientar o usuário ou o responsável sobre as condutas perante as possíveis reações; Orientar o usuário ou responsável sobre a importância da guarda da caderneta de vacina: guardá-la como um documento, não deixar a criança manipulá-la, trazer sempre a caderneta para as próximas imunizações e no caso de perda, procurar a 2 a via no local onde iniciou as vacinas. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI)

59 BIBLIOGRAFIABIBLIOGRAFIA MANUAL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE. Normas e Procedimentos para a Colheita do Material Cérvico-Uterino. Brasília, MANUAL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE. Procedimentos para Vacinação. Brasília,1993. MANUAL DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE. Normas do Programa de Imunização. São Paulo, Rede de frio


Carregar ppt "PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO PROF.ª CHARLENE. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES (PNI) CRIADO EM 1973 FINALIDADE DE INTEGRAR E AMPLIAR AS ATIVIDADES."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google