A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

MBA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES NGN (Next Generation Network) Redes de Nova Geração 2013.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "MBA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES NGN (Next Generation Network) Redes de Nova Geração 2013."— Transcrição da apresentação:

1 MBA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES NGN (Next Generation Network) Redes de Nova Geração 2013

2 EMENTA Arquitetura NGN Serviços NGN Protocolos NGN MPLS Estudo de Caso

3 Objetivos A evolução da tecnologia IP permite hoje a convergência de aplicações de voz, dados, imagens, TV, entre outras, utilizando uma única infra- estrutura, com banda adequada, QoS e SLA, com segurança. Esta arquitetura é chamada de NGN (Next Generation Network). Portanto, seu conhecimento é uma necessidade estratégica para qualquer empresa moderna, seja usuária, operadora ou industria de telecomunicações. A NGN integra redes tais como WAN (Wide Area Network), LAN (Local Area Network), MAN (Metropolitan Area Network), e redes sem fio, antes discutidas em separado, otimizando custos e investimentos das empresas e prestadores de serviços. O objetivo deste curso é fornecer os conhecimentos necessários para o entendimento do processo de convergência de serviços utilizando o protocolo IP em redes NGN.

4 EVOLUÇÃO DA REDE CONVERGENTE 1887 – Invenção do telefone 1981 – Definição do IPv4 - (guerra fria) 1983 – ARPANET adota o TCP/IP 1987 – Início da experiência piloto da RDSI brasileira 1990 – Lançamento do Serviço Móvel (banda A) 1991 – Fim da URSS e da guerra fria 1993 – Início da exploração comercial da Internet 1995 – Início do projeto NGN pelo ITU e chegada da Internet no Brasil 1998 – Definição do IP v – Internet Banda Larga e serviços de voz sobre IP – Convergência Multimídia orientada a serviços – NGN e 3G (2007) 2011 – Convergência NGN, IPv – Soma de celulares, smartphones, notbooks e modens 3G deve chegar a 2,25 bilhões de aparelhos (fonte – NIC.BR)

5 Plataforma NGN A NGN é composta de: Camada de acesso – redes de telefonia fixa e móvel 2,3 e 4G, acesso de clientes corporativos multimídia, Telefonia IP, IP TV, Internet das coisas, etc. Camada de transporte – utiliza protocolos avançados tais como MPLS, GMPLS, SDH NGN, redes ópticas de nova geração, classificadas como redes de comutação de circuitos ópticos (OCS, Optical Circuit Switching), de comutação de rajadas ópticas (OBS, Optical Burst Switching), e de comutação de pacotes ópticos (OPS, Optical Packet Switching), todos IETF e redes óticas automaticamente comutadas (ASON) do ITU, entre outras. Camada de controle - Responsável pelo encaminhamento, supervisão e liberação das conexões que trafegam pela rede IP. É realizado pelos Media Gateway Controller (MGC) ou Softswitch que é a inteligência da rede. Camada de serviços - permite aplicações tais como telefonia IP, IP TV, jogos, audio e vídio de alta definição, serviços legados (telefonia fixa e móvel, número único, PBX virtual) e novas aplicações (streaming de vídeo, e-commerce, videoconferencia com compartilhamento de documentos, etc.)

6 Vantagens de uma rede NGN Baixo investimento em infra-estrutura, - toda a tecnologia e serviços de transportes estará na infra-estrutura da prestadora do serviço. Menor custo na implementação do serviço - a infra-estrutura oferecida pela prestadora de serviços pode ser utilizada por outros clientes. Maior qualidade nos serviços utilizados - estrutura baseado na rede IP e com a arquitetura de camadas, torna muito maior a transmissão de dados e mais rápido o roteamento da rede. Menor investimento com equipamentos - todo o gasto com servidores, firewalls, roteadores ficam por conta da prestadora de serviço. Menor investimento com tecnologia - toda a parte de segurança e roteamento fica por conta da prestadoras de serviços. Menor investimento com manutenção - a maior parte dos equipamentos está dentro da prestadora de serviços.

7 Padronização da NGN A padronização da NGN foi iniciada em 2003 pelo ITU e o ETSI Em 2005 foi publicado pelo ITU o framework da NGN R1 As recomendações da ITU estão contidos na série Y.2001 a Y.2399 ITU-T é responsável pela arquitetura do plano de controle e da interação desses componentes funcionais. IETF é responsável por estabelecer protocolos que permitirão interoperabilidade para as redes ASON e GMPLS, entre outras. OIF (Optical Internetworking Forum) finalidade de fomentar o desenvolvimento de soluções e serviços para redes óticas. TMF (TeleManagement Forum) é responsável pelas melhores Práticas e Normas para a funcionalidade, custos e simplificação de implementações (Resumo em Anexo). MEF (Metro Ethernet Forum) responsável pela especificação, interoperabilidade e implementação de redes Metro- Ethernet.

8 Algumas Recomendações NGN do ITU: o Y General Overview of NGN o Y – Terms and definitions for Next Generation Networks o Y General Principles and General Reference Model for NGN o Y Voice Services over MPLS o Y Interworking ISUP/SIP o Y Service Capabilities – accounting and charging o Y Frameworks and functional architecture models IP V6 Recomendações NGN do ITU

9 Serviços na NGN Principais serviços: o Voz o Vídeo o Chat o Sessão multimídia o o SMS e MMS o IP TV o Imagens fixas (médicas) o Serviços móveis 3G e 4G o Jogos, música e filmes o Serviços de valor agregado, Internet das coisas.

10 FIBER SDH DWDM SDH Comutação Físico HojeMigração Passo 1Passo 2 SDH Circuit Switching ATM IP Intelligent Optical Network (DWDM- Based) IP/MPLS Evolução das Redes de Transporte

11 Arquiteturas legadas, Plataformas NGN e Serviços NGN – CORPORATIVA H 323 SIP IAX GSM IP MPLS – TP WDM... ISUP DSS-1 / Q.SIG / R-2 SIP-T SIP-I MGCP MEGACO SIGTRAN BICC RTPC NGN – PÚBLICA A Fixo-TV-dados- fimes... SoftSwitch A E-1 IP MPLS – TE SDH... GATEWAY I W U (TDM – IP) SIP..... PABX IP ETHERNET Móvel-TV-dados -Rádio... NGN – PÚBLICA B PCS – AAA– POLICY - APLICATION SERVER - INTERNET... SoftSwitch B

12 Protocolos NGN da camada de controle: SIP – T e SIP - I

13 SIP – T IETF NGN Definido pela IETF em 2002, como na RFC 3261 para possibilitar o transporte de parâmetros das mensagens ISUP na extenção SDP e suporta as seguintes RFCs: o RFC 3204 MIME media types for ISUP and QSIG Objects - regras de encapsulamento das mensagens ISUP. o RFC 3372 Session Initiation Protocol for Telephones (SIP-T):Context and Architectures - interfuncionamento entre ISUP e SIP-T. o RFC 3398 Integrated Services Digital Network (ISDN) User Part (ISUP) to Session Initiation Protocol (SIP) Mapping - regras explícitas para o interfuncionamento entre ISUP e SIP. o RFC 3578 Mapping of Integrated Services Digital Network (ISDN) User Part (ISUP) Overlap Signaling to the Session Initiation Protocol (SIP) acrescenta uma discussão do manuseio do overlap na sinalização. Nota: O overlap na sinalização não é uma indicação para redes que usam ISUP ANSI. o RFC 3264 An Offer/Answer Model with SDP - para fornecer informações específicas de mídia para sessões que estão sendo estabelecidas.

14 SIP – T IETF NGN No caso de pacotes de áudio, transporte RTP/AVP são usados, como definido nas RFCs 3550 e 3551, além de várias RFCs específicas para codecs: o A RFC 3372 especifica duas (2) configurações de rede gerais: gateway e bridging. No 1º caso a I W U (Interworking Unit) promove o interfuncionamento entre ISUP e SIP. Nem todos os serviços ISUP serão suportados fim a fim já que somente a informação mapeada nos cabeçalhos SIP estará disponível no ponto terminal SIP o No 2º caso, o SIP-T é usado para conectar centrais PSTN através de uma rede SIP (PSTN-SIP-PSTN). A ISUP encapsulada é usada para transportar informação de serviço ISUP. No tempo da publicação (2002), o SIP-T representava a única forma padronizada de suporte dos serviços ISUP através de uma rede de pacotes, tendo sido rapidamente adotado por alguns provedores de redes, contudo, ele não ganhou aceitação pelos órgãos de telecomunicações. Ao contrário, eles publicaram depois sua própria solução: o SIP-I.

15 SIP – t respostas e ISUP causas Normal event ISUP Cause value (Q.850) SIP-t response (RFC 3398 ) unallocated number 404 Not Found 2 no route to network 404 Not found 3 no route to destination 404 Not found 16 normal call clearing Bye ou cancel 17 user busy 486 Busy here 18 no user responding 408 Request Timeout 19 no answer from the user 480 Temporarily unavailable 20 subscriber absent 480 Temporarily unavailable 21 call rejected 403 Forbidden (+) 22 number changed (w/o diagnostic) 410 Gone 22 number changed (w/ diagnostic) 301 Moved Permanently 23 redirection to new destination 410 Gone 26 non-selected user clearing 404 Not Found 27 destination out of order 502 Bad Gateway 28 address incomplete 484 Address incomplete 29 facility rejected 501 Not implemented 31 normal unspecified 480 Temporarily unavailable

16 SIP – T IETF SIP – T IETF Bridging (PSTN - IP - PSTN)

17 SIP – I ITU NGN O SIP-I é uma extensão ao protocolo padrão SIP da RFC 3261, idealizada para transportar mensagens ISUP através de uma rede SIP, como extensões coladas às mensagens SIP através do campo SDP. Este protocolo foi padronizado pela ITU-T A padronização da ITU-T ocorre em 2004 via Q Cobre o interfuncionamento do SIP com a ISUP (Q761 – Q764) e com o BICC (Q – Q ), usando a RFC 3402 para a especificação do encapsulamento. Ela especifica ações para tres (3) perfis, A, B e C, que cobrem cenários chave de interfuncionamento

18 SIP – I ITU NGN SIP – I ITU NGN Perfil A: o SIP 3GPP - TS A função de controle do Media Gateway (MGCF) do 3GPP usa este perfil, com poucas e pequenas diferenças observadas em um apêndice da 3GPP TS Perfil B: o Utilizado no 3GPP para cobrir o interfuncionamento com uma gama de redes ISUP. Por exemplo, ele permite a opção de propagação do overlap de sinalização através da rede SIP, enquanto o perfil A não o faz (porque redes de terminais móveis nunca geram overlap de sinalização). Perfil C: o Conhecido como SIP-I, é o mesmo perfil B com a adição do encapsulamento ISUP. Isto é aplicável onde as ilhas ISUP são interconectadas via uma estrutura de rede SIP. A ISUP encapsulada é utilizada para atender requisitos regulatórios que não são ainda suportados pelo SIP. Ela pode também ser usada para suportar serviços chave legados, sempre que o SIP não forneça nenhuma funcionalidade equivalente.

19 SIP – I ITU NGN SIP – I ITU NGN A Q da ITU-T é similar à combinação das RFCs 3398 e 3372 da IETF, exceto por diferenças nas regras tanto de interfuncionamento quanto de encapsulamento. A Q veio para especificar as regras de interfuncionamento para os serviços ISUP onde estas foram deixadas de lado pela IETF. A Q da ITU-T também faz uso dos protocolos RTP/AVP de transporte e framing como especificado nas RFCs 3550, 3551 e várias RFCs específicas para codecs. O SIP-I referencia explicitamente as regras SDP offer/answer como especificado pela RFC 3264 da IETF (não há referencia explícita pelo SIP-T a estes procedimentos). Uma vez padronizada pelo ITU-T, o SIP-I foi incorporado por outros grupos de padronização, específicamente o ETSI (European Telecommunication Standards Institute) e o ANSI (American National Standards Institute), e de forma geral abraçado pela indústria como uma especificação mais completa se comparada ao SIP-T.

20 SIP – I ANSI NGN SIP – I ANSI NGN Uma vez padronizada pelo ITU-T, o SIP-I foi adotado pelo ANSI (American National Standards Institute) A T do ANSI também cobre o interfuncionamento SIP com a ISUP (T – 2000) e com o BICC (T – 2000). A T é baseada na Q e é compreendida como compatível com esta recomendação. Contudo, ela usa opções de rede (encapsulamento ISUP, precondições SIP, etc.) ao invés de perfis SIP (p. ex., perfis A,B ou C). Existem também algumas diferenças menores entre o que estas duas (2) especificações consideram como sendo parte de seus respectivos escopos. Nota: a ISUP ANSI não é compatível com a ISUP ITU utilizada no Brasil.

21 BICC ITU NGN Protocolo BICC – Bearer Independend Call Control foi desenvolvido pelo ITU para incapsular a ISUP sobre redes IP e ATM, conforme as recomendações – Q e 1902), inicialmente foi utilizado nas redes 3GPP. Existem três (3) razões gerais por que o SIP com encapsulamento ISUP é preferido ao BICC. o Não existência de trabalho de melhoria do BICC sendo executado em qualquer fórum de padronização, implicando isto em que o BICC ficará limitado às capacitações que suporta presentemente, não se vislumbrando qualquer rota para evolução e aperfeiçoamento. o Existem preocupações sobre o grau de interoperabilidade com o BICC que existirão em outros domínios de aplicabilidade além do GMS/UMTS. o O 3GPP escolheu padronizar o IMS em torno do SIP e não do BICC, o que implica que o 3GPP não vê o BICC como uma solução de longo prazo.

22 SIP – I : MENSAGENS Chamada normal – assinante B livre

23 SIP – I : MENSAGENS Chamada normal – desconexão pela Origem (Assinante A)

24 SIP – I : PARÂMETROS ISUP RFC 3204

25 SIP – T e I respostas x ISUP causas REL ISUP -Cause Disconnect Values -SIP Message (IETF RFC 3398)SIP Message (ITU-Q ) 1("Unallocated (unassigned) number")404-Not found 2 ("No route to network")404-Not found500 Server Internal Error 3 ("No route to network")404-Not found500 Server Internal Error 17("User busy")486-Busy here 18 ("No user response")408-Request Timeout480 Temporarily unavailable 21("Call rejected")403-Forbidden480 Temporarily unavailable 23("Redirection to new destination")410-GoneNo interwork 29("Facility rejected")501-Not implemented500 Server Internal Error 31("Normal, unspecified")480-Temporarily unavailable480 Temporarily unavailable

26 PROTOCOLOSNGNMGCPH.248/MEGACO

27 Arquitetura: NGN MGCP/MEGACO-H248 Arquitetura: NGN MGCP/MEGACO-H248GSGSMGC MGMG Central pública PABX/PBX IP L Central pública PABX ou PBX IP L PTS PTS ISUP - TDM ISUP SOBRE SIGTRAN OU BICC IP Canais de mídia RTP Rede IP NGN E-1 ou ETH SS.7 ISUP E-1 ou ETH H.248/MGCP SIGTRAN PTS - Ponto de transferência de sinalização GS – Gateway de Sinalização ETH - Ethernet IAX SIP DSS-1 Controle dos MG -SoftSwitch

28 MGCP - Elementos MG – Media Gateway (troncos, terminais residenciais, etc.) - realiza a conversão de mídia da rede de circuitos para rede de pacotes, solicitação de serviços pelos usuários. MGC – Media Gateway Controller - gerencia as conexões na rede de pacotes, Controle e gerência centralizada : implementação de novos serviços apenas no MGC, sem alteração para o MG. SG – Gateway de sinalização - Interface para a RTPC, converte ISUP sobre TDM em ISUP sobre IP através dos protocolos Sigtran ou BICC. PTS – Ponto de Transferência de Sinalização (OPC/DPC/CIC), realiza a transferência da sinalização SS#7 fora de banda entre o PTS e o SG.

29 MGCP – Media Gateway Control Protocol Protocolo desenvolvido pelo IETF, RFC 2705 e 3435: o Assume modelo de inteligência centralizada. o Facilita a tarifação e barateia os terminais e gateways. o Interfunciona com DSS-1 ou SSC nº 7, SIP, H.323 e outras sinalizações. o Utiliza o protocolo RTP para o transporte de mídia (voz, vídeo JPEG, MPEG, entre outros). É a junção dos protocolos IPDC(Internet Protocol Device Control), protocolo para controle de dispositivos de mídia e o SGCP(Simples Gateway Control Protocol).

30 MGCP - Recursos O MGCP controla os seguintes recursos: o Recepção e geração de tons DTMF. o Controle de Cancelador de Eco. o Controle de Codecs. o Geração de tons(Controle, Ocupado, etc). o Estatísticas e testes dos pontos finais. o Reserva, liberação e bloqueio dos pontos finais. o Criptografia. O MGCP controla a sinalização da chamada e utiliza o SDP para a sinalização de mídia (Áudio e Vídeo).

31 MGCP - comandos entre MGC e MG Notification Req/ACK: Determinação para o MG acompanhar os eventos de uma chamada telefônica ou resposta do MGC a uma solicitação do MG. Notification: Envio de pedidos do MG ao MGC. Create Connection: Enviado para o MG criar uma conexão entre dois pontos. Modify Connection: Permite que o MGC modifique uma conexão já configurada. Delete Connection: Enviado a cada um dos GW envolvidos na chamada, para desconexão da mesma. Audit EndPoint: Permite o MGC verificar se uma chamada está conectada. Audit Connection: Permite o MGC recuperar parâmetros ligados à conexão.

32 Notify request (verificar evento) Notify ACK Notify (tel. fora do gancho) Notify ACK Notify (Dígitos) Notify ACK Create connection (codec, Porta, Inactive) Create connection ACK ( Codec, porta Local) Modify connection (receive) (Codec, IP e Porta Remota) Modify ACK Tom de Controle Create connection (send / receive) (Codec, IP e porta Remota) Create Connection ACK (Codec e Porta Local) BD Ring MGCGW2GW1 Notify request (armazenar dígitos, bloco ou overlap) Notify ACK Atualização e Consulta Nº B x IP Notify request (enviar Tons / Ring) Protocolo MGCP: -Chamada local

33 Modify connection (send / receive) Modify Connection ACK Notify (A Desliga) Notify ACK Delete connection Notify request (verificar evento) Delete connection Notify (ANS) Notify ACK Notify request (verificar evento) AB Atendimento (ANS) Delete connection ACK Protocolo MGCP: chamada local Mídia RTP / RTCP

34 Protocolo ngn H.248 – MEGACO H.248/MEGACO – Protocolo desenvolvido pelo ITU e pelo IETF para comunicação e controle entre o MGCP e o MG, para aplicações de Audio, Vídeo e Comunicações Multimídia (RFC 3054, RFC 3015) Evolução do MGCP: MEGACO (IETF) + MSForum (Industrias) + H.248 (ITU) = Protocolo MEGACO/H.248

35 Megaco/H.248 – comandos entre MGC e MG ADD: Determinação do MGC para ao MG para mudar um estado de uma conexão. NOTIFY: Notificação enviada nos dois sentidos (MG/MGC). SUBTRACT: Determinação do MGC para o MG encerrar uma conexão. MODIFY: Permite que o MGC modifique uma conexão já configurada. AUDIT: Permite o MGC verificar se uma chamada está conectada. SERVICE CHANGE:Notificação ou registro enviada nos dois sentidos ( MG/MGC).

36 Protocolo H248/MEGACO: -Chamada local Notify (tel fora gancho) Notify ACK NotifY (Tom de disco, receber dígitos) Notify ACK Notify (nº discado) Notify ACK Add (only receive) Add ACK Local C = IN IP M = Audio 2222 RTP / AVP4 Modify Remote C = IN IP M = Audio 1111 RTP / AVP4 Modify ACK RBT Add (receive / send) Remote C = IN IP M = Audio 2222 RTP / AVP4 Add ACK Local C = IN IP M = Audio 1111 RTP / AVP4 BD Ring MGCMG2MG1 Atualização e Consulta

37 Modify (Sender / Receiver) Modify ACK Modify (release) Subtract Notify (acompanhar evento) Modify ACK Estatísticas (Parâmetros) Notify (ANS) NotifY ACK Notify (Retirar RBT/Ring) Notify ACK Audit Parâmetros Subtract ACK Subtract Subtract ACK Notify ACK Notify (acompanhar evento) Mídia RTP / RTCP Audit ACK Desconecção Protocolo H248/MEGACO: Chamada Local

38 CHAMADA TRÂNSITO – MEGACO/H.248 MGC Rede IP MGC Rede IP GW voz A GW voz B E-1 ISUP E-1 ISUP ISUP – GS- SIGTRAN SIGTRAN – GS ISUP ETH sigtran ETH sigtran

39 CHAMADA TRÂNSITO – MEGACO/H.248 SIGTRAN – GS - ISUP ISUP – GS- SIGTRAN GW VOZ A GW VOA B MGC Rede IP NGN MGC Rede IP NGN E-1 ISUP E-1 ISUP ETH sigtran ETH sigtran

40 SIGTRAN SIGTRAN(Signaling Transport ) é uma família de protocolos, RFCs 2719, 3873, 4166, 4165, 3331 para transporte de SS# 7 (ISUP) ou DSS-1 sobre protocolo IP entre o GWs e MGC

41 SIGTRAN – Arquitetura - RFC 4165

42 Camada M2UA - RFC 4165 M2PA : Camada de adaptação peer to peer para camada superior e serviços para camada superior e serviços

43 SCTP – Serviços

44 Endereçamento IP – RFC 4960 Type = 6 Length= 20 para IP v6

45 PROTOCOLO IP v6 – NGN

46 INTRODU Ç ÃO – IPv6 (IPv6.br) Atualmente, os endere ç os IPv4 formado por 32 bits, estão se esgotando devido a crescente utiliza ç ão da internet (1984) Para contornar este problema o IETF criou o IPv6 (Internet Protocol version 6), constitu í do por 128 bits, que aumenta drasticamente o numero de endere ç os para (1994): Aproximadamente 3.4 x 10e38 Dividindo o n ú mero acima pela popula ç ão mundial, que é de aproximadamente 6,6 bilhões, haver á 5×10e28 de endere ç os para cada habitante. Antes do IPv6 existiu o IPv5, que foi uma pequena modifica ç ão experimental no IPv4. Era um padrão de streaming para trafegar á udio e v í deo, entretanto nunca foi introduzido ao p ú blico em geral, mas atualmente muitos de seus conceitos estão presentes no protocolo MPLS.

47 INTRODU Ç ÃO – IPv6 RIRs De acordo com as proje ç ões da IANA (Internet Assigned Numbers Authority) a exaustão dos endere ç os IPv4 ocorrer á em abril de 2011 (ocorreu em janeiro de 2011, conforme divulgação do IANA) e segundo a RIR (Regional Internet Registries) a previsão é para agosto de LACNIC – Latin American and Caribbean Internet Address Registry

48 FORMATO DO CABE Ç ALHO O cabe ç alho IPv6 b á sico é constitu í do por um cabe ç alho inicial de 64 bits distribu í dos em 6 campos, seguido dos endere ç os de origem e destino de 128 bits, totalizando 40 bytes. 40 bytes

49 FORMATO DO CABE Ç ALHO Version (4 bits) - Versão do IP utilizado. No IPv6, este campo vale Traffic Class (8 bits) – Permite diferencia ç ão de classes de tr á fego e mecanismos de prioridade para que os roteadores possam prover tratamento apropriado. Similar ao Type of Service no IPv4 – por ex. DSCP para selecionar classe de tráfego. Flow label (20 bits) - Permite que um fluxo de pacotes de uma origem para um determinado destino receba um tratamento especial pelos roteadores.( Ex- um servi ç o em tempo real que necessita um tratamento espec í fico nos roteadores, roteado sem necessidade de examinar o restante do cabe ç alho) Payload Length (16 bits) - Tamanho, em octetos, do restante do pacote, ap ó s o cabe ç alho. Next Header (8 bits) - Indica o tipo do poss í vel cabe ç alho de extensão que segue o cabe ç alho IPv6. Caso não esteja se utilizando cabe ç alho de extensão, este campo indica a qual protocolo de transporte o pacote deve ser repassado. ex. no caso existir cabe ç alho de autentica ç ão de dados, N.H=51, ou =o hop by hop, etc..

50 Hop Limit (8 bits) - N ú mero m á ximo de roteamentos que o pacote pode sofrer. Similar ao campo time to live do IPv4. Source Address (128 bits) - Endere ç o de origem. Destination Address (128 bits) - Endere ç o de destino. No IPv6 a fragmenta ç ão é sempre na origem, se algum roteador descobre um pacote de tamanho incompat í vel, devolve o mesmo para a origem para fins de fragmenta ç ão, melhorando o desempenho da rede. (N.H.=44) FORMATO DO CABE Ç ALHO

51 IPv4 vs. IPv6

52 ValorDescri ç ão 0Cabe ç alho de Op ç ões Salto a Salto (Hop by Hop Options Header) 43Cabe ç alho de Roteamento (Routing Header) 44Cabe ç alho de Fragmento (Fragment Header) 50Conte ú do de Seguran ç a de Encapsulamento (Encrypted Security Payload) 51Cabe ç alho de Autentica ç ão (Authentication Header) 60Cabe ç alho de Op ç ões de Destino (Destination Options Header) Valores para o Next Header FORMATO DO CABE Ç ALHO Cabeçalhos de Extensão

53 FORMATO DO CABE Ç ALHO IPv4 vs. IPv6 Comparando-se o formato do IPv6 com o do IPv4, seis campos foram suprimidos (header length, type of service, identification, flags, fragment offset e header checksum); Três foram renomeados e, em alguns casos, ligeiramente modifficados: Dois foram criados (traffic class e flow label). IPv4IPv6 Total length (cabeçalho IPv4) Payload Length (conteúdo após cabeçalho IP) Protocol typeNext Header (cabeçalhos ou protocolos) Time to liveHop Limit

54 ENDERE Ç AMENTO Notação A simplifica ç ão por (::) pode ser usado apenas uma vez na nota ç ão de um endere ç o IPv6. Se existirem mais grupos de zeros que não sejam consecutivos, apenas um deve ser substitu í do; os outros devem ser representados por 0. Exemplo: Endere ç o estendido: FE80:0000:0000:0000:A4B1:0000:0000:FF5A Endere ç o simplificado: FE80::A4B1:0:0:FF5A

55 ENDERE Ç AMENTO Notação Nos endere ç os IPV4, divide-se os 32 bits em 4 grupos de 8 bits, cada um representado por um n ú mero de 0 a 255. Ex.: No IPv6, os 128 bits são divididos em 8 grupos de 16 bits, e escrito no formato hexadecimal separado por dois pontos (:), por exemplo: o FE80:0000:0000:0000:0001:0800:23E8:FF5A Para simplificar a nota ç ão dos endere ç os, os zeros inertes em quaisquer dos grupos podem ser omitidos: FE80:0:0:0:1:800:23E8:FF5A. Grupos consecutivos de todos os zeros, podem ser substitu í dos por dois dois-pontos (::), exemplo: FE80::1:800:23E8:FF5A

56 ENDERE Ç AMENTO Tipos de Endereços (4 primeiros campos indicam o tipo de roteamento e os últimos 32 podem incapsular IPv4) Na arquitetura de endere ç amento IPv6, h á 3 tipos de endere ç os: Unicast, Multicast e Anycast. Os endere ç os do tipo Broadcast foram abolidos da arquitetura, mas essa funcionalidade é provida pelos endere ç os Multicast. Anycast Para o roteador mais próximo de uma sub-rede Multicast (FF00::/8 uns) ver :www.iana.org/assignment s/ipv6-address-space Faz o papel brodcast IPv4 Pacote é enviado a todas as interfaces do grupo Unicast – acessa uma única interface Global unicast – rede poública (RFC 4291) Unique local Unicast – rede privada

57 AUTOCONFIGURA Ç ÃO Uma das maiores vantagens do protocolo IPv6 é a sua capacidade de atribuir automaticamente um endereço à uma interface na hora da inicialização, com a intenção de que a rede torne-se operacional com mínima, senão nenhuma, ação da parte do administrador. Espera-se, por exemplo, que ao comprar um computador o usuário possa simplesmente conectá-lo a uma rede e acessá- la, sem necessidade de lidar com a configuração de interfaces, protocolos e etc.

58 AUTOCONFIGURA Ç ÃO Existem dois tipos de autoconfiguração: o Autoconfiguração Stateful: as máquinas obtêm endereços através de um servidor DHCP. Funcionamento semelhante no protocolo IPv4. o Autoconfiguração Stateless: as máquinas geram seus próprios endereços usando uma combinação de informações locais, e informações divulgadas pelos roteadores. Os roteadores divulgam o prefixo que identifica a sub-rede, enquanto as máquinas configuram seu endereço IP concatenando ao prefixo divulgado mais o seu endereço MAC.

59 AUTOCONFIGURA Ç ÃO

60 Autoconfiguração stateless: se não existirem roteadores na rede para divulgar as informações, as máquinas poderão usar o seu endereço IPv6 local, formado pelo prefixo FE80::/64 concatenado ao seu endereço MAC, ou seja, FE80:0:0:0:0:XXXX:XXXX:XXXX, onde XXXX:XXXX:XXXX simboliza o endereço MAC de 48 bits.

61 SEGURAN Ç A Mecanismos de segurança como Authentication Header (AH) e Encapsulated Security Payload (ESP) podem ser adicionados no IPv4 através do protocolo de segurança IPSec (IP Security), no entanto o IPv6 apresenta a grande vantagem de já possuí-los nativamente. O AH é usado para prover integridade e autenticação para toda informação fim a fim transportada em um pacote IP. O ESP além de prover serviços de integridade e autenticação (opcional) do AH, realiza também serviço de criptografia para toda informação fim a fim transportada em um pacote IP.

62 SEGURAN Ç A Modo de Transporte Utilizado para autenticação fim a fim entre duas máquinas. Authentication Header (AH) Next Header=51 solução mais simples de autenticação Encapsulated Security Payload (ESP)

63 SEGURAN Ç A Modo de Túnel Utilizado quando gateways de segurança provêem proteção para diversas máquinas na rede. Authentication Header (AH) Next Header=51 Encapsulated Security Payload (ESP)

64 SEGURAN Ç A Estes dois métodos podem ser utilizados em conjunto. Apesar do ESP realizar autenticação como no AH, este último não pode ser descartado pelos seguintes motivos: o O ESP requer a implementação de algoritmos criptográficos avançados. o O AH tem um desempenho melhor se comparado ao ESP apenas no serviço de autenticação, devido ao seu formato simples e menor processamento. o Ter dois protocolos diferentes significa ter um controle maior em rede IPsec e opções de segurança mais flexíveis.

65 T é cnicas de Transi ç ão Técnica de Pilha Dupla (Dual Stack): permite que os protocolos IPv4 e IPv6 operem num mesmo equipamento e numa mesma rede. Técnica de Tunelamento (Tunneling): permite o tráfego do IPv6 sobre uma infra-estrutura IPv4 existente. Técnica de Tradução (Translation): permite nós que trabalham somente com IPv6 se comuniquem com outros nós que trabalham somente com IPv4.

66 PROTOCOLOMPLS (Multiprotocol Label Switching)

67 Redes IP's Tradicionais Roteadores tradicionais: problemas de escalabilidade Grande número de usuários: roteamento se torna ineficiente à media que a rede cresce. Protocolos de Roteamento se tornam ineficientes: crescimento das tabelas de rota, congestionamentos nos principais links, instabilidade Alocação de: Tráfego em função de QoS, jitter, delay... Recursos de banda, Redundância.... Traffing Engineering - MPLS TE.

68 NGN Label Switching (comutação) Último passo na evolução da tecnologia de comutação para o núcleo da Internet, sendo uma forma avançada de se realizar o encaminhamento de pacotes de dados. O objetivo principal é fornecer uma solução econômica para que o transporte de dados em alta velocidade possa ser suportado nas redes IP que formam a Internet. O encaminhamento convencional baseado na informação do cabeçalho IP do pacote é substituído por um algoritmo de envio mais simples e mais eficiente denominado Label Swapping (substituição de label).

69 NGN Rótulos: Associação e Distribuição. O rótulo é um identificador de tamanho fixo e reduzido utilizado para as tomadas de decisão de envio durante o encaminhamento de pacotes em um domínio Label Switching. O rótulo é restrito a um único enlace físico e, portanto, não possui significado global. Ele pode ser acrescentado ao pacote IP, ou embutido no cabeçalho de um quadro. IP pode ter tamanho variável!!

70 NGN Benefícios do MPLS Suporte a Engenharia de Tráfego: A habilidade de definir rotas dinamicamente, plano de comprometimento de recurso baseado na demanda conhecida e otimização da utilização dos recursos de rede tem sido referenciada como sendo Engenharia de Tráfego. No MPLS é possível criar rotas específicas para fluxos de pacotes, por exemplo, cujo destino e origem sejam nós particulares na rede. Além disso, com o roteamento explícito é possível criar caminhos preferenciais para fluxos de pacotes específicos (LSP – Label Switched Path ). Suporte a QoS: Baseado nos itens anteriores é possível garantir qualidade de serviço (QoS) no domínio MPLS.

71 NGN Onde se encaixa o MPLS Transmissão de um segmento TCP com a utilização de IP, MPLS e PPP.

72 NGN Cabeçalho MPLS Em que camada atua o MPLS? o Podemos considerar que o MPLS nesse caso não faz parte nem da camada de enlace e nem da camada de rede. O cabeçalho MPLS genérico tem quatro campos: o Label – o mais importante, contem o índice. o QoS – Indica a qualidade de serviço. o S – Destinados a empilhamento de vários rótulos. o TTL – Controla o tempo de loop, semelhante ao protocolo TTL no protocolo IP.

73 NGN Entendendo o funcionamento do MPLS Para entendermos o funcionamento do MPLS, é necessário respondermos a seguinte pergunta: Para que serve o MPLS? o Permite o encaminhamento de datagramas IP, em dispositivos que não possuem a capacidade de encaminhamento IP pelo modo normal. o Permite encaminhamento IP através de rotas pré- estabelecidas. o Permite o uso de túneis pelos caminhos MPLS para implementar VPN.

74 NGN O que é encaminhamento por rótulos? Como podemos ir de A para B ? BROADCAST: –Difusão da mensagem para qualquer lugar que é repetida até quando chega a B. ROTEAMENTO POR SALTO (HOP-BY-HOP): –Em cada salto pergunta qual o melhor caminho para B até chegar nele, quando termina. Quer ir para B? É melhor ir por X e perguntar lá como seguir para B. ROTEAMENTO PELA ORIGEM: –O emissor sabe o caminho completo até B e coloca previamente na mensagem o caminho até o destino. Quer ir para B? Siga por aqui 5 quadras, vire a direita e ande mais 3 quadras até chegar a B.

75 NGN MPLS - Arquitetura GMPLS MPLS

76 NGN Roteamento IP Tabelas de encaminhamento construídas com protocolos OSPF, IS-IS, RIP, etc.

77 NGN Roteamento por salto (Hop-by-Hop) IP

78 NGN Roteamento MPLS Roteamento IPCOMUTAÇÃO DE RÓTULOSRoteamento IP IP #L1IP#L2IP#L3 IP Roteamento nas bordas e comutação no núcleo

79 NGN MPLS: Funcionamento (troca de rótulos) UDP - Hello TCP - open Solicitação de rótulo IP Mapeamento de rótulo #L2 Iniciação

80 NGN Terminologia MPLS LDP: Label Distribution Protocol cria os rótulos. LSP: Label Switched Path, estabelece o o caminho. FEC: Forwarding Equivalence Class classificação dos pacotes de entrada. LSR: Label Switching Router – roteador com tabela de comutação de rótulos. LER: Label Edge Router - roteador de borda com o cliente.

81 NGN Label Distribution Protocol (LDP) O LDP (Label Distribution Protocol – realiza o controle de rólutos) Tem a função de disseminar as informações utilizadas para criar e manter as tabelas de encaminhamento (LIB-Label Information Base) nos LSR, permitindo assim que os pacotes sejam encaminhados corretamente. Conjunto de procedimentos e mensagens que torna possível LSRs (Label Switching Router) estabelecerem LSPs (Label Switched Path) na rede mapeando diretamente as informações de roteamento da camada de rede sobre os caminhos criados pela camada de enlace. Associa uma FEC a cada LSP criado e estabelece sessões LDPs entre LSRs parceiros, isto é, LSRs que trocam informações entre si e que não necessariamente são nós adjacentes na rede.

82 NGN Label Distribution Protocol (LDP) O LDP define quatro tipos de mensagens que podem ser trocadas entre LSRs parceiros: o Discovery Messages (Mensagens de Descobrimento): Anuncia e mantém a presença de um LSR na rede o Session Messages (Mensagens de Sessão): Estabelece, mantém e termina sessões entre parceiros LDP. o Advertisement Messages (Mensagens de Anúncio): Cria, altera e finaliza mapeamento de etiquetas para FECs. o Notification Messages (Mensagens de Notificação): Provê informação consultiva e sinaliza informações com erro.

83 NGN Label Distribution Protocol (LDP) Mapping: 0.40 Request: 47.1 Mapping: 0.50 Request: 47.1

84 NGN Label Switched Path (LSP) LSP (Label Switched Path – é o caminho) É um conjunto de LSR que definem a rota que cada pacote deve percorrer desde a entrada até a saída do domínio MPLS. Existem duas maneiras de se ativar um LSP: o roteamento hop-by-hop em que cada LSR (Label Switching Router) seleciona de forma independente o próximo salto para onde deve ser enviado o pacote, ou seja, trabalha da mesma forma que o encaminhamento IP convencional. o roteamento explícito o LER de entrada no domínio especifica a lista de nós através dos quais o ER-LSP (Explicit Routing LSP) irá atravessar. A rota especificada, em alguns casos, pode não ser o caminho ótimo entre fonte e destino, porém, é o mais apropriado para o fluxo de dados em questão. Desta forma, os recursos podem ser alocados ao longo do caminho para garantir QoS ao tráfego.

85 NGN Label Switched Path (LSP) IP

86 NGN Forwarding Equivalence Classes (FEC) FEC (Forwarding Equivalence Class): o É a representação de um conjunto de pacotes que possuem os mesmos requisitos de transporte. Todos os pacotes de uma dada FEC serão enviados da mesma maneira, ou seja, sobre o mesmo caminho e com o mesmo tratamento de encaminhamento. o Uma vez que um pacote foi atribuído a uma determinada FEC na entrada do domínio MPLS, o encaminhamento é feito baseado apenas na etiqueta agregada no mesmo. o A determinação das FECs pode ser feita baseada nos requerimentos de QoS de um determinado fluxo de dados ou simplesmente através dos endereços fonte e destino deste fluxo (exemplo de FEC: VoIP).

87 NGN Forwarding Equivalence Classes (FEC) Pacotes com requisitos semelhantes são classificados na mesma FEC e tratados da mesma forma pelos roteadores FEC proporciona flexibilidade e escalabilidade Em MPLS um pacote é classificado em um FEC na borda do domínio e assim permanece até sua saída Pacotes para destinos diferentes podem ser mapeados em caminhos (classes) iguais IP1 IP2 IP1 IP2 LSR LSR ( Label Switch Router) LER Label Edge Router LER LSP Path IP1#L1 IP2 #L1 IP1#L2 IP2 #L2 IP1#L3 IP2 #L3

88 NGN Label Switch Router (LSR SÓ COMUTAÇÃO DE RÓTULOS) Label Edge Router ( BORDA – MARCAÇÕES-CLASSIFICAÇÕES, POLICIAMENTO) LSR de entrada ou LER LSR de saída ou LER Caminho mais curto LSR LSR (Label Switching Router) LSR

89 NGN MPLS – Campo TTL.

90 NGN LIB (Label Information Base) Cada LSR (Label Switching Router) possui uma tabela conhecida como LIB que é utilizada no encaminhamento dos pacotes e é montada de acordo com as FECs e as etiquetas associadas a elas. Estas tabelas são responsáveis pelo correto encaminhamento dos pacotes dentro do domínio MPLS. A LIB consiste em uma seqüência de entradas e cada entrada é formada por um campo de índice, preenchido com o valor da própria etiqueta, e uma ou mais subentradas. Cada subentrada contém a etiqueta de saída, a interface de saída e o endereço IP do próximo salto. Através das várias subentradas para uma única entrada é possível fazer o encaminhamento multicast.

91 NGN MPLS - Vantagens Simplifica funcionamento o Modelo integrado sem superposição Melhor desempenho o Não trata pacote IP em cada roteador o Sem consulta longest prefix match Perenidade o Compatível com tecnologias atuais (Ethernet, ATM, FR) e futuras (IP/WDM) o Escalabilidade para grande redes o Padrão aberto e interoperável Suporta QoS o Garantia de QoS com escalabilidade

92 NGN SDH – Hierarquia Digital Síncrona

93 NGN Com a expansão dos centros urbanos, os sistemas PCM de 24/30 canais tornaram-se insuficientes, exigindo o desenvolvimento de sistemas com capacidades maiores. Apareceram então os sistemas PCM de 2ª, 3ª,4ª e 5ª ordem. A hierarquia também é conhecida como Hierarquia Digital Plesiócrona (PDH). Hoje esta hierarquia (PDH) está sendo SUBSTITUIDA pela Hierarquia Digital Síncrona (SDH). PLANO DE HIERARQUIA DIGITAL

94 NGN HIERARQUIA BÁSICA TDM - PDH kbit/s 1ª ordem 2048 kbit/s 2 ª ordem 8448 kbit/s 3 ª ordem kbit/s 4 ª ordem kbit/s E1E1 E2E2 E3E3 E4E4 120 canais de voz 8 canais para: Alinhamento, Controle e Justificação positiva ou negativa. 480 canais de voz 32 canais para: Alinhamento, Controle e Justificação positiva ou negativa canais de voz 128 canais para: Alinhamento, Controle e Justificação positiva ou negativa.

95 NGN 140 Mbps 34 Mbps Central Telefô- nica 34 Mbps 8 Mbps 2 bps E-1 Mapeamento do Quadro de 2Mbps

96 NGN Hierarquia Digital Síncrona SDH Os primeiros sistemas de transmissão baseados em fibras ópticas utilizados em redes, utilizavam tecnologias proprietárias na sua arquitetura, nos formatos de multiplexação, no software e hardware. Em 1984, iniciou-se a criação de novos padrões de tecnologias a cargo da ECSA-EUA (Exchange Carrier Standards Association), que desenvolveu o padrão SONET (Synchronous Optical Network). O SDH foi desenvolvido algum tempo depois, pelo ITU-T- EUROPA, onde desejava-se criar um sistema que possibilitasse que redes distintas pudessem ser interligadas.

97 NGN Vantagens e Restrições Vantagens: o Cabeçalho existente no frame permite a gerência centralizada da rede. o Arquitetura de multiplexação síncrona e a padronização, permite níveis mais altos de multiplexação e taxa de bits. o Estrutura de multiplexação é flexível, permitindo o transporte de sinais PDH e na versão NGN permitindo acesso ethernet com QoS. o Compatibilidade entre equipamentos de fabricantes diferentes.

98 NGN REDES SDH Uma rede SDH é composta por: o Rede Física:é o meio que de transmissão utilizada para interligar os equipamentos SDH e pode ser composta por fibra óptica, enlaces de rádio e sistemas ópticos de visada direta. o Equipamentos:São o multiplexadores SDH de diversas capacidades. o Sistema de Gerência:é o sistema de gerenciamento da rede SDH, responsável pelas funcionalidades de supervisão, controle da rede e configuração dos equipamentos. o Sistema de Sincronismo:é o sistema de clock de referência para os Equipamentos.

99 NGN REDES SDH Gerência de Rede Sincronismo SDH Rede Física (Ótica) Servidor PC Servidor PC A figura a seguir apresenta um exemplo de rede SDH.

100 NGN HIERARQUIA BÁSICA TDM - SDH STM kbit/s STM kbit/s STM kbit/s PDH STM kbit/s

101 NGN Conceitos Básicos de SDH TRATAMENTO NO NÍVEL DE BYTE: O quadro SDH está organizado no nível de BYTE e não em bit como no PDH.Assim,os espaços de carga para os tributários são intercalados byte à byte. DURAÇÃO DO QUADRO UNIFORME: Repete-se vezes por segundo,à semelhança do quadro primário de 2 Mbits/s.Isto significa que cada byte do espaço de carga possui a capacidade de transportar 64 Kbit/s. PONTEIROS: Indicam o início de cada quadro dos tributários.São números de 10 bits e designam em qual dos bytes do espaço de carga encontra-se o primeiro byte do quadro do contentor virtual. QUADROS TRIBUTÁRIOS : Referidos como VCs (contentores virtuais),tem a posição de seu início no espaço de carga indicado pelos ponteiros.Há um ponteiro associado à cada espaço de carga. JUSTIFICAÇÃO DA CARGA(VCs) : Os ponteiros servem também para resolver diferenças de velocidade entre os VCs e os TUs ou as AUs,conforme o caso,nos quais os VCs são copiados para serem transportados. OVERHEAD: Muito alto, o que permite designar vários canais de grande capacidade para funções de supervisão,operação,manutenção e gerencia dos elementos da rede de transporte.

102 NGN Conceitos Básicos de SDH Estrutura de multiplexação do quadro SDH. TU (Tributary Unit) - AU (Administrative Unit) - AU (Administrative Unit) - Numero de canais de 2Mbps em 10G !

103 NGN Conceitos Básicos de SDH Mapeamento - onde os tributários são sincronizados com o equipamento multiplex (justificação de bit), encapsulados e recebem seus ponteiros (POH) para formar os VC's; Alinhamento - onde os VC's recebem novos ponteiros para formarem as unidades TU (Tributary Unit) ou AU (Administrative Unit), para permitir que o primeiro byte do VC seja localizado; Multiplexação byte a byte - onde os VC's de baixa ordem (vc11, VC12..) são agrupados para compor os VC's de alta ordem (VC3,VC4) ou os VC's de alta ordem são processados para formar os AUG (Administrative Unit Group); Preenchimento - onde, na falta de tributários configurados ou para completar o espaço restante de tributários de baixa ordem, são adicionados bits sem informação para completar o frame.

104 NGN Padronização de Equipamentos SDH TM – Terminal Multiplex : Equipamento que permite a inserção (ADD) ou retirada (DROP) de tributários de diversas Hierarquias e possui uma interface de Agregado ADM – Add and Drop Multiplex : Equipamento que permite duas interfaces de agregado e a insersão e retirada de diversas hierarquias de tributários SDXC – Synchronous Digital Cross-connect : Equipamento que permite diversas combinações de tributários e agregados

105 NGN SDXC ADMTM (cliente) STM 1/4/16/64 STM 1/4/16/64 STM 1/4/16/64 STM 1/4/16/64 STM 1/4/16/64 2M 34/45 M STM 1/4/16 34/45 M 2 M Tributários e Agregados na Rede SDH

106 NGN Site 1 Site 6Site 2 Site 5Site 3 Site 4 LINHA PRINCIPAL LINHA PRINCIPAL LINHA PRINCIPAL LINHA PRINCIPAL Rede SDH EM ANEL ÓPTICO LINHA PROTEÇÃO LINHA PROTEÇÃO Topologia de Rede SDH em anel com diversidade de caminho com diversidade de caminho

107 NGN Objetivos do SDH NGN Objetivos do SDH NGN Suportar qualquer tipo de tráfego, inclusive pacote de dados. Ex:Ethernet, GigE Manter as Interfaces TDM (legado) Trazer novas funcionalidades Proteger o investimento feito em SDH Manter o que consagra o SDH: o Confiabilidade o Escalabilidade o Gerenciamento Centralizado o Re-roteamento

108 NGN O que é NG SDH ? SDH NGN = SDH + GFP + VCAT + LCAS

109 NGN GFP – Generic Frame Protocol Definido pelo ITU-T Rec. G7041 Permite a acomodação de tráfego variável na estrutura fixa do SDH. Há dois tipos: o GFP-T (Transparent): encapsulamento de camada 1 com frames de tamanhos constantes. Otimizado para tráfegos do tipo Fiber Channel, 1000BASE-T, ESCON. o GFP-F (Framed): encapsulamento de camada 2 com frames de tamanhos variáveis. Otimizado para tráfegos do tipo Ethernet, PPP.

110 NGN Equipamentos de uma rede SDH NGN

111 NGN Concatena ç ão (VCAT) Definido pelo ITU-T Rec. G707 e 783 Proporciona um mecanismo que oferece estruturas de transporte com maior granularidade de acomodação do tráfego, não são obrigatoriamente exponenciais e permite uma utilização da capacidade das ligações da rede de forma mais eficiente. Há dois tipos: o Continua: Cria grandes containers que não podem ser divididos durante a transmissão. Neste caso cada terminal deve ter a funcionalidade de concatenação o Virtual: Transporta os VC individuais e os agrega sempre em um ponto de entrada ou saída da rede SDH NGN. Neste caso a funcionalidade de concatenação é necessária somente nos elementos de terminação.

112 NGN Concatena ç ão Virtual e Continua

113 NGN LCAS (Link Capacity Adjustment Scheme) LCAS (Link Capacity Adjustment Scheme) Definido pelo ITU-T Rec. G Proporciona a alocação e retirada de banda para atender as necessidades do transporte dos dados ou pode implementar flexibilidade e alternativas entre dois pontos de tráfego. A concatenação, na maioria dos casos, o VCAT, pode ser usado sem LCAS, mas o inverso não é verdadeiro.

114 NGN Protocolo LCAS

115 NGN Aplica ç ão do LCAS

116 NGN (21) (21)


Carregar ppt "MBA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES NGN (Next Generation Network) Redes de Nova Geração 2013."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google