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Logística Unidade 3. Educação a Distância – EaD Professor: Flávio Brustoloni Logística.

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Apresentação em tema: "Logística Unidade 3. Educação a Distância – EaD Professor: Flávio Brustoloni Logística."— Transcrição da apresentação:

1 Logística Unidade 3

2 Educação a Distância – EaD Professor: Flávio Brustoloni Logística

3 Cronograma: Turma EMD0119 Logística DataAtividade 09/04 2º Encontro 1ª Avaliação Disciplina 02/04 1º Encontro 16/04 3º Encontro 2ª Avaliação Disciplina 23/04 4º Encontro 3ª Avaliação Disciplina (FINAL)

4 Unidade 3 GESTÃO DE ESTOQUES

5 Objetivos da Unidade: Analisar as questões relativas aos Estoques da empresa, ameaças e oportunidades; Possibilitar o reconhecimento da importância das atividades do controle dos Estoques como fonte de lucros e vantagens competitivas; Compreender a evolução do escopo de análise, baseado em ferramentas e técnicas científicas; Promover ações visando racionalização relativa à minimização dos impactos aos estoques, bem como, tornando esta atividade uma fonte de geração de lucros para a empresa; Identificar a finalidade de planejar e controlar as atividades produtivas da empresa;

6 TUTORIAL 2/45 Tópico 1 03 Indicação do Tópico Página da apostila Numeração do slide Unid. 1

7 TÓPICO 1 1/50 Controle dos Estoques de Matéria-Prima

8 1 Introdução Estoque é definido como quantidade de mercadorias disponível para uso ou venda. Pode ser compreendido também como quantidade ou importância acumulada pela empresa para garantir o abastecimento da demanda de mercado. 2/ Tópico 1 Unid. 3

9 1 Introdução Estoque significa capital ou dinheiro que deve ser utilizado de forma racional. Se for baixo a empresa terá poucos recursos financeiros sem movimentação. Em contrapartida, corre riscos de solução de continuidade em seus processos de produção ou venda. Se a empresa trabalhar com estoque elevado, o financiamento do capital de giro pode ficar comprometido. 3/ Tópico 1 Unid. 3

10 2 Estoques A administração dos estoques permite que as empresas atendam prontamente, na quantidade e no momento desejado, seus clientes externos e internos, de forma a obter uma vantagem competitiva junto aos seus concorrentes. A logística consiste em gerenciar o fluxo de informações, materiais e serviços, desde o fornecedor inicial até o consumidor final, cujo fluxo representa a cadeia de suprimentos. 4/ Tópico 1 Unid. 3

11 2 Estoques 5/ Tópico 1 Unid. 3 FIGURA 1 - Estoque

12 2 Estoques O planejamento de estoque é um processo de previsão de necessidades que busca a melhor utilização dos recursos disponíveis para a consecução dos objetivos da empresa. Este se constitui em fazer uma análise dos estoques, na qual são observadas as variações, suas causas e efeitos, a fim de se projetar as tendências futuras, ou seja, a previsão da demanda futura. 6/ Tópico 1 Unid. 3

13 2 Estoques Funções do Estoque (QUADRO 15): Melhorar o nível de serviço oferecido; Incentivar economias na produção; Permitir economias de escala nas compras e no transporte; Proteção contra alterações nos preços; Proteção contra oscilações na demanda ou no tempo de ressuprimento; Proteção contra contingências. 7/ Tópico 1 Unid. 3

14 2 Estoques Os estoques ou recursos materiais podem ser classificados em: demanda independente e demanda dependente. A demanda independente decorre, na maior parte das vezes, dos pedidos oriundos dos clientes externos, como os produtos acabados que são vendidos diretamente ao consumidor final, neste caso, o cliente externo. 8/ Tópico 1 Unid. 3

15 2 Estoques Também são classificados nesta categoria itens de manutenção solicitados pelos clientes internos, como material de consumo. A demanda dependente, por sua vez, consiste quando a quantidade a ser utilizada está vinculada a um item de demanda independente. Ex.: pneus (5 por carro) – necessito saber quantos carros serão produzidos para saber a demanda necessária. 9/ Tópico 1 Unid. 3

16 2 Estoques O Quadro 16 da página 115 exemplifica quanto à Classificação dos Estoques, no que diz respeito aos custos: Custos diretamente proporcionais, Custos inversamente proporcionais e Custos independentes. 10/ Tópico 1 Unid. 3

17 3 Funções dos Estoques Os estoques têm a função de regular o fluxo de negócios da empresa. O sistema de compras e abastecimento nem sempre consegue manter um fluxo constante que atenda simultaneamente consumo e reposição de estoques. O estoque, portanto tem a finalidade de funcionar como segurança entre o fluxo de produção e a satisfação do cliente. 11/ Tópico 1 Unid. 3

18 3 Funções dos Estoques Conforme o Quadro 17 – Classificação dos Estoques, na página 116, os estoques podem ser: Estoques de matéria-prima; Estoques de materiais em processo; Estoque de produtos auxiliares; Estoque de produtos acabados. 12/ Tópico 1 Unid. 3

19 4 Controle de Estoque O objetivo do controle de estoque é aperfeiçoar o investimento em estoque, aumentando o uso dos meios internos da empresa, diminuindo as necessidades de capital investido. O controle de estoque tem também o objetivo de planejar, controlar e replanejar o material armazenado na empresa. 13/ Tópico 1 Unid. 3

20 4 Controle de Estoque A função do controle de estoque é entendida como o fluxo de informações que compara o resultado obtido por um determinado processo com o resultado planejado para este processo. Este fluxo de informações deve ser controlado por um sistema documentado em um meio eletrônico que permita a recuperação rápida dos registros. 14/ Tópico 1 Unid. 3

21 4 Controle de Estoque A análise ABC é uma forma para controlar os estoques. Essa análise consiste na verificação do consumo levando em consideração o valor do estoque consumido por uma unidade de tempo. 15/ Tópico 1 Unid. 3

22 4 Controle de Estoque A curva ABC, foi elaborada por Vilfredo Pareto em 1897, ao efetuar um estudo sobre a distribuição de renda e riqueza da população local. O uso da classificação ABC pode ser aplicado em qualquer atividade, no controle de estoques procura determinar entre os itens existentes dentro de uma organização quais têm maior representatividade em termos de valores e em termos percentuais. 16/ Tópico 1 Unid. 3

23 TÓPICO 2 17/50 Armazenagem da Matéria-Prima

24 1 Introdução Toda a matéria-prima tem um local destinado à sua guarda e conservação, chamado de Almoxarifado. Pode ser um recinto coberto ou não, adequado à sua natureza, tendo a função de destinar espaços onde permanecerá cada item aguardando a necessidade do seu uso, ficando sua localização, equipamentos e disposição interna condicionados à política geral de estoques da empresa. 18/ Tópico 2 Unid. 3

25 2 Almoxarifado O objetivo primordial de qualquer almoxarifado é possuir condições para assegurar que o material adequado, na quantidade devida, estará no local certo, quando necessário, por meio da armazenagem de material, de acordo com normas adequadas, objetivando resguardar além da preservação da qualidade, as exatas quantidades. 19/ Tópico 2 Unid. 3

26 2 Almoxarifado Rotinas rigorosas para a retirada dos produtos no almoxarifado preservarão os materiais armazenados, protegendo-os contra furtos e desperdícios. A autoridade para retirada do estoque deve ser definida com clareza e somente pessoas autorizadas poderão exercer esta atribuição. 20/ Tópico 2 Unid. 3

27 2 Almoxarifado A eficiência do almoxarifado depende, fundamentalmente, da redução das distâncias internas percorridas pela carga e do consequente aumento das viagens de ida e volta; do aumento do tamanho médio das unidades armazenadas; da melhor utilização de sua capacidade volumétrica. 21/ Tópico 2 Unid. 3

28 2 Almoxarifado FIGURA 19 – QUADRO FUNCIONAL DO ALMOXARIFADO 22/ Tópico 2 Unid. 3 ALMOXARIFADO RECEBIMENTOARMAZENAGEMDISTRIBUIÇÃO Descarga Conferência Quantitativa Conferência Qualitativa Regularização Guarda Preservação Separação Liberação para Entrega Venda de Inservível Programação Entrega

29 3 Recebimento A atividade de recebimento intermedia as tarefas de compra e pagamento ao fornecedor, sendo sua responsabilidade a conferência dos materiais destinados à empresa. Neste contexto aparece como fiel avaliador de que os materiais desembaraçados correspondam efetivamente às necessidades da empresa. 23/ Tópico 2 Unid. 3

30 3.1 Fases do Recebimento de Materiais Entrada de Materiais A primeira fase, representa o início do processo de recebimento, tendo como propósito efetuar a recepção dos veículos transportadores, proceder à triagem da documentação, encaminhá-los à descarga e efetuar o cadastramento dos dados pertinentes para o sistema. 24/ Tópico 2 Unid. 3

31 3.1 Fases do Recebimento de Materiais Conferência Quantitativa É a atividade que verifica se a quantidade declarada pelo fornecedor na Nota Fiscal corresponde à efetivamente recebida, portanto, típica de contagem, devendo-se optar por um modelo de conferência por acusação. 25/ Tópico 2 Unid. 3

32 3.1 Fases do Recebimento de Materiais Conferência Qualitativa A atividade de conferência qualitativa é também conhecida como Inspeção Técnica da mais alta importância no contexto de recebimento de materiais, uma vez que visa garantir a adequação do material ao fim que se destina. 26/ Tópico 2 Unid. 3

33 3.1 Fases do Recebimento de Materiais Regularização A atividade de regularização caracteriza- se pelo controle do processo de recebimento, pela confirmação da conferência qualitativa e quantitativa, por meio do laudo da Inspeção Técnica e confrontação das quantidades conferidas x faturadas, respectivamente, para a decisão de aceitar ou recusar, e, finalmente, pelo encerramento do processo. 27/ Tópico 2 Unid. 3

34 4 A Armazenagem O objetivo primordial do armazenamento é utilizar o espaço nas três dimensões, da maneira mais eficiente possível. As instalações do armazém devem proporcionar a movimentação rápida e fácil de suprimentos desde o recebimento até a expedição. Assim, alguns cuidados essenciais devem ser observados: 28/ Tópico 2 Unid. 3

35 4 A Armazenagem a)Determinação do local; b)Definição adequada do layout; c)Definição de uma política de preservação; d)Ordem, arrumação e limpeza; e)Segurança patrimonial. 29/ Tópico 2 Unid. 3

36 4 A Armazenagem 4.1 Arranjo Físico (Layout) O layout corresponde à seleção ou adequação do local, bem como ao projeto de construção, modificação ou ampliação, conforme o caso, assim como na movimentação de materiais, máquinas e operários. 30/ Tópico 2 Unid. 3

37 4 A Armazenagem 4.2 O Layout na Armazenagem A realização de uma operação eficiente e efetiva da armazenagem depende muito da existência de um bom layout, que determina, tipicamente, o grau de acesso ao material, os modelos de fluxo de material, os locais de áreas obstruídas, a eficiência da mão de obra e a segurança do pessoal e do armazém. 31/ Tópico 2 Unid. 3

38 4 A Armazenagem 4.3 Critérios de Armazenagem A armazenagem pode ser simples ou complexa. Dependendo de algumas características intrínsecas dos materiais, a armazenagem torna-se complexa em virtude dos seguintes aspectos: fragilidade, combustibilidade, volatização, oxidação, explosividade, intoxicação, radiação, etc... 32/ Tópico 2 Unid. 3

39 4 A Armazenagem 4.3 Critérios de Armazenagem Armazenagem por grupamento; Armazenagem por frequência; Armazenagem especial; Armazenagem em área externa; Coberturas alternativas. 33/ Tópico 2 Unid. 3

40 TÓPICO 3 34/50 Funcionalidades do Planejamento e Controle da Produção - PCP

41 1 Introdução Pelo PCP (Planejamento e Controle da Produção), é possível aumentar a eficiência da produção, formulando planos para que a produção saiba o que fazer, quando fazer, quem deve fazê-lo e de que maneira. 35/ Tópico 3 Unid. 3

42 1 Introdução É a função administrativa que verifica o desempenho da produção, compara o resultado obtido com o planejado e adota medidas para corrigir as divergências entre planejamento e execução. 36/ Tópico 3 Unid. 3

43 2 O Planejamento No nível de planejamento da produção, a programação está relacionada com a determinação das datas nas quais os produtos devem ser vendidos, ou completados na fábrica. Os programas elaborados, nesses casos, são conhecidos como a previsão de efetivação das vendas e as quantidades de pedidos das mesmas que serão recebidas em diferentes períodos de tempo. 37/ Tópico 3 Unid. 3

44 3 Programa Mestre da Produção - PMP O PMP (Programa Mestre da Produção) é o desdobramento do plano agregado, que considera cada período na fabricação de produtos e quantidades que deve ser alcançada. A soma das quantidades do plano-mestre deve ser igual ou próxima aos valores definidos pelo plano agregado de produção. 38/ Tópico 3 Unid. 3

45 3 Programa Mestre da Produção - PMP O Planejamento Mestre da Produção liga o plano estratégico da empresa às atividades da produção. Desta forma, a produção recebe o Plano Mestre da Produção (PMP), definido em quantidade de produtos e não em valores monetários. O PMP tem as informações para calcular as necessidades de insumos e a matéria- prima; as necessidades de máquinas, equipamentos e outros recursos. 39/ Tópico 3 Unid. 3

46 3 Programa Mestre da Produção - PMP Para uma boa gestão estratégica é importante analisar: Incertezas da demanda; Importância estratégica; Importância estratégica de se minimizar níveis de estoque; Custos financeiros e organizacionais das variações nos níveis de produção. 40/ Tópico 3 Unid. 3

47 3 Programa Mestre da Produção – PMP 3.1 Previsões As previsões são avaliações de ocorrências de eventos futuros e incertos. Seu objetivo básico é usar a melhor informação disponível a fim de dirigir atividades e metas previstas para a empresa. O PCP prioriza a previsão de demanda, pois a mesma permite aos gerentes planejar níveis adequados de pessoal, matéria-prima, capital e estoque. 41/ Tópico 3 Unid. 3

48 3 Programa Mestre da Produção – PMP 3.1 Previsões A previsão de demanda deve ser realizada no planejamento de longo, médio e curto prazo. Desta forma, será abordada a previsão de demanda de forma a abranger estes horizontes. 42/ Tópico 3 Unid. 3

49 3 Programa Mestre da Produção – PMP 3.1 Previsões Outra forma de previsão que as empresas utilizam para a programação a longo prazo ou para introduzir novos produtos no mercado, é a pesquisa de mercado. Elas seguem a forma de entrevistas, para testar hipóteses sobre a aceitação do produto, ou ainda, a quantidade de produto que o mercado poderá absorver. 43/ Tópico 3 Unid. 3

50 3 Programa Mestre da Produção – PMP 3.1 Previsões Uma das mais importantes colocações da gestão da demanda é de que, quanto mais longa a previsão, menos certeza há sobre a mesma. A maior parte das empresas tem o conhecimento dos pedidos individuais por cliente na visão de curto prazo, porém, são poucos os clientes que colocam pedidos para um período longo. 44/ Tópico 3 Unid. 3

51 3 Programa Mestre da Produção – PMP 3.2 Programação e Controle da Produção Controlar a produção significa comparar os resultados obtidos com o seu planejamento, em relação à quantidade de produto e o tempo previsto para alcançá-lo. Nesta fase, se os resultados obtidos não estiverem de acordo com o planejado, o gerente deve adotar medidas corretivas para que os resultados alcancem a escala desejada. 45/ Tópico 3 Unid. 3

52 3 Programa Mestre da Produção – PMP 3.2 Programação e Controle da Produção O controle de trabalho refere-se ao homem e à máquina com dois indicadores expressos em porcentagem, a eficiência e a produtividade. Estes indicadores são calculados levando em consideração o tempo disponível, o tempo trabalhado, o tempo produzido e o tempo parado. 46/ Tópico 3 Unid. 3

53 3 Programa Mestre da Produção – PMP 3.2 Programação e Controle da Produção Exemplo: Um operador trabalha 8 horas por dia e produz 200 peças em um torno convencional, com tempo padrão de produção para uma peça de 1,5 minutos. A interrupção do trabalho para refeição é de 30 minutos, a máquina parou para fazer manutenção por 30 minutos. 47/ Tópico 3 Unid. 3

54 3 Programa Mestre da Produção – PMP 3.2 Programação e Controle da Produção Tempo disponível = 60min x 8h = 480 minutos Tempo trabalhado = 480min – 30min = 450 minutos Tempo parado para manutenção = 30 minutos Tempo produzido = 200 peças x 1,5 minutos/peça = 300 minutos Eficiência = relação entre o que se produz e o que deveria ser produzido Eficiência = 300min/450min x 100 = 66,67% 48/ Tópico 3 Unid. 3

55 3 Programa Mestre da Produção – PMP 3.2 Programação e Controle da Produção Produtividade É a relação entre o que se produz e o que deveria ser produzido, descontando o tempo parado por motivos que não estão sob o controle do operador. Produtividade = 300min/ (450min – 30min) x 100 = 71,43% 49/ Tópico 3 Unid. 3

56 3 Programa Mestre da Produção – PMP 3.3 Sequenciamento e Emissão de Ordens A ordem de produção ou fabricação possui as informações para os processos necessários à fabricação, montagem ou compras. As principais informações referem-se à especificação do item, tamanho do lote, data de início e conclusão de atividades. 50/ Tópico 3 Unid. 3

57 Parabéns!!! Terminamos a Unidade.

58 PRÓXIMA AULA: Logística 4º Encontro da Disciplina 3ª Avaliação da Disciplina (AVALIAÇÃO FINAL)


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