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EUTANÁSIA - vem do grego euthanatos, ou seja, eu (bem) e thanatos (morte) - quer dizer boa morte, morte tranqüila ou morte sem sofrimento. O que é EUTANÁSIA?

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Apresentação em tema: "EUTANÁSIA - vem do grego euthanatos, ou seja, eu (bem) e thanatos (morte) - quer dizer boa morte, morte tranqüila ou morte sem sofrimento. O que é EUTANÁSIA?"— Transcrição da apresentação:

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3 EUTANÁSIA - vem do grego euthanatos, ou seja, eu (bem) e thanatos (morte) - quer dizer boa morte, morte tranqüila ou morte sem sofrimento. O que é EUTANÁSIA? EUTANÁSIA

4 EUTANÁSIA É também chamado o conjunto de métodos que buscam uma morte sem sofrimentos a fim de abreviar os tormentos de um paciente portador de uma doença muito dolorosa e incurável.

5 EUTANÁSIA É o direito de morrer autorizado por lei, direito este que é facultado, em alguns lugares do mundo, em casos de doenças incuráveis. É o direito de morrer autorizado por lei, direito este que é facultado, em alguns lugares do mundo, em casos de doenças incuráveis. Na Bélgica existem kits para a prática da eutanásia na farmácia. Lá está autorizada a eutanásia desde Na Bélgica existem kits para a prática da eutanásia na farmácia. Lá está autorizada a eutanásia desde 2002.

6 EUTANÁSIA Conceito de vida humana aceito pela medicina – uma pessoa está viva enquanto seu tronco cerebral, a parte do encéfalo que controla as funções básicas do corpo, está funcionando (ritmo cardíaco, respiração).

7 EUTANÁSIA Morte encefálica – ocorre quando há a destruição do tronco cerebral, mas não necessariamente do córtex cerebral (funções de pensamento, linguagem, imagem, comunicação, movimentos).

8 EUTANÁSIA Deus - criou-nos com vida - nosso presente maior. Criados imperfeitos para atingir a perfeição (trabalho, esforço e merecimento) > em mundos físicos adversos à preguiça e a apatia intelectual, exigindo movimentação para o alto e para a frente. Esses mundos físicos, todos transitórios, oferecem-nos os meios indispensáveis ao exercício das nossas faculdades intelectuais e morais.

9 EUTANÁSIA Por que a doutrina espírita não aceita a EUTANÁSIA? Questão 132 do Livro dos Espíritos : "Qual o objetivo da encarnação dos espíritos? Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns é expiação, para outros é missão. Mas para alcançarem esta perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal; nisso é que está sua expiação".

10 EUTANÁSIA Questão 166 do Livro dos Espíritos : "Como pode a alma, que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea, acabar de depurar-se? Sofrendo a prova de uma nova existência". "Como realiza essa nova existência? Será pela sua transformação como Espírito? Depurando-se, a alma indubitavelmente experimenta uma transformação, mas para isso necessária lhe é a prova da vida corporal".

11 EUTANÁSIA Questão 166 do Livro dos Espíritos : "A alma passa então por muitas existências corporais? Sim, contamos todos muitas existências. Os que dizem o contrário pretendem manter-vos na ignorância em que eles próprios se encontram". Questão 167 do Livro dos Espíritos : "Qual o fim objetivado da reencarnação? Expiação, melhoramento progressivo da humanidade. Sem isto, onde a justiça?".

12 EUTANÁSIA Questão 344 do Livro dos Espíritos: "Em que momento a alma se une ao corpo? A união começa na concepção, mas só é completa por ocasião do nascimento. Desde o instante da concepção, o espírito designado para habitar certo corpo a este se liga por um laço fluídico, que cada vez mais se vai apertando, até o instante em que a criança vê a luz".

13 EUTANÁSIA Questão 367 do Livro dos Espíritos: "Unindo-se ao corpo, o espírito se identifica com a matéria? A matéria é apenas o envoltório do espírito, como o vestuário é o do corpo. Unindo-se a este, o espírito conserva os atributos da natureza espiritual".

14 EUTANÁSIA Resumo: Objetivo da encarnação: atingir a perfeição Necessário para objetivo: diversas reencarnações (tantas quantas sejam necessárias) Tempo para objetivo: decidido por cada um, através de suas atitudes e escolhas.

15 Mundos de provas e expiações: enfrenta-se adversidades constantes que são a medicação indispensável às almas impuras e inexperientes. Conforme reagimos a esta medicação (cólera – raiva - inveja - ciúme) podem surgir as doenças do corpo e do espírito, que geram dor a inúmeras criaturas. EUTANÁSIA

16 Dois fatores essenciais levam as almas à prova do sofrimento físico (doenças e moléstia): Necessidade de recuperação do plantio indevido. Exemplo: expiação. Necessidade de crescimento intelecto-moral- espiritual. Exemplo: conquista da fé. EUTANÁSIA

17 Fé: acervo de conquista de maior ou menor experiência. Pode-se dizer que pelo nível de fé ou de religiosidade de alguém, podemos medir- lhe o grau de longevidade e de experiência espiritual. EUTANÁSIA

18 Por que o ser humano insiste no uso da EUTANÁSIA? Ignorância (desconhecimento) das leis da vida. Este não conhecimento a respeito da encarnação, das suas finalidades e a não aceitação da reencarnação. EUTANÁSIA

19 Quem não acredita na sobrevivência da alma acha justo abreviar sofrimentos não merecidos. Quem vê a vida como única existência não entende porque deixar familiar sofrendo com doenças dolorosas. Existem dois motivos básicos para as ações: buscar o prazer, a satisfação e evitar o sofrimento. Eis porque é necessário divulgar as verdades do espírito. EUTANÁSIA

20 Para quem aceita a imortalidade da alma, pensar em EUTANÁSIA representa desconhecimento das Leis Divinas. Nos últimos momentos há sempre a possibilidade de conscientização das falhas ocorridas na encarnação e tomada de resoluções fundamentais para o espírito. Cristo disse a Pedro: "O homem do mundo, Pedro, é mais frágil do que perverso". EUTANÁSIA

21 CASO 1 EUTANÁSIA

22 Um grupo de pessoas acompanhava Chico numa de suas visitas a uma senhora que trazia o corpo coberto de chagas. O quadro era tão chocante que um dos médicos que o acompanhava lhe perguntou: - Chico, a EUTANÁSIA não seria uma benção para ela? Emmanuel, sempre presente, diz a Chico: - Diga ao nosso irmão que esta irmã nunca esteve tão bem. Nas três últimas encarnações ela se matou, e nesta, apesar de todo o seu sofrimento, não pensou uma vez sequer em suicídio. EUTANÁSIA

23 Emmanuel no l ll livro o Consolador: A EUTANÁSIA é um bem nos casos de moléstia incurável? -O homem não tem direito de praticar a EUTANÁSIA, em caso algum, ainda que a mesma seja a demonstração de medida benfazeja. A agonia prolongada pode ter finalidade preciosa para a alma e a moléstia incurável pode ser um bem, como a única válvula de escoamento das imperfeições do espírito em marcha para a sublime aquisição de seus patrimônios da vida imortal. Além do mais, os desígnios divinos são insondáveis e a ciência precária dos homens não pode decidir nos problemas transcendentes das necessidades do Espírito". EUTANÁSIA

24 CASO 2 EUTANÁSIA

25 Chico visitou durante muitos anos um jovem que tinha o corpo totalmente deformado e que morava num barraco à beira de uma mata. O estado de alienado mental era completo. A mãe deste jovem também era muito doente e o Chico a ajudava a banhá-lo, alimentá-lo e a fazer a limpeza do pequeno cômodo em que moravam. O quadro era tão estarrecedor que, numa de suas visitas em que um grupo de pessoas o acompanhava, um médico perguntou ao Chico: -Nem mesmo neste caso a EUTANÁSIA seria perdoável? EUTANÁSIA

26 -Não creio, doutor, respondeu-lhe Chico. Este nosso irmão, em sua última encarnação, tinha muito poder. Perseguiu, prejudicou e com torturas desumanas tirou a vida de muitas pessoas. Algumas o perdoaram, outras não e o perseguiram durante toda a sua vida. Aguardaram seu desencarne e, assim que ele deixou o corpo, eles o agarraram e o torturaram de todas as maneiras durante muitos anos. Este corpo disforme e mutilado representa uma benção para ele. EUTANÁSIA

27 Foi o único jeito que a Providência Divina encontrou para escondê-lo de seus inimigos. Quanto mais tempo agüentar, melhor será. Com o passar dos anos, muitos de seus inimigos o terão perdoado. Outros terão reencarnado. Aplicar a EUTANÁSIA seria devolvê-lo às mãos de seus inimigos para que continuassem a torturá-lo. - E como resgatará ele seus crimes? perguntou o médico. -O irmão X costuma dizer que Deus usa o tempo e não a violência. EUTANÁSIA

28 Imaginem a seguinte situação: -retornamos à Pátria espiritual; -constatamos que ao desligarmos os aparelhos que prendiam nosso familiar ao corpo físico, abreviamos dias ou meses de sofrimento físico, e geramos anos de sofrimento espiritual. EUTANÁSIA

29 Contraponto: "Se estivéssemos vivendo anos atrás, sem tais aparelhos que prolongam a vida, este irmão já teria morrido e não estaria sofrendo". Lembramos: Todo o progresso científico é porque Deus permite. Devemos fazer tudo que for possível para auxiliar outro ser humano. Somente Deus tem o direito de tirar a vida. Trata-se de um direito indelegável. Podemos pagar caro pela falta de confiança e fé em Deus. EUTANÁSIA

30 CASO 3 EUTANÁSIA

31 No livro "Da Eutanásia", de Pedro Soares Correia: Em certa feita, adoece uma criança, a vários quilômetros de Paris. Seu pai, médico, desvela-se em cuidados. No entanto a criança padecia de uma moléstia temerosa na época - a difteria. Cresciam os óbitos naquela época à cifra espantosa de 99%. O pai valeu-se de tudo que era possível para salvar a filha. Vieram os fenômenos asfixiantes. A cianose da face era, então, o sinal precursor da morte! Consultara em desespero de causa, os colegas de Paris. Nenhuma resposta. EUTANÁSIA

32 Doia-lhe, ao infinito o espetáculo da ansiedade sem cura da pobrezinha. Pensa, nesse instante, em abreviar-lhe o desfecho. Injeção de ópio muito forte que aliviasse tudo... Pensou e fez! Não falhou o tóxico. Vê, cedo, a serenidade definitiva... Logo depois o enterro, à volta do cemitério, o pranto, a saudade imensa e a sensação de um cruel dever cumprido... É quando, de súbito, lhe anunciaram um telegrama que dizia: Roux acaba de descobrir o soro antidiftérico, aplicando-o com êxito. Aguarde remessa.... EUTANÁSIA

33 Vida no corpo físico é fundamental para o espírito considerando a necessidade de evolução. Não cabe ao espírito, que possui pouco ou nenhum conhecimento das suas necessidades espirituais, determinar quando será o momento do seu desencarne. Pode causar mais sofrimento que auxílio. EUTANÁSIA

34 Alguém sabe o momento certo que deve morrer? Minutos, dias, horas, meses ou mesmo alguns anos de sofrimento no corpo físico, nos abreviam dezenas, centenas ou milhares de anos de sofrimento no plano espiritual. EUTANÁSIA

35 IMPORTÂNCIA DA FÉ. Pensando alto: -A-A-A-Acreditamos que Deus existe, sendo Deus a causa primária de todas as coisas. -A-A-A-Admitimos que Deus é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente e soberanamente justo e bom. EUTANÁSIA

36 -S-S-S-Sendo onipotente dispõe de conhecimento de tudo o que acontece com cada um de Seus filhos. Acreditar que Ele desconheça o sofrimento de alguém, é negar a onipotência de Deus. E se Deus não é onipotente, não é Deus. Pensar assim é não acreditar em Deus. -A-A-A-Admitindo Deus onipotente, acreditar que permita sofrimento sem motivo é duvidar da Bondade e Justiça. Se Deus não é soberanamente justo e bom, não é Deus. Pensar assim é não acreditar em Deus. EUTANÁSIA

37 Se não pudéssemos utilizar os recursos que a ciência dispõe, não teríamos desenvolvimento tecnológico. Assim, se é possível prolongar a vida ao sermos ligados a máquinas, é porque Deus permite. Se não pudéssemos utilizar os recursos que a ciência dispõe, não teríamos desenvolvimento tecnológico. Assim, se é possível prolongar a vida ao sermos ligados a máquinas, é porque Deus permite. Enfermidades são o resultado do estado evolutivo do ser humano na Terra e dos atos e escolhas passadas. Cada segundo é precioso porque pode despertar sentimentos mais elevados ou perceber quais são os objetivos essenciais da existência. Enfermidades são o resultado do estado evolutivo do ser humano na Terra e dos atos e escolhas passadas. Cada segundo é precioso porque pode despertar sentimentos mais elevados ou perceber quais são os objetivos essenciais da existência. EUTANÁSIA

38 Uma forma de aprendizado é a dor. Sempre há justificativa para um obstáculo, embora não saibamos. Sofremos reflexos de nossos atos (atuais ou passados). Dor é diferente de sofrimento. A dor é igual para todos, o sofrimento depende da forma de cada um de perceber a dor. Uma forma de aprendizado é a dor. Sempre há justificativa para um obstáculo, embora não saibamos. Sofremos reflexos de nossos atos (atuais ou passados). Dor é diferente de sofrimento. A dor é igual para todos, o sofrimento depende da forma de cada um de perceber a dor. Fuga à Justiça Divina - o ser que foge desperta no além túmulo, mais sofrido e alienado. No seu retorno a Terra para se reabilitar irá utilizar corpo igual ou menos aparelhado do que aquele de que se supunham liberar, Fuga à Justiça Divina - o ser que foge desperta no além túmulo, mais sofrido e alienado. No seu retorno a Terra para se reabilitar irá utilizar corpo igual ou menos aparelhado do que aquele de que se supunham liberar, devido a geração de novas enfermidades EUTANÁSIA

39 No Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. V. 28: "Um homem está agonizante, vítima de cruéis sofrimentos; sabe-se que seu estado é desesperador; é permitido poupar-lhe alguns momentos de angústia, apressando-lhe o fim? Quem, pois, vos daria o direito de prejulgar os desígnios de Deus? Não pode Ele conduzir um homem à borda de fosso para daí o retirar, a fim de fazê-lo retornar a si mesmo e de o conduzir a outros pensamentos? Em qualquer extremo que esteja um moribundo, ninguém pode dizer com certeza que sua hora chegou. A ciência jamais se enganou em suas previsões? EUTANÁSIA

40 Sei muito bem que há casos aos quais se pode considerar, com razão, como desesperadores; mas se não há nenhuma esperança fundada de um retorno definitivo à vida e à saúde, não existem inumeráveis exemplos em que, no momento de dar o último suspiro, o doente se reanima e recobra suas faculdades por alguns instantes? Pois bem! essa hora de graça que lhe é concedida, pode ser para ele da maior importância, porque ignorais as reflexões que poderia fazer seu espírito nas convulsões de agonia, e quantos tormentos pode lhe poupar um relâmpago de arrependimento. EUTANÁSIA

41 CASO 4 EUTANÁSIA

42 Nova York - Quase nove anos e meio depois de um bombeiro ter ficado com danos cerebrais e praticamente mudo por causa de um desabamento, ele fez algo que deixou em choque seus familiares e médicos: chamou por sua esposa. Enfermeiros da clínica onde Donald Herbert passou a maior parte dos últimos sete anos correram então para telefonar para Linda Herbert. Esta foi a primeira de uma série de conversas que o paciente manteve com a esposa, os quatro filhos do casal, outros familiares e amigos ao longo de 14 horas no último sábado, disse Simon Manka, tio de Herbert. EUTANÁSIA

43 -Por quanto tempo eu fiquei longe?, perguntou Herbert.Quando dissemos a ele que foram quase dez anos, ele contou ter pensado que fossem apenas três meses, relatou o tio. Herbert, que completou 44 anos no sábado ( ), combatia um incêndio em 29 de dezembro de 1995 quando o teto da casa em chamas desabou sobre ele. Depois de passar diversos minutos sem ar para respirar, Herbert passou quase dois meses em coma e está em observação desde então. EUTANÁSIA

44 -Segundo relatos sobre o tempo em que ficou incomunicável, Herbert era descrito como quase cego, praticamente mudo e sem memória do passado. Quando aconteceu o acidente, os filhos de Herbert tinham entre três e 14 anos. Manka recusou-se a dizer qual a condição atual de seu sobrinho e não comentou se o progresso persistiu ao longo da semana. Ele explicou que a família quer privacidade enquanto os médicos avaliam a situação. EUTANÁSIA

45 -A doutora Rose Lynn Sherr, do Centro Médico da Universidade de Nova York, comentou que os pacientes que recuperam-se de danos cerebrais levam em média de dois a três anos para se estabilizar.Ele passou quase dez anos sem pronunciar nenhuma palavra. Mas às vezes acontecem coisas, as pessoas melhoram repentinamente e não conseguimos entender o motivo, disse ela. EUTANÁSIA

46 O materialista, que não vê senão o corpo e não considera a alma, não pode compreender estas coisas; mas o espírita, que sabe o que se passa além túmulo, conhece o valor do último pensamento. Abrandai os últimos sofrimentos quanto esteja em vós; mas guardai-vos de abreviar a vida, não fosse senão um minuto, porque esse minuto pode poupar muitas lágrimas no futuro". EUTANÁSIA

47 O que fazer? -Amar e atender àqueles que estão em sofrimento com carinho -Envolvê-los em vibrações de paz, oração, aplicação de recursos magnéticos. -São as atitudes corretas que a consciência cristã e espírita deve aplicar em quaisquer situações em que se encontrem, na condição de familiar, amigo, companheiro, médico, enfermeiro, etc. EUTANÁSIA

48 Você pode ter acesso a outras palestras em power point diretamente no site: josecarlosjotz.net Música: Johan Sebastian Bach - Concerto Per Flauto, Violoncello, Clavicembalo E Archi In La Minore.mp3 José Carlos Pereira Jotz EUTANÁSIA

49 EUTANÁSIA MUITA PAZ A TODOS


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