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PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 1 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Prof. Msc Roberta.

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1 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 1 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Prof. Msc Roberta Andrade Laboratório de Programação Bacharelado em Sistema de Informação

2 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 2 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Tópicos Definição de Requisitos Definição de Requisitos Requisitos Funcionais Requisitos Funcionais Requisitos não funcionais Requisitos não funcionais Linguagem de Modelagem de Dados - UML Linguagem de Modelagem de Dados - UML Diagrama de Caso Diagrama de Caso

3 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 3 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Motivação É o processo de adquirir um sistema para uma organização suprir um necessidade É o processo de adquirir um sistema para uma organização suprir um necessidade Um sistema pode ser comprado como um todo ou em partes Um sistema pode ser comprado como um todo ou em partes Antes de tomar decisões: Antes de tomar decisões: Completar alguma especificação do sistema Completar alguma especificação do sistema Completar algum projecto de arquitectura Completar algum projecto de arquitectura É raro uma oraganização desenvolver todos os componentes de um sistema de grande porte É raro uma oraganização desenvolver todos os componentes de um sistema de grande porte

4 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 4 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Definição Requisitos Definição de requisitos do sistema Definição de requisitos do sistema Estabelecer um conjunto de objectivos gerais do sistema Estabelecer um conjunto de objectivos gerais do sistema Tipos de requisitos Tipos de requisitos Requisitos funcionais gerais: definição das funções básicas, nível abstracto Requisitos funcionais gerais: definição das funções básicas, nível abstracto Propriedades do sistema: não-funcionais Propriedades do sistema: não-funcionais Características que o sistema não deve apresentar Características que o sistema não deve apresentar

5 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 5 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Definição de Requisitos Desenho do Sistema Desenho do Sistema Atribuir requisitos a sub-sistemas Especificar a funcionalidade dos sub-sistemas Definir as interfaces dos sub-sistemas Particionar os requisitos Identificar sub-sistemas

6 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 6 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Exemplo de Sistema O sistema é decomposto em subsistemas O sistema é decomposto em subsistemas Cada susb-sistema é decomposto de forma semelhante até que o sistema esteja decomposto em componentes funcionais Cada susb-sistema é decomposto de forma semelhante até que o sistema esteja decomposto em componentes funcionais Um componente funcional provê uma função única Um componente funcional provê uma função única Um subsistema é, portanto, multi-funcional Um subsistema é, portanto, multi-funcional Um modelo de AS identifica componentes de HW e SW Um modelo de AS identifica componentes de HW e SW Componentes Funcionais: Componentes Funcionais: Sensores: radar Sensores: radar Actuadores: válvulas Actuadores: válvulas Processamento: processador de ponto-flutuante Processamento: processador de ponto-flutuante Comunicação: ethernet Comunicação: ethernet Coordenação: scheduler em sistemas de tempo real Coordenação: scheduler em sistemas de tempo real Interface: sintetizador de voz Interface: sintetizador de voz

7 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 7 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Exemplo Um sistema de alarme contra ladrão Um sistema de alarme contra ladrão Controlador de alarme Sintetizador de voz Sirene Sensores de movimento Sensores das portas

8 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 8 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Fatores Humanos Qualquer sistema está inserido num contexto social e organizacional Qualquer sistema está inserido num contexto social e organizacional Desenho de Interface apropriado é crítico para a operacionalização do sistema Desenho de Interface apropriado é crítico para a operacionalização do sistema Alguns pontos a serem levados em consideração: Alguns pontos a serem levados em consideração: Há modificação de procedimentos de trabalho no ambiente? Há modificação de procedimentos de trabalho no ambiente? O sistema desqualifica os utilizadores? O sistema desqualifica os utilizadores? O sistema muda a estrutura da força política na organização? O sistema muda a estrutura da força política na organização? O sistema exige mudança na maneira de trabalhar? O sistema exige mudança na maneira de trabalhar?

9 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 9 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Introdução O modelo de casos de uso é uma representação das funcionalidades externamente observáveis do sistema e dos elementos externos ao sistema que interagem com o mesmo. O modelo de casos de uso é uma representação das funcionalidades externamente observáveis do sistema e dos elementos externos ao sistema que interagem com o mesmo. O modelo de casos de uso modela os requisitos funcionais do sistema. O modelo de casos de uso modela os requisitos funcionais do sistema.

10 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 10 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Introdução O diagrama da UML utilizado na modelagem de casos de uso é o diagrama de casos de uso. O diagrama da UML utilizado na modelagem de casos de uso é o diagrama de casos de uso. Técnica de modelagem idealizada por Ivar Jacobson, na década de Técnica de modelagem idealizada por Ivar Jacobson, na década de Mais tarde, incorporada ao método Objectory. Mais tarde, incorporada ao método Objectory. Posteriormente, a notação de casos de uso foi adicionada à UML. Posteriormente, a notação de casos de uso foi adicionada à UML.

11 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 11 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Introdução Este modelo direciona diversas das tarefas posteriores do ciclo de vida do sistema de software. Este modelo direciona diversas das tarefas posteriores do ciclo de vida do sistema de software. Além disso, o modelo de casos de uso força os desenvolvedores a moldar o sistema de acordo com o usuário. Além disso, o modelo de casos de uso força os desenvolvedores a moldar o sistema de acordo com o usuário.

12 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 12 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Componentes do modelo O modelo de casos de uso de um sistema é composto de: O modelo de casos de uso de um sistema é composto de: Casos de uso Casos de uso Atores Atores Relacionamentos entre os elementos anteriores. Relacionamentos entre os elementos anteriores.

13 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 13 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Atores Elemento externo que interage com o sistema. Elemento externo que interage com o sistema. externo: atores não fazem parte do sistema. externo: atores não fazem parte do sistema. interage: um ator troca informações com o sistema. interage: um ator troca informações com o sistema. Casos de uso representam uma seqüência de interações entre o sistema e o ator. Casos de uso representam uma seqüência de interações entre o sistema e o ator. no sentido de troca de informações entre eles. no sentido de troca de informações entre eles. Normalmente um agente externo inicia a seqüência de interações com o sistema, ou um evento acontece para que o sistema responda. Normalmente um agente externo inicia a seqüência de interações com o sistema, ou um evento acontece para que o sistema responda.

14 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 14 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Atores Categorias de atores: Categorias de atores: pessoas (Empregado, Cliente, Gerente, Almoxarife, Vendedor, etc); pessoas (Empregado, Cliente, Gerente, Almoxarife, Vendedor, etc); organizações (Empresa Fornecedora, Agência de Impostos, Administradora de Cartões, etc); organizações (Empresa Fornecedora, Agência de Impostos, Administradora de Cartões, etc); outros sistemas (Sistema de Cobrança, Sistema de Estoque de Produtos, etc). outros sistemas (Sistema de Cobrança, Sistema de Estoque de Produtos, etc). equipamentos (Leitora de Código de Barras, Sensor, etc.) equipamentos (Leitora de Código de Barras, Sensor, etc.)

15 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 15 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Relacionamentos Casos de uso e atores não existem sozinhos. Podem haver relacionamentos entre eles. Casos de uso e atores não existem sozinhos. Podem haver relacionamentos entre eles. A UML define diversos tipos de relacionamentos no modelo de casos de uso: A UML define diversos tipos de relacionamentos no modelo de casos de uso: Comunicação Comunicação Inclusão Inclusão Extensão Extensão Generalização Generalização

16 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 16 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Relacionamento de comunicação Representa a informação de quais atores estão associados a que casos de uso Representa a informação de quais atores estão associados a que casos de uso O fato de um ator estar associado a um caso de uso significa que esse ator interage (troca informações) com o sistema. O fato de um ator estar associado a um caso de uso significa que esse ator interage (troca informações) com o sistema. Um ator pode se relacionar com mais de um caso de uso. Um ator pode se relacionar com mais de um caso de uso. É o mais comum dos relacionamentos. É o mais comum dos relacionamentos.

17 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 17 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Relacionamento de inclusão Existe somente entre casos de uso. Existe somente entre casos de uso. Analogia útil: rotina. Analogia útil: rotina. Em uma linguagem de programação, instruções podem ser agrupadas em uma unidade lógica chamada rotina. Em uma linguagem de programação, instruções podem ser agrupadas em uma unidade lógica chamada rotina. Sempre que essas instruções devem ser executadas, a rotina correspondente é chamada. Sempre que essas instruções devem ser executadas, a rotina correspondente é chamada. Quando dois ou mais casos de uso incluem uma seqüência de interações comum, esta seqüência comum pode ser descrita em um outro caso de uso. Quando dois ou mais casos de uso incluem uma seqüência de interações comum, esta seqüência comum pode ser descrita em um outro caso de uso.

18 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 18 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Relacionamento de inclusão Este caso de uso comum: Este caso de uso comum: evita a descrição de uma mesma seqüência de interações mais de uma vez e evita a descrição de uma mesma seqüência de interações mais de uma vez e torna a descrição dos casos de uso mais simples. torna a descrição dos casos de uso mais simples. Um exemplo: considere um sistema de controle de transações bancárias. Alguns casos de uso deste sistema são Obter Extrato, Realizar Saque e Realizar Transferência. Um exemplo: considere um sistema de controle de transações bancárias. Alguns casos de uso deste sistema são Obter Extrato, Realizar Saque e Realizar Transferência. Há uma seqüência de interações em comum: a seqüência de interações para validar a senha do cliente. Há uma seqüência de interações em comum: a seqüência de interações para validar a senha do cliente.

19 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 19 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Relacionamento de extensão Utilizado para modelar situações onde diferentes seqüências de interações podem ser inseridas em um caso de uso. Utilizado para modelar situações onde diferentes seqüências de interações podem ser inseridas em um caso de uso. Sejam A e B dois casos de uso. Sejam A e B dois casos de uso. Um relacionamento de extensão de B para A indica que um ou mais dos cenários de A podem incluir o comportamento especificado por B. Um relacionamento de extensão de B para A indica que um ou mais dos cenários de A podem incluir o comportamento especificado por B. Neste caso, diz-se que B estende A. Neste caso, diz-se que B estende A. O caso de uso A é chamado de estendido e o caso de uso B de extensor. O caso de uso A é chamado de estendido e o caso de uso B de extensor.

20 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 20 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Relacionamento de extensão Cada uma das diferentes seqüências representa um comportamento opcional, que só ocorre sob certas condições ou cuja realização depende da escolha do ator. Cada uma das diferentes seqüências representa um comportamento opcional, que só ocorre sob certas condições ou cuja realização depende da escolha do ator. Quando um ator opta por executar a seqüência de interações definida no extensor, este é executado. Quando um ator opta por executar a seqüência de interações definida no extensor, este é executado. Após a sua execução, o fluxo de interações volta ao caso de uso estendido, recomeçando logo após o ponto em que o extensor foi inserido. Após a sua execução, o fluxo de interações volta ao caso de uso estendido, recomeçando logo após o ponto em que o extensor foi inserido.

21 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 21 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Exemplo (Notação)

22 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 22 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Exemplo (Notação)

23 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 23 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Notação Os relacionamentos de inclusão e extensão são representados por uma seta direcionada de um caso de uso para outro. Os relacionamentos de inclusão e extensão são representados por uma seta direcionada de um caso de uso para outro. A seta (tracejada) de um relacionamento de inclusão recebe o estereótipo >. A seta (tracejada) de um relacionamento de inclusão recebe o estereótipo >. A seta (tracejada) de um relacionamento de extensão recebe o estereótipo >. A seta (tracejada) de um relacionamento de extensão recebe o estereótipo >. A seta (sólida) de um relacionamento de herança não recebe estereótipo. A seta (sólida) de um relacionamento de herança não recebe estereótipo.

24 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 24 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Notação

25 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 25 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Notação

26 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 26 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Notação

27 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 27 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Notação

28 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 28 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Exercício Extrair da descrição abaixo abaixo os requisitos funcionais e construir o diagrama de caso de uso. Extrair da descrição abaixo abaixo os requisitos funcionais e construir o diagrama de caso de uso. Descrição do Negócio. Descrição do Negócio. A loja CdcomCarinho trabalha com a venda, à vista e parcelada, de CDs de todos os gêneros musicais. Ela oferece a seus clientes, do estado do Rio de Janeiro, um serviço de delivery, permitindo que eles recebam, em casa, produtos requisitados pelo telefone. Seus clientes estão acostumados a uma abordagem diferencial, ou seja, a loja costuma mandar mala direta quando chega algum produto cujo gênero se encaixe com o perfil daquele cliente. Há, também, ofertas promovidas durante datas especiais, por exemplo, no aniversário dos clientes, no dia dos namorados, etc. Clientes que já compraram mais de 20 CDs na loja são classificados como Clientes Prata e recebem descontos de 10%. Clientes, com mais de 50 compras, são denominados Clientes Ouro, com descontos de 25%. O Gerente da loja precisa de uma análise periódica de qual Gênero de CD está vendendo mais para planejar os próximos pedidos aos fornecedores. E deve saber, também, qual a região do Estado do Rio que mais compra, para definir o foco da equipe de Marketing. Os vendedores (por telefone ou na loja) recebem salário além da comissão sobre as suas vendas. A CdcomCarinho deseja informatizar seu controle de vendas e de entregas. E, pretende, também, ampliar seu negócio através de vendas pela Internet.

29 PROF. MSC ROBERTA ANDRADE e PROF. MSC GEORGE CABRAL CURSO BSI - UFRPE 29 segunda-feira, 5 de maio de 2014 AULA 02 – Comando Básicos 5/5/2014 Exercício Descrição do Negócio. Descrição do Negócio. Sistema para cadastramento de livros e outros documentos controlados por uma biblioteca, como manuais, revistas, periódicos, informativos e etc., mantendo informações como Título, nome do autor, editora, número de volumes, local de arquivamento. Em função dos dados cadastrados, o sistema possibilita uma grande facilidade de recuperação de informações e pesquisas aleatórias. Possibilita ainda se manter um controle sobre os empréstimos efetuados, informando quem fez o empréstimo, quando, data prevista de devolução, etc... Sistema para cadastramento de livros e outros documentos controlados por uma biblioteca, como manuais, revistas, periódicos, informativos e etc., mantendo informações como Título, nome do autor, editora, número de volumes, local de arquivamento. Em função dos dados cadastrados, o sistema possibilita uma grande facilidade de recuperação de informações e pesquisas aleatórias. Possibilita ainda se manter um controle sobre os empréstimos efetuados, informando quem fez o empréstimo, quando, data prevista de devolução, etc... As principais características do sistema são : As principais características do sistema são : Possibilidade de criação de um Cadastro das Publicações que serão controladas, e facilidade de pesquisa por qualquer um dos campos existentes; Possibilidade de criação de um Cadastro das Publicações que serão controladas, e facilidade de pesquisa por qualquer um dos campos existentes; Possibilidade de criação de um Cadastro de Normas Técnicas, separado das demais publicações, em função de particularidades envolvidas neste controle; Possibilidade de criação de um Cadastro de Normas Técnicas, separado das demais publicações, em função de particularidades envolvidas neste controle; Possibilidade de criação de um Cadastro de Revistas e outros periódicos, com acompanhamento de data de assinatura, data de vencimento, valor, distribuição para pessoas que irão recebe-las dentro de um esquema de circulação; Possibilidade de criação de um Cadastro de Revistas e outros periódicos, com acompanhamento de data de assinatura, data de vencimento, valor, distribuição para pessoas que irão recebe-las dentro de um esquema de circulação; Possibilidade de criação de um Cadastro de Usuários da biblioteca, permitindo um controle eficiente dos empréstimos, bem como circulação de periódicos e revistas, além de possibilitar a localização imediata destes para consultas ou emissão de correspondências; Possibilidade de criação de um Cadastro de Usuários da biblioteca, permitindo um controle eficiente dos empréstimos, bem como circulação de periódicos e revistas, além de possibilitar a localização imediata destes para consultas ou emissão de correspondências; Controle dos empréstimos efetuados, mantendo uma posição atualizada, bem como uma posição histórica dos empréstimos ocorridos; Controle dos empréstimos efetuados, mantendo uma posição atualizada, bem como uma posição histórica dos empréstimos ocorridos; Emissão de relatórios do Cadastro de Publicações, Cadastro de empréstimos, Posição de empréstimos pendentes de devolução, Índice de publicações por assunto, etc... Emissão de relatórios do Cadastro de Publicações, Cadastro de empréstimos, Posição de empréstimos pendentes de devolução, Índice de publicações por assunto, etc...


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