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A Cadeia de Valor e a Logística. INTRODUÇÃO Hoje não é mais possível atuar de forma competitiva no comércio adquirindo simplesmente produtos dos fornecedores.

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1 A Cadeia de Valor e a Logística

2 INTRODUÇÃO Hoje não é mais possível atuar de forma competitiva no comércio adquirindo simplesmente produtos dos fornecedores e vendendo-os aos consumidores. Isso porque as vantagens competitivas na ponta do consumo não dependem somente do varejista, mas vêm sendo agregadas ao longo de toda a cadeia de suprimento. Camila Almeida – Turma V1

3 A melhor maneira para se atuar se forma competitiva no mercado é buscar cada vez mais melhorias em cada etapa do processo de produção, seja de um produto ou serviço, diminuindo custos e melhorando a qualidade nos produtos e serviços que a empresa pretende gerar para o consumidor final. INTRODUÇÃO Camila Almeida – Turma V1

4 OS ELEMENTOS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS A cadeia de suprimentos se estende desde o fornecedor da matéria-prima, destinada à produção de um determinado produto, até o consumidor final. Nessa cadeia estão todas as etapas de um processo de uma empresa. Aline de Freitas – Turma V1

5 OS ELEMENTOS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Aline de Freitas – Turma V1 SUPRIMENTOS DA MANUFATURA: Para a fabricação de um determinado produto são necessários alguns tipos de matéria-prima, por exemplo, leite para fazer iogurte. Alguns tipos de indústria utilizam componentes pré-montados, que já são produzidos por outras indústrias, como por exemplo, compressores para serem incorporados a geladeiras. A indústria também consome componentes soltos, como parafusos, fios, etc.

6 OS ELEMENTOS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Aline de Freitas – Turma V1 MANUFATURA: É o processo de fabricação em si, normalmente envolvendo várias etapas e podendo ser mais ou menos complexo, conforme o tipo de produto a ser industrializado.

7 OS ELEMENTOS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Aline de Freitas – Turma V1 DISTRIBUIÇÃO FÍSICA: Uma vez pronto, o produto é despachado para depósitos ou centros de distribuição, para posterior envio às lojas de varejo. Geralmente, o próprio varejista opera seu(s) depósito(s). Há também casos em que a distribuição é feita por um atacadista ou distribuidor.

8 OS ELEMENTOS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Aline de Freitas – Turma V1 VAREJO: As lojas de varejo, representadas anteriormente, podem pertencer a firmas diversas ou, no caso de cadeias varejistas, a uma única empresa. CONSUMO: É a fase final da cadeia de suprimento, foco central de todos os seus participantes.

9 OS ELEMENTOS DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Aline de Freitas – Turma V1 TRANSPORTE: Aparece em várias etapas da cadeia de suprimento, deslocando matérias- primas e componentes para a manufatura, levando produtos acabados para os centros de distribuição e destes para as lojas e, em muitos casos, entregando mercadorias diversas nos domicílios dos consumidores.

10 Aline de Freitas – Turma V1 Matéria- prima Componentes pré-montados Componentes soltos Transporte Manufatura Suprimentos da Manufatura

11 Transporte Manufatura Centro de Distribuição do varejista Loja de Varejo n Loja de Varejo 3 Loja de Varejo 2 Loja de Varejo 1 Consumidor Final Distribuição Física Aline de Freitas – Turma V1

12 IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS Nas fases anteriores da Logística, antes do Supply Chain Management - SCM (Gerenciamento da Cadeira de Suprimentos), se dava muita ênfase à garantia da qualidade dos produtos e serviços associados. Com o aumento da competição entre empresas e a globalização do mercado, passou-se a buscar a redução de custos em todos os níveis e de forma sistemática. Kaique Padrão – Turma V1

13 IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS Na moderna concepção do SCM, a satisfação desses dois objetivos é uma condição que já foi atribuída dentro das empresa. Isso se deve ao fato de que esse padrão é o mínimo que se considera adequado para competir e atuar no mercado atual. Dessa forma, as empresas que não conseguiram implantar um controle de qualidade, ou vêm apresentando níveis de custos acima da prática de seu setor, dificilmente se manterão em um mercado tão competitivo quanto o atual. Kaique Padrão – Turma V1

14 IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS Tradicionalmente, as empresas tendem a focalizar seus custos dentro do domínio estrito de suas atividades. A contabilidade gerencial considera todos os custos e ativos internos à empresa: matéria-prima, mão-de-obra, os processos de produção, as instalações, o marketing, vendas, e tudo que está ligado às atividades fins e de apoio da empresa. Despesas que ocorrem externamente à firma não são normalmente consideradas, por serem difíceis de contabilizar de fato o seu valor, e porque cada empresa busca as vantagens imediatas para si mesma. Kaique Padrão – Turma V1

15 IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS Na análise de custo utiliza-se o conceito de valor agregado. Por exemplo, suponhamos um produto x, cujos custos são: Materiais (adquiridos de fornecedores) Mão-de-obra direta Custo indireto Custo de estoque do produto acabado TOTAL R$112,80/unidade R$55,20 R$62,60 R$9,40 R$240,00 Kaique Padrão – Turma V1

16 IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS Se a indústria vende o eletrodoméstico ao varejista por R$288,00, terá uma margem de R$48,00. No balanço de seus custos, o fabricante gasta R$112,80 ou cerca de 39% da receita, com insumos provenientes de seus fornecedores (materiais), sendo os R$175,20 restantes (61% do preço de venda) o valor agregado pela indústria. Kaique Padrão – Turma V1

17 IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS Kaique Padrão – Turma V1 Para o fabricante do produto, conhecer a composição do custo e sua estrutura é essencial. Primeiro que, conhecendo melhor a estrutura do custo, poderá atuar sobre os processos mais significativos em termos de gastos, visando reduzi-los, aumentando sua margem ou, se enfrentar competição acirrada, poderá reduzir o preço do produto, ganhando vantagem sobre seus concorrentes. Por outro lado, o conhecimento das relações de causa e efeito na formação dos custos lhe dará condições de prever, com razoável precisão, custos futuros, principalmente quando houver alterações significativas na demanda ou nos preços dos insumos básicos.

18 A CADEIA DE VALOR O conceito de cadeia de valor foi desenvolvido por Michael Porter, professor da Harvard Business School, sendo, hoje, um dos pilares do moderno gerenciamento da cadeia de suprimento. Quando um consumidor compra um determinado produto numa loja, a um determinado preço, o pagamento que faz cobre uma espécie de elementos da natureza diversa, que participam do processo de fabricação, do transporte da mercadoria e dos serviços complementares. Bruno Barros – Turma V1

19 A CADEIA DE VALOR Bruno Barros – Turma V1 Num ambiente competitivo, valor é o que os compradores estão dispostos a pagar por aquilo que uma empresa, ou indivíduo, lhe fornece (Porter, 1989). Porém, a definição de valor não se aplica aos casos de monopólio ou a outras situações em que a lei da oferta e da procura não vigora. O valor não é medido pelo custo final, mas sim pela receita total, resultante do preço que a empresa estabelece para o produto, em função do mercado e do número de unidades que ela pode vender.

20 A CADEIA DE VALOR Bruno Barros – Turma V1 A empresa será rentável quando a soma dos custos envolvidos na geração do produto for menor do que o valor que ela consegue estabelecer pra ele. A meta de uma empresa moderna, competitiva, é de aumentar ao máximo o valor agregado de seus produtos, ao mesmo tempo em que busca minimizar os custos globais na cadeia de suprimento.

21 A CADEIA DE VALOR Bruno Barros – Turma V1 O valor de um determinado produto é composto pela margem e pelas atividades de valor. As atividades de valor são formadas pelos processos físico-operacionais tecnologicamente distintos de que uma empresa lança mão para criar um produto com um determinado valor do mercado. Se subtrairmos do valor do produto a soma dos custos referentes às atividades de valor, teremos a margem. A margem é normalmente dividida (não necessariamente em partes iguais) entre varejistas, fabricante, fornecedores, transportadoras, intermediários e todos mais que participam da cadeia de suprimento.

22 A CADEIA DE VALOR Bruno Barros – Turma V1 Cada atividade de valor utiliza insumos diversos, tais como recursos humanos, materiais, tecnologia e informação, podendo gerar ativos financeiros, como estoques e contas a receber, e passivos, como contas a pagar. Porter classifica as atividades de valor em duas categorias: Atividades primárias (logística de suprimento ou inbound, operações logística de distribuição ou outbound, marketing e vendas, assistência técnica) e atividades de apoio (infra-estrutura da empresa, gerenciamento de recursos humanos, desenvolvimento de tecnologia, aquisição de insumos e serviços).

23 A CADEIA DE VALOR Bruno Barros – Turma V1 A infra-estrutura da empresa compreende as atividades de administração, como gerência geral, planejamento, finanças, contabilidade, assistência jurídica e gerência de qualidade. A cadeia de suprimento é formada por uma sequência de cadeias de valor, cada uma correspondendo a uma das empresas que formam o sistema. Embora as atividades de valor sejam os elemento-chave da vantagem competitiva, a cadeia de valor não é um conjunto de atividades independentes, e sim um sistema de atividades interdependentes. As interligações da cadeia de valos são formadas por elos, que refletem as relações dentro da empresa ou fora dela (Porter, 1989).

24 A CADEIA DE VALOR Bruno Barros – Turma V1 Esse é o modelo que Porter propôs ao explicar sua teoria sobre a cadeia de valor.

25 A PARCERIA NA CADEIA DE VALOR As economias de custo, observadas nos elos da cadeia de suprimento entre dois ou mais participantes, são potencialmente elevadas, justificando uma atuação conjunta com o objetivo de aumentar a competitividade global do sistema. Por outro lado, as empresas, tanto indústrias como varejistas, já vêm reduzindo drasticamente os custos de suas próprias atividades. Camila Almeida – Turma V1

26 Em terceiro lugar, com o foco na satisfação plena do consumidor, que é o objetivo final de toda a cadeia de suprimento, os participantes da cadeia estão sendo forçados a abandonar suas atitudes individualistas e adotar posições colaborativas, formando parcerias. Camila Almeida – Turma V1 A PARCERIA NA CADEIA DE VALOR

27 Camila Almeida – Turma V1 Numa situação focalizada no consumidor, o objetivo não é mais maximizar a margem de um ou mais participantes da cadeia de suprimento. O objetivo agora é reduzir o preço final para o consumidor, visando ter um maior volume de vendas e aumentar a participação no mercado (market share), conseguindo maior giro e, consequentemente, maiores lucros. É claro que somente a redução no preço ao consumidor final não basta. Em termos logísticos, ainda há muitos fatores a considerar. Mas, nesta análise, estamos destacando a questão da cadeia de valor, com destaque para os custos.

28 PARTICIPAÇÃO DA LOGÍSTICA NA CADEIA DE VALOR Camila Almeida – Turma V1 Nosso exemplo mostrou, ainda que de forma simplificada, como se pode trabalhar sobre a cadeia de valor de forma sistemática e contínua, visando à melhoria da competitividade de toda a cadeia de suprimento.É claro que o processo de melhoria não pára aí. Pode-se conseguir reduções adicionais nos custos das atividades de valor à medida que o grupo de empresas que formam a cadeia for aumentando sua participação no mercado e investindo em novas expansões.

29 PARTICIPAÇÃO DA LOGÍSTICA NA CADEIA DE VALOR Camila Almeida – Turma V1 Algumas medidas possíveis, à medida que o volume produzido cresce como resultado do incremento nas vendas, são: Maior diluição dos custos indiretos da manufatura. Possibilidade de mudar a tecnologia de fabricação, com alteração do tempo de set up das máquinas e redução dos custos de manufatura; Implantação de um sistema ECR - Efficient Consumer Response (Resposta Eficiente do Consumidor) ou Quick Response, com reabastecimento das lojas do varejista diretamente pelo produtor, com uso do EDI – Eletronic Data Interchange (Intercâmbio Eletrônico de Dados); Parcerias com os fornecedores de matéria-prima e de componentes da indústria, visando à otimização e consequente redução nos custos finais.

30 PARTICIPAÇÃO DA LOGÍSTICA NA CADEIA DE VALOR Camila Almeida – Turma V1 É importante observar que grande parte das medidas possíveis para melhorar a cadeia de valor depende de um bom equacionamento das atividades logísticas. Mais do que isso, a Logística de hoje, dentro dos conceitos do gerenciamento da cadeia de suprimento, não trata tão-somente das operações logísticas clássicas, mas é eminentemente estratégica, ou seja, atua fortemente na concepção, planejamento, implementação e execução dos projetos estratégicos das empresas.

31 VÍDEOS RELACIONADOS Camila Almeida – Turma V1 Vídeo 1 Vídeo 2

32 COMPONENTES Aline de Freitas Bruno Barros Camila Almeida Kaique Padrão


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