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Museus para Visitar Guia Turístico. Museu do Pão.

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1 Museus para Visitar Guia Turístico

2 Museu do Pão

3 O Museu do Pão é um complexo museológico privado onde se exibem e preservam as tradições, história e arte do pão português. Em mais de 3.500m² o visitante encontra uma gama de actividades destinadas à cultura, pedagogia e lazer. Através de quatro salas expositivas e de vários outros espaços do complexo museológico, poderá conhecer os antigos saberes e sabores da terra portuguesa.

4 O que Visitar Espaço de sabores. Mais do que um restaurante, trata-se de um local onde se recuperam os sabores tradicionais da nossa gastronomia. Através de uma investigação sempre renovada, a tradição da mesa nacional ressurge diariamente. O passado renasce através da reconstituição de uma antiga mercearia portuguesa. Aqui poderão adquirir-se os vários tipos de pão fornecidos hora a hora pela nossa padaria. Sem esquecer os outros produtos gastronómicos que recuperam a tradição da mesa portuguesa.

5 O que visitar Pão de milho, pão de centeio, pão de trigo/milho, pães aromatizados... Estes são alguns dos pães que a padaria do Museu do Pão produz e comercializa na mercearia do museu. Neste espaço são feitos os vários objectos artísticos em massa de pão que podem ser adquiridos na recepção. Tertúlias No derradeiro sábado de cada mês, o museu convida uma personalidade da cultura portuguesa, que no Bar - Biblioteca conversa com o público. Deste modo se procede a uma aproximação entre personalidades culturais portuguesas e o público, numa frutuosa troca de ideias. Estas tertúlias, por onde têm passado algumas das mais ilustres personalidades culturais portuguesas, em muito tem contribuído para a dinamização da região serrana, tendo já alcançado assinalável projecção.

6 O que visitar Exposições Temporárias Várias exposições temporárias já passaram pelo espaço reservado para tais eventos, na Sala da Arte. O destaque que têm alcançado na Comunicação Social e na apreciação do público atestam a sua qualidade. Estas exposições duram em média seis meses.

7 Contactos Quinta Fonte do Marrão 6270 Seia Serra da Estrela - Portugal Telefone: Fax: Coordenadas GPS latitude:40,41988 longitude: 7,69728 Como Chegar Do centro de Seia (Fonte das Quatro Bicas) seguir pela estrada do Sabugueiro. A seguir ao Hospital de Seia, virar na primeira rua à esquerda, seguindo a indicação dos painéis.

8 Crítica Trata-se de um espaço muito diversificado, em que a cultura é transmitida de forma saudável e cativante. É o ideal para uma visita em família, dado o vasto leque de opções, que vão para além das simples exposições. Todos os meses existem actividades dedicadas aos mais novos (particularmente em dias comemorativos), que têm como missão aproximar o espaço museológico do público infanto-juvenil e contribuir para a sua formação. Fácil de localizar e com acessibilidade a deficientes motores..

9 Vídeos Restaurante Bem VindoPalavras de Abertura Recepção MerceariaSalas Expositivas

10 Museu da Água

11 Criado em 1987, o museu da água é composto por quatro núcleos museológicos, que correspondem a quatro localizações diferentes, dentro da cidade de Lisboa e municípios adjacentes. Cada um destes núcleos fez parte do sistema de abastecimento de água potável à cidade de Lisboa, estando na actualidade desactivados para estas funções. Mantido pela EPAL, o Museu Homenageia Manuel da Maia, o engenheiro do século XVIII que desenhou o Aqueduto das Águas Livres. A excelente disposição do museu fê-lo ganhar o prémio do Conselho da Europa em 1990.

12 O que visitar A Rainha Refresca-se – na pista do Barroco O percurso A Rainha Refresca-se recria o espírito barroco e proporciona a visita a locais de inédita beleza ao longo das nascentes, de Caneças ao Vale de Alcântara, refazendo o percurso pelo Aqueduto das Águas Livres que, a família real, a corte e o povo faziam ao deslocar-se de Mafra a Queluz. Geo - Aqueduto As nascentes do Aqueduto e a Hidrogeologia da região de Carenque-Caneças, dão o mote a esta visita, onde se faz uma abordagem geológica do Aqueduto, da Mãe de Água das Amoreiras e da Geologia de Lisboa. O Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e o Museu da Água, organizam estas visitas.

13 O que visitar Percurso Pedestre – Do Aqueduto ao Palácio Marquês da Fronteira Com início no Aqueduto das Águas Livres, à Calçada da Quintinha, o percurso pedestre até ao Palácio Marquês da Fronteira, a S. Domingos de Benfica, pretende criar uma simbiose entre o Património Ecológico e o Património Histórico - Cultural. Atravessando o majestoso Aqueduto das Águas Livres sobre o Vale de Alcântara, os visitantes poderão contemplar uma agradável panorâmica de Lisboa, entrando de seguida no Parque Florestal de Monsanto. Quer pelo seu relevo, quer pela sua área florestal, apresenta-se como um dos últimos refúgios de Lisboa. Antes de finalizar o percurso, os visitantes são ainda convidados a apreciar a Igreja de S. Domingos de Benfica e o Palácio dos Marqueses de Fronteira. 2ª feira a Sábado: 10h-13h

14 O que visitar Caminhos da Água Com a colaboração da Quinta da Regaleira e do Palácio de Queluz, os visitantes são convidados a experimentar o elemento Água nas suas três dimensões. Entre os segredos e rituais dos Pedreiros Livres, insondáveis mistérios da Ordem dos Templários ou na promessa antiga de um Quinto Império que falta cumprir em Portugal, revela-se a verdadeira dimensão da Água enquanto símbolo esotérico na Quinta da Regaleira.. Da Patriarcal ao Chafariz do Vinho O Museu da Água, em colaboração com o Chafariz do Vinho, retomou um percurso que leva os visitantes pelas galerias subterrâneas da cidade, desde a Patriarcal (Príncipe Real) ao Chafariz do Vinho (Praça da Alegria). Este último foi recuperado e adaptado às suas novas funções de enoteca. 3ª feira a Sábado: a partir das 18horas.

15 O que visitar Os Caminhos da Luz Quando a Arte se inscreve na sua condição de matéria, tem a capacidade de reflectir momentos, acontecimentos e conjunturas que ocorrem num determinado tempo e num determinado espaço. Neste âmbito a construção do Aqueduto das Águas Livres é um marco na história e na arte do século XVIII, e do espírito Barroco que o envolveu, talvez a maior oferenda da arte deste século, conseguindo aliar à matéria, o Espírito e a Inteligência Portuguesa da época, que aí se manifestam de forma tão especial, através do que há de mais imaterial: A LUZ É este o conceito das visitas Os Caminhos da Luz. Loja do Museu O Museu edita suportes informativos, tais como: livros, vídeos, CD-ROM, documentação especializada sobre água e ambiente e relacionada com o património histórico e artístico, os quais podem ser adquiridos nas Lojas do Museu. (Não deixe de visitar a Loja do Museu da Água)

16 O que visitar Exposição Permanente Na sala das antigas caldeiras encontra-se a colecção de peças que já constituía o Museu, cuja concepção se veio a alargar, com a inclusão no seu património de outros órgãos que, ao longo dos tempos foram desafectados do abastecimento. Nesta sala podemos reconstituir o percurso que mostra a evolução do abastecimento da cidade de Lisboa desde o tempo dos romanos até aos nossos dias. A exposição é composta por fotografias, documentos e objectos vários, como os projectos de Carlos Mardel para o reservatório da Mãe dÁgua. Exposições Temporárias A última patente foi a de Pedro Pinto – Coelho - Multiplicidades: Pintura Inauguração: 17 de Setembro, pelas 19 horas Museu da Água - Barbadinhos Patente até 10 de Outubro de 2009

17 Contactos Rua do Alviela, 12, a Sta. Apolónia Lisboa Telefone: ou Fax: Horário de funcionamento do Museu 2.ª Feira a Sábado 10.00h – 18.00h Encerrado aos Domingos e Feriados Como: Chegar GPS: N 38º 43`8,66, W 9º 7` 9,47

18 Crítica Ao visitarmos a página do Museu da Água fica-se com a vontade imensa de passar para dentro do ecrã e desaguar nesse mundo fantástico em que a água é rainha. Além de muita diversidade naquilo que podemos visitar, na loja do museu temos acesso a muita informação em diversos suportes. Podemos de uma forma e de outra ficar mais elucidados sobre o que acabamos de visitar. Tem sempre a exposição permanente e outras temporárias, pelo que se voltarmos lá, temos sempre algo novo a descobrir.

19 Elaborado por: Paulo Ferreira Susana Moreira


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