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Apresentação: Ir Arakem José da Silva Veloso - Grau 32 Clicar para mudar de Slide Realizado em 16/12/2011.

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1 Apresentação: Ir Arakem José da Silva Veloso - Grau 32 Clicar para mudar de Slide Realizado em 16/12/2011

2 James Charles Stuart - James VI era rei da Escócia em 1601 quando, com 35 anos de idade, foi iniciado na maçonaria escocesa, na Loja Perth and Scone. É o 1º imperador que se tem notícia da iniciação na Maçonaria.

3 Vários escritores maçônicos concordam em fazer remontar as origens do Rito Escocês ao ano de 1801, data da Constituição do 1º Supremo Conselho, em Charleston. Essa data é escolhida tão arbitrariamente como a de 1717, ano da fundação da Grande Loja da Inglaterra, encarada como a origem da Maçonaria Simbólica. Essas duas datas, com efeito assinalam um fato que podemos considerar histórico o agrupamento de um rito, já criado sob uma autoridade central de corpos e grupos maçônicos existentes. A origem do rito Escocês remota de uma época muito anterior a essas datas, alguns escritores, não maçônicos, David Stevenson, por exemplo, afirma em suas pesquisas a existência de lojas maçônicas na Escócia no século XVII. O motivo de tantos embaraços que separam os historiadores maçônicos dos demais é a atitude de ambos os lados. Alguns maçons consideram a sua história propriedade dos membros da Ordem e não gostam que profanos estudem esta área, uma reação obviamente condicionada pela publicação de lúridos ataques á Ordem, pois tais exposições geram o medo de que um profano demonstrando interesse pela Maçonaria possa estar à caça de material para um best-seller escandaloso. Verifica-se ou conclui-se que o rito escocês teve origem em três grupos distintos: a maçonaria Azul ou Simbólica; Maçonaria Vermelha ou os Rosa-Cruz; e a Maçonaria Negra ou a Ordem dos Templários.

4 No seu livro descrição da Catedral de Colônia, o historiador Lebat nos diz: Quando nos séculos XI e XII, a arte foi descolocada e passou das mãos dos monges para as mãos dos leigos, estes ligados entre si, em todos os países Europeus, por uma confraternidade que lhes assegurava auxílio e socorro. Formaram uma associação cujos membros se reconheciam por certos sinais e ocultavam ao vulgo as regras de sua arte. Na Alemanha surge essa associação, fundada pelos arquitetos da Catedral de Stramburgo, cujo chefe era Erwin de Steinbach e espalhou-se no fim do século XII. Circunstâncias diversas efetuaram nessa associação, não mais sua evolução, um golpe duro (estilo Renascença se impondo ao estilo Gótico, que cai um desuso, descrédito), além disso, uma decisão Imperial Alemã rompe as relações das Lojas da Alemanha com a de Stramburgo, porque esta cidade se tornara francesa. Uma infinidade de decretos Imperiais causa mais divergências, terminado com as dissoluções das organizações, proibindo inclusive de conservarem secretas as regras de sua arte.

5 Alguns autores consideram o aparecimento das Lojas na França, um fato à parte e completamente independente das corporações de ofícios. A Maçonaria Simbólica não deriva destas, mas se encontra nelas importada da Inglaterra. Acontecimentos diversos, falta de companheirismo, divergências com a penetração de intelectuais, em alguns casos nobres, agastam a parte profissional, divisão de ritos e, sobretudo pela falta de unidades na admissão dessa nova classe (melhor seria dizer com diferença). Vários fatos históricos aconteceram também, somados as diferenças acima mencionadas, como em 1666, depois do incêndio em Londres, os arquitetos e pedreiros chamados maçons de toda parte para reconstrução da cidade, reúnem em Lojas ao redor de seus diferentes edifícios. Em 1710 os maçons em Londres terminam a sua obra e, a datar dessa época, cessam suas assembleias gerais. Observamos como a confraternidade dos pedreiros se desenvolveu na Inglaterra e Escócia e como se transformou pouco a pouco em uma instituição puramente de característica filosófica, estranha da arte de construir, mais conservando sempre os símbolos da associação obreira. Não tarda a se espalhar pelo continente, principalmente na França, sobretudo depois que partidários de Jacques II Stuart, que haviam feito esforços vãos para o recolocarem no trono, refugiados na França, ali organizaram as primeiras Lojas, de que fazem menção certos documentos. A primeira Loja que se tem notícia na França é a Loja Amitit st Fraternité, fundada em Dunkerque e a qual a Grande Loja da Inglaterra outorga uma Constituição a 13 de outubro de 1721.

6 A 2 de junho de 1726, maçons ingleses proscritos, fundam a Loja SAINT THOMAS na cidade de Paris, o crescimento foi fecundo, e tem-se conhecimento que alguns maçons das Lojas de Paris praticavam graus superiores aos da Grande Loja da Inglaterra. Com o crescimento, vários corpos maçônicos escoceses estabelecidos nas principais cidades da França, não mantém relação alguma entre si, faz falta uma autoridade central. Por sua vez, em 1758 alguns maçons revestidos de Altos Graus Escoceses inauguram em Paris um Capítulo de Soberanos Príncipes Maçons sob o título de Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente e por ai vai aparecendo outras variações. Em 1759, o Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente cria na cidade de Bordoux um Soberano Grande Consistório dos Sublimes Príncipes do Real Segredo, que em 1752 publica os Regulamentos e Constituições da Maçonaria da Perfeição etc. etc... A ideia era regulamentar, agrupar, acertar como ideia predominante é concentrar sob uma única autoridade todo o escocismo, com a característica de os graus neles praticados, um conjunto de 25, divergências e mudanças acontecem ao longo do decorrer dos anos.

7 Frederico II, Rei da Prússia O estabelecimento do Rito Escocês Antigo e Aceito, ainda não foi totalmente organizado, ou melhor, definido como era a intenção das Grandes Constituições de 1786, como se havia proposto, provavelmente, por que, três meses depois de realizados, a 17 de agosto de 1786, falecia Frederico II, e aqueles que com ele compuseram o primeiro conselho, dispersaram-se e, seu sucessor, Frederico Guilherme II, só queria a Ordem Rosa Cruz e passou a não admitir outra forma de Maçonaria. De acordo com vários historiadores e pesquisadores, temos a consciência que o rito, a qual chamamos de Escocês, principalmente o R E A A, não teve origem na Escócia, só conseguindo ser difundido a partir de 1847 (ou oito anos depois de ser organizado. Segundo historiador Luiz Umberto Santos, a adoção das palavras Antigo e Aceito tiveram lugar na França.

8 Albert Gallatin Mackey (12 de Março de 1807 – 20 de Junho de 1881) graduou-se com honras na faculdade de medicina na cidade de Charleston em Praticou sua profissão por vinte anos, após isso se dedicou quase que completamente sua vida à obra maçônica. Participou como membro ativo de muitas lojas, inclusive a legendária Solomon's Lodge, fundada em 1734, que é, ainda hoje, a mais famosa e mais antiga Loja operando continuamente na América do Norte. As Potências Maçônicas em todo o continente americano, via de regra, adotam a classificação de 25 Landmarks compilada por Albert Gallatin Mackey. Publicou a monumental History of Freemasonry, obra com sete volumes. Um testemunho da importância e popularidade que os livros escritos por Mackey têm é o fato de que muitos deles são editados até hoje e estão à venda nas livrarias, inclusivamente na Internet.

9 Albert Pike, Soberano Grande Comendador do Rito Escocês - Considerado o pai do R E A A moderno. Albert Pike ( ) aprovado no exame de admissão Colégio de Harvard quando tinha 15 anos, mas não conseguiu frequenta-lo por falta de dinheiro. Pike era advogado, poeta, escritor, general de brigada no Exército dos Estados Confederados da América e maçom. Como general não comandou nem tropas brancas nem negras, mas índios americanos. Estudou e respeitou a opinião religiosa de seus comandados. Em 1850, com 41 anos, foi iniciado na Loja Western Star Nº 2 em Little Rock, Arkansas. Recebeu o grau 29º do R E A A. em março de 1853 de Albert Gallatin Mackey em Charleston, S.C., Mackey então convidou Pike a participar da Jurisdição do Supremo Conselho do Sul em 1858 em Charleston chegando ao cargo de Grande Comandante deste Conselho.

10 Pike prendeu-se a este cargo até sua morte, dedicando-se a diversas atividades do Conselho, inclusive a advocatícia. Para que o R E A A pudesse sobreviver, Pike realizou uma importante e necessária revisão deste Rito. Mackey incentivou-o a produzir um ritual padrão para o uso em todos os estados da Jurisdição do Sul. A revisão começou em 1855 e o Conselho Supremo endossou a revisão de Pike em Mudanças menores foram feitas em dois Graus, mais tarde em 1873, em consequência de afirmações que os graus 29° e 30° revelavam segredos do Rito de York. Pike escreveu diversos livros de História, Filosofia e viagens, sendo o mais famoso Moral e Dogma, assim Pike é muito mais conhecido pela sua maior obra publicada em 1871 e não pela revisão do R E A A. Pike pretendia que (Moral e Dogma) fosse um suplemento ao Rito Escocês, onde abrangia grande instrução moral, religiosa e filosófica completando assim, sua revisão do R E A A. Até 1974 Moral e Dogma era tradicionalmente presenteado aos candidatos ao Grau 14 º do R E A A, É lamentável que Moral e Dogma seja lido apenas por alguns maçons. Uma Ponte para a Luz foi escrito para ser uma ponte entre as cerimônias dos Graus e a leitura de Moral e Dogmas

11 O grupo seguinte, dos graus 4 ao 14, ditos Inefáveis, tem a cor verde como símbolo e simboliza a transição entre o azul e o vermelho. O reino é o vegetal e dá sequência ao processo de aprimoramento do Homem Maçom. O R E A A pode ser definido como um sistema de ensino e aprimoramento humano, dividido em grupos e graus. Os três primeiros graus formam a chamada Maçonaria Azul, que agrega as Lojas Simbólicas, os graus 1, 2 e 3, Aprendiz, Companheiro e Mestre, respectivamente. O reino é o mineral. É a fase em que se deve trabalhar a tolerância, no desbaste da Pedra Bruta.

12 Chega-se, finalmente, ao Consistório, representado pela cor branca, que simboliza a paz e a serenidade do Iniciado, quando alcança a plenitude e desenvolveu a espiritualidade pura, livre de qualquer sentimentalismo. O reino é o divino. Os graus 15 ao 18 formam os Capítulos e são os graus da expansão, simbolizado pelo vermelho, a cor do sacrifício. O reino é o animal. São graus caracteristicamente espirituais. Os graus 19 ao 30 estão inseridos nos Conselhos de Kadosch, simbolizados pela cor negra, a cor do luto e da tristeza e que tomam conta do Iniciado ao julgar que seu sacrifício e ardor foram em vão. É uma fase de elevação rápida. O reino é o humano.

13 Supremo Conselho – Órgão máximo da Maçonaria Escocesas. Vemos aqui a Câmara, onde se reunem os 33 Irmãos que compõe esse Conselho.

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15 1)– A auto determinação dos povos: 2)- Os direitos individuais e coletivos: 3)- A aplicação da justiça com equidade: 4)- A educação como base indispensável ao desenvolvimento. Apresenta-se o Rito Escocês Antigo e Aceito, como uma forma necessária da evolução da Ordem Maçônica, pela grandeza e importância, como se apresenta na solução dos problemas sociais, sempre presentes na vida do homem. Temos que aprender a ser conscientes das nossas obrigações e deveres para com Deus, assim como também para com o nosso semelhante. Toda Filosofia Maçônica se baseia nos conceitos de Honestidade e Integridade, em princípio nós maçons estamos entre os Homens mais dignos de confiança que podemos sonhar ou conhecer. Estudamos nos Graus Filosóficos do R E A A Estudamos nos Graus Filosóficos do R E A A

16 Consultas: Nicolas Aslan – História da Maçonaria. Luiz Umberto Santos – História do Rito Escocês Antigo e Aceito. David Stevenson – As Origens da Maçonaria (Escócia 1590/1710.) Fotos e gravuras próprias e/ou baixadas da Internet.

17 FIM


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