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Internet Até onde o perigo espreita! Os sites são uma porta de ligação ao mundo. Com este meio de comunicação em massa temos grandes vantagens, mas também.

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2 Internet Até onde o perigo espreita!

3 Os sites são uma porta de ligação ao mundo. Com este meio de comunicação em massa temos grandes vantagens, mas também grandes perigos. Um dos maiores perigos da internet é o facto de não ser totalmente segura.

4 Um dos maiores perigos da internet é o facto de não ser totalmente segura. Uma das consequências passa pela falta de privacidade dos seus utilizadores.

5 Por vezes, os utilizadores não têm a noção dos riscos que correm e acabam por inserir dados pessoais, fotos ou mesmo números de contas bancárias, expondo-se às artimanhas dos hackers(piratas informáticos).

6 Raramente sabemos quem está do outro lado do monitor: se indivíduos com maus ou bons intuitos. Os primeiros prejudicam gravemente a nossa estabilidade pessoal.

7 Outro grande perigo da internet encontra-se nas redes sociais através da comunicação online. O que acontece é que alguém se faz passar por um colega, amigo ou familiar, e consegue assim tornar-se íntimo e obter informações particulares

8 Utilizando-as ao ponto de arranjar problemas gravíssimos a quem usa a rede, deixando marcas negativas. Um dos exemplos é o Cyberbulling algo que afecta muitos estudantes.

9 O que é o Cyberbulling? Termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adoptadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angustia, e executadas dentro de uma relação de desigual de poder.

10 Portanto, os actos repetidos entre iguais(estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima.

11 Onde ocorre o Bullying? O bullying é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola, não estando restrito a nenhum tipo específico de instituição: pública ou privada.

12 Em diversos casos as instituições escolares não admitem a ocorrência de BULLYING, por falta de conhecimento do facto, ignorando assim o problema, ou negando-se a enfrentá- lo.

13 Envolvimento no Bullying? Alvos/autores de Bullying – são os alunos que são vitimas dele, ou o praticam; Testemunhas de Bullying – são aqueles que não sofrem nem o praticam, mas presenciam-no.

14 Os autores são frequentemente indivíduos que pertencem a famílias desestruturadas, nas quais há pouco relacionamento afectivo entre seus membros. Seus pais exercem uma supervisão descuidada, originando comportamento agressivos.

15 Admite-se que os que praticam o BULLYING têm grande probabilidade de se tornarem adultos com comportamentos violentos, podendo vir adoptar, inclusive, atitudes delinquentes ou criminosas.

16 A pesquisa mais extensa sobre Bullying, realizada na Grã-Bretanha, regista que 37% dos alunos do primeiro ciclo e 10% do segundo ciclo admitem ter sofrido BULLYING, pelo menos, uma vez por semana.

17 O levantamento realizado pela ABRAPIA( Associação Brasileira não Governamental), em 2002, envolvendo 5875 estudantes do 1º e 2º ciclo, em onze escolas localizadas no município do Rio de Janeiro, revelou que cerca de 40% desses alunos admitiram ter-se envolvido em actos de Bullying, sendo na maioria vítimas.

18 Os adolescentes, com uma frequência muito maior, estão mais envolvidos com o Bullying, tanto como autores e como alvos. Já entre as adolescentes, embora, com menor frequência, o BULLYING também ocorre e se caracteriza, como prática de exclusão ou difamação.

19 Bullying É uma forma de violência verbal e psicológica, usada por crianças ou adolescentes, com a intenção de humilhar, envergonhar ou atormentar outras crianças e adolescentes indefesos. Em muitos casos os papeis invertem- se e o agressor passa a vítima.

20 Usualmente são usadas as tecnologias, telemóveis ou internet, com uma conta de e- mail anónima, fazem cadeias de s entre colegas ou entrando em redes sociais fazem comentários depreciativos sobre fotos, gozando e humilhando a vitima.

21 O Cyberbulling pode transformar a personalidade de uma criança ou adolescente, diminuir a sua auto-estima e transformar o seu comportamento passivo ou agressivo (por vezes tornam-se agressores também).

22 Os jovens tornam-se incapazes de se afirmar a nível social, pessoal e mais tarde a nível profissional, ou num relacionamento, por não conseguirem ultrapassar o trauma de infância.

23 Em certos casos a violência acaba por levar as crianças ou adolescentes ao suicídio. Para detectar casos de Cyberbulling os pais ou educadores devem estar sempre atentos às alterações de comportamento, tais como:

24 Afastamento; Tristeza; Depressão; Agitação;

25 Expressões de raiva ou revolta; Dificuldade em dormir; Dores de cabeça ou de barriga; Alteração nos hábitos alimentares;

26 Perda de interesse na escola; Perda de interesse em brincar ou fazer as coisas que antes gostava; Alterações de comportamento no uso das novas tecnologias (computador/internet);

27 Formas de combater o Cyberbulling Os pais, familiares e amigos devem estar atentos às mudanças comportamentais da criança; Manter um clima de confiança e conversa aberta, em que a criança ou adolescente possa desabafar sabendo que está a ser ouvida e que vai ser ajudada;

28 Explicar-lhes que devem pedir ajuda e que isso não é um sinal de fraqueza, pois só assim vão conseguir parar o agressor; Esclarecendo que eles não se devem sentir culpados, porque são as vítimas;

29 - Alertá-los para não colocarem fotos, filmes ou dados pessoais on-line; Não banalizar as queixas do seu filho, nem lhe dar falsas seguranças; Explicar-lhe que há uma solução;

30 - Não proíba o uso do computador; Coloque-o num local da casa acessível a todos; Ensine o seu filho a comunicar de uma forma ética, responsável e segura, só assim é possível evitar o Cyberbulling.

31 Nas redes sociais ao comunicar online na maioria das vezes, terroristas e violadores vão ganhando confiança escondendo a sua verdadeira identidade, abordando crianças, jovens ou mesmo adultos, levando-os a acreditar nas suas boas intenções, marcando encontros em locais onde os violam ou mesmo raptam para tráfico humano ou de órgãos ou mesmo para trabalhos de prostituição.

32 O que fazer para reduzir o risco de seu filho se tornar uma vítima? Converse com seu filho(a) sobre os possíveis riscos que existem na Internet. Use o computador e a Internet com seus filhos. Deixe que eles lhe mostrem os seus sites favoritos. Coloque o computador num local da casa onde todos tenham acesso.

33 Mantenha o acesso à conta de serviço do seu filho(a) e examine periodicamente o seu e- mail. Seja sincero e explique as suas razões quanto ao seu acesso à conta. Ensine aos seus filhos como usar a Internet de maneira responsável. Há actividades na Internet de muito mais importância do que os atractivos que oferecem.

34 Ensine a seus filhos como usar a Internet de maneira responsável. Há actividades na Internet de muito mais importância do que os atractivos que oferecem as salas chat de conversação.

35 Procure saber quais são os serviços de segurança usados no colégio de seus filhos, na biblioteca pública e nos lugares onde seus filhos frequentam.

36 Em todos estes lugares que não estão ao alcance de sua supervisão, seu filho(a) pode encontrar-se com um aliciador sexual. Use os serviços de controlo disponibilizado pelo servidor ao qual você assina e/ou softwares para bloquear alguns sites. Particularmente, o uso de salas de chat deve ser extremamente vigiadas.

37 D Devem evitar fazer amizades ou marcar encontros com pessoas que tenham conhecido através da Internet; Nunca devem enviar fotografias delas através da Internet, por s, a pessoas que não conheçam pessoalmente; Nunca devem divulgar informação pessoal que sirva para identificá-los, tal como nomes, endereços, o nome de seus colégios, ou os números de telefones; Nunca devem responder a mensagens insinuantes ou obscenas, que apareçam numa propaganda electrónica;

38 Sinais de alerta para os pais. SINAIS E SINTOMAS A presença de sinais e sintomas, se muito intensos e combinados, devemos alertar para possibilidade de abuso sexual: – Mudança súbita de comportamento na escola, incapacidade de concentração, diminuição do rendimento escolar; – Mudança na personalidade e insegurança; – Falta de confiança num familiar adulto, ou não querer ficar sozinha ou com determinado adulto; – Isolamento de amigos, familiares ou das actividades usais;

39 – Medo a algumas pessoas e lugares; – Excesso de limpeza ou total despreocupação com a higiene; – Incontinência para a urina ou fezes ou alterações dos hábitos intestinais; – Pesadelos ou perturbações do sono; – Retorno à infância, inclusive a comportamentos típicos dos bebés; – Depressão, ansiedade, afastamento, tristeza, indiferença;

40 – Auto-mutilação; – Tentativa de suicídio; – Fuga; – Problemas de álcool e/ou drogas; – Problemas de disciplina ou actos delinquentes; – Dores, inchaços, fissuras ou irritações na pele;

41 O que os pais ou familiares devem fazer quando notarem alguns dos sintomas. – Criar um clima de confiança e abertura para com as crianças e seus problemas; – Mostrar que acreditamos. Devemos dizer e mostrar à criança que acreditamos no que está a contar, mesmo que nos pareça estar a fantasiar ou a ocultar informação, sobretudo porque, em muitos casos, a criança procura proteger o seu agressor; – Apelar a uma conversa com a criança. Procurar observar sinais e sintomas; fazer perguntas abertas; – Providenciar avaliação médica (centro de saúde/hospital).

42 Se desconfia de alguma actividade suspeita no computador, é possível saber, exactamente, como está a ser utilizado, basta usar o assistente de monitoramento, que tira fotos da tela, de momentos e momentos, para os pais poderem ver depois, sem que os usuários saibam. Pode dirigir-se a casas especialidade e comprar um software em que pode bloquear os sitas que os pais desejam, o tempo que passam na internet e os horários que podem dar uso.

43 Estes programas são uma ferramenta indicada para os pais que desconfiam e desejam proteger os seus filhos. Se conhecer algum caso idêntico, denuncie, assim pode ajudar ! Procurando as autoridades locais, as entidades sociais para que possam resolver estes assuntos.(escolas….)

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