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Aula de qualificação do Mestrado Orientador: Prof. Dr. Ary Nasi

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Apresentação em tema: "Aula de qualificação do Mestrado Orientador: Prof. Dr. Ary Nasi"— Transcrição da apresentação:

1 Aula de qualificação do Mestrado Orientador: Prof. Dr. Ary Nasi
Estudo prospectivo comparativo de duas modalidades de posicionamento do sensor de pH-metria esofágica prolongada: por manometria esofágica e pela técnica da viragem do pH Aula de qualificação do Mestrado Orientador: Prof. Dr. Ary Nasi Rita de Cássia Frare São Paulo

2 Aula de qualificação do Mestrado Orientador: Prof. Dr. Ary Nasi
Estudo prospectivo comparativo de duas modalidades de posicionamento do sensor de pH-metria esofágica prolongada: por manometria esofágica e pela técnica da viragem do pH Aula de qualificação do Mestrado Orientador: Prof. Dr. Ary Nasi Rita de Cássia Frare São Paulo

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Estudo prospectivo comparativo de duas modalidades de posicionamento do sensor de pH-metria esofágica prolongada: por manometria esofágica e pela técnica da viragem do pH Aula de qualificação do Mestrado Orientador: Prof. Dr. Ary Nasi Rita de Cássia Frare São Paulo

4 Aula de qualificação do Mestrado Orientador: Prof. Dr. Ary Nasi
Estudo prospectivo comparativo de duas modalidades de posicionamento do sensor de pH-metria esofágica prolongada: por manometria esofágica e pela técnica da viragem do pH Aula de qualificação do Mestrado Orientador: Prof. Dr. Ary Nasi Rita de Cássia Frare São Paulo

5 INTRODUÇÃO pH-metria esofágica prolongada
Introduzida prática clínica na década de 1970 Incremento no conhecimento da DRGE “padrão ouro” no diagnóstico do refluxo gastroesofágico (JOHANSSON et al., 1986; DOBHAN; CASTELL, 1993) Após cerca de 30 anos de uso clínico Método eficiente caracterização do “refluxo ácido”

6 Norma internacional INTRODUÇÃO
posiciona-se o sensor de pH-metria esofágica a 5 cm acima da borda superior do esfíncter inferior do esôfago (EIE) Método de posicionamento localização precisa do EIE por manometria esofágica Técnica alternativa Viragem do pH

7 INTRODUÇÃO Limitações da Técnica de Viragem do pH
Presença de hérnia de hiato Alteração poder de depuração do esôfago Hipocloridria gástrica Uso de anti-secretores Ressecções gástrica prévias do estômago Sensor ACIMA de 5 cm – sub-estimação Sensor ABAIXO de 5 cm – super-estimação

8 INTRODUÇÃO - LITERATURA
MANOMETRIA X VIRAGEM pH SMout (1992) Schindlbeck (1992) Kantrowitz (1969) Klauser (1990) De Meester (1985) Rokkas (1987) Marples (1987) Mattox (1990) Considerando: polêmica existente e pequeno número trabalhos prospectivos -- idealizamos o presente estudo

9 INTRODUÇÃO - OBJETIVOS
Resposta para as seguintes questões: o posicionamento do sensor distal de pH-metria pela técnica da viragem do pH é confiável ? em caso negativo, qual a margem de erro que propicia? qual é o tipo de erro mais comum que tal modalidade técnica proporciona? existe influência da posição do paciente durante a manobra da viragem do pH?

10 SERVIÇOS PARTICIPANTES
CASUÍSTICA E MÉTODOS No período de um ano foram estudados todos os pacientes encaminhados para pH-metria esofágica prolongada SERVIÇOS PARTICIPANTES Laboratório de Investigação Funcional do Esôfago (LIFE), HC-FMUSP; Setor de Motilidade Digestiva do Fleury: Centro de Medicina Diagnóstica, São Paulo, SP; Laboratório de Motilidade Digestiva da Clínica Cirúrgica do Aparelho Digestivo, São Paulo, SP; Laboratório de Motilidade Digestiva da Clínica GastroVIDA, Curitiba, PR Denominados de GI,GII,GIII e GIV, respectivamente

11 CASUÍSTICA E MÉTODOS FASES DO EXAME
Entrevista Clínica Dados demográficos – data / local / iniciais paciente / sexo / idade Queixas clínicas – pirose / regurgitação / disfagia / tosse crônica / asma brônquica / disfonia / pigarro / dor torácica / globus faríngeo Resultado de EDA Sintomas típicos – cateter 1 sensor Sintomas atípicos/extra-esofágicos – cateter 2 sensores

12 CASUÍSTICA E MÉTODOS FASES DO EXAME
Manometria Esofágica Realizada sistematicamente antes da pH-metria Avaliação: EIE / Corpo do esôfago / ESE Registrado em protocolo de estudo – altura da borda superior do EIE à narina em centímetros

13 CASUÍSTICA E MÉTODOS FASES DO EXAME
pH-metria Esofágica Prolongada e técnica de Viragem do pH Identificação do ponto de viragem do pH – 2 grupos: GI (2004) - Pacientes sentados GII (2005) - Pacientes deitados Registrado em protocolo de estudo: altura do ponto de viragem do pH à narina em centímetros Posicionamento adequado do eletrodo de pH-metria esofágica prolongada – INÍCIO EXAME

14 CASUÍSTICA E MÉTODOS ERRO ou ACERTO
Fórmula Margem de erro = posicionamento adequado do sensor distal de pH-metria (manometria) – posicionamento que seria adotado se fosse empregada a técnica da viragem do pH Diferença = 0 / Acerto (Ex: 40,0 – 40,0 = Zero) Diferença Negativa / Erro – Sensor abaixo (Ex: 40,0 – 42,0 = - 2 cm) Diferença Positiva / Erro – Sensor acima (Ex: 40,0 – 38,0 = + 2 cm)

15 CASUÍSTICA E MÉTODOS ERRO ou ACERTO
Erro Grosseiro Considerado erro grosseiro se maior ou igual a 2 cm Critérios de Exclusão Excluídos casos nos quais não se identificou acidificação intra-gástrica

16 CASUÍSTICA E MÉTODOS ANÁLISE ESTATÍSTICA
Foram utilizados: coeficiente de correlação de Pearson; teste paramétrico t de Student; não-paramétricos: Mann-Whitney e do qui-quadrado Fixou-se em 0,05 ou 5% (alfa menor ou igual a 0,05) o nível para rejeição da hipótese de nulidade

17 RESULTADOS 1035 exames realizados – 4 excluídos
Total 1031 exames de pH-metria esofágica Distribuição nos grupos de estudo GI (2004) – Pacientes sentados Pacientes GII (2005) – Pacientes deitados Pacientes

18 RESULTADOS - SERVIÇOS TABELA 1 – Distribuição dos pacientes quanto ao serviço nos quais foi realizado o estudo Serviços GRUPO I GRUPO II TOTAL % I 64 14,2 77 13,3 141 13,7 II 155 34,4 187 32,2 342 33,2 III 196 43,6 253 43,5 449 IV 35 7,8 11,0 99 9,6 450 100,0 581 1 031 p = 0,343 (Qui-Quadrado)

19 GRÁFICO 1 – Distribuição dos pacientes quanto ao serviço nos quais foi realizado o exame

20 RESULTADOS - SEXO TABELA 2 – Distribuição dos pacientes quanto ao sexo
GRUPO I GRUPO II TOTAL % Masculino 204 45,3 239 41,1 443 43,0 Feminino 246 54,7 342 58,9 588 57,0 450 100,0 581 1 031 p = 0,198 (Qui-Quadrado)

21 RESULTADOS - IDADE TABELA 3 – Distribuição dos pacientes quanto à idade Idade Média Desvio Padrão Mínimo Máximo Mediana GRUPO I 445 43,6 13,7 12,0 86,0 44,0 GRUPO II 580 44,7 13,9 84,0 TOTAL GERAL 1025 44,2 13,8 NOTA: Desvio padrão muito elevado, recomenda-se utilizar a mediana. p = 0,269 (Mann-Whitney).

22 RESULTADOS – SINTOMAS CLÍNICOS
Tabela 4 – Distribuição dos pacientes quanto às queixas clínicas predominantes Queixas clínicas predominantes Número Percentual Típicas ,7 Atípicas e/ou extra-esofágicas ,3 TOTAL ,0 P = 0,819 (Proporções)

23 RESULTADOS – ERRO/ACERTO
Tabela 5 - Distribuição dos pacientes quanto à adequação do posicionamento do sensor de pH pela técnica da viragem, nos dois grupos de estudo Resultado Grupo I Grupo II TOTAL Nº % Nº % Nº % Acerto 39 8,7 47 8,1 86 8,4 Erro , , ,6 TOTAL , , ,0 p = 0,827 (Qui-Quadrado)

24 Gráfico 2 – Distribuição dos pacientes quanto à adequação do posicionamento do sensor de pH pela técnica da viragem, nos dois grupos de estudo

25 RESULTADOS – TIPO ERRO Tabela 7 – Distribuição dos pacientes quanto ao tipo de erro (abaixo ou acima do local ideal), nos dois grupos de estudo Tipo de erro Grupo I Grupo II TOTAL Nº % Nº % Nº % Abaixo , , ,7 Acima 39 9,5 49 9,2 88 9,3 TOTAL , , ,0 p = 0,959 (Qui-Quadrado).

26 RESULTADOS – ERRO GROSSEIRO
Tabela 9 – Distribuição dos pacientes quanto ao grau de erro nos dois grupos de estudo Erro Grosseiro Grupo I Grupo II TOTAL Nº % Nº % Nº % Erro menor que 2cm , , ,8 Erro grosseiro , , ,2 TOTAL , , ,0 p

27 CONCLUSÕES O posicionamento do sensor distal de pH-metria pela técnica da viragem do pH não é confiável, proporciona erro de posicionamento em 91,6% dos casos O tipo de erro mais comum que tal modalidade técnica proporciona é o posicionamento mais distal do sensor, promovendo super-estimativa da real ocorrência de refluxo Não há influência da posição adotada pelo paciente durante a manobra da viragem do pH na eficiência do método


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