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OTORRINOLARINGOLOGIA OCUPACIONAL ORL FORENSE ORL FORENSE 03/03/ 2012 Centro de Convenções Rebouças www.forl.org.brwww.forl.org.br - 30689855 www.forl.org.br.

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1 OTORRINOLARINGOLOGIA OCUPACIONAL ORL FORENSE ORL FORENSE 03/03/ 2012 Centro de Convenções Rebouças Roda de Discussão : Protocolo dos Distúrbios da voz relacionados ao trabalho da voz relacionados ao trabalho04/02/2012ABORLCCF

2 Atualização em otorrinolaringologia e trabalho. A PAIR e as DISFONIAS. Como reparar as perdas auditivas. Mara Gândara Sérgio Garbi Médicos Otorrinolaringologistas e do Trabalho

3 ( ) Admissão... ( ) Acompanhamento ( ) Registro epidemiológico ( ) Perícia ( ) Afastamento ( ) Auxílio doença Hipótese diagnóstica: Exames relacionados: Conduta: Tempo provável de afastamento: Condições de alta: Restrições: Data do retorno ao trabalho: Necessita de controle ambulatorial: Encaminho para o Otorrino para fins de:

4 grande preocupação do empregador com o grande preocupação do empregador com o acidente de trabalho: acidente de trabalho: Absenteísmo Absenteísmo FAP SAT FAP SAT Processos trabalhistas Processos trabalhistas

5 Alterações anátomo - funcionais pré existentes Acidentes Ruído Acidentes Ruído Produtos químicosVibrações Produtos químicosVibrações Fatores individuais

6 Exostoses do conduto auditivo externo Deformidades congênitas do c.a.e. Processos virais e infecciosos do pavilhão auricular Otites externas Otites externas Furúnculos Furúnculos Otites médias crônicas supuradas Mastoidites Abcessos dentários Neoplasias Parotidites Traumatismos ( EPI ) Dermatites de contato ( EPI Plug ) Dermatites de contato ( EPI Plug ) CONTRA-INDICAÇÕES AO USO DO EPI

7 anacusia unilateral, mesmo que a orelha contralateral seja normal anacusia unilateral, mesmo que a orelha contralateral seja normal perdas auditivas sensorioneurais (freq.de 2, 1 e 0,5 kHz) causada por outros agentes etiológicos que não o ruído. perdas auditivas sensorioneurais (freq.de 2, 1 e 0,5 kHz) causada por outros agentes etiológicos que não o ruído. Alto de risco para exposição ao ruído

8 Audiometria ocupacional identificar alterações identificar alterações Gerenciamento de dados (Portaria 19) Casos estabilizados Casos alterados Casos alterados Avaliação otorrinolaringológica Avaliação otorrinolaringológica

9 Diagnóstico diferencial Outras doenças da orelha ( neurinomas, doença de Menière, fístulas labirínticas, presbiacusia,...) Outras doenças da orelha ( neurinomas, doença de Menière, fístulas labirínticas, presbiacusia,...) Doenças sistêmicas ( ósteo artrose cervicais, esclerose múltipla, diabetes, distúrbios renais e da tireóide, doenças infecto contagiosas,...) Doenças sistêmicas ( ósteo artrose cervicais, esclerose múltipla, diabetes, distúrbios renais e da tireóide, doenças infecto contagiosas,...) Ototoxicoses Ototoxicoses Antecedentes de traumatismos Antecedentes de traumatismos Simuladores Simuladores

10 Otoproteção ainda em caráter experimental: Uso concomitante de antioxidante com a exposição ao ruído pode impedir o déficit auditivo, mas a eficácia de um tratamento tardio não é conhecida. Uso concomitante de antioxidante com a exposição ao ruído pode impedir o déficit auditivo, mas a eficácia de um tratamento tardio não é conhecida. vitaminas A, C e E vitaminas A, C e E Magnésio Magnésio Glutationa Glutationa

11 Situação ? Trabalhando Controle estabilizar a PA estabilizar a PA Não é incapacitado: - tem desvantagens - tem desvantagens - prejuízo nas relações - prejuízo nas relações de trabalho e sociais de trabalho e sociais Desempregado Integrar no mercado de trabalho Definir quem é deficiente auditivo Reparar a Perda de Audição

12 DECRETO nº 5.296,2/12/2004 II- deficiência auditiva - perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas freqüências de 500HZ, 1.000HZ, 2.000Hz e 3.000Hz;

13 PAIR Raramente leva a perda auditiva profunda, pois não ultrapassa os 40 dB (NA) nas freqüências baixas e médias e os 75 dB(NA) nas freqüências altas. Perdas maiores: - superposição de fatores de risco - superposição de fatores de risco - associação de doenças - associação de doenças Adaptação de AASI

14 Situação ? Trabalhando Controle estabilizar a PA estabilizar a PA Não é incapacitado: - tem desvantagens - tem desvantagens - prejuízo nas relações - prejuízo nas relações de trabalho e sociais de trabalho e sociais Desempregado Integrar no mercado de trabalho Definir quem é deficiente auditivo Reparar a Perda de Audição

15 PIRÁMIDE TECNOLÓGICA DIGITALES BÁSICOS DIGITALES CLÁSICOS DIGITALES AVANZADOS DIGITALES INTELIGENTES ANALÓGICOS BÁSICOS Bluetooth / TC /Tel. TV wireless connectivity

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17 Siemens Aquaris: o primeiro aparelho auditivo verdadeiramente a prova d`água

18 Aquaris BTE a prova d`água, resistente a 1m de profundidade Resistente a poeira Caixa completamente vedada

19 Aquaris foi testado e aprovado pelos padrões internacionalmente reconhecidos IP57 IP – Ingress Protection 5 – resistente a poeira (8h de exposição não compromete a performance ou segurança do aparelho) 7 – a prova d`água (protegido contra submersão temporária - 30min a 1m de profundidade não danifica o aparelho)

20 Sport Clip Garante uma adaptação segura durante a prática esportiva

21 Caso clínico Médico do trabalho solicita parecer do otorrino para Candidato á vaga de forjador – cota de DA. Paciente com surdez mista bilateral, diagnosticado otosclerose e operado de uma das orelhas com sucesso, melhora dos limiares auditivos. Paciente com surdez mista unilateral, diagnosticado perfuração da membrana timpânica e operado com sucesso, fechamento do gap e melhora dos limiares auditivos. Paciente com surdez mista unilateral, diagnosticado perfuração da membrana timpânica e operado com sucesso, fechamento do gap e melhora dos limiares auditivos.

22 Orelha média Audiometria Incapacidade: temporária atividades ? Condutiva Mista

23 LEI Nº 7.853, DE 24/10 /1989 Art. 8º Constitui crime punível com reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa: II – obstar, sem justa causa, o acesso de alguém a qualquer cargo público, por motivos derivados de sua deficiência; III – negar, sem justa causa, a alguém, por motivos derivados de sua deficiência, emprego ou trabalho.

24 PORTADORES DE DEFICIÊNCIA FÍSICA O artigo 7º, inciso XXXI da Constituição Federal trouxe a proibição de qualquer ato discriminatório no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência. Obviamente, nos casos de funções intelectuais, a deficiência física não poderá ser argumento para a não contratação, caracterizando assim a discriminação. Por último, quando a deficiência física não dificulta o exercício da função, deverá ser respeitado o preceito previsto no § 1º do art. 461 da CLT, dispõe que o trabalho de igual valor será o que for feito com igual produtividade e com a mesma perfeição técnica, entre pessoas cuja diferença de tempo de serviço não for superior a dois anos.

25 DISFONIAS O que há regulamentado na Lei O que há regulamentado na Lei Mara Gândara Médica Otorrinolaringologista e do Trabalho HCFMUSP Coordenadora do COMVOZ

26 Gogó de Ouro, Nelson Gonçalves vendeu quase 80 milhões de discos apelido de apelido de "Metralha", por causa da gagueira. A Voz instrumento de trabalho em...

27 Utilizando a voz para atender as atividades laborais

28 A Voz instrumento de trabalho em... Utilizando a voz para atender as atividades laborais

29 A Voz instrumento de trabalho em...

30 A Voz instrumento de trabalho em casa, laser... Stress

31 A voz ocupacional ou relacionada ao trabalho multicausalidade e concausalidade diagnóstico diagnóstico condições de realização relacionar ambiente de trabalho e investigar o nexo causal intervenção multidisciplinar intervenção multidisciplinar rede pública /rede privada atuação multiprofissional prevenção, diagnóstico, tratamento, prevenção, capacitação e aperfeiçoamento dos trabalhadores que usam e dependem da voz

32 Diagnóstico diferencial e Diagnóstico diferencial e Risco de aparecimento ou agravamento da Síndrome Laringopatia ocupacionalSimulaçãoAdaptação DoençaEnvelhecimento Fatores agravantes. Vontade de melhorar ou piorar Qualidade vocal ResistênciaFragilidade

33 CLT CLT Título III – serviços de telefonia Disposições especiais sobre duração e condições de trabalho nos serviços de telefonia : Jornada de trabalho: 6 h contínuas / dia = 36 h /semanais Art. 227 (1943) = 36 h /semanais Art. 226 (1958-lei 3488) telefonistas de mesa/ banco (CEF) dias úteis = 30 h /semanais DECRETO-LEI N.º 5.452, de 1º de maio de 1943

34 Legislação / Brasil não consta não consta Decreto 3.048/99 ( Lista das doenças relacionadas ao trabalho) Manual de Procedimentos do Ministério da Saúde e Organização Pan-Americana do Brasil /2001 seção II- Doenças Relacionadas ao Trabalho

35 Regulamento da Previdência Social elaborado pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social DOENÇAS PROFISSIONAIS OU DO TRABALHO AGENTES PATOGÊNICOS CAUSADORES relaciona laringo traqueite com bromo, iodo, VOZ DECRETO Nº 3048 de 6 maio de 1999

36 REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL ANEXO III RELAÇÃO DAS SITUAÇÕES QUE DÃO DIREITO AO AUXÍLIO- ACIDENTE Aparelho da fonação QUADRO Nº 3 Situação: voz ??? Perturbação da palavra em grau médio ou máximo, desde que comprovada por métodos clínicos objetivos. ??

37 ANEXO II - NR-17, ANEXO II - NR-17, 30 de março de 2007 TRABALHO em TELEATENDIMENTO/TELEMARKETING estabelece parâmetros mínimos para o trabalho em atividades de teleatendimento/telemarketing... proporcionar um máximo de conforto, segurança, saúde e desempenho eficiente.

38 ANEXO II DA NR-17 TRABALHO em TELEATENDIMENTO/TELEMARKETING call center com utilização simultânea de telefone e/ou rádio e terminais de computador. A comunicação com interlocutores, clientes e usuários, é realizada à distância por intermédio da voz, com a utilização simultânea de equipamentos de audição/escuta e fala telefônica

39 ANEXO II - NR-17 - Trabalho em Teleatendimento/telemarketing Trabalho Tripartite – Representantes – ANEXO II - NR-17 - Trabalho em Teleatendimento/telemarketing Trabalho Tripartite – Representantes – 5 membros GOVERNO ANATEL Ministério do Trabalho- 2 (DRT/RS, FUNDACENTRO ) Ministério da saúde Ministério Previdência Social EMPREGADORES Confederação Nac. Comércio - CNC; Indústria - CNI; Agricultura e Pecuária Brasil - CNA; Transporte - CNT; Financeiras - CNF TRABALHADORES FS- Força Sindical CGT - Conf.Geral dos Trabalhadores SDS- Social Democracia Sindical CUT – 2 cut SP e bancários Ministério Público do Trabalho - MPT, 1 representante na condição de observador, com direito a voz.

40 4 /06/2009 Comitê Nacional Multidisciplinar de Voz Ocupacional Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial (ABORL-CCF) Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFo) Sociedade Brasileira de Laringe e Voz (SBLV) Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT) Na defesa da voz do trabalhador COMVOZ Boletim nº 1 Boletim nº 1Boletim nº 1 Boletim nº 2 Boletim nº 2 PDVRT

41 OTORRINOLARINGOLOGIA OCUPACIONAL ORL FORENSE ORL FORENSE 03/03/ 2012 Centro de Convenções Rebouças Roda de Discussão : Protocolo dos Distúrbios da voz relacionados ao trabalho da voz relacionados ao trabalho04/02/2012ABORLCCF

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