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Aprendizagem com as TIC

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Apresentação em tema: "Aprendizagem com as TIC"— Transcrição da apresentação:

1 Aprendizagem com as TIC
Universidade de Lisboa - Instituto de Educação Aprendizagem com as TIC ENSINO PRESENCIAL, B-LEARNING E E-LEARNING Docentes: Professora Doutora Guilhermina Miranda Doutora Joana Coelho Trabalho realizado por: Ana Teresa Ramirez Carlos Cavaco Fernando Miranda João Raimundo Óscar Santos

2 UMA MUDANÇA INEVITÁVEL!

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4 ENSINO PRESENCIAL António de Figueiredo (Miranda, 2009) diz que existem 3 modelos pedagógicos relevantes para a discussão. O modelo pedagógico Presencial, o modelo Combinado e o modelo A Distância. Neste caso interessa referir o modelo Presencial.

5 MODELO PEDAGÓGICO PRESENCIAL
Transmissão de conteúdos Aulas teóricas Transparências Livros, artigos, apontamentos Aplicação de conceitos Aulas teórico-práticas Aulas práticas António de Figueiredo (Miranda, 2009) diz que existem 3 modelos pedagógicos relevantes para a discussão. O modelo pedagógico Presencial, o modelo Combinado e o modelo A Distância. Neste caso interessa referir o modelo pedagógico Presencial.

6 MODELO PEDAGÓGICO PRESENCIAL
Trabalho de grupo Aulas práticas Laboratórios, projectos Avaliação Testes/Frequências/Exames Projectos Trabalhos escritos e apresentações Continuação do anterior.

7 ENSINO PRESENCIAL - Características
Algumas características do sistema educativo tradicional (Neto, 1990): Utiliza-se o termo “aluno”, “professor” e “turma”; Estudantes e professores limitados pela situação geográfica e horários, estão fisicamente presentes; Estudantes habituados a serem indivíduos passivos.

8 ENSINO PRESENCIAL - Características
Algumas características do sistema educativo tradicional (Neto, 1990): Uso quase exclusivo do papel; Os manuais de ensino quando chegam às escolas muitas vezes já estão desactualizados; Bibliotecas com recursos escassos relativamente ao nº de alunos e à informação existente sobre determinado assunto.

9 ACTORES E RESPONSABILIDADES
Ao docente cabe a responsabilidade de: Concepção de programas e conteúdos; Concepção de estratégias e actividades pedagógicas; Animação e dinamização do curso e dos alunos; Apoio pedagógico ; Avaliação. No modelo pedagógico presencial apenas existem dois actores (Miranda, 2009), que são o professor e o aluno. Já com os modelos a distância existem: o criador do curso, criador de contextos, produtor de conteúdos, moderador, avaliador e aluno. Neste diapositivo pode-se ver quais são as responsabilidades do docente.

10 ACTORES E RESPONSABILIDADES
Ao aluno cabe a responsabilidade de: Participação nas aulas; Apreensão dos conteúdos; Realização de tarefas estabelecidas, incluindo testes e exames, aplicando os conteúdos aprendidos. Neste diapositivo pode-se ver quais são as responsabilidades do aluno.

11 AMBIENTE EDUCACIONAL - TÉCNICAS
Para salientar conceitos importantes o professor aplica: Técnicas de entoação de Voz Técnicas de Expressão corporal Gestos Movimentos dos olhos Expressões da face

12 AMBIENTE EDUCACIONAL O professor e os alunos estão no mesmo espaço físico a uma hora pré-determinada para a realização de uma aula. O ensino presencial permite tirar partido da componente social da aprendizagem. O ambiente educacional pode ter por base uma abordagem instrutiva instrucionista e/ou construtivista.

13 AMBIENTE EDUCACIONAL Abordagem Instrucionista Abordagem Construtivista
Professor alunos professor aluno A abordagem Instrucionista é um paradigma que consiste em implementar no computador uma série de informações e essas informações são passadas aos alunos na forma de um tutorial, exercício-e-prática, jogo, simulação, etc. É o paradigma que transfere para o computador a tarefa de ensinar, ou reforça as actividades realizadas em sala de aula. O ensino instrucionista é meio mais utilizado ainda nas escolas. Na abordagem Construcionista, Papert denominou construcionista a abordagem pela qual o aprendiz constrói por intermédio do computador o seu próprio conhecimento, o computador passa a ser apenas um suporte, em que aluno ensina o computador por meio da exploração, interacção, investigação e descoberta, e o professor é mediador. No construcionista o aluno constrói algo do seu interesse, tornando aprendizagem mais significativa.

14 MEIOS E MATERIAIS - EVOLUÇÃO

15 MEIOS E MATERIAIS - EVOLUÇÃO

16 MEIOS E MATERIAIS - EVOLUÇÃO

17 MODELO PEDAGÓGICO PRESENCIAL Transmissão de conteúdos
Resumo Transmissão de conteúdos Aulas teóricas Transparências Livros, artigos, apontamentos Aplicação de conceitos Aulas teórico-práticas Aulas práticas Trabalho de grupo Laboratórios Projectos Avaliação Testes Trabalhos escritos e apresentações Fonte: Figueiredo, A. D. (2009). Estratégias e modelos para a educação online, p. 38. In G. L. Miranda (org.). ensino online e aprendizagem multimédia (pp ). Lisboa. Relógio d’Água Editores.

18 MODELO PRESENCIAL NA ACTUALIDADE
Actualmente o ensino presencial começa a envolver cada vez mais uma componente de trabalho a distância, suportada por ferramentas, como por exemplo, os LMS, os Blogs, as redes sociais, etc, numa perspectiva que combina o modelo presencial com o modelo a distância.

19 DO MODELO PRESENCIAL AO MODELO A DISTÂNCIA
Neste quadro pode-se observar a convergência do modelo do ensino presencial para um modelo de ensino a distância. Na opinião da autora Maria João Gomes a distinção entre as várias gerações de Ensino a Distancia está centrada nos processos de transacção educacional, nas suas dimensões ao nível da mediatização e distribuição dos conteúdos de aprendizagem, e ao nível das interacções entre professores/formadores e alunos/formandos e destes entre si. O foco não deve ser a tecnologia em si. Não existe consenso quanto ao inicio da educação a distância, mas fala-se com alguma frequência de 1840 correspondendo à criação, pelo inglês Isaac Pitman, de um sistema de ensino de taquigrafia à base de fichas e intercâmbio postal do professor com os alunos. Nesta primeira geração do “ensino por correspondência” (cf. Garrison, 1985; Nipper, 1989; Taylor 1999, 2001; Gomes, 2003, 2004) a mediatização dos conteúdos é feita através de documentos impressos e a sua distribuição é efectuada com base nos serviços de correio postal. A comunicação entre professor/aluno e aluno/aluno é muito reduzida, sendo a modalidade de comunicação de carácter assíncrono, via correio postal, o que implica um grande desfasamento temporal entre o envio da mensagem e a recepção do feedback à mesma. Numa segunda geração de Educação a Distância, surge na década de 70, foi a fase caracterizada pelo recurso intensivo às emissões radiofónicas e televisivas em emissões em directo e posteriormente em emissões gravadas. Nesta fase o recurso ao telefone torna-se uma alternativa à comunicação feita correio postal. A comunicação é feita através de um modo síncrono e com carácter transitivo já que as instituições proporcionavam tutória por parte de professores/tutores através do serviço telefónico. Em termos de suporte tecnológico começa-se a utilizar o áudio, vídeo e audiovisual. Pode considerar-se que o surgimento e expansão dos suportes digitais informáticos e das comunicações através de redes de computadores está na base do surgimento da terceira geração de EaD. Esta geração representa novos modelos de representação da informação e de construção do conhecimento por parte dos alunos/formandos. Este processo é acompanhado pelo surgimento de novos suportes digitais como os CD’s e/ou DVD’s que permitem a criação de materiais de ensino-aprendizagem com um nível de interactividade muito superior aos existentes anteriormente, nomeadamente através do correio electrónico que apresenta as vantagens de um meio de comunicação assíncrono ao não exigir a presença simultânea dos interlocutores em causa. Em 2003, a autora Maria João Gomes, propôs que se considerasse a quarta geração de EaD que designa por “aprendizagem em rede” devido ao facto desta geração estar muito associada à publicação e comunicação em rede através de serviços como os blogues, os wikis e os podcastings. A disponibilização de informação deixa de ser um apanágio exclusivo do professor/formador e da instituição de ensino/formação para poder incluir as produções dos próprios alunos/formandos, quer individuais quer colectivas. A construção colaborativa do conhecimento suportada pela possibilitada de recurso a documentos multimédia na Web constitui assim um traço característico desta 4ª geração de EaD. O surgimento de dispositivos móveis de telecomunicações (PDAs, telemóveis. Leitores de MP3 e MP4 entre outros) que progressivamente vão integrando um cada vez maior e diverso conjunto de serviços, sendo que hoje podemos ver ficheiros vídeo, ouvir emissões de rádio online ou ficheiros MP3 e MP4, beneficiar se serviços RRS, podcasting, localização geográfica, envio de ou SMS, conversação áudio em tempo real ou conversação em modo de texto, etc., em muitos PDA’s ou telemóveis de 3ª geração tem causado interesse e reflexão de professores e investigadores, que começam a perspectivar e explorar o seu potencial em contexto educativo. No domínio especifico da educação a distância pensa-se inclusive poder já falar de uma nova geração de modelos de EaD, designada de mobile-learning (m-learning). Esta mesma visão de m-learning é partilhada por Quinn (2002, referenciado em Cobos, Mendonza & Niño, 2004). A 6ªgeração surge com a disponibilização de um serviço a que a empresa Linden Reserrch Inc. chamou de “Second Life”, que nos permite criar personagens num ambiente virtual. Esses mundos virtuais começam a despertar o interesse das instituições de educação e formação. Esta poderá ser a 6ª geração de EaD Revista portuguesa de pedagogia, Ano 42-2, ano 2008,

20 DO MODELO PRESENCIAL AO MODELO A DISTÂNCIA
Este gráfico procura acentuar as diferenças entre as várias gerações de EaD considerando a dimensão da diversidade de tecnologias disponíveis para efeitos de mediatização e distribuição de conteúdos e a importância da dimensão comunicacional quer entre alunos e professores, quer entre os próprios alunos. O posicionamento da 5ª e 6ª geração de EaD em função das dimensões referidas anteriormente mostra que ainda não se tem uma visão muito clara devido à fase relativamente pouco desenvolvida das aplicações educacionais ao nível do m-learning e dos mundos virtuais do Second Life. Revista portuguesa de pedagogia, Ano 42-2, ano 2008,

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22 Conceito Segundo Naidu (2006), é um conjunto de actividades educativas realizadas individualmente ou em grupos de trabalho, on-line ou off-line, e de forma síncrona ou assíncrona através de computadores em rede e outros dispositivos electrónicos. Segundo esta definição de Naidu (2006) pode-se entender que o e-learning não tem de ser necessariamente realizado a distancia, pode ser presencial também se considerar-mos por exemplo um grupo de alunos dentro de uma sala de aula a aprenderem através de um CD ROM que observam através de um computador, embora neste trabalho se vá focar apenas a vertente a distância. O E-learning pode ser entendido portanto como uma modalidade de ensino a distância que possibilita a auto-aprendizagem, com a mediação de recursos didácticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes tecnológicos de informação, utilizados isoladamente ou combinados, e veiculado através da Internet. Existem também alguns termos que são sinónimos de E-learning, por exemplo Web training, Web education, educação a distância via Internet, aprendizagem electrónica, ensino mediado por tecnologia, ensino dirigido por computador entre outros. Diferente de uma simples disponibilização de cursos pela Internet ou videoconferência, o E-learning refere-se à criação de hábitos de aprendizagem distintos daqueles incentivados pelo ensino presencial, principalmente no que diz respeito ao autodidáctico. “Em termos concretos da aprendizagem, esta tendência manifesta-se por um deslocamento do controlo para os estudantes, em abordagens pedagógicas centradas neles e nas suas expectativas, necessidades e características. Esta perspectiva permite-lhes uma autonomia muito maior, por um lado e, por outro, dá grande destaque a uma aprendizagem activa, baseada na criação, na comunicação e na participação”. (Mota, 2009, A forte contribuição do E-learning para a mudança de paradigma educacional baseia-se na constatação de que a Internet exige uma maior assertividade por parte do aluno, que deve conduzir as suas aprendizagens. No sistema presencial é notória a passividade do aluno em relação à condução do processo ensino-aprendizagem.

23 objectivos Democratizar o acesso à educação; Reduzir custos;
Aumentar a autonomia e independência do aluno/formando; Incentivar a educação permanente; Aplicar recursos tecnológicos e de multimédia para o enriquecimento do aluno/formando. Num programa de E-learning, o mais importante, segundo Marc Rosenberg, autor do livro "E-learning: strategies for delivering knowledge in digital age”, é a qualidade dos conteúdos e o incentivo ao desenvolvimento de uma cultura de aprendizagem permanente. O custo do desenvolvimento de um programa de E-learning é significativamente maior, quando comparado ao seu similar na modalidade tradicional. Entretanto, uma vez implementado, a continuidade da difusão do conhecimento através do E-learning apresenta um custo muito menor do que no modo tradicional. O E-learning permite transmitir mais conteúdos para mais pessoas em menor tempo e com menor custo. Os programas de E-learning são mais ágeis e permitem uma aprendizagem mais rápida do que os tradicionais pelo facto do aluno poder avançar no conteúdo segundo seu próprio ritmo. Além disto, o aluno pode gerir o seu tempo, com um maior aproveitamento deste. Alguns especialistas acreditam que os programas de cursos através de E-learning são mais bem elaborados, do ponto de vista da agilidade, do que os tradicionais.

24 OBSTÁCULOS O conservadorismo e acomodação quanto aos métodos tradicionais de aprendizagem; A falta de hábito no uso das tecnologias usadas em e-learning. Por mais paradoxal que possa parecer, diversas pesquisas indicam que os dois maiores obstáculos à implementação do processo de E-learning são, em primeiro lugar, o conservadorismo e acomodação quanto aos métodos tradicionais de aprendizagem e, segundo, a falta de hábito, de conhecimento, afinidade quanto ao uso das tecnologias utilizadas no E-learning.

25 Modalidades Naidu (2006) citando Romiszowski (2004), considera:
Individualizada no seu próprio ritmo e-learning online; Individualizada no seu próprio ritmo e-learning offline; Baseada em e-learning em grupo síncrona; Baseada em e-learning em grupo de forma assíncrona. Individualizada no seu próprio ritmo e-learning online refere-se a situações em que um aluno individualmente acede aos recursos de aprendizagem, como uma base de dados on-line ou o conteúdo do curso através de uma Intranet ou Internet. Um exemplo desta situação é um aluno estudar sozinho ou realizar alguma pesquisa sobre a Internet ou uma rede local.    Individualizada no seu próprio ritmo de aprendizagem offline refere-se a situações em que um aluno individualmente usa os recursos de aprendizagem, como uma base de dados ou um conteúdo de apoio ao ensino offline-computador (ou seja, enquanto não está ligado a uma intranet ou internet). Um exemplo disso é um aluno a trabalhar sozinho acedendo apenas à informação contida num disco rígido, um CD ou DVD. Baseada em e-learning em grupo sincrónica refere-se a situações em que grupos de alunos trabalham juntos em tempo real via Intranet ou Internet. Pode incluir um ou dois sentidos de áudio e videoconferência. Exemplos disso são os alunos envolvidos num chat em tempo real ou de uma videoconferência de áudio. Baseada em e-learning em grupo assíncrona refere-se a situações em que grupos de alunos trabalham sobre uma Intranet ou Internet, onde ocorrem as interacções entre os participantes com um tempo de atraso (ou seja, não em tempo real). São exemplos deste tipo de actividade discussões on-line através de fóruns.

26 Modalidades

27 Tendências Segundo Naidu (2006):
As organizações que tradicionalmente ofereciam programas de educação apenas presenciais apostam em sistemas de e-learning, um nicho de mercado em crescimento fortemente apoiado na vertente espaço e tempo. O sector empresarial aposta no e-learning como forma de racionalizar os custos, em actividades de formação do pessoal. O e-learning começou a ser utilizado mais na área tecnológica, para o aluno/formando de softwares. Actualmente, a sua principal utilização tem sido na área de gestão. Na área empresarial a sua utilização na área comercial e atendimento ao cliente é uma das mais promissoras aplicabilidades do e-learning. Na área do ensino tradicional, as licenciaturas e mestrados são os que devem beneficiar com maior intensidade das estratégias de e-learning.

28 Sistemas de Gestão de Aprendizagem (LMS) Online
Segundo Naidu (2006) são um conjunto de ferramentas de software que permitem a gestão e facilitação de uma gama de aprendizagem e actividades de ensino e serviços. Características da maioria dos LMSs Capacidade de fornecimento de conteúdos curso; Gestão de operações de aula on-line; Rastreamento e relatórios de progresso de aluno; Avaliação dos resultados da aprendizagem; Relato de realização e de execução de ganhar tarefas; Gestão de registos de estudantes. Segundo Naidu (2006) os sistemas de gestão de aprendizagem são um conjunto de ferramentas de software que permitem a gestão e facilitação de uma gama de aprendizagem e actividades de ensino e serviços. Tem como principais características a capacidade de fornecimento de conteúdos curso, gestão de operações de aula on-line, rastreamento e relatórios de progresso de aluno, avaliação dos resultados da aprendizagem, relato de realização e de execução de ganhar tarefas e gestão de registos de estudantes Muitas críticas têm sido feitas ao e-learning quanto à ausência do contacto humano directo e as deficiências geradas por tal facto. Defensores do e-learning argumentam, entanto, que a aprendizagem baseada em tecnologia compensa a falta do contacto humano directo com a criação de comunidades virtuais que interagem através de chats, fóruns, s, etc., enriquecendo o processo relacional com pessoas com o mesmo interesse, mas com diferentes visões e localizadas em distintas regiões ou países.

29 Sistemas de Gestão de Aprendizagem (LMS) Online
Exemplos Blackboard, WebCT, FirstClass, Moodle e Lotus Learning Space. Diversas relações estão presentes nos programas de EaD (Educação a distância) e com elas todas as dificuldades oriundas do processo interactivo. As principais formas de interacção são entre formador/aluno, aluno/material didáctico, aluno/aluno e aluno/comunidade de especialistas. São os Sistema de Gestão de Aprendizagem que permitem que essa interacção aconteça. São exemplo de LMS: Blackboard, WebCT, FirstClass, Moodle e Lotus Learning Space. Considerando-se que o processo de e-learning se dá entre humanos, a interactividade, que deve ser considerada através das mediações pedagógicas, passa a exercer um papel crítico na aprendizagem efectiva.

30 Desenvolvimento de Modelos de Cursos de Aprendizagem Online
Instrumentos de Apoio aos Formandos: • Possibilidades de interactividade; • Comunicação on-line entre estudantes (síncrona e assíncrona); • Comunicação on-line Aluno - Instituição (síncrona e assíncrona); • Recursos, Biblioteca, Consultas; • Feedback sobre os Trabalhos. Os cursos realizados através de e-learning não podem ser meras adaptações dos conteúdos facultados em cursos presenciais. Textos muito longos devem ser transformados em diversas unidades mais pequenas de conteúdo e as formas com que estas unidades serão apresentadas deverão ser individualizadas a ponto de atender aos diferentes estilos de aprendizagem, geralmente utilizando interfaces interactivas mais eficazes. O feedback dos alunos é um importante instrumento para auxiliar na formatação dos demais cursos.

31 Desenvolvimento de Modelos de Cursos de Aprendizagem OnliNE
Mecanismos disponibilizados aos Docentes • Concepção e desenvolvimento de cursos; • Estrutura e flexibilidade pedagógica; • Monitorização da actividade de aprendizagem; • Ferramentas de gestão de grupos; • Questionários, Avaliação e Trabalhos; • Suporte para Gráficos, Áudio e Vídeo, Animações; • Facilidade de utilização. Para Naidu (2006) um modelo integrado estará mais próximo de um curso completo online de aprendizagem, uma vez que: Inclui um sistema integrado de gestão de aprendizagem; Disponibiliza grande parte da matéria em formato electrónico; Prevê a conferência por computador; Promove o trabalho em pequeno grupo; Baseia-se em actividades de aprendizagem colaborativa online; Prevê a avaliação online dos resultados de aprendizagem.

32 VANTAGENS do E-learning
• Inovação em processos de formação; • Redução e racionalização dos recursos; • Flexibilidade de ensino e aprendizagem; • Auto-formação; • Flexibilidade temporal; • Formação para activos; • Interactividade fácil; • Distribuição rápida dos conteúdos; • Acessibilidade da valorização pessoal ou profissional; • Ritmo personalizado;

33 VANTAGENS do E-learning
• Personalização dos conteúdos transmitidos; • Disponibilidade permanente dos conteúdos de aprendizagem; • Custos menores quando comparados à aprendizagem tradicional; • Redução do tempo necessário para o formando; • Possibilidade de aprendizagem para um grande número de pessoas ao mesmo tempo; • Diversificação da oferta de cursos.

34 DESVANTAGENS do E-learning
• Ausência de relação humana formador/formandos; • Conteúdos mais generalistas; • Contingência tecnológica - largura de banda e terminais; • Exige alguns conhecimentos tecnológicos; • Reduzida confiança neste tipo de estratégias educativas; • Custos elevados dos cursos e do material; • Pressupõe a utilização de um computador ligado à corrente; • Pouco à vontade com as novas tecnologias por parte significativa da população; • Necessidade de maior esforço para motivação dos alunos; • Exigência de maior disciplina e auto-organização por parte do aluno;

35 DESVANTAGENS do E-learning
• A criação e o preparo do curso on-line é geralmente mais demorada do que a da aprendizagem; • Não gera a possibilidade da existência de vínculos relacionais, que apenas o processo de interacção presencial permite; • O custo de implementação da estrutura para o desenvolvimento programa de E-learning é alto; • Dificuldades técnicas relativas à Internet e à velocidade de transmissão de imagens e vídeos; • Limitações no desenvolvimento da socialização do aluno; • Limitações em alcançar objectivos e na área afectiva pelo empobrecimento da troca directa de experiência entre professor e aluno.

36 MODELO PEDAGÓGICO PRESENCIAL A DISTÂNCIA
Transmissão de conteúdos Aulas teóricas Conteúdos escritos Transparências Conteúdos multimédia Livros, artigos, apontamentos Livros, artigos Aplicação de conceitos Aulas teórico-práticas Trabalho autónomo Aulas práticas Trabalho cooperativo Trabalho grupo Laboratórios Projectos Avaliação Testes Testes objectivos Simulações Trabalhos escritos e apresentações Trabalhos escritos Portefólios Os conteúdos, o seu formato, localização ou tipo de suporte são a principal diferença entre o ensino tradicional e o e-learning. Neste novo paradigma, os conteúdos deixam de estar “no professor”, na “sua pasta” ou nos suportes que utiliza para passarem a estar num suporte que os torne acessíveis aos alunos “24 horas por dia, 7 dias por semana”. No E-learning, os conteúdos estão na Internet, gravados em CD-ROM, ou numa combinação Internet-CD. Fonte: Figueiredo, A. D. (2009). Estratégias e modelos para a educação online, p. 38, 41. In G. L. Miranda (org.). ensino online e aprendizagem multimédia (pp ). Lisboa. Relógio d’Água Editores.

37 B-LEARNING É um processo de aprendizagem que combina práticas e métodos do ensino/aprendizagem presencial e a distância.

38 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
É centrado no aluno Permite percursos de aprendizagem diferenciados Promove a auto-aprendizagem e a auto-regulação da aprendizagem Desenvolve aprendizagem em ambiente tecnológico evoluído Promove diferentes tipos de interacção Potencia o desenvolvimento de diferentes modelos de aprendizagem

39 MODALIDADES DO B-LEARNING
SÍNCRONO ASSÍNCRONO MISTO AULA PRESENCIAL + VÍDEO, CONFERÊNCIA, CHAT, QUADRO PARTILHADO,… AULA PRESENCIAL + FÓRUNS, CORREIO,… AULA PRESENCIAL + VÍDEO, CONFERÊNCIA, CHAT, QUADRO PARTILHADO FÓRUNS, CORREIO,…

40 Porquê o b-learning? Porque maximiza as potencialidades do ensino presencial e a distância, permitindo tirar partido, nas sessões presenciais, da componente social da aprendizagem. Porque tira partido do interesse que a tecnologia desperta nos alunos. Porque potencia atingir níveis mais profundos de aprendizagem.

41 OBJECTIVOS EDUCATIVOS
Taxonomia de bloom

42 ABORDAGENS INSTRUTIVAS
Que teoria devo ter por base na elaboração de um curso/actividade pedagógica? Instrucionismo Construtivismo Aprender a aprender Na aprendizagem introdutória Na aprendizagem avançada especializada

43 MODELO PEDAGÓGICO COMBINADO Transmissão de conteúdos
Conteúdos escritos Conteúdos multimédia Livros, artigos Sessões presenciais Aplicação de conceitos Trabalho autónomo Trabalho cooperativo Trabalho de grupo Avaliação Testes objectivos simulações Trabalhos escritos Projectos Portefólios Apresentações Fonte: Figueiredo, A. D. (2009). Estratégias e modelos para a educação online, p. 40. In G. L. Miranda (org.). ensino online e aprendizagem multimédia (pp ). Lisboa. Relógio d’Água Editores.

44 CONCEPÇÃO DA ACTIVIDADE
PLANEAR UMA ACTIVIDADE PEDAGÓGICA ONLINE CONCEPÇÃO DA ACTIVIDADE Professor FORMULAÇÃO DE OBJECTIVOS DEFINIÇÃO DE TEORIAS DE APRENDIZAGEM DESENHO DE ESTRATÉGIAS DIDÁCTICAS (Interacção, síncrona ou assíncrona, …)

45 OPERACIONALIZAÇÃO DA ACTIVIDADE
PLANEAR UMA ACTIVIDADE PEDAGÓGICA ONLINE OBJECTIVOS – em função das realizações esperadas e não dos conteúdos OPERACIONALIZAÇÃO DA ACTIVIDADE Aluno DISPONIBILIZAÇÃO DE TODOS OS RECURSOS (Incluindo exemplos de trabalhos realizados por outros alunos) TAREFAS A REALIZAR E CALENDARIZAÇÃO PLANO DE AVALIAÇÃO

46 UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS – TEMPO GASTO NA APRENDIZAGEM
Tempo gasto na aprendizagem online online e-learning b-learning presencial Fonte: Heinze, A. &  Procter, C. (2004). Reflections on the use of blended learning. , p. 1. Retirado em 4 de Outubro de 2010 de https://

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48 QUE ESCOLA QUEREMOS ?!

49 Actualmente utiliza-se o regime de b-learning ou e-learning essencialmente em educação/formação de adultos. Será viável no ensino básico e secundário?

50 BIBLIOGRAFIA Coutinho, C. & Junior, J. (2006). A complexidade e os modos de aprender na sociedade do conhecimento. In COLÓQUIO DA SECÇÃO PORTUGUESA DA ASSOCIATION FRANCOPHONE INTERNATIONALE DE RECHERCHE SCIENTIFIQUE EN EDUCATION, 14, Lisboa, Portugal, 2006 – “Para um balanço da investigação em educação de 1960 a 2005 : teorias e práticas : actas do Colóquio da AFIRSE”. [Lisboa : Universidade de Lisboa, 2006]. Retirado em 4 de Outubro de 2010 de https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/6501/1/Afirse%202007%20Final.pdf Ferreira, M. & Silva, B. (2009). Docência online: uma tessitura pedagógica/comunicacional. In SILVA, B. [et. al.], org. – “Congresso Internacional Galego-Português de Psicopedagogia : actas do Congresso, 10, Braga, Portugal, 2009”. Braga : CIEd - Universidade do Minho. ISBN p Retirado em 4 de Outubro de 2010 de https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/9970/1/DOC%C3%8ANCIA%20ONLINE%20-%20UMA%20TESSITURA%20PEDAG%C3%93GICACOMUNICACIONAL.pdf Gomes, M. (2005). Desafios de e-learning: Do conceito às práticas. In SILVA, Bento D. ; ALMEIDA, Leandro S., coord. – “Actas do Congresso Galaico-Português de Psicopedagogia, 8, Braga, Portugal, 2005” [CD-ROM]. Braga : Centro de Investigação em Educação do Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho, ISBN p Retirado em 4 de Outubro de 2010 de https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/3339/1/Educa%C3%A7%C3%A3o-online.pdf

51 Gomes, M. (2008). Reflexões sobre a adopção institucional do e-learning : novos desafios, novas oportunidades. “e-Curriculum” [Em linha]. 3:2 (2008). [Consult. 30 Jan. 2009]. Disponível em: ISSN Retirado em 4 de Outubro de 2010 de https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8678/1/gomesmj_08.pdf Heinze, A. &  Procter, C. (2004). Reflections on the use of blended learning. Retirado em 4 de Outubro de 2010 de https:// Mota, J. (2009). Da Web 2.0 ao e-Learning 2.0: aprender na rede. Dissertação de Mestrado, Versão Online, Universidade Aberta. Retirado em 6 de Outubro de 2010 de Miranda, G. (2009). Ensino online e aprendizagem multimédia. Lisboa: Relógio d’água. Naidu, S. (2006). E-Learning, A Guidebook of Principles, Procedures and Practices. Melbourne: Commonwealth Educational Media Center for Asia (CEMCA). Retirado em 4 de Outubro de NSWDET Country Areas Program Regional Consultants in conjunction with the NSWDET Rural and Distance Education Unit.(2010). Blended learning “any time, any how, many ways”. New South Wales Department of Education and Training – Australia. Retirado em 5 de Outubro de 2010 de Torrão, S. & Tiirmaa-Oras, S. (2007). Blended learning: research reports & examples of best practices. Coordinated by University of Tartu, Estonia. Retirado em 5 de Outubro de 2010 de


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