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Jo 4, 4 – 45 Toda Igreja baseada na palavra de Jesus Cristo acolhe a cada um e os exorta a exercer os seus direitos e deveres de cristãos. Como batizados.

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2 Jo 4, 4 – 45

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4 Toda Igreja baseada na palavra de Jesus Cristo acolhe a cada um e os exorta a exercer os seus direitos e deveres de cristãos. Como batizados e como filhos dessa mãe que quer amar e educar seus filhos para que se sintam parte de toda Igreja.

5 *De acordo com Guia de Orientação para os Casos Especiais - CNPF

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7 Fenômeno presente em todas as camadas sociais; Fenômeno presente em todas as camadas sociais; Sendo assim, representa uma grande preocupação, seja no âmbito paroquial ou no diocesano. Sendo assim, representa uma grande preocupação, seja no âmbito paroquial ou no diocesano.

8 Dar atenção aos casais recasados, especialmente os que estão em 2ª união. Dar atenção aos casais recasados, especialmente os que estão em 2ª união. Desenvolver essa atividade evangelizadora e NÃO lhe cabe transferi-la a outras pastorais ou movimentos. Desenvolver essa atividade evangelizadora e NÃO lhe cabe transferi-la a outras pastorais ou movimentos.

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10 Este setor precisa de empenho e envolvimento dos casais que se encontram numa primeira união, bem constituídos, para atuar com solidariedade e promover a integração dos casais de 2º união.

11 EVITAR TUDO QUE PAREÇAEXCLUSÃO OU DISCRIMINAÇÃO.

12 O trabalho da Igreja junto aos divorciados e recasados, em todos os níveis: Nacional; Regional Diocesano, tem como objetivo: Acolher e evangelizar os casais de 2ª união, a fim de que eles não se sintam separados da Igreja. É necessário dar-lhes condições de refletirem sobre a sua situação e sobre o amor misericordiosos de Deus, para integrá-los na comunidade paroquial, onde, como batizados, podem crescer na fé e no amor e devem participar da vida e da missão da Igreja.

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14 1.. Encontros de reflexão, com o objetivo de acolher os casais de 2ª união que se consideram excluídos e marginalizados do seio da Igreja, levando-lhes o Evangelho de Jesus Cristo e o Magistério da Igreja; Apresentando-lhes nosso Deus, que é Amor, cheio de misericórdia, que ama tanto o justo como o pecador e que está sempre pronto a perdoar. Refletir com os casais sobre a situação em que se encontram nessa segunda união, sobre o amor pleno de Deus e o acolhimento de Jesus, que vai ao encontro da ovelha perdida; Sobre o sentido da vida, o perdão, a beleza da vida de oração, e o exercício da comunhão espiritual.

15 2.Reuniões do Grupo dos Casais em 2ª união – com a finalidade de fundamentar a espiritualidade desses casais mediante o estudo e aprofundamento da doutrina católica, evangelizando-se para se tornarem evangelizadores pelo testemunho. 3.Reencontros, que são reuniões periódicas, mensais ou bimestrais, realizadas na paróquia, com todos os casais em 2ª união que vivenciaram o encontro inicial, com objetivo de despertar o casal para se envolver com a vida e missão da Igreja.

16 4.Cursos de Formação e os Retiros Espirituais, têm a finalidade de aprofundar o conhecimento sobre a missão do cristão; -mediante uma reflexão sobre o que é ser Igreja hoje, sobre a coerência entre fé e vida, entre o ser e o agir. -Objetivam, também, criar ambiente de comunhão e participação, formando agentes para atuar nas atividades da Pastoral Familiar para casais em 2º união ou outras atividades pastorais da paroquia.

17 1.Esclarecer que o trabalho com casais em 2° união não é um movimento, nem uma pastoral à parte ou isolada. Constitui um serviço da Pastoral Familiar, desenvolvido pelo Setor Casos Especiais; é, portanto, um trabalho da Pastoral Familiar e nela está inserido.

18 2.Apresentar a solicitação do Papa João Paulo II à Igreja, contida no número 84 da Familiaris Condortio: Ajudar, com muita caridade, os divorciados recasados, para que eles não se considerem separados da Igreja, devendo, por serem batizados: participar do Sacrifício da Missa; perseverar na oração, incrementar; Incrementar as obras de caridade e iniciativas em favor da justiça; Educar os filhos na fé cristã, cultivar o espírito e as obras de penitências, para assim implorarem, dia-a-dia, a graça de Deus.

19 4.Enforcar o amor misericordioso de Deus. 3.Mostrar a realidade do mundo de hoje em relação ao sentido da vida. O verdadeiro sentido da vida é Jesus Cristo, pois Ele é o caminho, a Verdade e a Vida.

20 6.Apresentar Jesus como único mediador entre Deus e os homens, como revelador do amor e da misericórdia do Pai. 5.Falar sobre a importância do Perdão o de perdoar-se a si mesmo. 7.Falar sobre a Pessoa de Jesus e seu amor misericordioso.

21 8.Apresentar Maria, Mãe de Misericórdia e da Misericórdia.

22 9.Apresentar aos casais em 2º união somente a Verdade, pois a verdade os liberta, conforme nos diz o Evangelho (Jo 8,32). Deve-se falar a verdade sobre a mensagem evangélica, sobre o que Cristo disse a respeito: do matrimônio e o que o Magistério da Igreja ensina sobre ela; Expressar a fé da Igreja no sacramento do Matrimonio e sua indissolubilidade, sinal da aliança entre Cristo e sua Igreja. Mostrar que a Igreja sofre diante dos fracasso dos matrimônios e, sobretudo, diante das suas consequëncias para os filhos.

23 10.Falar claramente por que os casais em 2º união NÃO podem receber a Comunhão Eucarística. Com caridade, misericórdia e amor deve-se falar a verdade às claras; Mostrar o valor da oração, meditação da palavras, à Comunhão Espiritual e sobretudo, à caridade.

24 11.Esclarecer esse fiéis, para que não considerem sua participação na vida da Igreja reduzida à recepção da Eucaristia. Familiaris Consortio, nº 84: A Igreja, contudo, reafirma a sua práxis, fundada na Sagrada Escritura, de não admitir à comunhão eucarística os divorciados que contraíram nova união – Papa João Paulo II ( );

25 Existem testemunhos louváveis, heroicos e meritórios de casais em 2º União, que por amor a Jesus sobre todas as coisas, vivem em plena continência para poderem receber a Sagrada Eucaristia

26 12.Apresenta a comunhão Espiritual, sua importância, seu verdadeiro sentido e como se faz essa comunhão. Visita ao santíssimo Sacramento, A adoração do santíssimo e a própria comunhão Espiritual. Mostra que devem confiar fielmente no amor misericordioso de Jesus, porque ele nos ama, só ele poderá nos perdoar e só ele poderá nos salvar.

27 13.É necessário, também, apresentar aos casais a solicitude da Igreja, por meio dos tribunais eclesiásticos, em analisar a situação dos casais em 2º união, para estudar a possibilidade de não ter existido matrimonio, quando dá primeira união.

28 14.Motivar os casais para a perseverança na fé, na mensagem do Evangelho de Jesus Cristo, na doutrina da Igreja, na oração, na palavra de Deus, na participação da Missa e exercício da comunhão Espiritual frequente. 15.Valor do casamento civil, pois uma união estável se confirma pela união civil, que tem sua importância, uma vez que valoriza de uma certa maneira a 2º união. A educação dos filhos, a capacidade de realizar atos válidos perante a sociedade. O casamento civil não pode se igualar ao adultério, isso não significa que não possa ser valorizado na sua dignidade humana. A instituição civil do amor entre um homem e uma mulher é autêntico valor humano e poderia se converter numa passagem positiva no crescimentos do amor do casal. Por isso merece respeito e consideração, mesmo quando os contraentes não afirmam pela a fé a dimensão transcendente de sua vida e de seu amor.

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30 Visto que a família é o valor mais querido por nossos povos, cremos que se deve assumir a preocupação por ela como um dos eixos transversais de toda ação evangelizadora da Igreja. Em toda diocese se requer uma pastoral familiar intensa e vigorosa para proclamar o evangelho da família, promover a cultura da vida e trabalhar para que os direitos das famílias sejam reconhecidos e respeitados. DA nº 435


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