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A UTOCOMPREENSÃO, E MPATIA E C APACIDADE DE S ERVIR Adinaldo Valaszek Camila Almeida Martins João Hugo Martins Trovão Paulo Roberto Campos Alcover Junior.

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1 A UTOCOMPREENSÃO, E MPATIA E C APACIDADE DE S ERVIR Adinaldo Valaszek Camila Almeida Martins João Hugo Martins Trovão Paulo Roberto Campos Alcover Junior Rafael Luis Mick

2 AUTOCOMPREENSÃO Peter Drucker (1999), uma das mais proeminentes autoridades mundiais em gestão e liderança, sustenta que na atual economia, tendo em vista as muitas opções com que nos deparamos com relação as nossas vidas profissionais, todos precisamos nos auto gerenciar, para tanto, acredita, devemos ter consciência de nossas virtudes e valores e como alcançar nosso melhor desempenho.

3 AUTOCOMPREENSÃO Goleman (2000) expõe três dimensões da auto consciência: Conciência emocional: reconhecimento de nossas emoções e do modo como estas afetam a nós mesmos e aos demais. Auto-avaliação: requer o conhecimento de nossas virtudes e limites, bem como a receptividade a opiniões que possam nos ajudar em nosso desenvolvimento. Autoconfiança: refere-se a conciência de nosso próprio valor e possibilidades. Defender aquilo em que acredita.

4 AUTOCOMPREENSÃO Um dos principais fatores a influenciar nosso comportamento é a nossa personalidade. Costuma-se descrever a personalidade de um indivíduo em termos do conjunto de atributos psicológicos e comportamentais, mais ou menos perenes que o distingue dos demais.

5 EMPATIA Segundo o Dicionário Aurélio, a definição de empatia é: "Uma resposta afetiva vicária a outras pessoas, ou seja, uma resposta afetiva positiva à situação de outra pessoa e não à própria situação".

6 Na psicologia e nas neurociências contemporâneas a empatia é uma "espécie de inteligência emocional e pode ser dividida em dois tipos: a cognitiva - relacionada à capacidade de compreender a perspectiva psicológica das outras pessoas; e a afetiva - relacionada à habilidade de experimentar reações emocionais por meio da observação da experiência alheia.

7 C OMO FAZER PARA COMPREENDER OS OUTROS ? Concentrarmos não nos outros, mas em nós mesmos. Colocar-se no lugar do outro: vivenciar a forma como sente outro indivíduo Sentir a dor ou o prazer do outro como ele o sente e perceber suas causas como ele a percebe: capacidade de experimentar os sentimentos alheios. Habilidade para entender as necessidades, os sentimentos e os problemas dos outros, pondo-se no lugar deles.

8 A empatia implica colocarmo-nos de fato no lugar do outro e procurar honestamente enxergar o mundo de seu ponto de vista

9 C INCO REGRAS PARA A PRÁTICA DA EMPATIA 1. Antes de mais nada, é preciso realizar um auto-exame. Se você não quiser verdadeiramente compreender o outro, se for insincero, a empatia não vai funcionar

10 2. A comunicação envolve mais do que palavras. Procure ser sensível aos casos em que os pensamentos e sentimentos expressos não são congruentes. É preciso ler tantos os indícios não-verbais quanto os verbais

11 3. Não se precipite diante de descrições imprecisas dos fatos: atente para os sentimentos ocultos no subtexto antes de apressar-se em corrigir os fatos

12 4. Permita que a pessoa fale a verdade emocional, que talvez inclua sentimentos negativos a seu respeito. Esteja pronto a explorar abertamente esse feedback negativo. 5. Utilize a escuta reflexiva

13 Pequenas atitudes

14 Aplicação na empresa

15 C APACIDADE DE SERVIR Em papéis de liderança, o de servir siginifica identificar e satisfazer necessidades legitimas. Nesse processo de satisfazer necessidades será preciso freqüentemente fazer sacrifício por aqueles que são servidos. Deve-se estar sempre atento ao cuidado de não satisfazer as vontades das pessoas, mas sim as necessidades.

16 C APACIDADE DE SERVIR A liderança que se exerce ao longo de um período de tempo deve ser construída com base na autoridade. Autoridade essa que se constrói baseada no serviço e sacrifício do líder com relação aos subordinados. Desse modo as ordens feitas pelo líder serão obedecidas de bom grado pelos comandados.

17 Servir exige muito empenho, pois as intenções pouco significam se não forem acompanhadas das ações. Capacidade de servir

18 A UTOCOMPREENSÃO, E MPATIA E C APACIDADE DE S ERVIR Estudo de Caso: Z ILDA A RNS N EUMANN Fundadora e Coordenadora Internacional da Pastoral da Criança

19 Z ILDA A RNS N EUMANN

20 Z ILDA A RNS N EUMANN FORMAÇÃO Curso Universitário 1953 – 1959Curso de Medicina Universidade Federal do Paraná, Curitiba-PR, Brasil Cursos de Especialização 1977 – Curso de Especialização em Educação em Saúde Materno Infantil Faculdade de Saúde Pública – USP, São Paulo-SP, Brasil 1977 – Curso de Especialização em Saúde Pública para Graduados em Medicina Faculdade de Saúde Pública – USP, São Paulo-SP, Brasil 1972 – Curso de Especialização em Pediatria Social Universidade de Antióquia, Medelin, Colombia – Curso de Especialização em Pediatria Sociedade Brasileira de Pediatria, Rio de Janeiro-RJ, Brasil 1961 – Curso de Especialização em Educação Física. Curitiba-PR, Brasil.

21 ATIVIDADES PROFISSIONAIS Fundadora e Coordenadora Nacional da Pastoral da Criança Foi convidada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, com o apoio do Unicef, a trabalhar com a Igreja em um programa pela sobrevivência infantil. Planejou o trabalho junto com Dom Geraldo Majella Agnelo, Arcebispo de Londrina. As atividades seriam desempenhadas por líderes comunitários junto às famílias carentes, através de uma metodologia em que as mulheres são agentes de transformação da sua família e da comunidade. Operacionalizou esse trabalho com base na Mística Cristã e na partilha de conhecimentos científicos sobre Ações Básicas de Saúde, Nutrição e Educação, para que fosse concretizado por líderes comunitários junto às famílias vizinhas. O trabalho foi chamado Pastoral da Criança. O que o destacou desde o início foi a mística cristã, o treinamento dos agentes selecionados na própria comunidade, o sistema de informação, acompanhamento, animação, troca de experiências e avaliação contínuas. Com 20 anos de fundação, a Pastoral da Criança está implantada em todo o território brasileiro, nos 27 Estados. São municípios, 286 Dioceses, Paróquias, comunidades e líderes voluntários capacitados, acompanhando crianças menores de seis anos de idade, gestantes e beneficiando famílias (dados do ano de 2002).

22 ATIVIDADES PROFISSIONAIS Coordenadora da Pastoral da Criança Internacional desde 2006 A Pastoral da Criança firmou um Consórcio com a entidade camiliana Salute e Sviluppo, com sede na Itália, para desenvolver a Pastoral da Criança Internacional (PCI). Em 2008, foi fundada a Pastoral da Criança Internacional, com sede no Uruguai. Coordenadora Nacional da Pastoral da Pessoa Idosa desde 2004 Conselheira Conselho Nacional de Saúde Coordenadora da Comissão Intersetorial de Saúde do Índio, do Conselho Nacional de Saúde Membro do Conselho Curador e Fiscal da Fundação Roberto Marinho desde 2001 Membro del Equipo de Reflexión de Pastoral de la Infancia del Departamento de Justicia y Solidaridad del Consejo Episcopal Latinoamericano – CELAM desde 2008

23 ATIVIDADES PROFISSIONAIS Conselheira do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social – CDES desde 2003 Conselheira no Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – CONSEA Membro da Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde desde 2006 Conselheira no Conselho de Administração da Bolsa de Valores Sociais desde 2003 Eleita Membro Suplente do Conselho da República 2001 Conselheira no Conselho da Comunidade Solidária Membro da Equipe da Coordenação da 9ª, 10ª,11ª Conferência Nacional de Saúde 1992, 1996 e 2000 Coordenadora da VIII e IX Plenárias Nacionais de Conselheiros de Saúde do Brasil 1999 e 2000 Membro do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente-CONANDA

24 ATIVIDADES PROFISSIONAIS Coordenadora Materno-Infantil do Ministério da Saúde Co-fundadora do Comitê de Mortalidade Infantil do Ministério da Saúde 1994 Diretora do Departamento de Saúde Materno-Infantil e Coordenadora Inter-secretarial do Programa de Saúde Escolar do Departamento de Saúde Pública do Estado do Paraná Coordenadora da Campanha de Vacinação Sabin 1980 Coordenadora do Ano Internacional da Criança do Estado do Paraná 1979 Diretora da Divisão de Proteção Social do Departamento Estadual da Criança - Secretaria de Saúde Pública Diretora Técnica da A.P.M.I Saza Lattes Médica Pediatra do Hospital de Crianças Cezar Pernetta

25 I NFORMAÇÕES G ERAIS PARTICIPAÇOES EM EVENTOS 30 Internacionais 80 Nacionais MENÇÕES ESPECIAIS 11 Internacionais 103 Nacionais TÍTULOS DE CIDADÃ HONORÁRIA 11 Estados 37 Cidades 19 PRÊMIOS CONCEDIDOS À PASTORAL DA CRIANÇA Diversas vezes indicada Oficial do Governo Brasileiro ao Prêmio Nobel da Paz.

26 B IOGRAFIA DE Z ILDA A RNS Zilda Arns nasceu no dia 25 de agosto de 1934 em Forquilhinha, Santa Catarina. Filha de descendentes da alemães. Irmã de Dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo. Casou-se com 21 anos, teve seis filhos. Ficou viúva em Estudou medicina na Universidade Federal do Paraná e especializou-se em pediatria, saúde pública e sanitarismo. Zilda Arns começa sua vida profissional no Hospital Pediátrico em Curitiba. Em 1983, por sugestão de dom Paulo, Zilda e Dom Geraldo Majella, arcebispo de Salvador, formularam um plano para diminuir a mortalidade infantil com o uso do soro caseiro, estava criada a Pastoral da Criança. As comunidades católicas treinavam voluntários para ensinar mães pobres a usar o soro e evitar que seus filhos morressem de diarreia e desidratação. A cidade escolhida para início dos trabalhos foi Florestópolis, no Paraná, local em que a mortalidade infantil era muito alta. Logo a mortalidade que era de 127 óbitos para cada mil crianças, baixou para 28 óbitos.

27 B IOGRAFIA DE Z ILDA A RNS O índice de mortalidade infantil no Brasil andava pelos 82,8 mortos por nascidos vivos, em Em 2010 está em 23,3 por Nas áreas com atuação direta da Pastoral da Criança – são comunidades pobres, espalhadas por municípios brasileiros – está em 13 por O que mais espanta, na obra de Zilda, é o contraste entre a eficácia dos resultados e a simplicidade dos métodos. Nada de grandiosos aparatos, nada de invencionices. O soro caseiro feito de água, açúcar e sal foi o grande segredo no combate à desidratação, por muito tempo a maior causa de mortalidade infantil no Brasil. A multimistura feita de casca de ovo, arroz, milho, semente de abóbora e outros ingredientes singelos foi, e continua sendo, a arma contra a desnutrição. A multiplicação da boa vontade. A ordem era ensinar e fazer com que os que aprendiam passassem também a ensinar. A Pastoral da Criança conta hoje voluntários.

28 B IOGRAFIA DE Z ILDA A RNS O trabalho da Pastoral da Criança, recebeu uma indicação ao Prêmio Nobel por salvar crianças utilizando medidas simples, como a aplicação do soro caseiro (duas colheres de sopa de açúcar e uma de sal dissolvidas em 1 litros de água potável). Como muito bem escreveu Roberto Pompeu de Toledo em sua coluna na Revista Veja (Edição 2148 de 20/01/2010, p.130): "Se o Brasil teve uma redução significativa nos níveis de mortalidade e desnutrição infantil, nas últimas décadas, isso se deve em primeiro lugar à Pastoral da Criança, criada e administrada por ela, com apoio da Igreja Católica, e aos exemplos que semeou.

29 B IOGRAFIA DE Z ILDA A RNS Assim como Madre Teresa de Calcutá, a Dra. Zilda Arns era um grande defensora da vida, e totalmente contraria ao aborto. Ela dizia: Não basta a gente ser a favor da vida. A gente tem que proteger a vida. A Dra. Zilda sempre alertava para dados falsos sobre o número de abortos realizados no Brasil que os abortistas usavam para tentar justificar a implantação do aborto e que atribuíam à OMS (Organização Mundial de Saúde). Em fax à Dra. Zilda Arns, a própria OMS esclarece que *nunca* realizou pesquisas sobe o assunto no Brasil.

30 B IOGRAFIA DE Z ILDA A RNS Abortar não é direito. Abortar é violar o direito à vida de outrem! Segunda a Dra. Zilda, a mortalidade materna decorrente de abortos mal feitos não é motivo suficiente para legalizá-lo: A própria Organização Mundial da Saúde [OMS] propaga que a mortalidade materna só diminui no país se houver um bom pré-natal, um bom parto, com pessoal realmente capacitado, todo o material e medicamento necessários, e não pela legalização do aborto, afirmou. Como exemplo, Dra. Zilda citou o Chile, país onde o aborto é totalmente proibido. O Chile registra 17 [ mortes de mulheres grávidas ] por 100 mil [ crianças nascidas vivas ], enquanto que o Brasil tem 67 por 100 mil. Não tem nada a ver, não é pela mortalidade materna que se vai legalizar o aborto porque o caminho não é esse. O caminho é melhorar o sistema de saúde e ter mais recursos, mais capacitação de pessoal, medicamentos e uma logística de acesso melhor, defendeu. Dra. Zilda dedicou a existência a minorar o sofrimento dos despossuídos e a evitar o desperdício da vida. Até o último minuto.

31 B IOGRAFIA DE Z ILDA A RNS Para chegar até a indicação ao Prêmio Nobel, Zilda Arns percorreu ao longo de 25 anos, os cantos mais remotos do Brasil. O programa se expandiu e alcançou 72% do território nacional, além de vinte países na América Latina, África e Ásia. Participou de eventos, realizou palestras, acompanhou comitivas da pastoral, um trabalho que mudou o destino de milhões de crianças. Em outubro de 2009 esteve no Timor Leste, onde a Pastoral auxilia mais de 6000 crianças. Em janeiro de 2010 saiu de Curitiba e partiu para Miami, onde pegou outro avião que a levou até Porto Príncipe, no Haiti, onde faria uma palestra sobre seu trabalho na Pastoral, para um grupo de religiosos haitianos.

32 B IOGRAFIA DE Z ILDA A RNS Neste dia 12 de janeiro de 2010, houve um terremoto que destroçou o Haiti causando mais de mortes, ceifou também a vida de uma grande mulher, a Dra. Zilda Arns, heroína que morreu em missão: ela estava no Haiti para implantar, junto com a Igreja local, a Pastoral da Criança. A Dra. Zilda havia acabado de dar uma palestra sobre o trabalho da Pastoral para 120 sacerdotes haitianos num edifício em frente à igreja Sacré Coeur de Tugeau, e estava respondendo a perguntas de alguns padres que permaneceram no local quando o prédio desabou devido ao terremoto, acabando com sua vida.

33 B IOGRAFIA DE Z ILDA A RNS (Zilda Arns)...morreu em circunstâncias do tipo que nunca se esquece. Mas, também, em circunstâncias que lhe coroam a vida. Estava no Haiti para, em contato com religiosos locais, propagar a metodologia da Pastoral da Criança. Morreu em combate."

34 R EFERÊNCIA B IBLIOGRÁFICA Rogers, Carl. Teoria da Terapia, Personalidade e Relações Interpessoais. In: Sigmund Koch, Psychology: A Study of a Science, vol. III, McGraw-Hill, New York, HUNTER, J. C. O monge e o executivo. 15. ed. Rio de Janeiro: Sextante, Biografia da Dra. Zilda Arns Neumann. Acesso em: https://www.pastoraldacrianca.org.br/index.php. Dia: 20/05/2012.


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