A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Gestão em Tempos de mudança Eliane Bertholucci Psicóloga Esp. Desenvolvimento de Pessoas e Organizações 16/10/2008.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Gestão em Tempos de mudança Eliane Bertholucci Psicóloga Esp. Desenvolvimento de Pessoas e Organizações 16/10/2008."— Transcrição da apresentação:

1 Gestão em Tempos de mudança Eliane Bertholucci Psicóloga Esp. Desenvolvimento de Pessoas e Organizações 16/10/2008

2 Hoje nos deparamos com a grande competitividade na sociedade

3 A sociedade mudou Os últimos séculos foram marcados por muitas transformações E entre elas se encontra a busca de novas maneiras de o homem viver em sociedade e estabelecer relações com o meio ambiente.

4 O ser humano deixou de perceber a natureza como um ser sagrado com vida própria, como era percebida anteriormente E passa a explorá-la com a ajuda da tecnologia.

5 Exige-se cada vez mais das organizações E dos funcionários, exigindo assim excelência de serviços, produtos e principalmente excelência no atendimento

6 Hoje, em toda e qualquer organização que queira obter êxito, não se admite mais o profissional individualista, isto inclui o servidor público.

7 O processo de interação humana está presente em toda a organização e é o que mais influencia no rumo das atividades e nos seus resultados atualmente.

8

9 Como aderir a todas as mudanças de forma saudável?

10 Inteligência Emocional A Inteligência Emocional está relacionada à capacidade que todo ser humano tem de perceber e gerenciar suas emoções nas suas relações com outras pessoas, no dia a dia. Mais do que o QI ou o conhecimento especializado, hoje o que determina o êxito no trabalho é a inteligência emocional. Principalmente em tempos de mudança

11 Motivação depende da auto estima de cada um Qual o conceito que você tem de você? 11Eliane G.Prereira -Motivação

12 O que é Auto Estima? É a maneira pela qual uma pessoa se sente em relação a si mesma 12Eliane G.Prereira -Motivação

13 É a mola que te impulsiona pra o êxito ou o fracasso...

14 E você Como anda a sua ESTIMA? Qual a imagem que você vê quando se olha no espelho?

15 Como sentir-se motivado? Como enfrentar as dificuldades do dia a dia com entusiasmos? Motivação é o MOTIVO PARA A SUA AÇÃO. A motivação é gerada por um desejo, quanto mais forte este desejo for, mais forte será a sua motivação.

16 A motivação independe de fatores externos Quem se deixa abalar pelas dificuldades da vida, precisa mudar a si mesmo antes de buscar sentir-se motivado, do contrário a motivação sempre será passageira – quando se está tudo bem, a pessoa se sente motivada, mas frente a primeira dificuldade ela sucumbe

17 Não há fórmula para sentir-se motivado Mas existe alguns alimentos que você deve ter no seu armário que podem ser essenciais para que você produza auto motivação.

18 1- Saber quem você é 2- Saber quais são suas metas e objetivos O único caminho para a verdadeira auto motivação é encontrar os desejos que acendem a sua chama, quando você quiser algo mais do que tudo, não haverá necessidade de paliativos, de frases motivadoras,de dicas de livros, VOCÊ SERÁ MOVIDO PELA NECESSIDADE ÍNTIMA DE CONQUISTAR O QUE DESEJA

19 3- Sermos capazes de interagir de forma construtiva com as pessoas. Lidar com os conflitos. Crescer com a diferença do outro. Acreditar que você pode ser uma pessoa muito melhor do que você é hoje.

20 AUTO CONHECIMENTO AUTO CONHECIMENTO

21 Ninguém encanta ninguém se não estiver convencido do próprio encanto.

22 Auto conhecimento é o processo pelo qual aprendemos os nossos códigos, nossos bem e mal estares, nossos enigmas, de forma que possamos nos ajustar confortavelmente a diversas situações, superando crises, conflitos e estresses, entre outros infortúnios.

23 Mais do que nunca neste processo de mudanças precisamos desenvolver nossa inteligência interpessoal.

24 Inteligência interpessoal é a capacidade de compreender outras pessoas : o que as motiva, como trabalham.

25 Como Desenvolver a Competência Interpessoal.

26 Dê-me um afago... Você já observou que ás vezes tem necessidade de um abraço, de um carinho, ou mesmo de que alguém o pegue no colo?

27 Qualquer afago... Qualquer estímulo, mesmo que seja negativo, é melhor do que o abandono.(Levine )

28 Senão eu morro... A falta de estímulos, pode levar o indivíduo a quadros psicopatológicos extremamente intensos. Spitz estudou o comportamento de crianças em instituições durante o primeiro ano de vida Crianças sem estimulação sensorial desenvolvem em quadro de retardamento mental.

29 Muitos de nós temos esteretardamento mental nas nossas relações, no trabalho ou na vida.

30 Sentimos Fome Contato Estar perto de pessoas Trocar experiências Compartilhar nossas tristezas e mágoas

31 Mas muitas vezes estamos muito ocupados, não temos tempo para isto.

32 Há seres solitários que esquecem que a vida foi feita para viver Preferem se isolar, para não se ferir ou se magoar.

33 Muitos de nós não compreendemos a profundidade do encontro humano. Não se deram conta de que podemos receber atenção por sermos nós mesmos e não por aquilo que fazemos

34 Por estes fatores.. Nos tornamos chefes ao invés de líderes. Carrascos ao invés de facilitadores e carismáticos. Nos tornamos individualistas ao invés de buscar o sucesso em equipe. Trabalhamos sozinhos ao invés de focar na cooperação. Por fim nos vemos infelizes naquilo que fazemos deixando as oportunidades ir embora.

35 Esta escassez de relações nos prejudicam.. No foco de nossos sonhos e objetivos Na nossa liderança Na nossa produtividade Na nossa motivação Preciso estar bem alimentado fisicamente, intelectualmente, emocionalmente e espiritualmente para sermos completos.

36 Muitas vezes a vitória nem sempre é vencer. Mas é fazer parte. Superar os limites com coragem e determinação, sempre junto com o outro, nunca sozinho.

37 Uma história de carinho Era uma vez, há muito tempo, um casal feliz, Antônio e Maria, que tinha dois filhos, João e Lúcia. Naquela época, cada pessoa recebia um saquinho de carinhos quando nascia. Sempre que a pessoa punha a mão no saquinho podia tirar um Carinho Quente

38 Era fácil receber Carinhos Quentes, sempre que alguém queria, bastava pedi- los, e eram distribuídos. Os Carinhos Quentes faziam as pessoas se sentirem felizes e protegidas, cheias de aconchego. Quando não recebiam Carinhos Quentes, elas se expunham ao perigo de pegar uma doença nas costas que as fazia murchar e morrer.

39 As pessoas viviam pedindo carinhos quentes, umas ás outras e nunca havia problemas para consegui-los, pois eram dados de graça. Por isso todos eram felizes e cheios de carinhos, na maior parte do tempo

40 Mas um dia uma bruxa má percebeu que sendo infelizes, as pessoas não comprariam as poções mágicas que ela vendia. Então, inventou um plano malvado. Certa manhã chegou perto de Antônio, enquanto Maria brincava com a filha, e cochichou no ouvido dele: Antônio, olhe os carinhos que Maria está dando a Lúcia. Se continuar assim, ela vai consumir todos os carinhos e não sobrará nenhum para você. Antônio ficou surpreso: Quer dizer então que não é sempre que existe um carinho quente no saquinho? A bruxa respondeu: Exatamente. Eles podem acabar, e você não os ganhará mais.

41 Antônio ficou preocupado. Começou a reparar nos Cainhos Quentes que Maria dava ás outras pessoas, pois temia perdê-los. E foi se queixar para Maria, de quem gostava muito. Ao mesmo tempo, resolveu parar de dar carinhos aos outros, reservando-os só para ela. As crianças perceberam e passaram também a economizar carinhos, pois entenderam que era errado andar distribuindo Carinhos Quentes por aí. E todos foram ficando cada vez mais mesquinhos.

42 O resultado apareceu logo: as pessoas do lugar começaram a se sentir menos aconchegadas Cada vez mais gente ia á bruxa para adquirir ungüentos e poções. Algumas pessoas chegaram até a morrer por falta de Carinhos Quentes. Mas a bruxa não queria realmente que as pessoas morressem, porque, se isso acontecesse, deixariam de comprar as poções e ungüentos. Então, inventou um novo plano: todos ganhariam um saquinho muito parecido com o dos Carinhos Quentes, só que conteria Espinhos frios. Os espinhos frios eram gratuitos e ilimitados, faziam as pessoas se sentirem frias e espetadas, mas evitavam que murchassem.

43 Daí para frente, sempre que uma pessoa dizia Eu quero um Carinho Quente, aqueles que tinham medo de diminuir seu suprimento respondiam: Não posso dar-lhe um Carinho Quente, mas se você quiser, cedo-lhe um Espinho frio. Com isso, os Carinhos Quentes foram ficando cada vez mais raros e valiosos. As pessoas tentavam de tudo para consegui-los. Antes do plano da bruxa, as pessoas costumavam reunir-se em grupos de três, quatro, cinco sem se preocupar com quem estava dando carinho para quem

44 Depois que a bruxa apareceu, elas começaram a se juntar aos pares e a reservar seus Carinhos Quentes exclusivamente para seus parceiros. Quando se esqueciam e davam um Carinho Quente para outra pessoa, logo se sentiam culpados. Quem não conseguia encontrar um parceiro generoso precisava trabalhar muito para comprar carinhos. Algumas pessoas tornavam-se simpáticas e recebiam muitos Carinhos Quentes sem ter de retribuí-los. Então, passavam a vendê-los aos que precisavam

45 Outras pegavam os Espinhos Frios, cobriam-nos com uma cobertura branquinha e estufada, fazendo-se passar por Carinhos Quentes. Eram na verdade, Carinhos falsos, de plástico, que causavam novas dificuldades. Por exemplo, duas pessoas juntavam-se e trocavam entre si, livremente, seus Carinhos de plástico. Sentiam-se felizes durante alguns momentos, mas logo em seguida o bem estar acabava. Como pensavam estar trocando Carinhos Quentes, ficavam confusas.

46 A situação foi se tornando cada vez mais grave. Até que um dia uma mulher especial chegou ao lugar. Ela nunca tinha ouvido falar da bruxa e não se preocupava com o fim dos Carinhos Quentes. Dava-os de graça, mesmo quando não eram pedidos. As pessoas do lugar reprovavam a atitude da mulher, pois achavam que ela transmitia ás crianças a noção errada de que não deviam se preocupar com a possibilidade de os carinhos acabarem. Chamavam a mulher de Pessoa Especial.

47 As crianças gostava muito da Pessoa Especial, porque se sentiam bem em sua presença, e passaram a dar Carinhos Quentes sempre que tinham vontade. Os adultos ficaram preocupados e decidiram impor uma lei para proteger as crianças do desperdício de Carinhos Quentes. A lei dizia que era crime distribuir Carinhos Quentes sem uma licença. Muitas crianças porém, continuaram a trocar Carinhos Quentes sempre que tinham vontade ou quando alguém pedia. Como existiam muitas crianças no lugar, parecia, que elas prosseguiriam seu caminho.

48 Ainda não sabemos o que vai acontecer. As forças da lei e da ordem dos adultos forçarão as crianças a parar com sua imprudência? Ou os adultos se juntarão à Pessoa Especial e ás crianças e entenderão que sempre haverá Carinhos Quentes, tantos quantos forem necessários? Vão se lembrar dos dias quem os Carinhos Quentes eram inesgotáveis, porque eram distribuídos livremente? E você, tem economizado seus Carinhos Quentes ? O que você tem dado, Carinhos Quentes ou Espinhos frios?

49

50 Cativar Uma palavra perdida já quase esquecida me fez despertar contendo 7 letrinhas e todas juntinhas se lë cativar. Cativar e amar e também carregar um pouquinho da dor que alguém tem que levar Cativou disse alguém laços fortes criou responsável tu ES pelo que cativou

51 Num deserto tão só entre homens de bem vou tentar cativar viver perto de alguém Cativou disse alguém laços fortes criou responsável tu es pelo que cativou


Carregar ppt "Gestão em Tempos de mudança Eliane Bertholucci Psicóloga Esp. Desenvolvimento de Pessoas e Organizações 16/10/2008."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google