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Www.spenzieri.com.br. Avaliação por imagem ocorre em três cenários: -Suspeita de tumor hormonalmente ativo. -Localizar e caracterizar. -Avaliar doença.

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2 Avaliação por imagem ocorre em três cenários: -Suspeita de tumor hormonalmente ativo. -Localizar e caracterizar. -Avaliar doença metastática. -Detectar lesão incidental no estudo por imagem por outras indicações.

3 MÉTODOS DE EXAME: TC é a modalidade de escolha em adultos. RM: -imagens de alta qualidade devido a boa discriminação das partes moles. USG: -excelente método de rastreamento em lactentes e crianças ( hemorragia de adrenal). OUTROS: Arteriografia, cintilografia e biópsias guiadas por USG e TC.

4 LOCALIZAÇÃO: -E spaço perirenal. - Cortes seccionais: -triangular, linear em V ou Y invertido. -Medem 5 a 7 mm de espessura. FUNÇÃO: -Córtex (externo) : -cortisol -aldosterona -estrógeno -andrógenos -Medula -Catecolamina

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7 DIREITAESQUERDA SUPRA-RENAL NORMAL DO RN

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13 -CT: -Densidade uniforme. -Exame deve ser realizado em 3 fases. -RM: -T1 e T2: hipossinal -IN-PHASE E OUT-PHASE determina gordura intracelular(adenoma) -SATURAÇÃO DE GORDURA: gordura macroscópica (mielolipoma).

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15 -Clínica: -Cefaléia, hipertensão e tremores. -Regra dos 10: -10% bilateral -10% extra-adrenal -10% maligno -10%familiar -Associações: -Neurofibromatose. Localização: -90% na adrenal. CT: -Método de escolha. -Maioria > 2cm -Varia de sólido a cístico. -Calcificação: rara e em casca de ovo. -Baixo washout pós-contraste tardio. -Tumor de adrenal mais comum com hemorragia espontânea. -Se tem alta suspeita clínica e os métodos de imagem demonstram adrenal normal deve-se pesquisar localização extra-adrenal no tórax e o restante do abdome e pelve.

16 FEOCROMOCITOMA COM HEMORRAGIA ESPONTÂNEA

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18 Local extra-adrenal: -órgão de Zuckerkandl (próximo a bifurcação aórtica) -bexiga -cadeia simpática para-aórtica RM: -método de escolha. -T2: hipersinal -T1 c/c: realce moderado. -IP e OP: não há alteração de sinal. -Cintilografia :efetivo em localizar a lesão.

19 CAUSAS: -70%: S. de Cushing(Hipercortisolismo) -20%: S. de Conn(hiperaldosteronismo) CT e RM -normal em metade dos casos. -Restante: difuso e bilateral com forma normal -Pernas adrenal maior de 5cm e espessura maior que 1cm. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL: -Metastase, tuberculose e histoplasmose: -aumento difuso.

20 -Achado incidental (não funcionante) -Causam secreção excessiva de hormônios (funcionante) -CT: -Lesão arredondada, homogênea, pequena (<4cm), bem definida, de contorno liso -Hipodensa: rica em lipídios -s/c: densidade <10UH, exclui metástase. -Realce homogêneo. -RM: -T1: lesão homogênea iso a hipointensa ao fígado. -T2: iso a levemente hiperintensa -IP e OP: identifica gordura intracelular -USG: homogênea.

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22 -Benigno, não funcionante. -Origem: -elementos de medula óssea -tecido gorduroso e hematopoiético -Tem potencial maligno. -Calcificação:20%. -CT: -menor que - 30 UH: definitivo -RM (seqüências de supressão de gordura): -diminuição do sinal. USG: -extremamente ecogênico e funde-se com gordura retroperitoneal.

23 CLÍNICA: -Comum no RN (hipóxia, trauma, septicemia) -Maioria: bilateral -Criança: -abuso infantil -Adultos: -trauma e infecção( unilateral e a direita). -CT: -Hipodensa pós-contraste. -Densificação da gordura peri-adrenal e espessamento da fáscia. -RM: -alta especificidade e sensibilidade -depende do estágio da hemorragia. -USG: -hipoecogênico e torna-se menor com o tempo.

24 -Criança e adultos: -pós hemorragia -Outras causas(D. de Addison- destruição do cortex adrenal com deficiência de cortisol, aldosterona e andrógenos) -Tuberculose -Paracoccidioidomicose -Histoplasmose -Tumores: -Criança: -neuroblastoma -ganglioneuroma -Adulto: -carcinoma de adrenal -feocromocitoma.

25 -Resulta de hemorragia ou infarto -Mais comum em mulher de qualquer idade -CT: - paredes finas, sem ou com calcificação, com densidade de líquido e sem realce após contraste. - -US: - cisto anecóico, parede fina, pode ser septado -RM: -hipo em T1 e Hiper em T2 e não realça

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31 CRITÉRIOS PARA REMOÇÃO DE CISTOS COM SUSPEITA DE MALIGNIDADE ( degeneração cística: Meta ou feocromocitoma) -maior que 6cm -parede espessa ou com componente sólido -realce interno na CT e RM -heterogêneo na RM -US: líquido ecogênico ou debris internos -Produzem sintomas.

32 -Comum -Tumores primários: -pulmão -mama -melanoma -GI -renal. -CT e RM: -acima de 4cm -heterogênea -realce progressivo -contorno irregular -borda espessa e irregular -invasão de estruturas adjacentes

33 -Metade é funcionante: -Cushing -Virilização -Feminização -Metástase hepática e linfonodal -Trombo na veia renal e VCI. -CT: -lesão grande com áreas de necrose central e hemorragia, -padrão irregular de realce. -c/c: washout lento. -Calcificação:30% -MR: -T1: lesão heterogênea e hipossinal -T2: hipersinal principalmente nas áreas de necrose. -Pós-contraste : detectar trombo -USG: -avaliar trombo tumoral

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36 US: -excelente relação custo-benefício -benigno x maligno: baixa especificidade Papel do usg: -determinar se nódulo palpável é da tireóide -guiar biópsia percutânea -rastreamento para câncer de tireóide -identificar doença recorrente com câncer já conhecido CT e RM: -complemento do US -estadiamento de câncer invasivo -recorrência pós-operatória -estudo de bócio mergulhante Cintilografia: -função da glândula -determinar a atividade do nódulo.

37 Anatomia: -Localização, tamanho, forma e textura ecográfica -Relações topográficas

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42 sinal de benignidade: diminuição do nódulo após terapia hormonal. Indicações de biópsia: -Nódulo com característica maligna. -Nódulo acima de 15mm com característica indeterminada -Nódulo abaixo de 15mm: controle com exame físico para observar aumento do mesmo

43 -crescimento benigno -resultado de ciclos de hiperplasia e involução -nódulos múltiplos e com aumento difuso. USG: -isoecóide ou hipoecóide -comum: degeneração cística -componente cístico -áreas de necrose -hemorragia - calcificação

44 -Neoplasia benigna mais comum -Maioria: -solitária, sólida e bem encapsulada -Hipoecóide a hiperecóide -Hiperfuncionante: -notável fluxo ao doppler -Diferenciação com carcinoma folicular é difícil

45 -75% dos carcinomas -Maioria feminino (4:1) -Dissemina para linfonodos regionais -Metástase para pulmão e osso: 2% -Sobrevida em 5 anos: 95 a 99% USG: - Hipoecóide e comumente múltiplo -Calcificação interna em ponto: ocorre em 42%. -altamente indicativo de malignidade

46 CARCINOMA MEDULAR: -5% -20%: familiar, associado a MEN 2 -Sobrevida em 5 anos: 65% -US: -similar ao papilar com calcificação interna em 80% CARCINOMA ANAPLÁSICO <5%. -Metástase nodal: comum -Sobrevida em 5 anos: 4%. US: -lesão sólida, mal definida, hipoecóide, heterogênea

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48 -US, CT e RM: estadiamento (TNM), seguimento e recorrência RM: -melhor contraste -envolvimento de estruturas adjacentes e recorrência. -T2: -tumor recorrente: hipersinal -fibrose pós-sinal: hipossinal.

49 Aumento difuso da glândula Função: normal, aumentada ou diminuída US: -avaliar e seguir tamanho da glândula após tratamento. -padrão grosseiro e heterogêneo do parênquima Bócio não tóxico: aumento homogêneo da glândula Bócio adenomatoso (multinodular): Aumento generalizado, com múltiplos nódulos

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53 Auto-imune e em mulheres. -US: -Aumento difuso com parênquima heterogêneo. -Múltiplos pequenos nódulos de 1 a 6mm -Risco para linfoma

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59 Imagem: -localização pré-operatória -Cintilografia mais sensível e acurado. Anatomia normal -usualmente não vista pelos métodos de imagem -Cuidado: esôfago.

60 Primário: -Comum: 2 a 3 vezes mais em mulheres -Metade acima de 50 anos -Adenoma hiperfuncionante -benigno -único: 85%. US: -lesão bem definida, oval, sólida, hipoecóica e homogênea -doppler: hipervascular -RM: T1 hipossinal, T2 hipersinal -CT c/c: melhor realce do nódulo.

61 -Geralmente maior 20mm. -Heterogêneo -Degeneração cística -Ocasional calcificação. -Contorno lobulado e mal definido. -Doppler: invasão dos vasos adjacentes CT e RM: mostrar relação anatômica, quando mediastinal.


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