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1 A A s s t t r r a a Z Z e e n n e e c c a a Propensão à Doença do Refluxo Gastroesofágico.

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1 1 A A s s t t r r a a Z Z e e n n e e c c a a Propensão à Doença do Refluxo Gastroesofágico

2 2 Índice ObjetivosMetodologiaResultados Índice de Propensão à Doença do Refluxo Gastroesofágico Perfil da população com propensão à Doença do Refluxo Percepção dos sintomas Atitudes em relação aos sintomas Hábitos em relação à saúde

3 3 Objetivos Medir o percentual da população que tem propensão à doença do refluxo gastroesofágico Medir o percentual da população que tem propensão à doença do refluxo gastroesofágico Conhecer o comportamento em relação aos sintomas. Conhecer o comportamento em relação aos sintomas. Conhecer os hábitos em relação à saúde. Conhecer os hábitos em relação à saúde.

4 4 Metodologia Universo População de 16 anos ou mais, pertencentes a todas as classes sociais (critério Brasil), com propensão à. A propensão à doença do refluxo gastroesofágico foi determinada através de três questões: 1- Sente ou já sentiu queimação ou azia? (sim) 2- E esta queimação ou azia acontece só no estômago ou na região do estômago e do peito? (na região do estômago e do peito) 3- No período que acontece esta queimação ou azia, com que freqüência ela ocorre? (uma vez por semana ou mais) Pesquisa quantitativa, com abordagem pessoal em pontos de fluxo populacional, mediante aplicação de um questionário estruturado.

5 5 Metodologia Abrangência A pesquisa foi realizada nos 9 maiores mercados brasileiros, abrangendo as cidades de S. Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Distrito Federal, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife e Interior de S. Paulo. Amostra O processo amostral foi probabilístico e aleatório. Foram realizadas entrevistas finais, assim distribuídas: São Paulo426 Interior de S. Paulo 212 Rio de Janeiro323 Belo Horizonte201 Distrito Federal231 Porto Alegre213 Curitiba238 Salvador219 Recife205

6 6 Para a obtenção da amostra foram realizadas abordagens. A distribuição amostral das abordagens é a mesma da população residente nos mercados estudados ( * ) IBGE – Censo 2000( ** ) Consolidado Datafolha

7 7 Data de campo Checagem Margem de erro A coleta de dados foi realizada entre os dias 11 a 30 de maio de A margem de erro máxima para o total da amostra, considerando-se um intervalo de confiança de 95%, é de 2 pontos percentuais. E para o total das abordagens, dentro do mesmo intervalo, é de 1 ponto percentual A checagem foi simultânea à coleta de dados, cobrindo 30% das entrevistas

8 8 Índice de Propensão à Doença do Refluxo Gastroesofágico 66% da população, residente nos mercados estudados, já sentiu e/ou sente azia / queimação. Este percentual tende a ser maior entre as mulheres, entre as pessoas de 26 a 35 anos e, principalmente, entre os residentes de Porto Alegre. Para 26% da população essa azia / queimação ocorre na região do estômago, subindo até o peito. Mais uma vez, Porto Alegre é o destaque com 42% da população declarando sentir este sintoma. E, o índice de propensão à doença do refluxo é de 12%; ou seja, pessoas que declararam sentir queimação na região do estômago subindo até o peito, e que, quando ocorre, tem freqüência igual ou superior a uma semana.

9 9 Este percentual (12%) corresponde a aproximadamente 4 milhões e meio de brasileiros residentes nas áreas metropolitanas do país. A propensão à doença do refluxo parece ser maior entre mulheres do que entre os homens; ou pelo menos, um número maior de mulheres do que de homens declara ter estes sintomas (14% e 9% respectivamente). Por outro lado, não se observam diferenças significativas em relação à faixas etárias, nem a classes sociais. Com relação às cidades estudadas, observa-se um número significativamente maior de pessoas com propensão à doença do refluxo em Porto Alegre e Belo Horizonte e um número significativamente menor em S. Paulo e em Brasília.

10 10 Índice de Propensão à Doença do Refluxo Gastroesofágico Base: Total de abordagens entrevistas 66% Sente ou já sentiu queimação ou azia. 26% Sente queimação ou azia na região do estômago e do peito. 12% A queimação ou azia ocorre uma vez ou mais por semana.

11 11 Índice de Propensão, segundo segmentos Base: Total de abordagens (Em %)

12 12 Índice de Propensão, segundo cidades Base: Total de abordagens (Em %)

13 13 Perfil da População com propensão à Doença do Refluxo Gastroesofágico Em conformidade com os índices de propensão descritos, o perfil das pessoas que têm propensão à doença é mais feminino. Quanto à classe social, idade e nível de instrução não se observam diferenças de perfil entre quem têm propensão e a população em geral. Isto é, os sintomas atingem a todos, igualmente. Em conformidade com os índices de propensão descritos, o perfil das pessoas que têm propensão à doença é mais feminino. Quanto à classe social, idade e nível de instrução não se observam diferenças de perfil entre quem têm propensão e a população em geral. Isto é, os sintomas atingem a todos, igualmente. Neste estudo, foi calculado o IMC - Índice de Massa Corpórea (relação peso/altura), sempre tomando como base a declaração da população. Verificou-se que 59% das pessoas com propensão à doença do refluxo têm IMC até 25, ou seja têm peso normal, 29% apresentam tendência à obesidade e 11% são obesas. Neste estudo, foi calculado o IMC - Índice de Massa Corpórea (relação peso/altura), sempre tomando como base a declaração da população. Verificou-se que 59% das pessoas com propensão à doença do refluxo têm IMC até 25, ou seja têm peso normal, 29% apresentam tendência à obesidade e 11% são obesas.

14 14 Idade Sexo Base: Total da Amostra entrevistas MasculinoMédia 38 anos Feminino 24% 25% 21% 16% 15%

15 15 Escolaridade Classe Base: Total da Amostra entrevistas 40%

16 16 Base: Total da Amostra entrevistas 59% 29% 11%Fórmula: Peso IMC (Em %) Altura ²

17 17 IMC (Em %)

18 18 IMC (Em %)

19 19 Percepção dos Sintomas da Doença do Refluxo Gastroesofágico Percepção dos Sintomas da Doença do Refluxo Gastroesofágico Cerca de 1/3 das pessoas com propensão à doença relata que, quando tem o sintoma, sua freqüência é diária. Observa-se que quanto mais idosa a pessoa e menos favorecida economicamente, maior é a tendência de ter o sintoma diariamente. Cerca de 1/3 das pessoas com propensão à doença relata que, quando tem o sintoma, sua freqüência é diária. Observa-se que quanto mais idosa a pessoa e menos favorecida economicamente, maior é a tendência de ter o sintoma diariamente. Estes sintomas relatados parecem ser persistentes, ou de difícil tratamento, na medida em que 40% afirmam sentir esta queimação há mais de 5 anos (entre pessoas mais velhas, este índice chega a 58%). Estes sintomas relatados parecem ser persistentes, ou de difícil tratamento, na medida em que 40% afirmam sentir esta queimação há mais de 5 anos (entre pessoas mais velhas, este índice chega a 58%). A maioria das pessoas atribui a causa do sintoma, essencialmente, à ingestão de alimentos (56%) – seja porque são gordurosos ou por serem temperados. 22% relacionam o sintoma à ingestão de bebidas – principalmente, o café e bebidas alcoólicas. Igual número (22%) citam como causa, o estado nervoso. Apenas 9% relacionam ao cigarro ( observando-se que nesta população 30% têm o hábito de fumar) A maioria das pessoas atribui a causa do sintoma, essencialmente, à ingestão de alimentos (56%) – seja porque são gordurosos ou por serem temperados. 22% relacionam o sintoma à ingestão de bebidas – principalmente, o café e bebidas alcoólicas. Igual número (22%) citam como causa, o estado nervoso. Apenas 9% relacionam ao cigarro ( observando-se que nesta população 30% têm o hábito de fumar)

20 20 Enquanto os homens citam como causa, com maior freqüência, a ingestão de bebidas alcoólicas (16%), as mulheres (27%) e as pessoas de classe A (45%) atribuem seus sintomas ao nervosismo. Enquanto os homens citam como causa, com maior freqüência, a ingestão de bebidas alcoólicas (16%), as mulheres (27%) e as pessoas de classe A (45%) atribuem seus sintomas ao nervosismo. Quando indagados a respeito de qual situação melhora ou piora o sintoma, em uma lista de situações previamente definidas, observa-se mais uma vez a relação sintoma/alimentação: comer alimentos gordurosos, condimentados ou comer mais do que o normal são situações que fazem piorar os sintomas. Quando indagados a respeito de qual situação melhora ou piora o sintoma, em uma lista de situações previamente definidas, observa-se mais uma vez a relação sintoma/alimentação: comer alimentos gordurosos, condimentados ou comer mais do que o normal são situações que fazem piorar os sintomas. A ocorrência do retorno do conteúdo do estômago, melhora o sintoma, segundo 27% das pessoas. Ficar deitado após a ingestão de grande quantidade de alimentos não causa nenhum efeito para 43% das pessoas e piora para 44%. A ocorrência do retorno do conteúdo do estômago, melhora o sintoma, segundo 27% das pessoas. Ficar deitado após a ingestão de grande quantidade de alimentos não causa nenhum efeito para 43% das pessoas e piora para 44%. E, fazer esforço físico e ficar deitado ou inclinado ou curvado, independentemente da quantidade da alimentação são situações que não causam nenhum efeito, para a maioria das pessoas. E, fazer esforço físico e ficar deitado ou inclinado ou curvado, independentemente da quantidade da alimentação são situações que não causam nenhum efeito, para a maioria das pessoas.

21 21 Base: Total da Amostra entrevistas Freqüência do sintoma (Em %) 41% 30%

22 22 Freqüência do sintoma, segundo segmentos (Em %)

23 23 Freqüência do sintoma, segundo cidades (Em %)

24 24 Base: Total da Amostra entrevistas Tempo que tem o sintoma (Estimulada e única, em %) 40% 21% 15%12% 11%

25 25 (Estimulada e única, em %) Tempo que tem o sintoma, segundo segmentos

26 26 (Estimulada e única, em %) Tempo que tem o sintoma, segundo cidades

27 27 Base: Total da Amostra entrevistas Atribuição de causas aos sintomas (Espontânea e múltipla, em %) INGESTÃO DE ALIMENTOS INGESTÃO DE BEBIDAS NERVOSO/TENSO/ESTRESSADO/ ANSIOSO/TRISTE PROBLEMAS DE SAÚDE POR CAUSA DO CIGARRO / FUMA MUITO

28 28 (Espontânea e múltipla, em %) INGEST. ALIMEN- TOS INGEST. BEBIDAS NERVOSO TENSO/ PROBL. SAÚDE FUMA MUITO Atribuição de causas aos sintomas

29 29 (Espontânea e múltipla, em %) INGEST. ALIMEN- TOS INGEST. BEBIDAS NERVOSO TENSO/ PROBL. SAÚDE FUMA MUITO Atribuição de causas aos sintomas

30 30 Comer mais que o normal Comer alimentos gordurosos Comer alimentos muito temperados / condimentados Ficar deitado/inclinado/curvado após a ingestão de grande quantidade de alimentos Ficar deitado/inclinado/curvado independente da quantidade da alimentação Levantar ou fazer esforço físico ou qualquer atividade que necessita de uma respiração mais forte Quando ocorre retorno do conteúdo do estômago, alimentos ou líquidos, para a garganta ou a boca Percepção de efeitos de determinadas situações no sintoma (Estimulada e única, em %) Percepção de efeitos de determinadas situações no sintoma (Estimulada e única, em %) Base: Total da Amostra entrevistas

31 31 Atitude em relação aos Sintomas Quando indagados a respeito de quais meios se utilizam para obter informações sobre o problema 46% responderam que consultam médicos, 35% que conversam com pessoas que têm o mesmo sintoma e 34% conversam com parentes. Consultar médicos é hábito mais freqüente entre mulheres, quanto mais velhos e quanto maior a classe social. Conversar com pessoas que têm o mesmo sintoma é maior entre pessoas de 25 a 36 anos de idade e entre residentes em Recife. Conversar com parentes, é uma prática mais freqüente entre os mais jovens. Quando indagados a respeito de quais meios se utilizam para obter informações sobre o problema 46% responderam que consultam médicos, 35% que conversam com pessoas que têm o mesmo sintoma e 34% conversam com parentes. Consultar médicos é hábito mais freqüente entre mulheres, quanto mais velhos e quanto maior a classe social. Conversar com pessoas que têm o mesmo sintoma é maior entre pessoas de 25 a 36 anos de idade e entre residentes em Recife. Conversar com parentes, é uma prática mais freqüente entre os mais jovens. Apesar de 46% responderem que consultam médicos para obter informações a respeito da doença, pode-se observar que a automedicação é um comportamento muito freqüente entre as pessoas que têm propensão à doença. Apesar de 46% responderem que consultam médicos para obter informações a respeito da doença, pode-se observar que a automedicação é um comportamento muito freqüente entre as pessoas que têm propensão à doença. Na tentativa de melhorar o sintoma, 57% disseram que usam remédios. Observando a lista de medicamentos, mencionados espontaneamente, observa-se que trata-se principalmente de antiácidos (Eno, Sonrisal, Sal de frutas, etc.). Na tentativa de melhorar o sintoma, 57% disseram que usam remédios. Observando a lista de medicamentos, mencionados espontaneamente, observa-se que trata-se principalmente de antiácidos (Eno, Sonrisal, Sal de frutas, etc.).

32 32 E ainda, mais freqüente do que qualquer marca ou classe de medicamento as pessoas que apresentam os sintomas fazem uso de bebidas - principalmente leite - e de chás, especialmente chá de boldo. Consultar um médico, quando têm o sintoma, foi resposta de apenas 12%. Confirmam estes resultados as respostas obtidas em questão estimulada, sobre quais atitudes são mais comuns, diante dos sintomas: Confirmam estes resultados as respostas obtidas em questão estimulada, sobre quais atitudes são mais comuns, diante dos sintomas: tomo remédio conhecido, mas que não foi receitado por médico - 36% tomo remédio conhecido, mas que não foi receitado por médico - 36% tomo remédio que um médico me receitou uma vez - 27% tomo remédio que um médico me receitou uma vez - 27% vou à farmácia e peço a indicação de um remédio - 10% Consulto um médico, foi resposta de 17%; portanto, um índice 5 pontos percentuais maior do que na resposta espontânea. Continua alta a menção a bebidas - leite e chás.

33 33 Quando se perguntou quais os medicamentos que está tomando ou já tomou alguma vez, mais uma vez o destaque é para os antiácidos (50%). Aparecem também, com 10% de menções, os antiulcerosos antagonistas H2 (Cimetidina e Ranitidina) e os inibidores de bomba de prótons (2%). Quando se perguntou quais os medicamentos que está tomando ou já tomou alguma vez, mais uma vez o destaque é para os antiácidos (50%). Aparecem também, com 10% de menções, os antiulcerosos antagonistas H2 (Cimetidina e Ranitidina) e os inibidores de bomba de prótons (2%). De todas as pessoas que têm propensão à doença do refluxo, 29% já fizeram ou estão fazendo algum tratamento médico. Este índice é maior conforme aumenta a faixa etária e principalmente conforme aumenta o poder aquisitivo (48% na classe A e 24% nas classes D/E). O tratamento consiste no uso de medicamentos, provavelmente receitados (aí predominam os antiulcerosos antagonistas), em dietas e realização de exames clínicos - endoscopia De todas as pessoas que têm propensão à doença do refluxo, 29% já fizeram ou estão fazendo algum tratamento médico. Este índice é maior conforme aumenta a faixa etária e principalmente conforme aumenta o poder aquisitivo (48% na classe A e 24% nas classes D/E). O tratamento consiste no uso de medicamentos, provavelmente receitados (aí predominam os antiulcerosos antagonistas), em dietas e realização de exames clínicos - endoscopia Verifica-se que em todas as questões com menções à medicamentos, as citações aos Inibidores de Bomba de Prótons, não ultrapassam 2%, sempre com destaque para Omeprazol. Outros remédios desta categoria foram citados, contudo, sempre com menções abaixo de 0,5% (Gaspiren, Gastrium, Losec, Loprazol, Pantocal, Prazol e Zurcal) Verifica-se que em todas as questões com menções à medicamentos, as citações aos Inibidores de Bomba de Prótons, não ultrapassam 2%, sempre com destaque para Omeprazol. Outros remédios desta categoria foram citados, contudo, sempre com menções abaixo de 0,5% (Gaspiren, Gastrium, Losec, Loprazol, Pantocal, Prazol e Zurcal)

34 34 Metade das pessoas com propensão à doença do refluxo gastroesofágico já consultaram algum médico - 25% consultaram um clínico geral e 23% um gastroenterologista. Metade das pessoas com propensão à doença do refluxo gastroesofágico já consultaram algum médico - 25% consultaram um clínico geral e 23% um gastroenterologista. Pessoas mais idosas e pessoas de maior poder aquisitivo são as que mais consultam médicos. Percebe-se que o poder aquisitivo influencia de forma determinante na escolha da especialidade do médico. Pessoas mais simples vão no clínico geral enquanto pessoas mais abastadas vão ao gastroenterologista. Pessoas mais idosas e pessoas de maior poder aquisitivo são as que mais consultam médicos. Percebe-se que o poder aquisitivo influencia de forma determinante na escolha da especialidade do médico. Pessoas mais simples vão no clínico geral enquanto pessoas mais abastadas vão ao gastroenterologista.

35 35 Base: Total da Amostra entrevistas Meios utilizados para obter informações sobre o problema (Estimulada e múltipla, em %)

36 36 Meios utilizados para obter informações (Estimulada e múltipla, em %)

37 37 Meios utilizados para obter informações (Estimulada e múltipla, em %)

38 38 O que faz para melhorar esta queimação? Base: Total da Amostra entrevistas (Espontânea e múltipla, em %)

39 39 O que faz para melhorar o sintoma ? (Espontânea e múltipla, em %) Base: Total da Amostra entrevistas USA REMÉDIOS ANTIÁCIDOS Sonrisal Eno/ Eno de laranja Bicarbonato de sódio Sal de frutas Estomazil Pepsamar Hidróxido de Alumínio Gelmax Mylantha plus Pepsogel Maalox ANTIULCEROSOS-ANTAGONISTAS H2 Ranitidina Cimetidina LEITE DE MAGNÉSIA INIBIDORES DA BOMBA DE PRÓTONS Omeprazol 57% 50% 10% 9% 6% 4% 3% 2% 1% 7% 4% 2% 1% USA BEBIDAS Leite Água Refrigerante 34% 20% 12% 3% USA CHÁS Boldo Erva Doce Chá caseiro 17% 10% 3% 1% FAZ DIETA Alim. Leves Frutas 8% 1% EVITA ALIMENTOS Frituras Café Temperados 7% 3% 2% 1%

40 40 Atitudes quando tem o sintoma (Estimulada e múltipla, em %) ANTIÁCIDOS 38% Sonrisal 9% Eno/Eno de laranja 8% Estomazil 6% Sal de fruta 5% Bicarbonato de sódio 4% Pepsamar 3% Magnésia bisurada 2% LEITE DE MAGNÉSIA 2% UTILIZAÇÃO DE BEBIDAS 13% Leite 8% Água 5% UTILIZAÇÃO DE CHÁS 8% Boldo 4% Chá caseiro 2% INGESTÃO/CONS. ALIM./BEBIDAS 2%

41 41 MENCIONARAM MEDICAMENTOS ANTIÁCIDOS Sonrisal Eno/ Eno Laranja Sal de frutas Estomazil Bicarbonato de sódio Hidróxido de Alumínio Pepsamar Mylantha plus Gelmax Magnésia Bisurada Pepsogel Maalox ANTIULCEROSOS-ANTAGONISTAS H2 Ranitidina Cimetidina LEITE DE MAGNÉSIA INIBIDORES DE BOMBA DE PRÓTONS Omeprazol Base: Total da Amostra entrevistas Que remédios já tomou ou está tomando ? MENCIONARAM BEBIDAS29% Leite 18% Água 9% Água com açúcar/sal/soro 1% MENCIONARAM CHÁS19% Boldo 11% Camomila 2% Erva doce 2% 66% 64% 12% 10% 9% 8% 7% 6% 5% 4% 2% 1% 10% 6% 3% 2% 1%

42 42 USA MEDICAMENTOS 19% ANTIULCEROSOS-ANTAGONISTAS H2 4% Cimetidina 2% Ranitidina 2% ANTIÁCIDOS 3% INIBIDORES BOMBA DE PRÓTONS 1% Omeprazol 1% FAZ DIETA 6% EVITA ALIMENTOS 4% FAZ EXAMES CLÍNICOS 3% Endoscopia 2% Já fez ou está fazendo algum tratamento? Qual?

43 43 Base: Total da Amostra entrevistas Consulta a médicos (Espontânea e múltipla, em %) Já consultou / está consultando Não consultou

44 44 Consulta a médicos (Espontânea e múltipla, em %) Consultou está consult. Não Consultou 2268

45 45 Consulta a médicos (Espontânea e múltipla, em %) Consul- tou / está consult. Não Consul- tou 2268

46 46 Hábitos em relação á saúde É alto o número de pessoas com propensão à doença do refluxo gastroesofágico que têm hábito de fazerem refeições incompletas: 75% não tomam café da manhã ou tomam apenas um cafezinho; 33% não costumam almoçar ou tomam apenas um lanche; e 45% não jantam ou tomam um lanche à noite. É alto o número de pessoas com propensão à doença do refluxo gastroesofágico que têm hábito de fazerem refeições incompletas: 75% não tomam café da manhã ou tomam apenas um cafezinho; 33% não costumam almoçar ou tomam apenas um lanche; e 45% não jantam ou tomam um lanche à noite. Por outro lado, não parece ser alto o número de pessoas que têm hábito de fazer suas refeições fora de casa: 15% no café da manhã, 29% na hora do almoço e 5% no jantar. Por outro lado, não parece ser alto o número de pessoas que têm hábito de fazer suas refeições fora de casa: 15% no café da manhã, 29% na hora do almoço e 5% no jantar. Metade das pessoas com propensão à doença consideram seu dia-a-dia estressante. Principalmente, as mulheres (56%), as pessoas de classe D/E (56%) e as pessoas de 36 a 45 anos (62%) se consideram mais estressadas. Metade das pessoas com propensão à doença consideram seu dia-a-dia estressante. Principalmente, as mulheres (56%), as pessoas de classe D/E (56%) e as pessoas de 36 a 45 anos (62%) se consideram mais estressadas.

47 47 4 a cada 10 entrevistados têm o hábito de tirar férias. Esse hábito é mais enraizado entre os homens, entre as pessoas mais jovens e entre as pessoas mais abastadas. As pessoas residentes no sul do país e em Brasília também tiram férias com maior freqüência. 4 a cada 10 entrevistados têm o hábito de tirar férias. Esse hábito é mais enraizado entre os homens, entre as pessoas mais jovens e entre as pessoas mais abastadas. As pessoas residentes no sul do país e em Brasília também tiram férias com maior freqüência. 42% praticam alguma atividade física, porém a maioria de forma moderada. Os curitibanos, os homens e as pessoas mais ricas são as que mais praticam atividade física. 42% praticam alguma atividade física, porém a maioria de forma moderada. Os curitibanos, os homens e as pessoas mais ricas são as que mais praticam atividade física. Três a cada 10 pessoas com propensão à doença do refluxo fumam. Em média, fumam 15 cigarros/dia. A classe A fuma em média 21 cigarros/dia, os porto- alegrenses, 19 e os homens e pessoas de 46 a 55 anos, 18. Três a cada 10 pessoas com propensão à doença do refluxo fumam. Em média, fumam 15 cigarros/dia. A classe A fuma em média 21 cigarros/dia, os porto- alegrenses, 19 e os homens e pessoas de 46 a 55 anos, 18. Hábitos em relação á saúde

48 48 Toma Café da manhã Base: Total da Amostra entrevistas Refeições - Café da Manhã (Estimulada e única, em %) Em casa Fora de casa Local da refeição 69% 15% Simples Completa Tipo de refeição 60% 25%

49 49 Refeições - Café da Manhã (Estimulada e única, em %)

50 50 Refeições - Café da Manhã (Estimulada e única, em %)

51 51 Costuma almoçar Base: Total da Amostra entrevistas Refeições - Almoço (Estimulada e única, em %) Em casa Fora de casa Local da refeição 64% 29% Completa Lanche Tipo de refeição 67% 27%

52 52 Refeições - Almoço (Estimulada e única, em %)

53 53 Refeições - Almoço (Estimulada e única, em %)

54 54 Costuma Jantar Base: Total da Amostra entrevistas Refeições - Jantar (Estimulada e única, em %) Em casa Fora de casa Local da refeição 69% 5% Completa Lanche Tipo de refeição 55% 20%

55 55 Refeições - Jantar (Estimulada e única, em %)

56 56 Refeições - Jantar (Estimulada e única, em %)

57 57 Base: Total da Amostra entrevistas Grau de estresse no dia-a-dia (Estimulada e única, em %)

58 58 Grau de estresse no dia-a-dia (Estimulada e única, em %)

59 59 Grau de estresse no dia-a-dia (Estimulada e única, em %)

60 60 Base: Total da Amostra entrevistas Hábito de tirar férias (Espontânea e única, em %)

61 61 Hábito de tirar férias (Espontânea e única, em %)

62 62 Hábito de tirar férias (Espontânea e única, em %)

63 63 Base: Total da Amostra entrevistas Prática esportiva (Estimulada e única, em %) Moderada - 27% Vigorosa - 15% Pratica alguma atividade física Intensidade Freqüência

64 64 Prática esportiva (Estimulada e única, em %)

65 65 Prática esportiva (Estimulada e única, em %)

66 66 Base: Total da Amostra entrevistasMédia 15 cigarros diários Hábito de fumar (Em %)

67 67 Hábito de fumar, segundo segmentos (Em %)

68 68 Hábito de fumar, segundo cidades (Em %)


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