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“Da conquista a independência” Século XVI - XIX

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Apresentação em tema: "“Da conquista a independência” Século XVI - XIX"— Transcrição da apresentação:

1 “Da conquista a independência” Século XVI - XIX
América espanhola “Da conquista a independência” Século XVI - XIX

2 A divisão prévia das “novas” terras...
1493: Bula Inter Coetera: Papa Alexandre VI – “100 léguas das ilhas de Cabo Verde” 1494: Tratado de Tordesilhas: Novo meridiano “370 léguas das ilhas de Cabo Verde”  oeste: espanhóis e leste: portugueses Capitulações de Santa Fé ( ): Colombo foi nomeado almirante, vice-rei e governador-geral em todos os territórios que descobrisse ou ganhasse durante a sua vida

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4 A divisão prévia das “novas” terras...
O medo dos mares A chegada  Colombo em 1492 ilhas da América Central Principais conquistadores: Cortez – México e Cuba; Alvarado – Parte do México; Pizarro – Peru; Orellano – Equador; Narvaez – Flórida; Almagro – Chile

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6 Principais elementos da conquista:
Cristianização – Visão Salvacionista; Voracidade pelo ouro; Territórios ultramarinos; O choque cultural  doenças Defesa dos índios: Frei LAS CASAS Os padres jesuítas eram responsáveis pela conversão dos indígenas ao cristianismo. Vigilância: obrigavam os índios a viverem em aldeias (missões) e forçando-os a trabalhar a terra. Tribunais de Inquisição (México /Peru) Capitulado um povo, a Espanha transferia para o conquistador algumas prerrogativas para que usufruísse o excedente ou “espólio” em trocas de certas obrigações.

7 Principais elementos da conquista:
ENCOMIENDA: A) trabalho + cristianização B) ampliar o excedente para que pudesse ser transferido para a Europa; C) A sucessão não era de forma hereditária MITA: A) Mão de obra indígena para a exploração de metais preciosos. B) A mita já existia no império Inca. CENTROS DINÂMICOS: regiões de metais eram abastecidas por outras regiões. (tecidos,alimentos,animais)

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9 Elementos da conquista:
Casa de contratação  Porto Único (Sevillha/Cádiz)  controle Conselho das Índias  fiscalizar a administração em cada vice-reinado (Peru/Prata/Nova Espanha/Nova Granada) Encomiendas caíram em desuso quando a exploração de metais entra em crise O poder começa a descentralizar A propriedade da terra passa a ser a base de toda a ordem social – latifúndios Comunidades indígenas tornaram-se minifúndios

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12 A SOCIEDADE COLONIAL ESPANHOLA:
(aproximadamente 20 milhões de pessoas). CHAPETONES e CLERO: Espanhóis, altos cargos, privilégios. 1% CRIOLLOS: Descendentes de espanhóis nascidos na América. Elite colonial, grandes proprietários e comerciantes. Integrantes dos Cabildos (Câmaras Municipais) 13,5% MESTIÇOS: capatazes e artesãos que serviam aos criollos. 27,5% ÍNDIOS e NEGROS: explorados como escravos ou “semi-escravos” (Mita ou Repartimiento – trabalho forçado nas minas/ Encomienda – trabalho servil nos latifúndios agroexportadores, também chamados de haciendas ou plantations) 58%

13 Chapetones X Criollos:
Cabildo X Alcaide Grande parte da riqueza produzida na América era transferida para a metrópole em prejuízo dos colonos (criollos) Os Chapetones vetavam a participação dos criollos na administração colonial (exceto pelas câmaras municipais – cabildos) Inicio do movimento de independência da América espanhola.

14 Independência da América espanhola... Preparando o cenário
Quando? Século XIX. Fatores externos: A) Crise geral do Antigo Regime (enfraquecimento das potências coloniais); B) Iluminismo (base ideológica); C) Independência dos EUA (exemplo) D) Guerras napoleônicas (Espanha invadida sem condições de controlar as colônias) E) Revolução industrial (pressão inglesa para a abertura de mercados) F) Doutrina Monroe – “América para os americanos”

15 Processos de independência da América espanhola... Preparando o cenário
Fatores internos: A) O Pacto colonial retardava o desenvolvimento da colônias; B) Desigualdades sociais refletidas em disputas locais; Precursores: TUPAC AMARU (PERU – 1780): rebelião indígena (Inca). FRANCISCO MIRANDA (VEN – 1811): criollo que liderou libertação provisória da Venezuela. Foi preso e morreu na Espanha.

16 “O liberalismo inglês, as ideias francesas, a ambição de Napoleão e a estupidez da Espanha influenciaram muito a América” (Simon Bolívar)

17 REPÚBLICA CENTRO AMERICANA – 1821
HAITI – 1804 MÉXICO – 1821 VENEZUELA – 1830 REPÚBLICA CENTRO AMERICANA – 1821 NOVA GRANADA – 1831 EQUADOR – 1830 BRASIL – 1822 PERU – 1821 PARAGUAI – 1811 BOLÍVIA – 1825 URUGUAI – 1828 ARGENTINA – 1810 CHILE – 1818

18 Guerras de independência:
Intervenção Napoleônica na Espanha (Deposição do Rei Fernando VII) OBS*Nesse momento a Inglaterra não apoia a luta pela independência devido à sua aliança com a Espanha na Europa (luta contra a França). : JUNTAS GOVERNATIVAS: – Os criollos aproveitam o enfraquecimento dos Chapetones. – Substituem os Cabildos pelas Juntas Governativas (estrutura política com participação exclusiva dos Criollos). Restauração da monarquia na Espanha restabelecer a ordem absolutista espanhola ; : Lutas vitoriosas; Longas guerras de libertação nacional (diferente do Brasil)

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20 “Herois...”: Simón Bolívar (republicano) – Conhecido como “o libertador”. San Martin (monarquista): “Movimento sulista” Apoio da ING e dos EUA, ambos interessados em novos mercados. Apoio popular; Libertação de escravos;

21 PAN-AMERICANSIMO ou BOLIVARISMO:
Carta da Jamaica (1815): “Eu desejo, mais do que qualquer outro, ver formar-se na América a maior nação do mundo” “América: uni-vos ou o caos vos devorará”. OBJETIVO: fortalecer a América para impedir o domínio de potências como a Inglaterra e os EUA. CONGRESSO DO PANAMÁ (fracasso): Não consegue o apoio dos demais líderes Criollos para implantar o Pan-americanismo. INGLATERRA: Financia o nacionalismo dos líderes Criollos como uma forma de manter a fragmentação e a fragilidade da região, facilitando seu domínio sobre a América independente. BOLIVAR: derrotado, abandona a luta pelo PanAmericanismo.

22 A Grã-Colômbia ( )

23 CONFERÊNCIA DE GUAYAQUIL
PROBLEMA: – Bolívar (republicano) X San Martin (monarquista). SOLUÇÃO: – Conferência de Guayaquil. – San Martin: abandona a luta revolucionária. – Tropas revolucionárias: passam para o controle exclusivo de Bolívar. – BOLÍVAR: dá continuidade à luta na América do Sul.

24 O México e a independência:
Iniciativa das massas populares e caráter rural; Lideres: Miguel Hidalgo; Padre Morellos; Vicente Guerrero; apoio de religiosos do “baixo clero” às reivindicações populares que surgiram o discurso de Hidalgo “pai da pátria” incorporara os interesses da população indígena e dos camponeses. Queriam o fim da escravidão e a igualdade de direitos opondo-se a aristocracia fundiária e aos altos funcionários. Decreto de Guadalajara Previa o fim de todos os privilégios aristocráticos. REPRESSÃO: Criollos + Chapetones = oposição à participação popular.

25 Agustín Itúrbide: Enviado pelo vice-rei para lutar com os rebelados mexicanos. De forma oportunista aliou-se a Vicente Guerrero Plano de Iguala: A)proclamava a independência do México B) igualdade de direitos entre criollos e chapetones; C) supremacia da religião católica D) o respeito a propriedade e um governo monárquico. imperador (Agustín I) – foi deposto e fuzilado. 1824: México elegeu seu 1º presidente – General Guadalupe Vitória. (fim da monarquia)

26 A UFG e o tema...

27 UFG... Questão... HELGUERA, Jesús Rompiendo las Cadenas, óleo sobre tela, Museu Soumaya. Cidade do México. Produzida em 1959, a pintura de Jesús Helguera alude ao “Grito de Dolores” (1810), marco do processo de independência no México. Na referida obra, o pintor elege e representa, em primeiro plano, dois importantes símbolos que constituem a nacionalidade mexicana. Com base na análise dessa imagem e considerando o contexto histórico da independência, explique a) os símbolos nacionais presentes na composição do quadro; b) a relação entre os referidos símbolos e o processo de independência no México.

28 Resposta esperada: a) • a figura do padre Miguel Hidalgo, considerado o “Pai da Pátria”, localizada no centro e com a mão e a cabeça levantadas, estabelece sua importância como liderança das rebeliões camponesas nas aldeias; • o Estandarte da Nossa Senhora de Guadalupe, empunhado pelo padre, expressa a importância da Virgem como símbolo da interação entre as culturas hispânica e indígena. b) • Primeiro, registre-se o apoio de religiosos do “baixo clero” às reivindicações populares que surgiram nesse contexto. No processo de independência mexicana, dois padres – Hidalgo e Morelos – defendiam a divisão da terra com os camponeses (inclusive, a terra que era patrimônio da Igreja). Em 1810, por meio do Decreto de Guadalajara, decretava-se, nas terras livres do domínio espanhol pela luta dos exércitos populares liderados por Hidalgo, a abolição da escravidão e do tributo indígena. • Segundo, anote-se que a presença do Estandarte de Guadalupe indicava o potencial mobilizador desse símbolo em virtude da crença religiosa das populações camponesas, que lutavam pelo acesso à terra dominada pelos espanhóis

29 El Retablo de la Independencia, de Juan O' Gorman.

30 Consequências: POLÍTICA:
– Caudilhismo = poder político nas mãos da elite Criolla. – Fragmentação política (nacionalismo). – Republicanismo. – Clientelismo/Paternalismo/POVO = sem representatividade. ECONOMIA: – Modelo agroexportador. – Indústria = desenvolvimento atrasado. – Inserção da região na D.I.T. – Dependência externa. Dependência econômica (Sul – ING, Centro – EUA). – Estrutura latifundiária. SOCIEDADE: – Baixo desenvolvimento Educacional. – Atraso no desenvolvimento da Cidadania. – Atraso no desenvolvimento urbano. – Estrutura oligárquica.


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