A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

MBA em Gestão de Projetos GESTÃO DE OPERACÕES - I Professor : J. Miguel Sacramento

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "MBA em Gestão de Projetos GESTÃO DE OPERACÕES - I Professor : J. Miguel Sacramento"— Transcrição da apresentação:

1 MBA em Gestão de Projetos GESTÃO DE OPERACÕES - I Professor : J. Miguel Sacramento

2 A FUNÇÃO BÁSICA ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS PRODUTIVOS Planejar as necessidades futuras de capacidade (recursos) Planejar as necessidades futuras de capacidade (recursos) Planejar compras (físico - financeiro) Planejar compras (físico - financeiro) Planejar os níveis adequados de estoque (físico - financeiro) Planejar os níveis adequados de estoque (físico - financeiro) Programar atividades de produção. Programar atividades de produção. Ter capacidade de informar. Ter capacidade de informar. –Prometer o menor prazo possível e cumprir. –Reagir eficazmente as alterações.

3 ´60 ´70 ´90 ´80 Revolução T I Revolução T I Bill of Materials AutomáticoBOM MRP - Material Requirements Planning BOMMRP MRPII - Manufacturing Resources Planning BOM MRPMRPII ERP - Enterprise Resources Planning BOM MRP MRPIIERP Sistemas Integrados de Gestão: Evolução Histórica Escopo

4 SISTEMAS INTEGRADOS O QUE É MRP, MRP II, MRP III, SYNCHRO, ERP MRP - Materials Requirements Planning MRP - Materials Requirements Planning –Sistema inventado no fim da década de 60 que realiza a explosão de materiais. MRP II - Manufacturing Resources Planning MRP II - Manufacturing Resources Planning –Evolução do MRP com integração de informações para planejamento dos recursos necessários.

5 SISTEMAS INTEGRADOS O QUE É MRP, MRP II, MRP III, SYNCHRO, ERP MRP III = MRP II + JIT Kanban SYNCHRO = MRP + JIT + TOC (TDR) – –Módulo de apoio que permite dimensionar adequadamente qual filosofia de gestão aplicar para otimizar o fluxo de produção (fluxo do ganho ) ERP - Enterprise Resources Planning – –Conceituado em 1991, inclui qualidade e workflow, integrando apontamentos até o razão.

6 MERCADO BRASILEIRO: 1,3 Milhão de lavadoras (4o. mercado do mundo) 1,3 Milhão de lavadoras (4o. mercado do mundo) 95,1 milhões de litros de shampoo. 95,1 milhões de litros de shampoo. 61 bilhões de litros de refrigerantes ( 3o. mercado do mundo) 61 bilhões de litros de refrigerantes ( 3o. mercado do mundo) 1,9 bilhão de fraldas descartáveis 1,9 bilhão de fraldas descartáveis 1,9 bilhão de pacotes de 500g de macarrão 1,9 bilhão de pacotes de 500g de macarrão 1,6 bilhão de potes de margarina de 250 gramas 1,6 bilhão de potes de margarina de 250 gramas 118 milhões de calças jeans 118 milhões de calças jeans 3 milhões de geladeiras (4o. mercado do mundo) 3 milhões de geladeiras (4o. mercado do mundo) 126 milhões de escovas de dente 126 milhões de escovas de dente 2,75 milhões de veículos (2008) 2,75 milhões de veículos (2008)

7 MERCADO BRASILEIRO: (1970) 20 modelos de automóveis (1970) 20 modelos de automóveis (2003) 451 modelos de automóveis (2003) 451 modelos de automóveis Os automóveis atuais tem 100 vezes mais fiação e 10 vezes mais componentes do que os fabricados em Os automóveis atuais tem 100 vezes mais fiação e 10 vezes mais componentes do que os fabricados em (2004) Mais de 25 bilhões de componentes. (2004) Mais de 25 bilhões de componentes.

8 O COMÉRCIO ELETRÔNICO MUNDIAL Previsão para 2003: US$ 3,2 trilhões US$ 3,2 trilhões Em 2008, VAREJO ELETRÔNICO (*) no Brasil superou R$ 8,2 bilhões Em 2008, VAREJO ELETRÔNICO (*) no Brasil superou R$ 8,2 bilhões (*) excluídos leilão e automóveis (*) excluídos leilão e automóveis

9 PREVISÃO DA DEMANDA Efeito Chicote Efeito Chicote Métodos de previsão Métodos de previsão Classificação dos métodos Classificação dos métodos Horizonte de previsão Horizonte de previsão

10 DEMANDA: O EFEITO CHICOTE O efeito chicote O efeito chicote –Uma pequena variação de demanda numa ponta da cadeia gera efeitos de forte variação nos elos superiores. –Nenhuma empresa é uma ilha.

11 O EFEITO CHICOTE Todas as operações mantêm estoques de 1 período produção compras Est. In. Est. Fin. Est. In. Est. Fin. Est. In. Est. Fin. Est. In. Est. Fin varejistaatacadistafabricantefornecedor Períodos Demanda

12 PREVISÃO DA DEMANDA MÉTODOS DE PREVISÃO Características Características –Repetibilidade do passado para o futuro –Erros maiores quanto mais nos aprofundamos no futuro Fatores Fatores –Disponibilidade de dados, tempo e recursos –Horizonte de previsão

13 PREVISÃO DA DEMANDA CLASSIFICAÇÃO DOS MÉTODOS DE PREVISÃO Qualitativos: baseados no julgamento Qualitativos: baseados no julgamento Quantitativos: baseados em modelos matemáticos Quantitativos: baseados em modelos matemáticos

14 Novas opiniões Tratamento estatístico Respostas Júri de opiniões de executivos Opinião da força de vendas Método Delphi Pesquisa de mercado PREVISÃO DE DEMANDA QUALITATIVOS Método Delphi

15 PREVISÃO DA DEMANDA QUANTITATIVOS: QUANTITATIVOS: Modelos matemáticos Métodos causais Métodos causais –Regressão linear simples –Regressão simples não linear –Regressão simples múltipla Séries temporais Séries temporais –Decomposição das séries –Método das médias –Média móvel ponderada –Média móvel ponderada de 1a. e 2a.

16 PREVISÃO DA DEMANDA HORIZONTE DE PREVISÃO Longo prazo Longo prazo Médio prazo Médio prazo Curto prazo Curto prazo –Qual o melhor horizonte...

17 PREVISÃO DA DEMANDA HORIZONTE DE PREVISÃO

18 PREVISÃO DA DEMANDA REQUISITOS PARA UMA BOA PREVISÃO DA DEMANDA Dados históricos de vendas, período a período Dados históricos de vendas, período a período Informações relevantes que expliquem o comportamento atípico de vendas passadas Informações relevantes que expliquem o comportamento atípico de vendas passadas Situação de variáveis que podem afetar o comportamento das vendas futuras ou estejam a ele correlacionadas; Situação de variáveis que podem afetar o comportamento das vendas futuras ou estejam a ele correlacionadas; Conhecimento da conjuntura econômica atual e previsão da conjuntura econômica no futuro Conhecimento da conjuntura econômica atual e previsão da conjuntura econômica no futuro

19 PREVISÃO DA DEMANDA REQUISITOS PARA UMA BOA PREVISÃO DA DEMANDA Informações de clientes que possam indicar seu comportamento no futuro Informações de clientes que possam indicar seu comportamento no futuro Informações relevantes sobre a atuação de concorrentes que influenciem no comportamento das vendas Informações relevantes sobre a atuação de concorrentes que influenciem no comportamento das vendas Informações sobre decisões da área comercial que podem afetar o comportamento das vendas Informações sobre decisões da área comercial que podem afetar o comportamento das vendas Articular vários setores para a elaboração da previsão Articular vários setores para a elaboração da previsão

20 PREVISÃO DA DEMANDA REQUISITOS PARA UMA BOA PREVISÃO DA DEMANDA Conhecer os produtos e seus usos Conhecer os produtos e seus usos Conhecer os mercados, suas necessidades e seus comportamentos Conhecer os mercados, suas necessidades e seus comportamentos Saber analisar os dados históricos Saber analisar os dados históricos Conhecer a concorrência e seu comportamento Conhecer a concorrência e seu comportamento Conhecer as ações da empresa que afetam a demanda Conhecer as ações da empresa que afetam a demanda Formar um base de dados relevantes para a previsão Formar um base de dados relevantes para a previsão Trabalhar com fatos e não apenas opiniões Trabalhar com fatos e não apenas opiniões

21 PREVISÃO DA DEMANDA VENDAS X DEMANDA POTENCIAL Lembrar que as vendas reais podem representar a capacidade da empresa de entregar os produtos e não a demanda potencial.Lembrar que as vendas reais podem representar a capacidade da empresa de entregar os produtos e não a demanda potencial. Faturamento Tempo Capacidade produtiva Demanda

22 VALOR BAIXO POIS O DIRETOR COMERCIAL ESTAVA EM FÉRIAS E OS PEDIDOS GRANDES FICARAM BLOQUEADOS (E FORAM PERDIDOS) ESTE VALOR FOI BAIXO POIS HOUVE FALTA DE MATÉRIA- PRIMA IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE PRELIMINAR DOS DADOS PREVISÃO DA DEMANDA

23 PLANEJAMENTO AGREGADO Processo de balanceamento da produção com a demanda, projetada para horizontes de tempo em geral de 6 a 12 meses. Procura-se combinar o uso de recursos produtivos para atender a demanda a um custo minimizado.

24 POSIÇÃO DO PLANEJAMENTO AGREGADO PLANEJAMENTO DA CAPACIDADE PLANEJAMENTO AGREGADO PROGRAMA MESTRE DE PRODUÇÃO

25 ETAPAS DO PLANEJAMENTO AGREGADO Previsão de demanda. Previsão de demanda. Escolher as alternativas que influenciarão a demanda e/ou níveis de produção. Escolher as alternativas que influenciarão a demanda e/ou níveis de produção. Determinar para cada período quais alternativas previamente escolhidas serão usadas para minimizar custos ou maximizar resultado. Determinar para cada período quais alternativas previamente escolhidas serão usadas para minimizar custos ou maximizar resultado.

26 COMO INFLUENCIAR DEMANDA Propaganda Propaganda Promoções e preços diferenciados Promoções e preços diferenciados Reservas e demoras na liberação de produtos e serviços Reservas e demoras na liberação de produtos e serviços Desenvolvimento de produtos complementares Desenvolvimento de produtos complementares

27 COMO INFLUENCIAR A PRODUÇÃO Contratação e demissão Contratação e demissão Horas extras e redução da jornada de trabalho Horas extras e redução da jornada de trabalho Estocagem Estocagem Subcontratação Subcontratação

28 PLANEJAMENTO AGREGADO: PLANEJAMENTO AGREGADO: MÉTODOS DE MONTAGEM Modelo de tentativa e erro Modelo de tentativa e erro –Estratégias escolhidas Modelo de programação linear Modelo de programação linear –Constantes –Restrições –Função objetivo

29 SISTEMAS INTEGRADOS CONCEITOS BÁSICOS O ciclo fechado - closed loop O ciclo fechado - closed loop A lógica do MRP A lógica do MRP O programa mestre de produção O programa mestre de produção Planejamento das necessidades de material (PNM) Planejamento das necessidades de material (PNM)

30 GESTÃO DE OPERACÕES MRP II: O MRP II: O CICLO FECHADO PLANEJAMENTO EMPRESARIAL PLANEJAMENTO DE VENDAS PLANEJAMENTO DE PRODUÇÃO PROGRAMAÇÃO MESTRE PLANEJAMENTO DE MATERIAIS PLANEJAMENTO DE CAPACIDADE CONTROLE DE FABRICAÇÃO COMPRAS MEDIDAS DE DESEMPENHO OK? NÃO LISTA DE MATERIAIS DISPONIBILIDADE DE MATERIAIS DE MATERIAIS SEQUÊNCIA DE OPERAÇÕES

31 A LÓGICA DO MRP A ESTRUTURA DO PRODUTO Demanda independente Demanda dependente

32 A LÓGICA DO MRP PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL Cálculo da necessidade de materiais de item de demanda dependente: Cálculo da necessidade de materiais de item de demanda dependente: –Programa mestre de itens de demanda independente –Lista de materiais –Posição dos estoques ( físico-empenho- quantidade à receber) –Prazos de entrega –Critérios para dimensionamento de lote

33 A LÓGICA DO MRP PROCEDIMENTOS DO MRP Repartição do horizonte de planejamento (finito) em intervalos regulares Repartição do horizonte de planejamento (finito) em intervalos regulares Cálculo de necessidades brutas e líquidas distribuídas no tempo Cálculo de necessidades brutas e líquidas distribuídas no tempo Recomendação de emissão de nova ordem (ordem planejada) ou de revisão das ordens em aberto (ordem liberada) Recomendação de emissão de nova ordem (ordem planejada) ou de revisão das ordens em aberto (ordem liberada)

34 O PROGRAMA MESTRE Agenda Definição do programa mestre Definição do programa mestre Definição de produto Definição de produto Erros comuns Erros comuns Benefícios do programa mestre Benefícios do programa mestre

35 O PROGRAMA MESTRE DEFINIÇÃO DO PROGRAMA MESTRE O programa mestre é uma declaração de todas as necessidades de produção em termos de: o que, o quanto e quando produzir? O programa mestre é uma declaração de todas as necessidades de produção em termos de: o que, o quanto e quando produzir? Deve ser : Deve ser : –Detalhado, escalonado, realista (que se possa acreditar), por escrito e aprovado

36 O PROGRAMA MESTRE DEFINIÇÃO DE PRODUTO O que é produto ? O que é produto ? Como definir: Como definir: –Modelo - representa a função básica e desenho padrão do produto –Característica - representa uma sub- função variável e obrigatória –Opção - representa a função adicional não obrigatória do produto

37 O PROGRAMA MESTRE DEFINIÇÃO DE PRODUTO Lista modular modelo características Motores Transmissão Assentos Direção Freios Pneus Automóvel básico1 Total de listas modulares Total de combinações opção 4242 Rádio console

38 O PROGRAMA MESTRE LISTA DE PLANEJAMENTO Programa Mestre FAMÍLIA DE PRODUTOS GRUPO DE PRODUTOS ESPECÍFICOS Plano de Produção

39 O PROGRAMA MESTRE A GRANDE NEGOCIAÇÃO 25 $ 25% SE VOCE PODE ISSO $...EM VEZ DISSO

40 O PROGRAMA MESTRE ALGUNS ERROS COMUNS Sobrecarregado - o programa total excede a capacidade de produção Sobrecarregado - o programa total excede a capacidade de produção Carga excessiva no período inicial - quantidade excessiva de ordens em atraso ou acumuladas no início de períodos Carga excessiva no período inicial - quantidade excessiva de ordens em atraso ou acumuladas no início de períodos Instável - falta de políticas de limites de tempo que considerem a disponibilidade de materiais e de capacidade Instável - falta de políticas de limites de tempo que considerem a disponibilidade de materiais e de capacidade

41 O PROGRAMA MESTRE ALGUNS ERROS COMUNS Incompleto - somente os produtos padrão, não incluídos os produtos especiais ou peças de reposição. Incompleto - somente os produtos padrão, não incluídos os produtos especiais ou peças de reposição. Curta visão - não inclui os tempos decorridos (compras e de fabricação acumulados) Curta visão - não inclui os tempos decorridos (compras e de fabricação acumulados) Lista de desejos - os desejos da gerência versus programação para que os desejos aconteçam. Lista de desejos - os desejos da gerência versus programação para que os desejos aconteçam.

42 O PROGRAMA MESTRE BENEFÍCIOS Melhoria no serviço aos clientes Melhoria no serviço aos clientes Redução dos estoques Redução dos estoques Uso eficiente da capacidade Uso eficiente da capacidade Custos reduzidos Custos reduzidos Melhor designação de responsabilidades Melhor designação de responsabilidades

43 SISTEMAS INTEGRADOS MRP, MRP II E ERP PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIALAgenda Visão geral Visão geral Lógica do PNM Lógica do PNM Exercício de MRP Exercício de MRP

44 PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL VISÃO GERAL FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO CALCULAR NECESSIDADES MANTER PRIORIDADES PLANEJAR PEDIDOS

45 PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL VISÃO GERAL PNM SUGESTÕES SOBRE AÇÕES ESTOQUES PROGRAMA MESTRE

46 PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL LÓGICA DO PNM Atuar sobre ordens já cadastradas Atuar sobre ordens já cadastradas –Adiar –Antecipar –Cancelar Atuar sobre necessidades Atuar sobre necessidades –Abrir ordens Através de: –Manutenção da validade das datas de vencimento –Satisfação das prioridades –Redução de faltas –Minimização de estoque

47 PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL LÓGICA DO PNM VISÃO DO PNM NÍVEL-A-NÍVEL PRÓXIMO NÍVEL NÍVEL ATUAL EXPLODIR LISTA 1.CALCULAR NECESSIDADES BRUTAS 2.DEFINIR NECESSIDADES LÍQUIDAS 3.ATUAR SOBRE ORDENS - PLANEJAR NÃO EXISTENTES - REPROGRAMAR EXISTENTES 4.COMPENSAR TEMPO DECORRIDO

48 PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL A FICHA TÉCNICA Importância Importância Fidelidade Fidelidade Atualização Atualização

49 PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL RELATÓRIOS RESULTANTES RELATÓRIOS RESULTANTES Relatório de ações sobre ordens Relatório de ações sobre ordens –O que, quando e quanto ? Necessidades dependentes (implosão) Necessidades dependentes (implosão) Relatório de PNM Relatório de PNM –Todas informações do item –Necessidades no tempo –Origem da necessidade –Estoque projetado no tempo –Ação sobre as ordens

50 PLANEJAMENTO DA NECESSIDADE DE MATERIAL GARANTINDO O FUNCIONAMENTO DO PNM PROGRAMA MESTRE PROGRAMA DO FORNECEDOR PROGRAMA DE PRODUÇÃO ELES CONFIAM GERÊNCIA MESTRESCOMPRADORES

51 SISTEMAS INTEGRADOS A LÓGICA DO MRP: EXERCÍCIO A B C D C Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer Lead time = 2 Quantidade mínima = 60 peças Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer CONSIDERANDO UM ÚNICO PRODUTO

52 PERÍODO NEC. BRUTA A DISPONÍVEL15 NEC. LÍQUIDA DATA RECEBIMENTO DATA LIBERAÇÃO EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP PRODUTO ACABADO A: Lead Time =1 Qtd = qualquer Data de recebimento = data de entrada do produto no estoque Data de liberação = data da autorização para saída do produto do fornecedor

53 PERÍODO NEC. BRUTA A DISPONÍVEL NEC. LÍQUIDA DATA RECEBIMENTO DATA LIBERAÇÃO EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP PRODUTO ACABADO A: Lead Time =1 Qtd = qualquer

54 SISTEMAS INTEGRADOS A LÓGICA DO MRP: EXERCÍCIO A B C D C Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer Lead time = 2 Quantidade mínima = 60 peças Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer

55 PERÍODO NEC. BRUTA->A NEC. BRUTA B DISPONÍVEL30 NEC. LÍQUIDA DATA RECEBIMENTO DATA LIBERAÇÃO EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP COMPONENTE B: Lead Time =2 Qtd = 60 peças

56 PERÍODO NEC. BRUTA->A NEC. BRUTA B DISPONÍVEL NEC. LÍQUIDA 3520 DATA RECEBIMENTO 6060 DATA LIBERAÇÃO 6060 EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP COMPONENTE B: Lead Time =2 Qtd = 60 peças

57 SISTEMAS INTEGRADOS A LÓGICA DO MRP: EXERCÍCIO A B C D C Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer Lead time = 2 Quantidade mínima = 60 peças Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer

58 PERÍODO NEC. BRUTA -> A NEC. BRUTA -> B 6060 NEC. C avulsa (1) NEC. BRUTA DISPONÍVEL9 NEC. LÍQUIDA DATA RECEBIMENTO DATA LIBERAÇÃO EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP COMPONENTE C: Lead Time =1 Qtd = qualquer (1) Item vendido separadamente

59 PERÍODO NEC. BRUTA-> A NEC. BRUTA-> B 6060 NEC. C avulsa NEC. BRUTA DISPONÍVEL NEC. LÍQUIDA DATA RECEBIMENTO DATA LIBERAÇÃO EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP COMPONENTE C: Lead Time =1 Qtd = qualquer

60 SISTEMAS INTEGRADOS A LÓGICA DO MRP: EXERCÍCIO A B C D C Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer Lead time = 2 Quantidade mínima = 60 peças Lead time = 1 Quantidade mínima = qualquer

61 PERÍODO NEC. BRUTA RECEB PROGRAMA 40 DISPONÍVEL7 NEC. LÍQUIDA DATA RECEBIMENTO DATA LIBERAÇÃO EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP COMPONENTE ou MP D: Lead Time =1 período Q = qualquer

62 PERÍODO NEC. BRUTA RECEB PROGRAMA 40 DISPONÍVEL NEC. LÍQUIDA DATA RECEBIMENTO DATA LIBERAÇÃO EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP COMPONENTE ou MP D: Lead Time =1 período Q = qualquer

63 PERÍODO NEC. BRUTA RECEB PROGRAMA 40 DISPONÍVEL NEC. LÍQUIDA DATA RECEBIMENTO DATA LIBERAÇÃO EXERCÍCIO DE CÁLCULO DE MRP COMPONENTE ou MP D: Lead Time =1 período Q = qualquer XX X

64 ´60 ´70 ´90 ´80 Revolução T I Revolução T I Bill of Materials AutomáticoBOM MRP - Material Requirements Planning BOMMRP MRPII - Manufacturing Resources Planning BOM MRPMRPII ERP - Enterprise Resources Planning BOM MRP MRPIIERP Sistemas Integrados de Gestão: Evolução Histórica Escopo

65 SISTEMAS INTEGRADOS MRP, MRP II E ERP O SISTEMA ERP Evolução dos sistemas integrados de planejamento e controle, contemplando todas as funções do MRP II, incluindo qualidade, pessoal e transacionando tudo no razão da empresa. A inclusão do módulo de workflow, permite que a empresa seja parametrizada pelos seus processos.

66 ERP Permite a gestão global da informação em tempo real, em vários idiomas e moedas do mundo, e que já está pronto para o ano 2000 Permite a gestão global da informação em tempo real, em vários idiomas e moedas do mundo, e que já está pronto para o ano 2000 Construído sobre uma estrutura modular completamente integrada que o torna extraordinariamente flexível e expansível Construído sobre uma estrutura modular completamente integrada que o torna extraordinariamente flexível e expansível Concebido considerando os padrões da indústria em sistemas abertos com ambiente cliente/servidor e interface gráfica do usuário. Concebido considerando os padrões da indústria em sistemas abertos com ambiente cliente/servidor e interface gráfica do usuário. SOLUÇÕES DE NEGÓCIOS PARA EMPRESAS DE TODOS OS TAMANHOS

67 ERP - APLICAÇÕES Materiais Materiais Planejamento da Produção Planejamento da Produção Vendas e Distribuição Vendas e Distribuição Contabilidade Financeira Contabilidade Financeira Controladoria Controladoria Investimentos de Capital Investimentos de Capital Tesouraria Tesouraria Manutenção Manutenção Controle de Qualidade Controle de Qualidade Projetos Projetos Recursos Humanos Recursos Humanos Workflow Workflow Controle de Empresa Controle de Empresa FUNÇÕES COBERTAS - MÓDULOS

68 ERP Panorama atual na Gestão Panorama atual na Gestão –O movimento de integração mundial das empresas, exigindo tratamento único e em tempo real das informações; –A tendência de substituição de estruturas funcionais por estruturas ancoradas em processos; –A integração, viabilizada por avanços na tecnologia de informação, dos vários sistemas de informação em um sistema único. ASPECTOS DA NECESSIDADE

69 ERP Melhor Atendimento ao Cliente Melhor Atendimento ao Cliente Integração das Funções e Informações da Empresa Integração das Funções e Informações da Empresa Integração com os Fronteiras Externas Integração com os Fronteiras Externas –Fornecedores –Clientes –Governo –Mercado –Parceiros e outras unidades, etc ASPECTOS DA NECESSIDADE

70 ERP Resultados observados em pesquisa: Resultados observados em pesquisa: –Mecanismos que permeiam sobre a adoção e implementação de SIG correspondem àqueles relacionados à adoção de modas e modismos gerenciais, pressão externa e pouco alinhamento com a estratégia –Critérios de adoção nem sempre feitos por análise de impacto financeiro. Fonte: Wood Jr., Thomaz, Pesquisa sobre SIG - NPP, EAESP-FGV CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMPLANTAÇÃO

71 ERP Resultados observados em pesquisa: Resultados observados em pesquisa: –A forma de implantação não considera fatores-chaves relacionados à: – Transformação organizacional - Pessoas – Gestão de Mudança –Resultados obtidos ficam abaixo da expectativa – Decisões erradas quanto à adoção – Erro na metodologia - forma de implantação. CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMPLANTAÇÃO

72 ERP Arquitetura do sistema é fundamental - alinhada com a estratégia. Arquitetura do sistema é fundamental - alinhada com a estratégia. Tecnologia não é restrição. Tecnologia não é restrição. Tratamento adequado da Gestão de Mudança e Organizacional. Tratamento adequado da Gestão de Mudança e Organizacional. Componentes dedicados são essenciais - segmentação para atender bem especialidades e especificidades. Componentes dedicados são essenciais - segmentação para atender bem especialidades e especificidades. Custo Benefício e Custo Total de Propriedade. Custo Benefício e Custo Total de Propriedade. CONSIDERAÇÕES FINAIS


Carregar ppt "MBA em Gestão de Projetos GESTÃO DE OPERACÕES - I Professor : J. Miguel Sacramento"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google