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Uma parte dos ERP é composto por SCM (Supply Chain Management – gerenciamento da cadeia de suprimentos). Algumas definições: – Wood e Zuffo (1998) afirmam.

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2 Uma parte dos ERP é composto por SCM (Supply Chain Management – gerenciamento da cadeia de suprimentos). Algumas definições: – Wood e Zuffo (1998) afirmam que o SCM é uma metodologia desenvolvida para alinhar todas as atividades de produção de forma sincronizada. Visa a reduzir custos, minimizar ciclos e maximizar o valor percebido pelo cliente final, por meio do rompimento das barreiras entre departamentos e áreas.

3 – O SCM é formado pela gestão das atividades de negócios e relacionamentos: dentro da empresa e na organização com os fornecedores imediatos. – O SCM é, sem dúvida, a evolução da logística. Amplia os conceitos que geram valor aos produtores, aos intermediários e aos clientes. O processo de SCM inicia-se no desenvolvimento do produto, inclui o planejamento de marketing, a fabricação, as operações financeiras, as compras e o desenvolvimento de fornecedores. – SCM é a integração dos processos industriais e comerciais. Parte do consumidor final e vai até os fornecedores iniciais.

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5 O SCM acompanha todos os processos que envolvem um determinado produto, desde a origem das matérias primas até chegar aos clientes; SCM está presente em pelo menos quatro áreas da empresa: – gestão da produção, – logística, – marketing – e compras.

6 O objetivo SCM é, basicamente, melhorar o processo produtivo ao longo de toda a cadeia de suprimentos e não apenas de algumas unidades; A implantação de um SCM traz vantagens à cadeia de suprimento participante, para os clientes, com produtos e serviços de qualidade a um preço justo. A ênfase do SCM está na interação eletrônica com fornecedores, parceiros, vendedores e clientes, em uma espécie de relacionamento digital.

7 Os SCM agregam um conjunto de diversos subsistemas ou módulos em uma plataforma única de integração; Estes são responsáveis por funções tático-operacionais e estratégicas da gestão da cadeia de suprimento;

8 Nível estratégico planejamento e otimização de rede logística. Nível tático/operacional planejamento de demanda; planejamento de capacidades e de suprimento; planejamento e programação de transporte; planejamento e seqüenciamento de produção; planejamento e execução de reposição automática de estoques.

9 Os componentes do SCM variam de acordo com as necessidades e requerimentos de cada organização; Complexidade depende das características do processo produtivo, da flutuação e da sazonalidade da demanda e dos custos de transporte e estoques. Exemplo: Se o custo predominante de uma organização for, por exemplo, o custo de transporte, a implementação do SCM terá como foco os módulos de planejamento e programação de transporte e otimização da rede logística.

10 – redução do tempo de resposta da cadeia de suprimentos. Isso aumenta a lucratividade do processo e a satisfação do cliente; – aumento da confiança entre os membros da cadeia de suprimentos, incluindo desde fornecedores de matérias- primas até os clientes finais; – melhora na integração das atividades dentro da cadeia de suprimentos. Isso aumenta a qualidade do produto final; – novos meios de integrar as atividades da cadeia de fornecimento. Isso ocasiona a redução de custos e tempo dos processos; – estabelecimento de contato mais freqüente entre os membros da cadeia de suprimentos, integrando diversos níveis do processo de produção.

11 Outros benefícios podem ser gerados, dependendo da necessidade da organização e do foco do projeto; Problemas a serem resolvidos, a partir da implantação de um SCM: – falta de sistemas/compartilhamento de informação entre os membros; – gerenciamento de estoque falho ao longo da cadeia de fornecimento; – falta de cooperação e confiança entre os membros; – falta de interesse dos fornecedores e consumidores; – distância geográfica entre as empresas e seus fornecedores e consumidores.

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13 Troca de dados estruturados e padronizados entre entidades, utilizando meio eletrônico, diminuindo a intervenção humana no processo. É uma das técnicas da ECR – Resposta Eficiente ao Consumidor (Efficient Consumer Response) que tem como base para o seu funcionamento a necessidade da informação.

14 O EDI é adotado pelas empresas para a integração de sua cadeia de suprimentos, seus distribuidores, suas relações com governos e com os bancos comerciais, estando dentro da relação chamada business-to-business (B2B).

15 Racionalização do tempo e dos recursos humanos; Otimização dos recursos humanos em tarefas não automatizáveis; Não há necessidade de um documento papel para iniciar o processo; Diminuição dos riscos com o documento papel: perda, atrasos, danificação etc.; Não há necessidade de redigitação (interface direta com os aplicativos internos da empresa) Qualidade e fidelidade dos dados; Rapidez no acesso aos dados(desnecessário a impressão e translado do documento). Facilita a utilização em vários idiomas e moedas

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17 EDIFACT (EDI + For Administration Commerce and Transport) >> Padrão criado pela ONU com o objetivo principal de fixar uma padronização de mensagens para o intercâmbio de informações em nível mundial. Mais usado no Brasil baseando-se na norma ABNT NBR 12963; ANSI ASC X.121: América do Norte, Austrália e Nova Zelândia. UNTDI: Europa Ocidental

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20 Atualmente, a armazenagem exige muito mais que simples procedimentos automatizados, ela necessita de Sistemas de Informações que possam tomar decisões rápidas e inteligentes. A rentabilidade das empresas também é afetada diretamente pela eficiência de seu processo de armazenagem, logo as melhores práticas devem ser aplicadas.

21 O WMS é apenas uma parte dos Sistemas de Informação voltados para Armazenagem, que compreendem, além dos WMS – Warehouse Information Systems, também os: DRP – Distribuition Requirements Planning – Planejamento das necessidades de Distribuição TMS – Transportation Management Systems – Sistemas de Gerenciamento de Transportes EDI – Eletronic Data Interchange – Intercâmbio Eletrônico de Dados; Automatic Identification – Auto ID (Identificação Automática – Código de Barras) RFDC – Radio Frequency Data Collection (Coleta de Dados por Radiofrequência);

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23 Otimização operacional Um WMS possibilita a otimização operacional através do aumento da produtividade operacional, otimização dos espaços e melhoria da utilização dos recursos operacionais (equipamentos de movimentação e estocagem), aumentando desta forma a capacidade operacional. Um WMS possibilitará a um aumento da produtividade operacional. Estes aumentos podem chegar na ordem de 10 a 30 por cento e até mais dependendo do caso. Estes aumentos são devido, principalmente a: Controle operacional (o sistema WMS fornece as tarefas a serem feitas); Redução do tempo perdido com esperas; Redução tempo morto dos recursos em movimentação; Otimização do percurso através de uma localização pela curva ABC de giro; Aumento da densidade de estocagem, diminuindo distancias a serem percorridas; Diminuição de tempos de viagens, entre outros;

24 Aumento da Capacidade Existem dois modos de aumentar a capacidade de um armazém aumentando o seu tamanho ou aumentando o giro dos produtos, ou seja, movimentando-os de forma mais rápida fazendo com quem os mesmo permaneçam o mínimo tempo no armazém.

25 WMS é um sistema de gestão (software), que melhora a operacionalidade da Armazenagem, através do eficiente gerenciamento de informações e dos recursos dos mesmos. As informações utilizadas podem ser provenientes de empresas transportadoras, da produção, do sistema corporativo (ERP), dos clientes e fornecedores, entre outros. O WMS utiliza estas informações para receber, inspecionar, estocar, separar, embalar e expedir mercadorias da melhor forma possível.

26 Os dois principais objetivos do processo de armazenagem são: maximizar a utilização de recursos operacionais (espaços, equipamentos, mão-de-obra); satisfazer necessidades e expectativas de clientes; quatro funções básicas: Receber o produto; Estocar o produto; Separar o produto; Expedir o produto;

27 Programação e entrada de pedidos: O WMS precisa ser capaz de registrar as necessidades especiais do cliente, tais como: – Necessidades de embalagem especial; – Características da paletização; – Sistema de rotulação e/ou documentação, além de todas informações adicionais ao cliente.

28 Planejamento e alocação de recursos Um WMS é capaz de alocar a mão-de-obra às atividades diárias. Pode planejar automaticamente as atividades de mão-de-obra do dia ou um supervisor pode intervir ou alterar alocação recomendada. Pré-recebimento A visibilidade antecipada pode propriciar oportunidades de cross docking, maximizar a utilização de docas, aumentar o giro da área de recebimento, auxiliar na programação do transporte e fornecer melhor planejamento de mão-de-obra.

29 Planejamento e alocação de recursos Um WMS é capaz de alocar a mão-de-obra às atividades diárias. Pode planejar automaticamente as atividades de mão-de-obra do dia ou um supervisor pode intervir ou alterar alocação recomendada. Pré-recebimento A visibilidade antecipada pode propriciar oportunidades de cross docking, maximizar a utilização de docas, aumentar o giro da área de recebimento, auxiliar na programação do transporte e fornecer melhor planejamento de mão-de-obra.

30 Portaria Por estes módulos também são feitos os controles de dados como: fornecedor, ordem de chegada, tamanho da carga, prioridade de descarga e outros. Recebimento quando uma carga chega à doca definida para a descarga e o documento de recebimento está num arquivo de WMS. O processamento de um recebimento segue as seguintes etapas: Identificar e Selecionar o recebimento a ser processado; Indicar os itens e quantidades a serem recebidos; Imprimir e Identificar o produto; Confirmar o recebimento da quantidade de cada produto; Liberar os itens para estocagem;

31 Inspeção e controle de qualidade – O WMS apóia totalmente o processo de inspeção. Esta funcionalidade especialmente é crítica às indústrias reguladas como a indústrias farmacêutica. – O WMS é capaz de notificar o operador de inspeção as necessidades dos materiais que são recebidos. Esta notificação permite a entrega imediata de produtos à inspeção ou a notificação imediata para um inspetor vir à área de recepção.

32 Estocagem WMS tem a responsabilidade de analisar o melhor método de estocagem, considerando local, tipo de equipamento a ser utilizado, momento oportuno para estocagem. Transferências O WMS gerencia também os fluxos de transferências de itens entre áreas objetivando uma melhor otimização dos seus dois objetivos básicos, que é a melhoria do nível de serviço e a redução dos custos de armazenagem.

33 Separação de Pedidos Podemos identificar três diferentes tipos de separação: Separaçao de carga unitizada (palete completo); Separação de carga fechadas (fracionamento do palete) e; Separação de unidades dentro da caixa (fracionamento da caixa). Expedição As funções da expedição são projetadas para maximizar o controle dos pedidos se movimentando através da embalagem, verificação e carregamento. Adicionalmente, a geração de conhecimento de embarque e lista de embalagenm e atualização do arquivo de pedidos de cliente são projetados para minimizar as tarefas administrativas manuais para reduzir a mão-de-obra e melhorar a acuracidade.

34 Benefícios de um WMS Podemos citar como principais benefícios: – Melhoria da acuracidade do inventário; – Melhoria na ocupação do espaço; – Redução de erros; – Aumento da produtividade; – Redução da necessidade de papéis; – Eliminação de inventários físicos; – Melhoria no controle de carga de trabalho; – Melhoria no gerenciamento operacional; – Apoio ao processo de EDI – Intercâmbio eletrônico de dados; – Apoio ao processo de aumento de valor agregado ao cliente;

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36 Assegurar rastreabilidade do pedido e produtividade em todo o processo de distribuição são os principais benefícios; As características de uma solução TMS variam de acordo com o ramo de atividade – Industrial, operadores logísticos, transporte de cargas ou conforme o tipo de modal. Módulos Específicos: – Gestão de frotas; – Gestão de fretes; – Roteirização; – Programação de Cargas; – Controle de Tráfego/Rastreamento; – Atendimento ao cliente.

37 Gestão de Frotas: – Controle do cadastro do veículo; – Controle de documentação; – Controle de manutenção; – Controle de estoque de peças; – Controle de combustíveis; – Controle de tacógrafos; – Controle de pneus e câmaras; – Controle de engate e desengates;

38 Gestão de Fretes – Cadastro geral de transportadoras, rotas, taxas; – Controlar tabela de fretes; – Simulação de fretes; – Controlar conhecimento de cargas; – Liberar pagamentos/recebimentos.

39 Roteirizadores – Determinar melhores rotas; – Formação de cargas e índices de ocupação de veículos; – Análise da distribuição de mais de um CD; – Gerenciamento do tempo de entrega por clientes; – Reprogramações de entrega em função de imprevistos.

40 Controle de carga – Planejamento de equipes de planejamento; – Planejamento da acomodação de cargas no veículo em função de peso, volume, fragilidade. Outras tecnologias – Rastreamento de pedidos; – Etiquetas de radiofrequencia/transponders; – Google Earth; – Google Maps.


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