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Mossoró, 25 de julho de 2013 OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS PARA JOVENS EMPREENDEDORES Aladio Antonio de Sousa Consultor da Petrobras.

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1 Mossoró, 25 de julho de 2013 OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS PARA JOVENS EMPREENDEDORES Aladio Antonio de Sousa Consultor da Petrobras

2 ÍNDICE PARTE 1: O que é Empreendedorismo PARTE 2: Empreendedorismo no Brasil PARTE 3: Como se capacitar PARTE 4: Oportunidades para o empreendedor

3 PARTE 1 – O QUE É EMPREENDEDORISMO

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5 Empreendedorismo segundo o GEM O GEM define empreendedorismo como qualquer tentativa de criação de um novo negócio ou novo empreendimento, como, por exemplo, uma atividade autônoma, uma nova empresa ou a expansão de um empreendimento existente, por um indivíduo, grupos de indivíduos, ou por empresas já estabelecidas. GEM – Global Entrepreneurship Monitor

6 Quem é empreendedor? Qualquer pessoa com boa ideia, que se propõe a resolver problemas antigos ou novos de uma forma diferente. Empreender é fazer a coisa acontecer de forma diferente. Quem empreende está utilizando todas as suas capacidades para realizar alguma coisa que tenha valor para a sociedade.

7 O verdadeiro empreendedor é extremamente apaixonado por solucionar problemas e melhorar a vida das pessoas, e sempre está disposto a trabalhar arduamente para fazer as coisas acontecerem. Entende que às vezes nem tudo sairá como espera, e estará sempre pronto para aprender e tentar novamente. Empreendedor é aquele capaz de converter ideias em valor Quem é empreendedor?

8 Alguns fatores que influenciam o empreendedorismo Cultura e perfil do empreendedor Estabilidade política e econômica Marco regulatório (legislação, normas etc.) Financiamento de capital de risco Respeito à propriedade privada Infraestrutura Estágio de desenvolvimento do país em relação à capacidade de gerar inovação e conhecimento

9 Empreendedorismo por oportunidade Empreendedores que iniciaram o seu negócio por vislumbrarem uma oportunidade no mercado para empreender e como forma de melhorar sua condição de vida. Empreendedorismo por necessidade Pessoas que empreendem como única opção, ou seja, pela falta de melhores alternativas profissionais GEM

10 Empreendedorismo Inovador As características de empreendedorismo inovador incluem aqueles de alto impacto, que desenvolvem atividades intensivas em conhecimento, os inovadores disruptivos. Empreendedorismo de Pequenos Negócios O empreendedorismo que está relacionado a segmentos populacionais específicos, tais como mulheres, jovens e idosos, e inclui ainda empreendimentos familiares em setores tradicionais. (PNEN)

11 PARTE 2: EMPREENDEDORISMO NO BRASIL

12 O Brasil abre novas empresas por ano – é o terceiro colocado no mundo, acima de países como Alemanha e Índia. Esse indicador se torna ainda mais relevante quando relacionado ao fato de que a taxa de sobrevida (mais de dois anos) dos novos negócios cresceu de 50% para 73% nos últimos dez anos no Brasil, um índice maior do que o registrado nos Estados Unidos. A proporção de empreendedores por oportunidade no Brasil está em 69,2%, o que é um percentual expressivo, considerando que no início da Pesquisa GEM esta proporção era da ordem de 42%.

13 Política Nacional de Empreendedorismo e Negócios - PNEN Pretende mobilizar as forças produtivas para inovar, competir e crescer, dinamizando as competências presentes nas empresas, na academia e na sociedade Estará focada na geração e fortalecimento de negócios, nas vertentes do empreendedorismo dos pequenos negócios e do empreendedorismo inovador.

14 Macroambiente Ambiente Econômico Marco Regulatório Governança Infraestrutura Internacionalização Ambiente Intermediário Educação, Capacitação e Disseminação Tecnologia e Inovação Financiamento, Investimento e Crédito Desoneração Tributária e Desburocratização

15 Microambiente Empreendedorismo por Segmento Cultura e Perfil Empreendedor Cases de sucesso: EUA MPEs representam 50% do PIB; 23% do que o Governo compra é proveniente das MPEs; 70% dos exportadores tem menos de 20 empregados; 38 mil empreendimentos de pequeno porte exportam; Mais de 30% dos estudantes participam de programas de empreendedorismo; 4 dias para abrir uma empresa.

16 Alemanha MPEs representam 60% do PIB; Exportações das MPEs representando 45% do PIB; 85% das empresas são de pequeno e médio porte; 15 dias para abrir uma empresa. Itália As MPEs representam 60% do PIB; Participação expressiva das MPEs nas exportações, representando 45% do PIB; 17% da população recebe treinamento para iniciar um negócio; 6 dias para abrir uma empresa.

17 Tecnologia e Inovação Diretrizes: Apoiar e valorizar, nas universidades, os programas de extensão e pós-graduação voltados para a criação de negócios e agregação de valor em produtos e processos nos empreendimentos foco da Política; Estimular o empreendedorismo intracorporativo como mecanismo de apoio à inovação nas cadeias produtivas, ancorado em grandes empresas, como vetor de desenvolvimento local;

18 Estimular e valorizar o intraempreendedorismo como gerador de inovação em ambientes públicos e privados; Promover a cultura da propriedade intelectual e o acesso dos empreendedores aos mecanismos de proteção, com foco em marca, patentes, denominação de origem e design; Apoiar a implementação no mercado de projetos inovadores de alunos de universidades e institutos tecnológicos;

19 Promover maior interação entre iniciativa privada, academia e governo a fim de favorecer o ambiente de negócios; Promover a agregação de valor e a valorização pelo mercado das culturas e saberes tradicionais; Favorecer a geração de negócios relacionados ao uso sustentável da biodiversidade brasileira.

20 Empreendedor Individual Dados de 2010 indicaram que existência de cerca de empreendedores informais no Brasil. Para esse público-alvo foi criada a legislação específica denominada Empreendedor Individual, a qual prevê facilidades para acesso a programas e recursos do governo e de instituições especializadas no apoio e incentivo ao empreendedorismo, além de direitos antes exclusivos para os trabalhadores. Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei 123/2006) Visa essencialmente a simplificação do ambiente de negócios e do fomento ao empreendedorismo

21 PARTE 3: COMO SE CAPACITAR

22 EMPRETEC Programa do SEBRAE voltado para capacitação em empreendedorismo Aprender e Empreender do SEBRAE Projeto Agentes Locais de Inovação – ALI (SEBRAE) Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas – FAMPE (SEBRAE) Portal Inovação (Criado pelo MCT e CGEE) Sistema Brasileiro de Tecnologia – SIBRATEC

23 Programa de Consultoria Tecnológica – SEBRAETEC Possibilita às micro e pequenas empresas e empreendedores acessar os conhecimentos tecnológicos existentes na infraestrutura de CT&I. Visa à melhoria e à inovação de processos e produtos, com o conseqüente aumento da competitividade dos pequenos negócios, por meio de subsídio aos custos dos serviços de consultoria tecnológica realizados pelas entidades executoras.

24 O SEBRAETEC atua nas seguintes modalidades: Diagnóstico Tecnológico Oficinas SEBRAEtec Suporte Tecnológico Apoio Tecnológico à Exportação Atendimento Tecnológico in loco Aperfeiçoamento Tecnológico Inovação Tecnológica Clínicas Tecnológicas

25 Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas – PAPPE Subvenção Programa Primeira Empresa Inovadora – PRIME Programa Juro Zero Subvenção Econômica à Inovação (financiamento não reembolsável) Outra modalidade de subvenção é a de estímulo à contratação, pelas empresas, de mestres e doutores para trabalharem em atividades de inovação tecnológica, prevista no artigo 21 da Lei do Bem e regulamentada no artigo 11 do Decreto 5.978/2006.

26 Cartão BNDES para Inovação; Programa RHAE - Pesquisador na Empresa; Programa Criatec - Fundo para micro e pequenas empresas inovadoras (apoio gerencial e capital semente); Projeto Inovar Semente; Programa Inovar.

27 Incentivos à Inovação e ao Empreendedorismo Prêmio MPE Brasil – SEBRAE; Prêmio Mulher de Negócios – SEBRAE; Prêmio Prefeito Empreendedor – SEBRAE; Desafio Sebrae; Saber Empreender.

28 PARTE 4 – OPORTUNIDADES PARA O EMPREENDEDOR

29 1) Demanda do cliente/mercado Petrobras – demandas locais, demandas das famílias críticas, demandas do Pré-sal, demandas das redes temáticas 2) Mudança da legislação Meio Ambiente (Código Florestal, Lei dos RSU), Segurança do Trabalho ( NRs), Conteúdo Local, Fundos Setoriais, Lei do Bem, Lei da Inovação) 3) Novos paradigmas Desenvolvimento sustentável, redes sociais, e- commerce

30 4) Mudança de tecnologia Exemplos: iluminação a led, TI, nanotecnologia, biotecnologia, prototipagem 3D, biomassa, energias alternativas 5) Ambiente propicio Reunião das redes, rodadas de negócios, palestras, seminários 6) Informações Sites das empresas e instituições (PROMINP, Federações da Indústria, do Comércio, Sistema S), revistas/jornais especializados, noticiários)

31 7) Acompanhar os planos de negócios das empresas Exemplo: Petrobras PN ) Acompanhar as rodadas da ANP Exemplo: 11ª Rodada em 14/05/2013, onze bacias da margem equatorial brasileira, 289 blocos, 94 em águas profundas, 72 em águas rasas e 123 em bacias terrestres. 142 blocos foram arrematados, R$ 2,8 bilhões de bônus e compromisso de investir R$ 7 bilhões nos programas exploratórios na fase inicial da concessão. Primeira rodada de licitação do Pré-sal, prevista para outubro e 12ª Rodada com foco em gás, prevista para novembro

32 9) Conhecer o planejamento dos governos federal, estadual e municipal Exemplos: Plano Brasil Maior, PNEN – Plano Nacional de Empreendedorismo e Negócios (oficinas regionais e estaduais para elaboração da Agenda Nacional de Desenvolvimento e Competividade das Micro e Pequenas Empresas ), estadual e municipal 10) Estar atento às mudanças e antecipar as soluções

33 PROMINP Portal de Oportunidades da Cadeia de Suprimentos do Setor de P&G Principais funções: a) Informação detalhada: conheça a demanda de equipamentos, materiais e componentes do setor até 2015, por trimestre e estado, em números; b) Visibilidade para as empresas: veja quem vende o que sua empresa compra e quem compra seu produto ou serviço.

34 As empresas na realidade não estão simplesmente a procura de produtos e serviços, e sim a procura de soluções para seus problemas ou necessidades As empresas devem deixar de ser apenas fábricas para se tornar provedoras de soluções e fornecedoras de tecnologia – Juan Enriques, CEO da Excel MedicalVentures Biotechonomy

35 EMPREENDEDORISMO INOVADOR

36 Recursos Humanos Bens e Serviços P&D Universidade Profissional especializado Profissional especializado Professor e ou Pesquisador Professor e ou Pesquisador Empreendedor Empresa Uma visão empresarial sobre o papel da Universidade

37 Ideias Fornecedores Parceiros Clientes Mercado Inovação Fonte: Luiz Fernando Leite Processo de Inovação

38 Demandas Grandes Empresas Demandas Grandes Empresas Demandas das Redes Temáticas Demandas das Redes Temáticas Demandas locais das UOs Demandas locais das UOs Demandas Tecnológicas Demandas Tecnológicas Rotas de Demandas Tecnológicas da Cadeia de Petróleo e Gás Natural

39 Rota 1 – DEMANDAS TECNOLÓGICAS LOCAIS DAS UOs Questões apresentadas aos técnicos presentes: 1)Que produto/serviços/processos da sua área de trabalho podem ser reproduzidos por empresas locais? 2)Que produtos/serviços/processos da sua área de trabalho podem ser melhorados por empresas locais? 3)Que novas soluções em produtos/serviços/processos da sua área de trabalho podem ser desenvolvidos por empresas locais? Workshop de Demandas Tecnológicas da Petrobras

40 Rede de Modelagem e Observação Oceanográfica – REMO Rede de Modelagem e Observação Oceanográfica – REMO 7 7 Rede de Estruturas Submarinas 3 3 Rede de Gerenciamento de Águas no Segmento Produção de Petróleo Rede de Gerenciamento de Águas no Segmento Produção de Petróleo 6 6 Rede de Instrumentação, Automação, Controle e Otimização de Processos Rede de Instrumentação, Automação, Controle e Otimização de Processos 4 4 Rede de Conservação e Recuperação de Ecossistemas e Remediação de Áreas Impactadas – ECOAI Rede de Conservação e Recuperação de Ecossistemas e Remediação de Áreas Impactadas – ECOAI 9 9 Centro de Tecnologia em Dutos 5 5 Rede de Monitoração, Controle e Automação de Poços - GEDIG Rede de Monitoração, Controle e Automação de Poços - GEDIG 1 1 Rede de Tecnologia de Materiais e Controle de Corrosão Rede de Tecnologia de Materiais e Controle de Corrosão 2 2 Rede de Computação e Visualização Científica - GALILEU Rede de Computação e Visualização Científica - GALILEU 8 8 Rede de Monitoramento Ambiental Marinho – MAM Rede de Monitoramento Ambiental Marinho – MAM Rota 2 - REDES TEMÁTICAS

41 Muito Obrigado! Aladio Antonio de Sousa Consultor da Petrobras Secretário Executivo do Fórum Regional do PROMINP de Sergipe Gestor do Convênio Petrobras-Sebrae de Sergipe Telefone: Celular:


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