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Entusiasmo é acreditar na nossa capacidade de fazer as coisas acontecerem, de darem certo, de transformar a natureza e as pessoas. Não é a realidade da.

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2 Entusiasmo é acreditar na nossa capacidade de fazer as coisas acontecerem, de darem certo, de transformar a natureza e as pessoas. Não é a realidade da vida que tem que nos entusiasmar, nós é que temos que entusiasmar a realidade da nossa vida! Nós é que temos que entusiasmar nossas idéias... - José Maria Marins

3 Barioni e teve Idealizado por Horácio Baby Barioni e teve inicio em 1936 na cidade de Monte Alto. O Mais tradicional do país e que teve forte influencia na criação de em outros estado. A Capital (São Paulo) não participa do evento. Em toda sua história, apenas em 1989 não foi realizado.

4 Foram criados em Brusque pelo desportista e empresário Arthur Schlösser, em agosto de 1960, com os municípios de: Brusque, Florianópolis, Blumenau, Criciúma, Joinville, Itajaí, Mafra, São Bento do Sul, Corupá, Joaçaba, Lages, Rio do Sul, Concórdia e Indaial. (14 municípios) Na época santa Catarina possuía 260 municípios (hoje: 293) Na 6ª Edição (Itajaí) participaram 61 municípios

5 Foram criados pela Liga de Esportes Amadores de Londrina – LEAL, sob o nome de Jogos Abertos do Paraná, em 1957 Participaram aproximadamente 22 municípios que na época o estado do Paraná possuía pouco mais de 119 municípios (hoje: 399)

6 Tradicional no estado do Rio Grande do Sul – JIRGS Segue um modelo próximo dos JAISP. Devido as ligações culturais de grande número de profissionais de Educação Física que atuavam em Rondônia serem gaúchos, este modelo serviu de parâmetro para o estado de Rondônia.

7 Reconstruindo sua história

8 Criado pelo Decreto nº 1622, de 25/10/1983. Governador Jorge Teixeira de Oliveira alterações: Decreto nº 2712, de 25/08/1985 Decreto nº 2981, de 09/07/1986

9 Em 1983, SECET com a finalidade de desenvolver o desporto amador, destinado a pessoa adulta criou o JIR. O objetivo principal foi o de OPORTUNIZAR O ATLETA COM IDADE SUPERIOR A 18 ANOS a continuar as práticas esportivas e deixar um LEGADO AOS MUNICIPIOS-SEDES. A realização dos JIR foi um desafio para todos, superando as expectativas e o grande conquistas foram obtidas. Atletas de grandes expressões, equipes de destaque nacional, novos ginásios etc.

10 Ji-Paraná – 1983PORTO VELHO Cacoal – 1984PORTO VELHO Guajará Mirim – 1985PORTO VELHO Ji-Paraná – 1986CACOAL

11 35 mil habitantes HANDEBOL MASCULINO Cristóvão, Everton, Reinaldo, Branca, Cássio, Makoto, Washington. GOIOERÊ-PR CACOAL-RO AUTARQUIA MUNICIPAL DE ESPORTES DE CACOAL 1986

12 1983 e Ginásio Gerivaldão Ginásio Cap. Rui Teixeira Ginásio Afonso Rodrigues

13 Final de Basquete Porto Velho x Cacoal Handebol de Porto Velho Campeão Geral Porto Velho

14 25 ANOS SEM A REALIZAÇÃO DOS JOGOS INTERMUNICIPAIS DE RONDÔNIA.

15 JOGOS ABERTOS DE SANTA CATARINA JOGOS ABERTOS DO PARANÁ JOGOS DO INTERIOR DE SÃO PAULO JOGOS ABERTOS MINAS GERAIS JOGOS ABERTOS DO RIO DE JANEIRO JOGOS ABERTOS DE GOIÁS JOGOS ABERTOS DE PERNAMBUCO JOGOS INTERMUNICIPAIS DO RIO GRANDE DO SUL JOGOS ABERTOS DO MARANHÃO JOGOS ABERTOS DA PARAÍBA JOGOS ABERTOS DO AMAZONAS JOGOS ABERTOS DO PARÁ JOER JOGOS ESCOLARES DE RONDÔNIA

16 LINHA DO TEMPO Esporte na Escola Iniciação Esportiva JOER Esporte de Base JIR Alto Nível

17 O desporto educacional tem por finalidade o desenvolvimento e a formação do indivíduo como cidadão e não como atleta. Somente se a criança ou o jovem mostrar pendor para o esporte e desejo de a ele se dedicar integralmente deverá receber incentivo para tal. Art O Estado e os Municípios, visando a estimular a prática do desporto escolar e do rendimento, deverão realizar, anualmente, pelo menos uma competição desportiva.

18 O Estado visando a estimular a prática do desporto de Rendimento, deverá realizar, anualmente, uma competição desportiva. Desde 1986, o Estado não dispõe de competição desportiva, multiesportiva, de natureza ABERTA, destinada atender o Desporto de Rendimento( Lei 9615/98 ) e desta forma, estimular as atividades do desporto de massa, respeitando a Autonomia das federações esportivas.

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20 TESOURO DO ESTADO TESOURO DOS MUNICIPIO RECURSOS PRIVADOS

21 Uma Comissão conjunta PLANEJA. Estado e Municipio-Sede ORGANIZA. Estado EXECUTA. Comissão CONTROLA. Estado AVALIA.

22 MUNICIPIO SEDE EMPRESAS MUNICIPIOS PARTICIPANTES GOVERNO

23 GOVERNO DO ESTADO ARBITRAGEM PREMIAÇÃO SEGURANÇA COORDENAÇÃO TÉCNICA OBRAS E REFORMAS JUSTIÇA & DISCIPLINA HOSPEDAGEM

24 MUNICIPIO SEDE TRANSPORTE INTERNOSAÚDE MÉDICO-HOSPITALARCOORDENAÇÕESLIMPEZA CONSERVAÇÃOOBRAS E REFORMAS

25 MUNICIPIOS PARTICIPANTES TRANSPORTE INTERMUNICIPAL

26 DESENVOLVIMENTO SERVIÇO COMÉRCIO TURISMO

27 Turismo Esportivo Atividades Culturais Bares e Restaurantes Hotéis e Resorts Transporte Urbano e Intermunicipal Fomento em ações paralelas em diversas áreas Dinamismo na Imprensa local e do estado

28 CAPÍTULO III DA NATUREZA E DAS FINALIDADES DO DESPORTO Art. 3 o O desporto pode ser reconhecido em qualquer das seguintes manifestações: I - desporto educacional, praticado nos sistemas de ensino II - desporto de participação, de modo voluntário, na promoção da saúde e educação e na preservação do meio ambiente;

29 É o praticado segundo normas gerais desta Lei e regras de prática desportiva, nacionais e internacionais, com a finalidade de obter resultados e integrar pessoas e comunidades do País e estas com as de outras nações.

30 Desporto de Rendimento Parágrafo único. O desporto de rendimento pode ser organizado e praticado: I - de modo profissional, caracterizado pela remuneração pactuada em contrato formal de trabalho entre o atleta e a entidade de prática desportiva; II - de modo não-profissional, identificado pela liberdade de prática e pela inexistência de contrato de trabalho, sendo permitido o recebimento de incentivos materiais e de patrocínio.

31 1.CONSELHO ESTADUAL DE DESPORTOS. 2.Criação do Tribunal de Justiça Desportiva. 3.Revisão da Lei Complementar 272/ Criação de normas fomentadoras do Desporto de Rendimento no estado. 5.Criação de Políticas Públicas para o esporte e lazer do estado.

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34 Comissão Organizadora GERÊNCIA DE ESPORTE E LAZER/SECELGESTOR MUNICIPAL DE ESPORTE/PREFEITURA EDUCAÇÃO – SAÚDE – OBRAS - CULTURA – TURISMO (ESTADO E MUNICIPIO) SEGURANÇA – BOMBEIROS - CIVIL

35 Plano para o período de 4 anos 2011 – Cidade escolhida pela SECEL (Parceria Público Privado) * 2012 a 2014 – Cidade eleita mediante aprovação de proposta para o evento (Caderno de Encargos)

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37 Infra-estrutura esportiva Local para atletismo Faculdade de Medicina, Enfermagem, Direito Potencial turístico e cultural Hospital Regional Forte vocação esportiva Instituição gestora do esporte

38 4 modalidades coletivas: BASQUETEBOL FUTSAL HANDEBOL VOLEIBOL 3 modalidades individuais: ATLETISMO JUDÔ NATAÇÃO

39 Nas COLETIVAS serão CONVIDADOS 8 municípios, mediante critérios. Seletivas somente ocorrerá para Edição Nas INDIVIDUAIS serão ABERTAS a todos os municípios. A competição será nos 2 naipes.

40 A ARBITRAGEM será por parte das FEDERAÇÕES ESPORTIVAS. Os ATLETAS serão Federalizados. Haverá um CENTRO DE MÍDIA para a IMPRENSA. Poderá ser realizados eventos paralelos nas áreas da CULTURA, SAÚDE, EDUCAÇÃO, NEGÓCIOS, etc.

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43 No que diz respeito ao desempenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem-feita ou não faz. Ayrton Senna

44 Francisco Leílson Celestino Souza Filho Secretario de Estado Jairo Soares de Souza Gerente de Esporte e Lazer Corpo Técnico: Francisco Fabio Carneiro Leal Neimário Ourique da Cunha Filho Ilmar Esteves de Souza Sérgio de Sá Sobreira Ligiane Elisa de Almeida Cortez Produção da Transparência: Prof. Ilmar Esteves de Souza Agradecemos a todos que direta ou indiretamente colaboraram com o conteúdo desta produção:


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