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Sustentabilidade Empresarial no Contexto das Mudanças Climáticas

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Apresentação em tema: "Sustentabilidade Empresarial no Contexto das Mudanças Climáticas"— Transcrição da apresentação:

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2 Sustentabilidade Empresarial no Contexto das Mudanças Climáticas
Walter Schalka Presidente da Votorantim Cimentos Arnaldo Dias de Andrade Diretor Técnico da Votorantim Cimentos Neste slide você deve se apresentar e dizer que estará fazendo uma apresentação sobre a sustentabilidade Empresarial no contexto das mudanças climáticas em nome do presidente da Votorantim Cimentos Sr. Walter Shalka. Dizer que nos próximos 20 minutos você estará mostrando a experiência da Votorantim Cimentos no Gerenciamento Estratégico de Mudanças Climáticas. Posteriormente teremos uma apresentação do Albano Diretor da VID para a apresentação dos dados do grupo Votorantim. E estaremos começando com o cimento porque a VC representa 50% da matriz energética da VC (% em energia) e 85% das emissões dos gases de efeito estufa. O Protocolo de Gases de Efeito Estufa (GHG Protocol) e o Desafio da Gestão do Tema das Mudanças Climáticas no Ambiente. São Paulo, 23 de Abril 2007

3 Mudanças Climáticas e a Indústria de Cimento
Agenda Mudanças Climáticas e a Indústria de Cimento Iniciativa de Sustentabilidade do Cimento Inventário de Emissões de Carbono da Votorantim Cimentos Política de CO2 e metas de redução da Votorantim Cimentos Prêmios Considerações Finais: Riscos e Oportunidades na área de Mudanças Climáticas para a Indústria Cimenteira Projetos MDLs na Votorantim Cimentos Contato da Empresa Este slide apresenta a agenda da minha apresentação. Primeiro estarei explicando como as mudanças climáticas estão inseridas na indústria de cimento e como tem sido a evolução tecnológica da Votorantim Cimentos no que se refere ao gerenciamento estratégico dos cases do esfeito estufa. Posteriormente estarei falando sobre o que é a iniciativa de sustentabilidade do cimento e o posicionamento da Votorantim Cimentos frente ao CSI. A seguir estarei apresentando o inventário de emissões de carbono da Votorantim Cimentos segundo as diretrizes do WBCSD e WRI, a política de CO2 e metas de redução da Votorantim Cimentos. Na última etapa estarei apresentando os projetos MDLs da Votorantim Cimentos já registrados na ONU e os prêmios recebidos pelos projetos realizados na área de gerenciamento estratégico de carbono. Finalmente estarei fazendo algumas considerações finais à respeito dos riscos e oportunidades na área de mudanças climáticas para a indústria cimenteira.

4 Mudanças Climáticas e a Indústria de Cimento

5 Mudanças Climáticas e a Indústria de Cimento
CO2- principal preocupação dos stakeholders em relação à indústria de cimento (Fonte: Pesquisa Mundial CSI 2005). A produção de cimento é uma fonte de emissão dos gases do efeito estufa (CO2). Aproximadamente 5% das emissões antropogênicas de CO2 provem da indústria de cimento (Fonte: Battelle 2002). Em 2005 a Iniciativa de Sustentabilidade do Cimento fez uma pesquisa com as partes interessadas em diversas localidades mundiais. O resultado desta pesquisa apontou o CO2 como a principal preocupação das partes interessadas em relação à indústria de cimento. A proteção do clima – particularmente o gerenciamento das emissões de dióxido de carbono (CO2), principal gás causador do efeito estufa – constitui uma das prioridades da CSI e de seus signatários. Atualmente, o processo de produção do cimento responde por 5% das emissões de dióxido de carbono causadas pelo ser humano.

6 O Processo de Fabricação de Cimento
90% da energia consumida no processo: secagem, aquecimento e calcinação das matérias-primas O fluxograma apresenta o processo de fabricação de cimento. Extração de calcário e argila em minas específicas, que em seguida são britadas e estocadas. Também podem ser utilizadas como matéria-prima areia, minério de ferro, bauxita , porém, isto nem sempre se faz necessário. As matérias-primas são dosadas continuamente em moinhos de bolas ou verticais, estes moinhos recebem gases residuais do forno na faixa de 280 à 350C para secagem da matéria-prima dentro do moinho, bem como para atuar como fluido de transporte do material moído. O produto do moinho é chamado de farinha, e esta é armazenada em um silo, de onde é continuamente extraída para alimentar o forno, o objetivo deste silo é também homogeinizar a farinha, reduzindo variações de propriedades químicas. A farinha é alimentada ao sistema de forno de clinquerização no topo da torre de pré-aquecimento, que é constituída de 4 à 6 ciclones. Os ciclones da torre de pré aquecimento possuem dois canais , sendo que o primeiro é para separar a farinha dos gases de exaustão do forno, e o segundo e mais importante é para fazer o pré aquecimento desta farinha com os gases em contra-corrente oriundos do forno, ou seja atuar como trocadores de calor. A eficiência deste sistema é muito alta, onde em cerca de 30 segundos a farinha é aquecida de 70C (topo da torre) até 850C (entrada do forno). Cada ciclone da torre corresponde a um estágio de pré-aquecimento. No estágio que alimenta o forno a temperatura da farinha é superior a 850C e nesta etapa iniciam-se as reações de descarbonatação do calcário (presente na farinha). Em torres simples a farinha alimenta a torre com PF de 35% e na entrada do forno atinge PF (perda ao fogo) de 20% , já nos fornos com calcinadores, a perda ao fogo na entrada do forno é da ordem de 2%, ou seja, praticamente toda farinha é descarbonatada na torre. O calcinador pode ser classificado com sendo um leito fluidizado rápido, onde ocorre a descarbonatação da farinha em contato com os gases quentes originados da combustão dentro do calcinador. Nesta situação cerca de 60% do combustível do forno queima no calcinador e os outros 40% no queimador do forno rotativo. Para isto é necessário ar de combustão limpo e quente (900C) do resfriador através de um duto de ar terciário, que se situa paralelo ao forno. Na parte rotativa o material completa as reações de descarbonatação e inicia as reações de clinquerização com a finalidade de se produzir os compostos ativos do clínquer (que serão responsáveis pela resistência mecânica do cimento). No forno a farinha escoa em contra corrente com os gases quentes, e quando esta chega sob a chama inicia-se nesta região a fusão de parte dos componentes da farinha, onde cerca de 25 a 30% do material se funde, formando pelotas de 2 a 25 mm de diâmetro. A estas pelotas se dá o nome de clínquer, e a região onde o clínquer é formado se denomina de zona de queima ou de clinquerização, e se localiza sob a chama (que em fornos de cimento possui comprimento de 15 a 23 m aproximadamente). O clínquer sai do forno com temperatura de 1250 a 1400C aproximadamente e entra em resfriadores de clínquer. O resfriador de clínquer tem objetivo de resfriar o clínquer até cerca de 150C e recuperar o calor para o ar de combustão. Este ar recebe o nome de secundário e entra para a parte rotativa do forno. Se o forno possuir calcinador, parte do ar de combustão sai por um tubo paralelo ao tubo do forno em direção ao calcinador, como ar terciário. O resfriador pode ser um leito fluidizado ou fixo onde o ar frio percola uma camada de clínquer (fluidizando-a ou não) e assim resfriando o clínquer. O distribuidor de ar também é uma grelha transportadora que leva o clínquer para fora do resfriador. O clínquer é estocado em silos específicos, que alimentam moinhos de bolas onde são moídos em conjunto com outros materiais (gesso, calcário, cinzas volantes, argilas pozolânicas, escórias siderúrgicas, etc) para produzir diversos tipos de cimentos. Os fornos podem queimar combustíveis líquidos, gasosos, resíduos pastosos, e até pneus inteiros, mas de forma clássica no Brasil atualmente o combustível principal é o coque de petróleo que é moído até a faixa granulométrica adequada. O eletrofiltro ,responsável pelo abatimento da emissão de material particulado.

7 Distribuição das Emissões de CO2 - Produção de Cimento Média Mundial
A produção de cimento é uma fonte de emissão dos gases do efeito estufa (CO2). Aproximadamente 5% das emissões antropogênicas de CO2 provem da indústria de cimento (Battelle 2002). Grande parte (cerca de 50%) de emissões de dióxido de carbono da produção de cimento são originadas da reação química de conversão do calcário (CaCO3) para óxido de cálcio (CaO), o primeiro precursor do cimento. Cerca de 40% da indústria emite CO2 resultante da combustão de combustíveis fósseis durante as operações de produção do cimento. O remanescente é resultante das emissões do transporte de matérias-primas (cerca de 5%) e da combustão de combustíveis fósseis requeridos para a produção da eletricidade consumida pelas operações de produção do cimento (cerca de 5%) (Battelle 2002). Fonte: (Battelle 2002).

8 Futuro da Indústria Cimenteira
Média Mundial Atual Cimento Portland Futuro Sustentável Cimento Portland com adições 1.000 kg Cimento Portland 1.000 kg Cimento Portland com adições de escória, pozolanas, calcário 1.500 kg Recursos naturais minerais como calcário, argila e gesso 900 kg Recursos naturais minerais 400 kg Adições 4.800 MJ Combustíveis Fósseis como carvão, óleo e gás Zero Combustíveis Fósseis 2.800 MJ Combustíveis Alternativos Esta figura apresenta como é a média de utilização de recursos naturais não renováveis (combustíveis e matérias-primas) na indústria de cimento. Então para cada 1 tonelada de cimento portland produzido são necessários 1,5 toneladas de recursos naturais minerais como calcário, argila, gesso; 4800 Mega Joules de energia proveniente principalmente de combustíveis fósseis como o carvão, coque, e em menor escala óleo e gás. Com a atual média mundial tem-se um nível de emissões de CO2 em torno de 900 kg de CO2 por tonelada de produto cimentício produzido. Já no futuro sustentável a indústria de cimento estaria melhorando o gerenciamento estratégico dos recursos naturais através de dois importantes conceitos ambientais: Aumento da eficiência na utilização de recursos naturais (eco-eficiência), e recuperação e novas maneiras de uso para resíduos e sub-produtos de outras indústrias (ecologia industrial). Com este desenho de produtos com adições teríamos a minimização da utilização de recursos naturais através da utilização de fornos mais eficientes termicamente, o aumento da utilização de produtos aditivos como escória de alto-forno (subproduto da siderurgia), cinzas volantes (subproduto de termoelétricas) e pozolanas artificiais (adição com menor fator de emissão do que o clínquer) em substituição ao clínquer portland. Aumento da substituição de combustíveis fósseis tradicionais por combustíveis fósseis alternativos (fator de emissão menor, exemplo: coque de petróleo 92,8 kg CO2/GJ, pneus- 85 kg CO2/GJ e por biomassas (fator de emissão neutro). Com esta configuração teríamos uma redução das emissões de CO2 atingindo valores de 400 kg CO2 por tonelada de produto cimentício. 900 kg CO2 400 kg CO2

9 Ecoeficiência – O Futuro Sustentável da Indústria Cimenteira
Esta figura apresenta o conceito explicado no slide anterior que seria a substituição de parte das matérias-primas e combustíveis tradicionais sendo substituidos por matérias-primas alternativas e combustíveis alternativos (resíduos ou subprodutos de outros processos industriais) tais como biomassas, materiais cimentícios, resíduos. Outros exemplos são a co-geração e o investimento em novas tecnologias (moinhos verticais para cimento, fornos mais eficientes, etc).

10 Ecologia Industrial Esta figura ilustra o conceito de ecologia industrial: Os fornos de cimento podem ser utilizados para recuperação de energia de diversos resíduos não-perigosos tais como pneus, biomassas, assim como de resíduos perigosos. Em alguns países (Noruega, Suíça e Japão são exemplos) os fornos de cimento têm um papel importante no gerenciamento e disposição de resíduos perigosos. Até como a queima de esgoto sanitário.

11 Exemplos da Votorantim Cimentos
REGIÃO SUL Maximização da utilização de cinzas de termoelétricas. Maximização da utilização de biomassas como casca de arroz. Maximização da substituição de combustíveis fósseis tradicionais por combustíveis fósseis alternativos (menor fator de emissão). Rápida atualização tecnológica. A Votorantim Cimentos possui atualmente um dos menores fatores de emissão kg de CO2 por tonelada de produto cimentício das empresas que fazem parte do CSI. Este valor é bem menor do que a média mundial de 900 kg de CO2 por tonelada de produto cimentício . Esta conquista se deve principalmente ao investimento em pesquisa e desenvolvimento para que possamos aumentar as adições (diminuição da utilização de clínquer) sem alterar e até mesmo melhorar o desempenho do nosso produto.E ao investimento em tecnologias que melhorem a eficiência térmica e priorização da utilização de fornos com maior eficiência energética. A otimização da matriz energética , utilizando mais biomassas e resíduos industriais os quais possuem um menor fator de emissão (kg CO2/Kcal).

12 Exemplos da Votorantim Cimentos
REGIÃO SUDESTE Maximização da utilização de escórias de alto forno. Maximização da substituição de combustíveis fósseis tradicionais por combustíveis fósseis alternativos (menor fator de emissão). Rápida atualização tecnológica. A Votorantim Cimentos possui atualmente um dos menores fatores de emissão kg de CO2 por tonelada de produto cimentício das empresas que fazem parte do CSI. Este valor é bem menor do que a média mundial de 900 kg de CO2 por tonelada de produto cimentício . Esta conquista se deve principalmente ao investimento em pesquisa e desenvolvimento para que possamos aumentar as adições (diminuição da utilização de clínquer) sem alterar e até mesmo melhorar o desempenho do nosso produto.E ao investimento em tecnologias que melhorem a eficiência térmica e priorização da utilização de fornos com maior eficiência energética. A otimização da matriz energética , utilizando mais biomassas e resíduos industriais os quais possuem um menor fator de emissão (kg CO2/Kcal).

13 Exemplos da Votorantim Cimentos
REGIÃO CENTRO-OESTE Maximização da utilização de pozolanas artificiais. Maximização da utilização de biomassas como casca de arroz. Maximização da substituição de combustíveis fósseis tradicionais por combustíveis fósseis alternativos (menor fator de emissão). Rápida atualização tecnológica. A Votorantim Cimentos possui atualmente um dos menores fatores de emissão kg de CO2 por tonelada de produto cimentício das empresas que fazem parte do CSI. Este valor é bem menor do que a média mundial de 900 kg de CO2 por tonelada de produto cimentício . Esta conquista se deve principalmente ao investimento em pesquisa e desenvolvimento para que possamos aumentar as adições (diminuição da utilização de clínquer) sem alterar e até mesmo melhorar o desempenho do nosso produto.E ao investimento em tecnologias que melhorem a eficiência térmica e priorização da utilização de fornos com maior eficiência energética. A otimização da matriz energética , utilizando mais biomassas e resíduos industriais os quais possuem um menor fator de emissão (kg CO2/Kcal).

14 Exemplos da Votorantim Cimentos
REGIÃO NORDESTE Maximização da utilização de biomassas como castanha de caju. Maximização da substituição de combustíveis fósseis tradicionais por combustíveis fósseis alternativos (menor fator de emissão). Rápida atualização tecnológica. A Votorantim Cimentos possui atualmente um dos menores fatores de emissão kg de CO2 por tonelada de produto cimentício das empresas que fazem parte do CSI. Este valor é bem menor do que a média mundial de 900 kg de CO2 por tonelada de produto cimentício . Esta conquista se deve principalmente ao investimento em pesquisa e desenvolvimento para que possamos aumentar as adições (diminuição da utilização de clínquer) sem alterar e até mesmo melhorar o desempenho do nosso produto.E ao investimento em tecnologias que melhorem a eficiência térmica e priorização da utilização de fornos com maior eficiência energética. A otimização da matriz energética , utilizando mais biomassas e resíduos industriais os quais possuem um menor fator de emissão (kg CO2/Kcal).

15 Histórico da Evolução Tecnológica da
Votorantim Cimentos Instalação do primeiro forno 4 estágios no Brasil (2000 t/dia Santa Helena) Instalação do maior forno do Brasil 3500 t/dia em Santa Helena. Umas das primeiras empresas brasileiras a banir o processo via úmida e atualmente não possui nenhum forno via úmida em suas operações (Brasil, EUA e Canadá).

16 Exemplos da Votorantim Cimentos- Hot disc
A Votorantim Cimentos (VC) incorporou ao seu projeto de geração de combustível alternativo, na fábrica de Salto de Pirapora, interior de São Paulo, um forno diferenciado: o Hot Disc. No equipamento, que permite a queima a uma taxa de 2,5 toneladas/hora, os pneus são gaseificados a uma temperatura média de mais de mil graus Celsius. O processo é mais completo que o tradicional, pois o Hot Disc permite a queima da borracha em sua totalidade e ainda incorpora a trama de aço presente nos pneus à fabricação de clínquer, sem comprometer a qualidade do produto. Além disso, há os ganhos ambientais. A utilização de pneus como combustível prolonga a vida útil dos aterros sanitários, diminui a proliferação de doenças como a dengue e reduz o consumo de petróleo, entre outras vantagens. Após passar por cinco anos de estudos e contar com um investimento de R$ 10,8 milhões, o Hot Disc teve sua montagem iniciada em meados de A primeira queima aconteceu a 13 de fevereiro de 2006 e hoje ele é mantido em funcionamento 24 hora por dia. A Votorantim Cimentos é a pioneira no uso desta tecnologia no Brasil. Até então, apenas a Noruega, a República Tcheca e o Canadá dispunham deste tipo de equipamento. A técnica trouxe benefícios econômicos e ambientais, tanto à VC quanto à localidade em que ela está inserida.

17 Entrada de resíduos nos fornos – Rio Branco
Sólidos (RGC e Carepa de Ferro) – MP Sólidos Finos – (CSS) MPr Capacidade: (RGC) e (Carepa) t/mês Vol. atuais: (RGC) e (Carepa) t/mês Sólidos Grossos – (Alucoque) MC Capacidade: t/mês Vol. atuais: t/mês Capacidade: t/mês Vol. atuais: t/mês Legenda MP – Matéria-Prima PC – Pré-Calcinador CF – Caixa de Fumaça MC – Moinho de Coque MPr – Maçarico Principal Pneus Picados - PC Capacidade: t/mês Vol. atuais: t/mês A Figura apresenta os pontos de entrada de resíduos na Cimento Rio Branco. A previsão é o atingimento de 30% de substituição térmica neste ano de Com um co-processamento de 309 mil toneladas de resíduos. Para Itaú de Minas a previsão é o atingimento de 20% de substituição térmica neste ano de Com um co-processamento de 56 mil toneladas de resíduos. Pastosos - CF Capacidade: t/mês Vol. atuais: t/mês Líquidos - MPr Capacidade: t/mês Vol. atuais: t/mês Pneus Inteiros - CF Capacidade: t/mês Vol. atuais: t/mês

18 Entrada de resíduos nos fornos – Itaú de Minas
Líquidos sem PCI Adicionados na pilha de argical Com farinha Capacidade: t/mês Vol. atuais: 1.000t/mês Capacidade: 500t/mês Vol. atuais: 60 t/mês Bags de borracha Capacidade: 100 t/mês Vol. atuais: 100 t/mês Pastoso Capacidade: t/mês Vol. atuais: 200 t/mês Pneus A Figura apresenta os pontos de entrada de resíduos na Cimento Itaú em Itaú de Minas. A previsão é o atingimento de 20% de substituição térmica neste ano de Com um co-processamento de 56 mil toneladas de resíduos. Capacidade: t/mês Vol. atuais: 350 t/mês Sólidos - Grossos RGC Capacidade: t/mês Vol. atuais: 500t/mês Capacidade: t/mês Vol. atuais: 500 t/mês

19 Co-processamento VC – Consolidado Brasil Volume de Queima
Os dados de co-processamento mostram que houve uma evolução significativa das taxas de co-processamento das fábricas e para o ano de 2007 estamos com uma previsão de aumento de cerca de 57% nos volumes de combustíveis alternativos utilizados em relação à 2006 e 146% em relação à 2005.

20 Co-processamento VC – Consolidado Brasil
Substituição Térmica

21 Taxa de Substituição Energética por Combustíveis Fósseis Alternativos
O gráfico apresenta a substituição energética por combustíveis fósseis alternativos. Os dados referem-se a situação da Votorantim Cimentos englobando as fábricas do Brasil, Estados Unidos e Canadá. Fonte: em 09 de abril 2007

22 Taxa de Substituição Energética por Biomassas
O gráfico apresenta a substituição energética por biomassas. Os dados referem-se a situação da Votorantim Cimentos englobando as fábricas do Brasil, Estados Unidos e Canadá. Fonte: em 09 de abril 2007

23 Fator Clínquer / Cimento (razão entre consumo de clínquer e produção de cimento)
O gráfico apresenta o Fator Clínquer/cimento. Os dados referem-se a situação da Votorantim Cimentos englobando as fábricas do Brasil, Estados Unidos e Canadá. A melhor forma de redução das emissões de CO2 das fábricas de cimento é através da redução da utilização de clínquer no cimento e consequente aumento das adições. Fonte: em 09 de abril 2007

24 Iniciativa de Sustentabilidade do Cimento

25 Visão para a indústria de cimento sustentável
“The industry develops, operates, and retires its plants and quarries in a manner that minimizes adverse impacts on the environment, including biodiversity and aesthetics, and protects and restores potentially impacted ecosystems” (Battelle’s vision). Em um dos primeiros relatórios elaborados pelo Instituto Battelle está descrito a visão para a indústria de cimento sustentável ou seja “ A indústria desenvolve, opera e descomissiona as suas fábricas e minas de maneira a minimizar os impactos adversos sobre o meio ambiente, incluindo a biodiversidade e os aspectos estéticos, e proteje e recupera os impactos potenciais ao ecosistema”.

26 Votorantim Cimentos e o WBCSD - CSI
CSI - Sigla para a iniciativa de Sustentabilidade do Cimento A Votorantim Cimentos formalizou a sua participação no WBCSD-CSI em 1999. Os objetivos dos membros do WBCSD-CSI são: Consensar as diretrizes propostas pelos task forces Implementar as diretrizes propostas pelos task forces Council Member: Walter Schalka Liasion Delegate: Arnaldo Dias Andrade e Marcelo Martins O WBCSD envolve mais de 190 empresas , 30 países, 30 maiores setores industriais…unidas por um compromisso comum de desenvolvimento sustentável (SD) Criado em 1995 (surgiu BCSD / Genebra e WICE / Paris) com a Missão: ser uma liderença de negócios como “catalizador para mudanças” rumo ao desenvolvimento sustentável. Reconhecida mundialmente pelas ONG´s (Greenpeace, WWF, IUCN, ...) como a voz dos negócios nos assuntos de desenvolvimento sustentável. Papel de liderança na resposta de adaptação dos negócios às mudanças em desenvolvimento sustentável. Parceria com organizações intergovernamentais importantes (FMI, World Bank/IFC, ONU, OMC…Reputação como um “catalisador de mudanças” construído através da independência e credibilidade de suas ações.Princípio: Aprenda fazendo Em 1999, dez das maiores companhias de cimento do mundo, incluindo a Votorantim Cimentos, formaram um grupo para promover o desenvolvimento sustentável da indústria cimenteira, O Cement Sustainability Initiative (CSI, na sigla em inglês, ou iniciativa de sustentabilidade do cimento). Foi o primeiro setor industrial filiado ao WBCSD (sigla em inglês do Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável) a adotar espontaneamente um série de iniciativas para reduzir as emissões de CO2 no planeta, por meio de ações conjuntas e individuais. Três anos depois da sua criação, o grupo lançou uma agenda de metas e compromissos para compensar e mitigar os impactos da indústria de cimento no meio ambiente.O plano estabelecu o prazo de vinte anos para os objetivos definidos em 2002, e o progresso das iniciativas acordadas será apresentado a cada cinco anos- algumas ações, como o monitoramento e a redução da emissão de CO2 terão seus resultados divulgados anualmente. Um dos compromissos assumidos pelas empresas que compõem a CSI é reportar, ainda em 2006, seus resultados individuais.

27 WBCSD - CSI Plano de Ação Mudanças Climáticas
Resumo do Plano de Ação do WBCSD Projetos em Conjunto Ações Individuais das Empresas A iniciativa de sustentabilidade do cimento criou projetos em conjunto para: Como parte do compromisso com as boas práticas e inovação em desenvolvimento sustentável, as empresas concordam em: Proteção Climática Desenvolver um protocolo para o dióxido de carbono para a indústria cimenteira. Trabalhar com o WBCSD/World Resources Institute (WRI) e outras organizações para investigar políticas públicas e mecanismos de mercado para a redução das emissões de CO2. Utilizar a ferramenta estabelecida no protocolo de CO2 para definir e tornar público a linha base de emissões. Desenvolver uma estratégia de mitigação de mudança de clima e publicar as metas e progressos até 2006. Relatar anualmente as emissões de CO2 de acordo com o protocolo. Entre as propostas da CSI está a de disseminar no setor cimenteiro as melhores práticas de cada signatário do acordo. Além das dez empresas fundadoras, seis novos integrantes incorporaram nos últimos o movimento, que atualmente responde por metade da produção cimenteira no mundo, excetuando-se o volume produzido pela China.

28 Inventário de Emissões de Carbono da Votorantim Cimentos

29 Inventário de Emissões de Carbono da VC
Inventário das Emissões dos Gases do Efeito Estufa Auditoria Interna Auditoria Externa: ISO : 2006 Greenhouse Gases - Part 3: Specification with guidance for the validation and verification of greenhouse gás assertions. Diretriz para verificação do Inventário Corporativo de GEE. Environmental Resourses Trust, 2004. Grupo de Trabalho para o Gerenciamento da Qualidade do Inventário de Emissões de CO2 Inventário das Emissões: Desde 2001 a Votorantim cimentos realiza o inventário de emissões de carbono de acordo com Protocolo de CO2 de finido pelo CSI e alinhado com o protocolo dos gases do efeito estufa desenvolvido pelo WBCSD e o WRI (Instituto de recursos mundiais). Auditoria Interna: Desde julho de 2006 a Votorantim vem realizando auditorias internas para a verificação da qualidade e rastreabilidade das informações do inventário das emissões de carbono. Essas auditorias tem sido realizadas por profissional da VC com mais de 30 anos em auditorias (Paulo Fernando Correa Rocha). Auditoria Externa: Iniciou-se em outubro de 2006 a verificação por entidade independente do inventário das emissões de carbono da Votorantim Cimentos, segundo as normas: ISO : 2006 Greenhouse Gases- Part 3: Specification with guidance for the validation and verification of greenhouse gás assertions. Diretriz para verificação do Inventário Corporativo de GEE. Environmental Resourses Trust, 2004. A auditoria de 1990 e 2005 terminou em dezembro de 2006. Carta ICF Grupo de Trabalho para o Gerenciamento da Qualidade do Inventário de Emissões de CO2 Foi criado em 2006 um grupo de trabalho para o gerenciamento da qualidade do Inventário das Emissões da VC. O principal objetivo deste grupo : é garantir um programa corporativo de inventários que irá estabelecer uma série de procedimentos confiáveis para que se tenham dados de alta qualidade e que se mantenha e se aprimore estes procedimentos, ao longo do tempo. gerar uma documentação técnica, de alta qualidade e transparência, o qual é particularmente importante, em termos de credibilidade. Este grupo tem também como responsabilidade: Treinamento na nova planilha de inventário de CO2 do CSI – versão 2.0. Avaliação dos GAPs relacionados ao gerenciamento da qualidade do inventário de emissões de CO2. Apresentação dos dados do inventário de CO2 da VC. Construção do modelo de inventário de CO2 que será colocado no SAP a partir do próximo ano. Definição de um programa de Auditoria externa para a validação dos dados do inventário de CO2 da VC. Divulgação do inventário de CO2 da VC. Programa de treinamento da unidades fabris através dos multiplicadores das regionais. Consolidação dos dados de emissões de CO2 no IDA (indicador de desempenho ambiental).

30 Inventário de Emissões de Carbono da VC
Os dados de 2006 ainda não foram publicados pois ainda estamos em processo de auditoria externa. A Votorantim Cimentos reduziu 18,1% das suas emissões de carbono em relação à 1990 e possui o menor indicador de desempenho (605 kg CO2 por tonelada de cimentícios dentre todas as empresas do CSI assim como possui a maior taxa de redução das sua emissões em relação à 1990. Fonte: em 07 de março 2007

31 Política de CO2 e Metas de Redução da VC

32 Política de CO2 e Metas de Redução da VC
A nossa estratégia de redução das emissões de CO2 inclui: Investimento em pesquisa e desenvolvimento para que possamos aumentar as adições (diminuição da utilização de clínquer) sem alterar e até mesmo melhorar o desempenho do nosso produto. Investimento em tecnologias que melhorem a eficiência térmica e priorização da utilização de fornos com maior eficiência energética. Otimização da matriz energética , utilizando mais biomassas e resíduos industriais os quais possuem um menor fator de emissão (kg CO2/Kcal). Utilização de co-geração Maximização da eficiência das atuais PCH´s Novas PCH´s A utilização de recursos naturais é um assunto ambiental extremamente importante para a Votorantim Cimentos. A empresa sempre buscou a implantação das melhores e mais eficientes tecnologias para o seu processo produtivo. Todos os nossos fornos são de tecnologia via seca , a maioria com sistema eficientes de torres para a recuperação de energia. Uso da co-geração, maximização da eficiência das atuais PCH´s e novas PCH´s. O planejamento estratégico e próximos passos da VC para a redução de GEE incluem Sistemas de Co-geração, aumento de materiais cimentícios e Aumento das Biomassas .

33 Política de CO2 e Metas de Redução da VC
Os compromissos assumidos individualmente pelas empresas da CSI... Utilizar a ferramenta estabelecida no protocolo de CO2 para definir e tornar pública a linha de base das emissões. Desenvolver uma estratégia de mitigação do processo de mudanças climáticas. Publicar as metas e progressos até 2006 Relatar anualmente as emissões de CO2 de acordo com o protocolo. Os compromissos individuais assumidos pelas empresas que fazem parte do CSI já foram falados.

34 Política de CO2 e Metas de Redução da VC
...E os resultados obtidos pela Votorantim Cimentos Ferramenta implantada em todas as unidades da VC (moagens, fábricas completas-moagens e fornos no Brasil, EUA e Canadá). A empresa assumiu a meta de redução de 10% das emissões de CO2 até 2012, com relação aos níveis de Essa meta foi definida espontaneamente e internamente em 2000 logo após a adesão da Votorantim Cimentos à CSI. Até 2005, a empresa diminuiu as emissões de dióxido de carbono em 18,1%, em relação à 1990. A Votorantim Cimentos reduziu 18,1% das suas emissões de carbono em relação à 1990 e possui o menor indicador de desempenho (605 kg CO2 por tonelada de cimentícios dentre todas as empresas do CSI assim como possui a maior taxa de redução das sua emissões em relação à 1990.

35 Prêmios

36 A Votorantim ganhou o Prêmio CNI 2005 na área de meio ambiente.
Projeto: Co-processamento de Pneus na Cimento Rio Branco Em 2006 a Votorantim Cimentos ganhou o Prêmio de Responsabilidade Corporativa do Instituto Votorantim na categoria Meio Ambiente Projeto: Gerenciamento Estratégico de Mudanças Climáticas Devido ás ações estratégicas de mudanças climáticas adotadas pela Votorantim Cimentos a empresa recebeu em 2005 o prêmio CNI 2005 na área de meio ambiente e em 2006 o prêmio de Responsabilidade Corporativa do Instituto Votorantim na categoria de Meio Ambiente.

37 Riscos e Oportunidades na área de Mudanças Climáticas e créditos de carbono para a indústria Cimenteira Como considerações finais gostaria de fazer algumas reflexões à respeito dos riscos e oportunidades na área de mudanças climáticas e créditos de carbono para a indústria cimenteira.

38 CO2: Ameaça à Indústria de Cimento
Riscos e Oportunidades na área de Mudanças Climáticas e créditos de carbono para a indústria Cimenteira CO2: Ameaça à Indústria de Cimento Primeiramente por este gráfico da Price Waterhouse Coopers é mostrado que a indústria de cimento é a indústria de base com a mais alta emissão de CO2 por valor do produto. A indústria de cimento é a indústria de base com a mais alta emissão CO2 por valor do produto.

39 Potenciais Projetos de Redução de GHG na Indústria Cimenteira:
Riscos e Oportunidades na área de Mudanças Climáticas e créditos de carbono para a indústria Cimenteira Potenciais Projetos de Redução de GHG na Indústria Cimenteira: Melhoria da Eficiência Energética Uso de Matéria-Prima Alternativa Uso de Combustíveis Alternativos Captura e Sequestro de CO2 e possível revenda Sequestro de carbono Como principais oportunidades de redução de GHG na indústria de cimento estão a melhoria energética, e uso de matérias-primas alternativas (escória, cinzas, etc) e uso de combustíveis alternativos (resíduos com menor fator de emissão e biomassas com fator de emissão neutro).

40 Riscos e Oportunidades na área de Mudanças Climáticas e créditos de carbono para a indústria Cimenteira Potenciais Projetos de Redução de GHG na Indústria Cimenteira no CDM: Tabela ONU com status: 33 projetos

41 Riscos e Oportunidades na área de Mudanças Climáticas e créditos de carbono para a indústria Cimenteira Status Número Solicitação de Registro 2 Registrado 21 Solicitação de Revisão 6 Sob Revisão Registrado com correções 1 Revisões Corrigidas Rejeitados Retirados Total 33 Esta tabela apresenta o status dos projetos de MDLs da indústria cimenteira. São ao todo 33 projetos sendo que 21 já registrados, 2 com solicitação de registro, 6 com solicitação de revisão (nesta etapa o EB- Executive Board pode aprovar ou colocar em revisão) , 1 registrado com correção (Nesta caso o EB registra se forem feitas as correções solicitadas, geralmente são correções menores . Se for mudanças maiores começa tudo de novo), 1 com a revisão corrigida (correções advindas da solicitação dos registros com correções) , 2 projetos rejeitados. Fonte: UNFCCC 4 de abril de 2007

42 Projetos MDLs da Votorantim Cimentos

43 Cubatão Pedra do Cavalo Cimentícios Cubatão
Data de registro: 28 de dezembro de 2006 Nome da empresa: Votorantim Cimentos Nome do Projeto: Projeto de Substituição de óleo combustível por gás natural na Votorantim Cimentos Cubatão Resumo do Projeto: O projeto consiste na substituição de óleo combustível por gás natural no secador de escória de alto-forno da Votorantim Cimentos, na planta de Cubatão - SP, contribuindo para a mitigação das emissões de gases de efeito estufa. Metodologia aprovada: AMS.III-B – Substituição de Combustíveis Fósseis Escopo do projeto: Indústrias de Manufatura Escala da atividade: Grande Investimentos: R$ 373 mil Parceiros do projeto: Votorantim Cimentos e Ecoinvest Carbon Brasil Ltda Volume de CO2 equivalente reduzido: ton de CO2 equivalente Período de créditos: 2004 a 2010 Breve depoimento da empresa quanto aos benefícios: O principal benefício do projeto é, sem dúvida, a redução das emissões de CO2 da Votorantim Cimentos. O gás natural reduz as emissões dos poluentes atmosféricos, especialmente de óxidos de enxofre e monóxido de carbono. Além disso, o transporte de gás natural é mais seguro e mais ambientalmente amigável que o transporte de combustíveis fósseis, o que traz grandes benefícios à malha viária brasileira. Pedra do Cavalo Data de registro: 31 de dezembro de 2006 Nome do Projeto: Projeto de MDL da Central Hidrelétrica com reservatório existente “Pedra do Cavalo” da Votorantim Resumo do Projeto: O projeto consiste na construção de subestações elétricas e na fabricação e instalação de turbinas e geradores para uma central hidrelétrica construída em um reservatório, que tinha como principal objetivo abastecer de água a cidade de Salvador. Metodologia aprovada: ACM “Metodologia de linha de base consolidada para geração de eletricidade interligada à rede a partir de fontes renováveis” – Versão 6 de 19 de maio de 2006 Escopo do projeto: Indústrias da energia (fontes: renovável / não renovável) Investimentos: R$ 250 milhões Volume de CO2 equivalente reduzido: ton de CO2 equivalente Período de créditos: 2005 a 2011 Breve depoimento da empresa quanto aos benefícios: O principal benefício do projeto consiste no fato de que o uso de um reservatório, existente desde 1985, para a geração de eletricidade, irá adicionar a ele uma nova função, sem incorrer nos impactos ambientais gerados pela inundação de novas áreas. Cimentícios: Data de Aprovação: 25 de outubor de 2006 Nome do Projeto: Projeto de uso da escória de alto-forno na produção de cimento na Votorantim Cimentos Resumo do Projeto: O projeto consiste na utilização da escória do alto-forno como substituto para o clínquer, na produção do cimento. Aumentar o uso de escória reduz a demanda de energia na produção e na mineração de calcário. A redução no consumo de energia gerada por combustível fóssil resulta na redução de emissão dos gases de efeito estufa. Metodologia aprovada: ACM0005 – “Metodologia Consolidada para Linha de Base para Aumento de Adições na Produção de Cimento” – Versão 3, de 19 de Maio de 2006. Investimentos: R$ 43 milhões Volume de CO2 equivalente reduzido: ton de CO2 equivalente Período de créditos: 2001 a 2007 Breve depoimento da empresa quanto aos benefícios: O principal benefício do projeto é, sem dúvida, a redução das emissões de CO2 da Votorantim Cimentos. Cabe ressaltar, também, a redução de consumo de energia produzida a partir de combustível fóssil, a conservação de recursos naturais não renováveis, tais como o calcário, e a diminuição dos riscos de contaminação do solo e das águas pela disposição da escória utilizada no alto forno em aterros inadequados. Cimentícios

44 Contato da Empresa

45 Arnaldo Dias de Andrade
Contato da Empresa Arnaldo Dias de Andrade Diretor Técnico da Votorantim Cimentos Telefone: (041) Site Votorantim Cimentos:

46 Rumo à uma Indústria Cimenteira Sustentável !


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