A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Mestrado em Direção e Chefia dos Serviços de Enfermagem MDCSE Diário da República, 2.a série N.o 161 21 de agosto de 2012.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Mestrado em Direção e Chefia dos Serviços de Enfermagem MDCSE Diário da República, 2.a série N.o 161 21 de agosto de 2012."— Transcrição da apresentação:

1 Mestrado em Direção e Chefia dos Serviços de Enfermagem MDCSE Diário da República, 2.a série N.o de agosto de 2012

2 A gestão é uma área de intervenção da enfermagem com grande importância estratégica e essencial para a garantia da qualidade dos serviços prestados à população. As mudanças na gestão em saúde e na carreira de enfermagem têm sido numerosas e rápidas, o que implica que os enfermeiros tomem consciência de que estão a operar numa área em que a escassez de recursos é um facto cada vez mais evidente. Esta realidade coloca novos desafios aos enfermeiros gestores, exigindo-lhes competências, enquanto profissionais habilitados técnica e cientificamente, para responderem com rigor, eficiência e eficácia aos desafios que lhes são colocados

3 Atualmente a gestão moderna ou gestão efetiva, para além das componentes administrativas – planeamento, organização, direção e controlo - exige uma combinação de competências, conhecimentos, aptidões, atitudes e comportamentos que são transversais a diferentes tipos de organizações, de entre os quais a liderança, a gestão do desempenho, o pensamento e planeamento estratégicos, a negociação, a comunicação, a gestão de recursos humanos e a melhoria da qualidade.

4 Neste cenário de constantes mudanças e, sobretudo, exigências, gerir os serviços de Enfermagem obriga a uma efetiva responsabilização, na concretização dos objectivos individuais e colectivos. A qualidade e segurança dos cuidados prestados aos cidadãos estão diretamente relacionados com a qualidade da prática dos Enfermeiros da área da Gestão, sendo assegurada através da valorização das competências dos enfermeiros gestores.

5 Compreender a importância da gestão organizacional a nível macro e micro de unidades de saúde, públicas e privadas; Identificar estratégias de intervenção conducentes a serviços de sucesso e com resposta adequada ao cidadão em geral; Compreender a problemática do clima e da cultura organizacional dos serviços de saúde, numa sociedade de exigência; Relacionar os pontos fortes e fracos do ambiente interno dos serviços da saúde com as oportunidades e ameaças do ambiente externo; (cont….)

6 Conhecer a importa ̂ ncia do planeamento estratégico no desenvolvimento das organizac ̧ ões de saúde e as potencialidades acrescidas que podem emergir com a participac ̧ ão dos enfermeiros; Analisar as principais abordagens que te ̂ m vindo a ser estudadas e que permitem obter um conhecimento das formas de lideranc ̧ a adoptadas pelos gestores de enfermagem; Dominar algumas ferramentas baseadas em análises qualitativas e quantitativas para utilizac ̧ ão no controlo nos processos de gestão.

7 Capacitar os estudantes para: Implementar práticas de gestão adequadas à garantia do acesso do cidadão a cuidados de saúde de qualidade, num ambiente de segurança; Liderar serviços, equipas e projetos; Efetuar a análise estratégica e das tendências em saúde, gestão de recursos, gestão financeira e avaliação de investimentos em saúde; Intervir activamente nas politicas de saúde a diferentes níveis de decisão, públicas/privadas;

8 A formação profissional nesta área de especialidade deverá dotar o enfermeiro com competências que permitam: o Desenvolver a autonomia profissional na gestão de serviços de saúde a nível micro e macro; o Colaborar na gestão global e corrente dos serviços de saúde; o Fomentar o papel de elemento dinamizador na garantia de qualidade na assistência nos serviços de saúde; o Promover a inclusão do conhecimento produzido na prática especializada como base para a inovação e descoberta de novas formas de intervenção; Cont….

9 o Investigar e/ou colaborar em projectos de investigação que contribuam para o desenvolvimento da gestão e que se constituam como uma mais valia para suportar a prática e o desenvolvimento da própria disciplina; o Coordenar equipas mono e multiprofissionais, orientadas para a investigação e desenvolvimento dos serviços de saúde, que se constituam como estratégia na promoção da qualidade do exercício profissional dos enfermeiros e, por inerência, da qualidade dos cuidados

10 Organização do curso Unidades Curriculares Tronco comum Específicas Opcionais

11 Prática baseada na evidência Introdução à supervisão clínica em enfermagem Investigação em enfermagem Metodologias de análise quantitativa de dados Resumo mínimo de dados de enfermagem

12

13

14 1º Semestre 28 Créditos Obrigatórios 2 Créditos Opcionais 2º Semestre 6 créditos Obrigatórios 24 créditos Opcionais 3º Semestre Dissertação ou Trabalho de projecto ou Estágio em gestão em enfermagem

15 Obrigatórias comuns – 17 Ects Prática baseada na evidência 2 ECTS Introdução à supervisão clínica em enfermagem 2 ECTS Investigação em enfermagem 4 ECTS Metodologias de análise quantitativa de dados 3 ECTs Metodologias de análise qualitativa de dados 3 ECTs Resumo mínimo de dados de enfermagem 3 Ects Obrigatórias específicas – 9 Ects Conceitos, métodos e gestão em enfermagem 3 ECTS Qualidade em enfermagem e saúde 3 Ects Processos de trabalho em enfermagem e saúde 3 ECTs Opção -2 Ects Introdução aos sistemas de informação em saúde2 ECTS Tecnologias da Informação nos Processos de Trabalho na Saúde e na Enfermagem 2 ECTs Presenciais E- Learning

16 Obrigatórias específicas – 6 Ects Economia e finanças em saúde 3 Ects Qualidade em enfermagem e saúde 3 Ects Opcionais – 9 Ects Segurança e protecção de dados em saúde 2 Ects Sistemas de apoio à tomada de decisão em enfermagem 2 Ects Avaliação de sistemas de informação 2 Ects Formação em contexto clínico 5 Ects Concepção de Cuidados 5 Ects Informoterapia 3 Ects Anual Dissertação Trabalho de projeto Estágio em gestão em enfermagem E- Learning Presenciais Ou

17 3º Semestre 45 ECTs - Anual Dissertação Trabalho de projecto

18 O estudante desenvolve a sua aprendizagem autonomamente com recurso a ferramentas preparadas pelos professores e disponíveis na plataforma moodle pelo que, globalmente, o ensino será à distância. Esta metodologia não invalida o contacto do estudante com o professor podendo este ser presencial ou à distância. Cada estudante terá um tutor em cada disciplina que acompanhará o percurso de aprendizagem. Cada lição terá uma exposição que fica acessível em qualquer momento, ou será apresentada em double connect – onde o estudante acompanha a exposição e pode usar um chat para questionar ou comentar. Em cada lição haverá documentos de estudo e um conjunto de atividades que o estudante terá que fazer ou participar. Os recursos mais utilizados serão foruns, wikies ou exercício.

19 As aulas presenciais seguirão o modelo convencional de ensino aprendizagem. Estas aulas serão desenvolvidas na ESEP em horário publicado e terão também suportes de acompanhamento na plataforma moodle. O Regime de frequência é igual aos outros mestrados e de acordo com o regulamento publicitado no sítio eletrónico da ESEP.

20 Por favor consulte: REGULAMENTO GERAL DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO - 31 de Julho 2012 ADENDA AO REGULAMENTO GERAL DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO – ENSINO À DISTÂNCIA

21 Artigo 7.o Regime de avaliação 1) As unidades curriculares de ensino à distância incluem, pelo menos, um momento de avaliação presencial; a) A classificação final da unidade curricular resulta da avaliação presencial, podendo incorporar outros parâmetros de avaliação definidos no início do ano letivo; b) A avaliação presencial não poderá ter, na classificação final da unidade curricular, ponderação inferior a 60%. 2) A avaliação presencial pode revestir a forma de provas escritas, provas orais, provas práticas, trabalhos individuais ou trabalhos em grupo. 3) Na realização das provas ou dos trabalhos de avaliação presencial poderão ser previstas: a) Provas/trabalhos que avaliem em simultâneo mais do que uma UC; b) Mais do que uma prova no mesmo dia; c) Provas com duração inferior a 60 minutos ou superior a 2 horas; d) A realização simultânea em diferentes locais (na ESEP e em instituições com quem tenha estabelecido protocolo de cooperação).

22

23

24

25 Professores Professora Ana Isabel Vilar Professora Ana Paula Prata Professor Carlos Vilela Professora Elisabete Borges Professor Ernesto Jorge Morais Professora Fernanda Bastos Professora Márcia Cruz Professora Maria Emília Bulcão Professora Maria José Lumini Professora Maria Narcisa Gonçalves Professora Regina Maria Pires Professora Rosa Maria Freire


Carregar ppt "Mestrado em Direção e Chefia dos Serviços de Enfermagem MDCSE Diário da República, 2.a série N.o 161 21 de agosto de 2012."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google