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DEPARTAMENTO DE GENÉTICA:

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1 DEPARTAMENTO DE GENÉTICA:
perspectivas

2 DEPARTAMENTO DE GENÉTICA
Núcleo de Apoio Unidade de Genética Médica Unidade de Citogenética Unidade de Genética Molecular Unidade de Bioquímica Genética Unidade de Investigação e Desenvolvimento

3 Núcleo de Apoio Funções:
Departamento de Genética Núcleo de Apoio Funções: Articulação com as assessorias de apoio técnico especializado Gestão de recursos humanos do Departamento Gestão do plafond financeiro atribuído ao departamento Melhoria contínua da qualidade Registo de bases de dados Colaboração com o site do INSA, coordenação da formação (…) Apoio administrativo e laboratorial (…)

4 Departamento de Genética
Recursos Humanos

5 Unidade de Genética Médica
Função para cumprimento da missão: Prestação de Serviços Unidade de Genética Médica Genética Médica Patologia genética Diagnóstico pré-natal,… Nutrição Psicologia Assistente Social Enfermagem

6 Unidade de Citogenética
Função para cumprimento da missão: Prestação de Serviços Departamento de Genética Unidade de Citogenética Alterações cromossómicas: da convencional à molecular Citogenética clássica: cariotipos Hibridação in situ (FISH) MLPA 21 21 21 18 13 13 21 21 18 21 18 13 18 21 21 13 18 13 18 Y X X Y X Y 13 21 18 18 13 X 13 X Y X X X Ex.: Trissomia 21 Hibridação Genómica Comparativa (CGH)

7 Unidade de Citogenética
Função para cumprimento da missão: Prestação de Serviços Departamento de Genética Unidade de Citogenética Oferta de serviços Estudo cromossómico na população e no feto (DPN cromossómico); Estudo cromossómico de neoplasias (tumores sólidos e doenças hematológicas malignas); Análise molecular rápida de aneuploidias  permite uma tomada de decisão terapêutica mais precoce; Estudos por hibridação in situ (FISH) contribuem para uma caracterização mais precisa em muitos casos de anomalia citogenética constitucional e oncológica.

8 Unidade de Genética Molecular
Função para cumprimento da missão: Prestação de Serviços Departamento de Genética Unidade de Genética Molecular Objectivos / Missão 1 - Realizar testes genéticos de base molecular em diferentes doenças genéticas, no período pré-natal e pós-natal; Testes de diagnóstico, preditivos e de rastreio populacional 2 – Participação em programas de avaliação externa da qualidade laboratorial, prestação de assessoria científica e técnica 3 – Participação em actividade de formação e disseminação da cultura científica 4 – Implementação/manutenção da certificação de qualidade e acreditação dos ensaios laboratoriais 5 - Valorização científica dos resultados dos testes genéticos em conjugação com outras Unidades do DG, predominantemente com a I&D

9 Unidade de Genética Molecular
Função para cumprimento da missão: Prestação de Serviços Departamento de Genética Unidade de Genética Molecular Lisboa Lisboa Porto Porto Cancro da mama Cancro do cólon Diferenciação sexual e Inf. masculina Doenças hemorrágicas hereditárias Doenças priónicas Factores genéticos de risco trombótico Fibrose quística Hemocromatose Hemoglobinopatias Malignidade hematológica Neuroblastoma Síndrome de Lowe e doença de Norrie Síndrome de imunodef. por hiper IgM Trombofilias hereditárias,… Atrofia muscular espinhal Cardiomiopatias Distrofias musculares Determinação de zigotia Hipertermia maligna Hipotiroidismo congénito Miopatias congénitas Neuropatias Atraso mental ligado ao cromossoma X Rastreio rápido de aneuploidias Sínd. Schwachman-Bodian-Diamond Sínd. de Gilbert e de Crigler-Najjar Sínd.de Cornélia de Lange,…

10 Unidade de Bioquímica Genética
Função para cumprimento da missão: Prestação de Serviços Departamento de Genética Unidade de Bioquímica Genética Caracterização genotípica, haplotipica e fenotípica Rastreio neonatal para terapêutica de restrição dietética Diagnóstico pós-natal para terapêutica de suplementação enzimática Estabelecimento de repositório de linhas celulares de DHM Doenças Hereditárias do Metabolismo (DHM) lisossomal peroxissomal energético intermediário Mucopolis-sacaridoses Biogénese Défices da cadeia respiratória mitocondrial Aminoacidopatias Oligos-sacaridoses Défice enzimático ou de proteína Glicogenoses Acidúrias orgânicas e défices da beta-oxidação Esfingo-lipidoses Défices da glicosilação Lipidoses Défices da biosíntese do colesterol Défices do metabolismo dos neurotransmissores

11 Laboratório de Proteómica Laboratório de Proteómica
Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Laboratório de Proteómica IP: Deborah Penque Investigação Doenças Crónicas Pulmonares (Fibrose quística, Asma, DPOC) (Projectos FCT: POCTI/MGI/40878/2001, POCI/ESP/44720/2002, POCTI/SAU-MMO/56163/2004) Doenças Hepáticas (Projecto APDF, Projecto FCT: POCTI/SAU-IMI/55112/2004 ) Colabora em outros projectos (externos/internos ao INSA) Serviços (em implementação) Análise de proteínas por gel 2D Identificação de proteínas por MALDI/TOF/TOF Diagnóstico/Prognóstico de doenças pela proteómica (Projecto QCAIII, Saude XXI/2005) Unidade de Bioquímica Genética Função para cumprimento da Missão: Prestação de serviços (em implementação) Laboratório de Proteómica

12 Material biológico nativo
Unidade de Bioquímica Genética Função para cumprimento da Missão: Prestação de serviços (em implementação) Departamento de Genética Estratégias utilizadas no Estudo de Doenças Pulmonares Crónicas pela Proteómica Material biológico nativo Modelos biológicos Sistema respiratório Soro/plasma Modelos animais Linhas celulares Fibrose Quística, Asma, DPOC Plataforma Tecnológica Geís 2D/ MS SELDI-TOF LC/MS Identificar proteínas diferencialmente expressas nestas doenças como potenciais biomarcadores de diagnóstico/prognóstico ou alvos terapêuticos alternativos

13 Unidade de Investigação e Desenvolvimento (I&D)
Função para cumprimento da missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Unidade de Investigação e Desenvolvimento (I&D) Compreender a acção dos genes, as interacções entre si e com o ambiente, como se expressam e regulam e como contribuem para a variação fenotípica normal e patológica. Estabelecer correlações genótipo/fenótipo, visando descobrir novos biomarcadores com potencial valor diagnóstico, prognóstico ou terapêutico e proceder à respectiva validação analítica e clínica. Esclarecer os mecanismos moleculares e celulares do cancro, assim como os efeitos genotóxicos associados à exposição ambiental, ocupacional ou acidental a agentes físicos, químicos e biológicos. Estudar a genética da susceptibilidade a doenças frequentes. Realizar estudos de epidemiologia genética nas populações residentes em Portugal ou outras populações de interesse. Identificar e priorizar necessidades de I&D em genética, de acordo com as prioridades estratégicas nacionais e internacionais.

14 Doenças Hereditárias do Metabolismo
Unidade de I&D Função para cumprimento da missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Doenças Hereditárias do Metabolismo IP: Lucia Lacerda Estabelecimento de plataformas instrumentais de análise multiplex e mecanismos analíticos recorrendo a nanotecnologias Aplicação de inteligência artificial na gestão do processo analítico e no diagnóstico diferencial Genotipar SNP para identificação do Varioma humano nas doenças hereditárias do metabolismo – contribuição para o registo e criação de bases de dados de nível global e de consulta universal Metabolómica na identificação de biomarcadores em fluidos fisiológicos humanos Proteómica na identificação de proteínas, modificações pós-translacionais, análise de péptidos e moléculas, no estabelecimento de mecanismos patofisiológicos em modelos in vitro (culturas celulares) Estudo da disfunção celular na etiologia das formas variantes ou atípicas versus formas clássicas das doenças

15 Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Estudo dos mecanismos fisiopatológicos primários e secundários de doenças lisossomais de sobrecarga (DLS) IP: Sandra Alves Complexo de Golgi Lisossoma Substrato Produtos Retículo endoplasmático 1 2 Bases celulares e bioquímicas das doenças de sobrecarga lisossomais 1. Enzima lisossomal com actividade catalítica reduzida ou mesmo nula. 2. Falhas no transporte de enzimas lisossomais do complexo de Golgi para o lisossoma. Objectivo: Estudar os factores genéticos que afectam a formação e/ou transporte de enzimas lisossomais – estudos moleculares, bioquímicos e funcionais Resultados: Caracterização das variações genéticas causais de DLS na população portuguesa: Mucopolissacaridoses tipo II, IIIA, IIIB e IIIC, Mucolipidoses II e III, Sialidose e Galactosialidose; Impacto das mutações encontradas ao nível do RNA mensageiro e na estrutura e função da proteína; Correlações genótipo-fenótipo; Desenvolvimento de métodos analíticos para detecção de alelos mutantes com vista à implementação de estratégias de diagnóstico molecular (Ex: diagnóstico pré-natal molecular e rastreio de portadores nas famílias em risco). Alves S et al. (2006) J Inherit Metab Dis, 29: Mangas M et al. (2008) Clin Genet, 73:251-6. Coutinho MF et al.(2008) Clin Genet, 74:194-5.

16 Investigação em doenças raras: Doenças lisossomais de sobrecarga
Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Investigação em doenças raras: Doenças lisossomais de sobrecarga IP: Olga Amaral Mutações com origens comuns em doenças raras? Fundadores portugueses? 0% 20% 40% 60% 80% 100% Portugal: 2004, unpublished Spain: 1995, Cormand et al Spain: 2001, Alfonso et al Italy: 2002, Filocamo et al France: 1998, Germain et al Greece: 1995, Michelakakis et al Great Britain/Ireland: 1997, Hatton et al Germany: 1997, le Coutre et al Holland: 1997, Boot et al Poland: 1996, Tylki-Szymanska et al Jewish: 1995, Grabowski, NIH, Ashkenazi type 1: 2000, Koprivica American, non-Jewish type 1: 2000, Koprivica et al Australasian (mixed): 1994, Lewis et al Japan: 1997, Ida et al Argentina (mixed): 1998, Cormand et al mutant alleles Objectivo: >compreender mecanismos patogénicos > potencial para novas abordagens > melhorar a capacidade de prognóstico e de resposta Caracterizar as mutações encontradas nos genes dos doentes e a disfunção proteica originada Epidemiologia genética Investigar as disfunções a nível proteico Esclarecer mecanismos patológicos e permitir prever as consequências fenotípicas Frisch et al, 2004 ; Diaz et al, 2000 e 1999; Colombo, 2000 ; Amaral et al, 1997, 1999 e 2000; Marí et al, 2001 Dvir et al; Premkumar et al

17 Investigação na Lipofuscinose Ceróide Neuronal
Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Investigação na Lipofuscinose Ceróide Neuronal IP: Maria Gil Ribeiro Grupo de doenças genéticas neurodegenerativas progressivas e fatais que apresentam semelhanças clínicas e patológicas (acumulação de um lipopigmento no lisossoma) Estas doenças estão associadas a 8 proteínas (lisossomais e não lisossomais) com função celular desconhecida Objectivo: Estudo dos mecanismos moleculares patogénicos primários e análise funcional: Caracterização de mutações e estudos de expressão génica ao nível do RNA e proteína (processamento, modificações pós-traducionais, localização, tráfego intracelular e interacção com outras proteínas CLN) Bessa et al. (2008) Mol Genet Metab 93:67-73 Identificação de alterações moleculares secundárias (ao nível da transdução de sinal mediada por lípidos) com importância fisiopatológica e/ou terapêutica Teixeira et al. (2006) Biochim Biophys Acta 1762: Ferramentas: Análise in silico PCR, RT-PCR, qRT-PCR, Sequenciação Silenciamento de genes (RNAi) Análise por Western blot Imunocitoquímica Análise lípidos (TLC e microscopia de fluorescência) Análogos lipídicos fluorescentes Golgi Endosomes C CLN6

18 Doenças Mitocondriais
Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Doenças Mitocondriais IP: Laura Vilarinho Grupo heterogéneo de doenças clínicas, que têm na sua origem alterações do metabolismo energético celular A cadeia respiratória mitocondrial é o resultado da interacção de dois genomas física e funcionalmente separados, ADN nuclear (nADN) e ADN mitocondrial (mtADN) Estas doenças afectam pessoas em qualquer idade, com quaisquer sintomas e qualquer modo de hereditariedade autosómica recessiva autosómica dominante X-linked maternal esporádica

19 Polineuropatia Amiloidótica Familiar
Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Polineuropatia Amiloidótica Familiar IP: Paulo Pinho e Costa Foco Epidemiologia PAF Outras amiloidoses hereditárias Fisiopatologia Anemia e função renal Novas abordagens Prevenção - DGPI Terapêutica – Ensaios Clínicos Investigadores Doutorados Paulo Pinho e Costa, MD, PhD Luisa Lobato, MD, PhD Outros Idalida Beirão, MD Luciana Moreira, MSc Produção científica 3 artigos em revistas de circulação internacional Numerosas comunicações em congressos Colaborações Institucionais Universidade do Porto UMIB – ICBAS F. Medicina Centro Hospitalar do Porto HGSA Internacionalização U. Florença, IT P. Romagnani – Centro DENOthe H. Univ. Charité, Berlim, DE C. Bachmann - Institut für Vegetative Anatomie

20 Doenças crónicas e degenerativas de genética complexa
Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Doenças crónicas e degenerativas de genética complexa IP: Paulo Pinho e Costa Investigadores Doutorados Berta Martins da Silva, PhD Paulo Pinho e Costa, MD, PhD Outros Pedro Lacerda Cláudia Carvalho, MSc Foco Doenças neurológicas, inflamatórias e auto-imunes seleccionadas Esclerose Múltipla Epilepsia Lúpus Eritematoso Sistémico Artrite Reumatóide Dislipidemia e aterosclerose Imunogenética MHC e extra-MHC Biologia dos sistemas Análise de redes de interacção genética Produção científica 3 artigos em revistas de circulação internacional 1 capítulo de livro Numerosas comunicações em congressos Internacionalização SLE Karolinska Institute, SE – Marta Alárcon U. Tel-Aviv, IL – Y. Schoenfeld EM U. Cambridge, UK – Alastair Compston U. Navarra, ES – Pablo Villoslada Epilepsia U. Utrecht, NL – Dick Lindhout Bioinformática – Biologia dos sistemas U. Geneve, CH – José M Nunes, Alicia Mawas Colaborações Institucionais Universidade do Porto UMIB - ICBAS F. Farmácia Centro Hospitalar do Porto HGSA IGC

21 Investigação em Atraso Mental ligado ao cromossoma X
Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Investigação em Atraso Mental ligado ao cromossoma X IP: Paula Jorge O atraso mental (AM) afecta ~2% da população mundial. Foram já identificados mais de 25 genes associados a formas de atraso mental ligado ao cromossoma X sindrómico (MRX) e não sindrómico (XLMR). Deste grupo salienta-se o gene FMR1 responsável pela Síndrome de X-Frágil e a Síndrome de ataxia e tremor (FXTAS). A maioria das formas de AM continua ainda por caracterizar molecularmente. OBJECTIVOS Criação/implementação de base de dados de doentes com atraso mental Gene FMR1: Análise do tripleto repetitivo [CGG]; Pesquisa de outras mutações; Gene FMR2: Caracterização dos alelos intermédios e pré-mutados na população Portuguesa; Identificação de outros genes In: Hagerman PJ and Hagerman RJ (2007) Fragile X-associated tremor/ataxia syndrome—an older face of the fragile X gene, Nat Clin Pract Neurol 3: 107–112

22 Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Estudo do mecanismo de nonsense-mediated decay (NMD) do mRNA da a-globina humana IP: Luísa Romão Objectivo: Em células eucarióticas, o processo de expressão génica envolve múltiplos passos, desde a transcrição até às modificações pós-traducionais da proteína nascente, em que os RNA mensageiros (mRNAs) são o intermediário fulcral. O pré-mRNA é transcrito a partir do DNA e processado, com excisão dos intrões e adição da estrutura cap e cauda poli(A). O mRNA maduro é então transportado para o citoplasma, onde é traduzido para proteína e finalmente degradado. Sabe-se hoje que a maioria dos passos do processo de expressão génica, se não todos, podem ser regulados, o que permite o controlo espácio-temporal da expressão génica. A grande complexidade da expressão génica torna o processo vulnerável a erros. No entanto, existem mecanismos celulares de controlo de qualidade que asseguram a fidelidade da expressão génica. No âmbito das nossas actividades de I&D, estamos interessados em estudar um destes mecanismos - o mecanismo de nonsense-mediated mRNA decay, e de que modo este mecanismo reflecte a complexidade da maquinaria traducional.

23 Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Estudo do mecanismo de nonsense-mediated decay (NMD) do mRNA da a-globina humana IP: Luísa Romão Qual o efeito da sequência e comprimento da grelha de leitura do mRNA da a-globina humana no mecanismo de NMD? Níveis relativos de mRNA Níveis relativos de mRNA 2x bWT bWT b26 b39 5’UTR a/bWT 5’UTR a/b26 5’UTR a/b39 aWT27/b a27/b 2x aWT aWT a27 40 5’UTR b/a WT 5’UTR b/a 27 5’UTR b/a 40 bWT26/a b26/a puroRmRNA globina mRNA Resultados: Mutações nonsense perto do codão de iniciação da tradução inibem o NMD do mRNA da a-globin humana. A inibição da re-iniciação da tradução inibe parcialmente o NMD da a-globin humana, contrariamente ao que acontece com a b-globina. Os transcritos da a-globina humana portadores de uma mutação nonsense na região 3’ do exão 1, escapam parcialmente ao NMD, supostamente devido a um efeito combinado da re-iniciação da tradução e do tamanho e sequência da grelha de leitura do transcrito. Pereira FJC, et al. (2006). Brit J Haematol, 133: Silva AL, et al. (2006), RNA, 12:

24 Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Estudo de factores genéticos modificadores dos fenótipos das hemoglobinopatias (talassémias e drepanocitose) IP: Paula Faustino Objectivos: Aprofundar o conhecimento sobre a fisiopatologia das hemoglobinopatias e sobre os factores genéticos moduladores dos fenótipos hematológico e clínico. A compreensão das relações genótipo / fenótipo pode contribuir para a tomada de decisão clínica, orientação de tratamento e adopção de medidas preventivas de algumas manifestações clínicas. Exemplo de resultados: Os doentes drepanocíticos que co-herdem um número elevado de repetições TA no promotor do gene UGT-1A1 têm elevada probabilidade de desenvolverem hiperbilirrubinémia e colelitíase, mesmo em idade jovem. Concluímos que o polimorfismo de repetição TA no promotor UGT-1A1 representa um modificar importante das manifestações clínicas desta patologia. Referências : Martins R et al . Early modification of sickle cell disease clinical course by UDP-glucurosyltransferase 1A1 gene promoter polymorphism. Journal of Human Genetics 2008, 53:524-8.

25 Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Estudo de epidemiologia molecular, de caracterização de novas mutações e de regulação da expressão de genes associados a Hemocromatose Hereditária IP: Paula Faustino Objectivos: Aprofundar o conhecimento sobre a base molecular da Hemocromatose Hereditária em Portugal, efectuar estudos funcionais de novas mutações e contribuir para o conhecimento do envolvimento da HFE no metabolismo do ferro e, quando mutada, no desenvolvimento da patologia. Pretende-se, ainda, contribuir para o conhecimento dos mecanismos envolvidos na regulação génica pós-transcricional. H63D C282Y Y230F Exemplo de resultados: A análise mutacional efectuada nos genes HFE, TFR2, HJV e HAMP, num grupo de 215 indivíduos portugueses com hemocromatose hereditária não-clássica revelou algumas mutações novas nestes genes. Apesar disso, dada a sua baixa frequência, concluiu-se que a pesquisa dessas mutações na corrente prestação de serviços laboratoriais de apoio à clínica apresenta um baixo nível custo-benefício. (adaptado de Fleming & Sly, 2002) Representação esquemática da proteína HFE e localização de uma das mutações novas encontradas (Y230F) Referências : Mendes A. I. et al . Non-classical hereditary hemochromatosis in Portugal: novel mutations identified in iron metabolism-related genes. Ann Hematol 2008, in press (DOI /s y)

26 Sinalização em células tumorais
Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Sinalização em células tumorais IP: Peter Jordan Foi identificado um novo subgrupo de tumores do cólon ( ~15%) que contem uma mutação oncogénica em BRAF associada à sobre-expressão da GTPase Rac1b (Matos et al. (2008) Gastroenterology, in press). A combinação destas alterações constitui uma via de tumorigénese alternativa à via clássica do oncogéne KRAS e representa um alvo terapêutico específico para este subgrupo de tumores. EGF Via clássica de progressão tumoral Receptor Growth Rasmut Factor adenoma carcinoma Factor Ras Crescimento Receptor B-Raf Via alternativa de progressão tumoral MEK BRafmut adenoma serreado carcinoma Rac1b ERK1/2 Proliferação celular

27 Toxicologia Genética Projectos Equipa IP: Maria João Silva
Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Toxicologia Genética IP: Maria João Silva Projectos Caracterização dos efeitos mutagénicos da deficiência da poli(ADP-ribose) polimerase em ratinhos transgénicos Minas de urânio e seus resíduos. Efeitos genotóxicos na população e influência de polimorfismos genéticos Avaliação dos efeitos na saúde associados à exposição crónica a contaminantes da água com potencial genotóxico Exposição ambiental ao fumo do tabaco em estabelecimentos de restauração: efeitos genotóxicos e mecanismos moleculares subjacentes a doenças respiratórias Metafase mostrando uma translocação recíproca, um cromossoma dicêntrico e um fragmento acêntrico () Micronúcleos em linfócitos com bloqueio da citocinese () Lesões no DNA evidenciadas pelo “comet assay” Equipa 1 investigador, 1 TSS, 2 estudantes mestrado, 1 estudante doutoramento

28 Investigação em Fibrose Quística
Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Investigação em Fibrose Quística IP: Margarida Amaral Análise aprofundada de mutações no gene CFTR Caracterização das mutações encontradas no gene CFTR Estratégias para recuperar a função da CFTR mutada Identificação de proteínas com um papel no tráfego e activação da CFTR Análise da CFTR ao nível celular e fisiológico Caracterização de mutações do gene CFTR (localização, tráfego e actividade) Dase de dados para Mutações no CFTR (EuroCareCF) Estudo do “Folding proteico” utilizando C. elegans Produção de linhas trangénicas de nematodos (identificação de factores responsáveis pela degradação/”folding da CFTR) Rastreios por RNAi do genoma completo Construção de proteínas humanas quiméricas (ex. CFTR e proteínas multi-resistentes a drogas ) Identificação de ortologos humanos Controlo de qualidade proteica “Folding” e tráfego da proteína CFTR Tráfego membranar Degradação pelo proteassoma DNA chips Extracção, purificação e amplificação Sensor magnético para detecção por single nucleotide polymorphism (SNP) Ferramentas Genéticas e Moleculares “Microarray” / análise in silico Mutagénese Silenciamento de genes (RNAi) PCR & RT-PCR Ferramentas ao nivel celular e fisiológico Confocal e Vídeo Fluorescence Mic Imunohistoquímica Electrofisiologia (patch-clamp e câmaras de Ussing)

29 Investigação em Patologias do Desenvolvimento Sexual
Unidade de I&D Função para cumprimento da Missão: Laboratório de Estado Departamento de Genética Investigação em Patologias do Desenvolvimento Sexual IP: João Gonçalves Projectos a decorrer: Infertilidade masculina: caracterização do padrão de metilação das regiões CpG dos genes DAZL(3p24) e DAZ(Yq11.23) em espermatozóide provenientes de homens normozoospérmicos e oligozoospérmicos. Diferenciação sexual: pesquisa de alterações moleculares no gene CYP11B1 em doentes com hiperplasia supra-renal congénita e com suspeita de deficiência em 11 beta-hidroxilase.

30 Obrigado!


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