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INFILTRAÇÃO E ÁGUA NO SOLO Benedito C. Silva Hidrologia.

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Apresentação em tema: "INFILTRAÇÃO E ÁGUA NO SOLO Benedito C. Silva Hidrologia."— Transcrição da apresentação:

1 INFILTRAÇÃO E ÁGUA NO SOLO Benedito C. Silva Hidrologia

2 Camada impermeável Zona saturada Zona não saturada Poros ocupados por ar e água (água do solo) Poros ocupados por água (água subterrânea) Infiltração Percolação Água do solo x água subterrânea

3 Água do solo x água subterrânea

4 O solo é uma mistura de materiais sólidos, líquidos e gasosos. Na mistura também encontram-se muitos organismos vivos (bactérias, fungos, raízes, insetos, vermes) Água no solo

5 Composição do solo

6 Normalmente analisada do ponto de vista do diâmetro das partículas que compõe o solo: Diâmetro (mm)Classe 0,0002 a 0,002Argila 0,002 a 0,02Silte 0,02 a 0,2Areia fina 0,2 a 2,0Areia grossa Parte sólida do solo

7 Textura do solo

8 Textura (português)Textura (inglês) Arenosa Sand areia franca Loamy sand franco arenosa Sandy loam franco siltosa Silt loam franca Loam franco argilo arenosa Sandy clay loam franco argilo siltosa Silty clay loam franco argilosa Clay loam argilo arenosa Sandy clay argilo siltosa Silty clay argila Clay Siltosa Silt

9 Porosidade Capilaridade Retenção de água no solo Potencial mátrico Armazenamento de água no solo

10 Volume total do solo = volume de sólidos + volume de poros Porosidade = volume de poros / volume total Porosidade

11 Areia: 0,37 a 0,50 Argila: 0,43 a 0,52 Porosidade

12 Conteúdo de água no solo em volume Na situação em que todos os poros do solo estão ocupados pela água o solo é denominado saturado. Neste caso, o valor do conteúdo de água no solo é máximo, e é igual a. Portanto, o máximo conteúdo de água no solo é igual à porosidade. Armazenamento

13 Na condição de solo completamente seco todos os poros estariam ocupados pelo ar, e o valor de seria zero. Entretanto, isto raramente acontece, porque a água é fortemente atraída pelas partículas e pelos poros dos solos. Adsorção capilaridade Solo seco

14 Método gravimétrico TDR Moderação de neutrons Medição de contéudo de água do solo

15 No método gravimétrico de medição de conteúdo de água no solo uma amostra de solo é coletada e pesada na condição de umidade encontrada no campo. A seguir esta amostra passa por um processo de secagem em um forno a 105 o C por 24 horas para que toda a umidade seja retirada e a amostra é pesada novamente. A umidade do solo é calculada a partir da diferença de peso encontrada, conforme a equação onde é o conteúdo de água no solo em volume (adimensional); Mu é a massa da amostra de solo úmido (Kg); Ms é a massa da amostra do solo após a secagem no forno (Kg); V T é o volume da amostra (m3); é a massa específica da água (kg.m -3 ). Medição do conteúdo de umidade do solo

16 O método TDR (Time Domain Reflectometry ou reflectometria no domínio do tempo) está baseado na relação entre a umidade do solo e a sua constante dielétrica. Duas placas metálicas são inseridas no solo e é medido o tempo de transmissão de um pulso eletromagnético através do solo, entre o par de placas. A vantagem deste método é que não é necessário destruir a amostra de solo para medir a sua umidade, e o monitoramento pode ser contínuo. A desvantagem é que o método é indireto, e é preciso calibrar uma relação entre a resposta do aparelho de medição e a umidade do solo. Medição de umidade do solo

17 Moderação de neutrons O método da moderação de nêutrons está baseado na emissão de nêutrons por uma fonte radioativa inserida no solo através de tubos de acesso. Os nêutrons sofrem espalhamento pelos átomos de hidrogênio da água presente no solo, e alguns deles podem ser detectados por um detector também inserido no solo por um tubo de acesso. Quanto maior a contagem de nêutrons no detector, maior é o conteúdo de água na proximidade do equipamento (Libardi, 2012). Medição da umidade do solo

18 Usando sonda de neutrons

19 Retenção de água no solo Potencial mátrico Capilaridade adsorção tensiometro Capacidade de campo Ponto de murcha Retenção de água no solo

20 O solo pode ser entendido de uma forma simplificada como uma esponja, ou papel de filtro, que tem capacidade de reter a água. Há duas forças principais que atuam no sentido de reter a água nos poros dos solos: as forças capilares as forças de adsorção. Retenção de umidade no solo

21 As forças capilares ocorrem como consequência da tensão superficial da água interagindo com as paredes dos poros. Capilaridade Tubos capilares exercem sucção por causa da tensão superficial Poros do solo podem exercer o mesmo efeito Quanto menor o diâmetro dos poros, maior é o efeito Granulometria mais fina = poros menores = mais capilaridade

22 As forças de adsorção estão relacionadas a cargas eletrostáticas atuando entre as partículas do solo e as moléculas de água, ou de íons presentes na água, e resultam na manutenção de um filme muito fino de água sobre as partículas do solo (Libardi, 2012). Adsorção

23 As duas forças (capilar e adsorção) atuam no sentido de reter a água no solo e é praticamente impossível avaliar separadamente cada uma delas. Assim, normalmente se refere à força de retenção de água no solo como a força mátrica, ou potencial mátrico de um solo (Libardi, 2012). Tem unidades de pressão (N/m 2 ) Tensão mátrica

24 Tensiômetro Medição de tensão Bulbo cerâmico

25 Para uma amostra de solo o potencial mátrico normalmente varia com o conteúdo de água do solo, e esta relação é, normalmente, determinada de forma experimental (Reichert e Timm, 2012). Solos mais secos apresentam um potencial mátrico maior (exercem maior sucção sobre a água) do que solos mais úmidos. A função que relaciona as duas variáveis é a curva de retenção de umidade, ou curva de retenção de água no solo Curva de retenção de umidade

26 Umidade do solo varia ao longo do tempo. Para retirar a umidade do solo: Por gravidade Por sucção Umidade do solo Hornberger et al., 1998 – Elements of physical hydrology

27 Saturação: condição em que todos os poros estão ocupados por água Capacidade de campo: Conteúdo de umidade no solo sujeito à força da gravidade Ponto de murcha permanente: umidade do solo para a qual as plantas não conseguem mais retirar água e morrem Umidade do solo

28 Condutividade de água em condição de saturação Movimento da água em meios porosos

29 Experimento de Darcy

30 K = propriedade do material = condutividade hidráulica saturada

31 Q = fluxo de água (m 3 /s) A = área (m 2 ) H = carga (m) L = distância (m) K = condutividade hidráulica (m/s) Fluxo da água em meios porosos saturados

32 Condutividade de água em condição de saturação Solo arenoso: 23,5 cm/hora Solo siltoso: 1,32 cm/hora Solo argiloso: 0,06 cm/hora

33 A equação de Darcy foi desenvolvida para fluxos de água em meios porosos saturados, e será retomada no capítulo sobre água subterrânea. Nos solos, entretanto, a situação mais comum é que o meio não está saturado. Neste caso, a condutividade hidráulica é uma função do conteúdo de água no solo. Além disso, a carga hidráulica deve ser expressa como uma combinação do potencial gravitacional e potencial mátrico. A equação de Darcy com estas adaptações é, por vezes, denominada equação de Darcy- Buckingham (Libardi, 2012). Movimento no meio não saturado saturado não saturado

34 A condutividade hidráulica em condições não saturadas é menor do que a condutividade hidráulica saturada Movimento no meio não saturado

35 Uma chuva que atinge um solo inicialmente seco será inicialmente absorvida totalmente pelo solo, enquanto o solo apresenta muitos poros vazios (com ar). Nesta condição, o potencial mátrico do solo é muito alto, e a água da chuva é absorvida muito rapidamente. À medida que os poros vão sendo preenchidos, a infiltração tende a diminuir, estando limitada pela capacidade do solo de transferir a água para as camadas mais profundas. Infiltração de água no solo

36 A taxa de infiltração é a quantidade de água que penetra no solo ao longo do tempo. Normalmente a taxa de infiltração é expressa em unidades de mm.hora -1. A máxima taxa de infiltração que um solo pode ter é definida como sua capacidade de infiltração. A capacidade de infiltração varia ao longo do tempo. Taxa de infiltração e capacidade de infiltração

37 Anéis concêntricos Medição da capacidade de Infiltração

38 A capacidade de infiltração de água no solo varia de acordo com a umidade do solo. Em solos secos a capacidade de infiltração é, normalmente, bastante alta. À medida em que o solo vai ficando úmido, no entanto, a capacidade de infiltração diminui. Capacidade de infiltração

39 fo = 50 mm/hora fc = 4 mm/hora Modelo de capacidade de infiltração de Horton

40 f = taxa de infiltração (mm/hora) fc = taxa de infiltração em condição de saturação (mm/hora) fo = taxa de infiltração inicial (mm/hora) t = tempo (minutos) = parâmetro que deve ser determinado a partir de medições no campo (1/minuto) Equação de Horton

41 Infiltração conforme o tipo de solo

42 Considere uma camada de solo de 1 m de profundidade cujo conteúdo de umidade é 35% na capacidade de campo e de 12% na condição de ponto de murcha permanente. Quantos dias a umidade do solo poderia sustentar a evapotranspiração constante de 7 mm por dia de uma determinada cultura? Exercício

43 Uma camada de solo argiloso, cuja capacidade de infiltração na condição de saturação é de 4 mm.hora -1, está saturado e recebendo chuva com intensidade de 27 mm.hora -1. Qual é o escoamento (litros por segundo) que está sendo gerado em uma área de 10m 2 deste solo, considerando que está saturado? Exercício

44 Uma medição de infiltração utilizando o método dos anéis concêntricos apresentou o seguinte resultado. Utilize estes dados para estimar os parâmetros fc, fo e da equação de Horton. Exercício Tempo (min)Total Infiltrado (mm) 00,0 141,5 260,4 370,4 476,0 582,6 690,8 797,1 8104,0 9111, , , , ,8


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