A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Maria do Carmo O ESTÁGIO CURRICULAR, COMO PROCEDIMENTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO É A ATIVIDADE DE COMPETÊNCIA DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO, A QUEM CABE A DECISÃO.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Maria do Carmo O ESTÁGIO CURRICULAR, COMO PROCEDIMENTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO É A ATIVIDADE DE COMPETÊNCIA DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO, A QUEM CABE A DECISÃO."— Transcrição da apresentação:

1

2 Maria do Carmo

3 O ESTÁGIO CURRICULAR, COMO PROCEDIMENTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO É A ATIVIDADE DE COMPETÊNCIA DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO, A QUEM CABE A DECISÃO SOBRE A MATÉRIA, OFERECENDO OPORTUNIDADE E CAMPOS DE ESTÁGIOS, COMO FORMA DE AJUDA E COLABORAÇÃO NO PROCESSO EDUCATIVO. O DECRETO Nº DE REGULAMENTA A LEI Nº DIZ :

4 Maria do Carmo

5 A PESQUISA A PESQUISA compreende todo o esforço dirigido para a aquisição de um determinado conhecimento, que propicia a solução de problemas teóricos, práticos e/ou operacionais.

6 Maria do Carmo O PROJETO DE PESQUISA trará elementos para responder às questões fundamentais: O que pesquisar? Por que se deseja fazer a pesquisa? Como pesquisar? Com quais recursos? Em que período? (cronograma) PROJETO DE PESQUISA

7 Maria do Carmo COMPOSTO DO PROJETO : Tema A formulação/definição de um problema A formulação das hipóteses A definição dos objetivos A Justificativa A Metodologia PROJETO DE PESQUISA

8 Maria do Carmo REGRAS IMPORTANTES: O tema pode surgir: a) da observação do cotidiano; b) da vida profissional; c) do contato e relacionamento com especialistas; d) do feedback de pesquisas já realizadas; e) do estudo de literatura especializada PROJETO DE PESQUISA

9 Maria do Carmo CARACTERÍSTICAS DE UM TEMA DE PESQUISA UMA VISÃO AMPLA DO UNIVERSO DA PESQUISA COLABORA PARA SE EFETIVAR A CONTENTO A TAREFA DA DELIMITAÇÃO DO TEMA (...). PARA A MONTAGEM DO PROJETO DE PESQUISA DEVE SE TENTAR MATERIALIZAR A DELIMITAÇÃO DO TEMA ATRAVÉS DA OBSERVÂNCIA DAS CONDIÇÕES DE TEMPO, MODO E LUGAR ONDE SERÁ ANALISADO. (SAMARA & BARROS, 2001) A ESCOLHA DO TEMA

10 Maria do Carmo Como formular um problema? 1. Complexidade da Questão É vinculado ao processo criativo; não se faz mediante procedimentos rígidos e sistemáticos; A imersão sistemática no objeto, estudo da literatura existente e discussão com pessoas que acumulam muita experiência prática no campo de estudo são algumas condições que podem facilitar a tarefa. A FORMULAÇÃO

11 Maria do Carmo Como formular um problema? 2. O Problema deve ser formulado como pergunta O Estudante inicia o processo de pesquisa pela escolha de um tema, que por si só não constitui um problema. Ao formular pergunta sobre o tema, provoca-se a sua problematização. 3. O Problema deve ser claro e preciso Um problema não pode ser desestruturado e formulado de maneira vaga que não é possível imaginar nem mesmo como começar a resolvê-lo. Um problema é formulado de maneira respondível. A FORMULAÇÃO

12 Maria do Carmo Como formular um problema? 4. O Problema deve ser suscetível de solução Para formular adequadamente um problema é preciso ter o domínio da técnica adequada à sua solução. Caso contrário, o melhor será proceder a uma investigação acerca das técnicas de pesquisas necessárias. 5. O problema deve ser delimitado a uma dimensão viável A delimitação de um problema guarda estreita relação com os meios disponíveis para investigação. A FORMULAÇÃO

13 Maria do Carmo Como Construir Hipótese? é a proposição testável que pode vir a ser a solução do problema. Se mediante a coleta de dados a hipótese for confirmada, o problema foi solucionado porque a pergunta formulada pôde ser respondida. Ex: caroço do milho x tipo de adubo = + doce. A FORMULAÇÃO DAS HIPÓTESES

14 Maria do Carmo Como Chegar a uma Hipótese? O processo de elaboração é de natureza criativa. Não se pode determinar regras para a elaboração de uma hipótese. Elas surgem: da observação de fatos do dia-a-dia; dos resultados de outras pesquisas; de teorias; de intuições. A FORMULAÇÃO DAS HIPÓTESES

15 Maria do Carmo SÃO AMPLOS E ESTÃO LIGADOS DIRETAMENTE AO CONHECIMENTO QUE SE PRETENDA ALCANÇAR, DESENVOLVER OU AMPLIAR COM O ESTÁGIO. ( Rudio – 1978 ) OBJETIVO GERAL

16 Maria do Carmo IDENTIFICAR O USO DOS PROCESSOS LOGÍSTICOS JUNTO AO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE UMA TRANSPORTADORA... OU DISTRIBUIDORA. ( Rudio – 1978 ) OBJETIVO GERAL

17 Maria do Carmo EX: LISTAR AS ETAPAS DA LOGÍSTICA NA PRODUÇÃO EM UMA FÁBRICA MOVELEIRA ( Rudio – 1978 ) OBJETIVOS ESPECÍFICOS

18 Maria do Carmo LEVANTAR O DESEMPENHO DA PRODUÇÃO OU... OBJETIVOS ESPECÍFICOS

19 Maria do Carmo LEVANTAR AS AÇÕES DAS ATIVIDADES LOGÍSTICAS NUMA FÁBRICA DE MÓVEIS, OU... OBJETIVOS ESPECÍFICOS

20 Maria do Carmo RESUMINDO : SÃO CONSIDERADOS OS DEGRAUS PARA ATINGIR O OBJETIVO GERAL. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

21 Maria do Carmo Na justificativa o pesquisador deverá: Apresentar elementos que responderão à questão: Por que se pretende realizar a pesquisa? Este item será caracterizado como defensor da necessidade de se efetivar o estudo mostrando a sua relevância. JUSTIFICATIVA

22 Maria do Carmo O pesquisador deverá: Explicar os motivos que indicam a viabilidade de execução da proposta relacionados à viabilidade técnica, financeira e política. Fazer referência aos aspectos que garantem a originalidade do trabalho. Ressaltar os elementos inovadores do trabalho. JUSTIFICATIVA

23 Maria do Carmo Permite traçar o caminho para se alcançar os objetivos; Define as técnicas que serão utilizadas para a coleta e análise dos dados (entrevistas, questionários, testes, técnicas estatísticas de coleta e agrupamento de dados, elaboração de tabelas, descrição e codificação) Se é dedutiva ou indutivado ( do geral p/particular ou...) Bibliográfica ou documental. PARA A DEFINIÇÃO DA METODOLOGIA DEVE-SE LEVAR EM CONTA OS OBJETIVOS PROPOSTOS PARA A PESQUISA, BEM COMO AS HIPÓTESES A SEREM COMPROVADAS (se necessárias). METODOLOGIA

24 Maria do Carmo Alice pergunta ao gatinho: - Que caminho devo seguir? O gatinho responde a Alice: -Depende onde você quer chegar MAS O QUE É ESSE MÉTODO ? PARA QUE SERVE ?

25 Maria do Carmo METHODOLOGIA : VEM DO GREGO METHOS META HODOSCAMINHO, VIA

26 Maria do Carmo VEM DO GREGO USAR UM MÉTODO E SEGUIR REGULAR E ORDENADAMENTE UM CAMINHO ATRAVÉS DO QUAL UMA CERTA FINALIDADE DE UM CERTO OBJETIVO É ATINGIDO. ( Chauí 1997 )

27 Maria do Carmo É O MAIS ABSTRATO. É O RECURSO MAIS MENTAL. É POSIÇÃO TEÓRICA. É O ESQUEMA DE REFERENCIAL. DE CONHECIMENTO PRÉVIO. ( Megale 1989 ) VEM DO GREGO

28 Maria do Carmo METHODOLOGIA : POPULAÇÃO (UNIVERSO) AMOSTRA COMO OS DADOS SERÃO TABULADOS E ANALISADOS? COLETA DE DADOS E INSTRUMENTOS DE ANÁLISE COMO SERÁ EXECUTADO ? QUAL A METODOLOGIA ? INSTRUMENTO DA PESQUISA

29 Maria do Carmo RELACIONAR OS AUTORES CONSULTADOS: EXEMPLOS: BEATRIZ SANTOS SAMARA E JOSÉ CARLOS DE BARROS FICARIA: SAMARA, Beatriz Santos & BARROS, José Carlos de SAMARA & BARROS

30 Maria do Carmo MARINA DE ANDRADE MARCONI E EVA MARIA LAKATOS FICARIA: MARCONI & LAKATOS

31 Maria do Carmo DINALVA MELO DO NASCIMENTO FICARIA: NASCIMENTO, Dinalva Melo do ANTONIO CARLOS GIL GIL, Antonio Carlos SONIA VIEIRA VIEIRA, Sonia

32 Maria do Carmo A pesquisa é definida como uma forma de estudo de um objeto. Este estudo é sistemático e é produto de uma investigação, cujo objetivo é resolver problemas e solucionar dúvidas, mediante a utilização de procedimentos científicos. A PESQUISA CIENTÍFICA Maria do Crmo

33 Maria do Carmo É a exploração, é a inquisição, é o procedimento sistemático e intensivo, que tem por objetivo descobrir e interpretar os fatos que estão inseridos em uma determinada realidade. A PESQUISA CIENTÍFICA

34 Maria do Carmo indagação minuciosa do tema; capacidade para selecionar o material bibliográfico e documental; transcrição correta das informações; anotações claras e objetivas; O ÊXITO DA PESQUISA DEPENDE DE:

35 Maria do Carmo busca de provas, propriamente ditas; considerações sobre a hipótese formulada originalmente; exposição e discussão das sugestões, resultados, medidas propostas, recomendações que devem ser adotadas. CRITÉRIOS UTILIZADOS

36 Maria do Carmo A pesquisa realiza-se de várias maneiras. Destacam-se a: PESQUISA BIBLIOGRÁFICA e a PESQUISA DOCUMENTAL

37 Maria do Carmo A pesquisa bibliográfica constitui-se em fonte secundária. É aquela que busca o levantamento de todos os livros e revistas de relevante interesse para a pesquisa que será realizada. Seu objetivo é colocar o autor da nova pesquisa diante de informações sobre o assunto de seu interesse. A PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

38 Maria do Carmo A pesquisa bibliográfica é passo decisivo em qualquer pesquisa científica, uma vez que elimina a possibilidade de se trabalhar em vão, de se despender tempo com o que já foi solucionado. A PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

39 Maria do Carmo Os objetivos da pesquisa documental geralmente são mais específicos. A pesquisa bibliográfica realiza-se, quase exclusivamente, a partir do material localizado em bibliotecas. DIFERENÇAS ENTRE AS PESQUISAS BIBLIOGRÁFICAS E DOCUMENTAL

40 Maria do Carmo Já a pesquisa documental pode exigir a consulta a arquivos públicos, à imprensa, a arquivos particulares etc; Como nem sempre o material a ser pesquisado é constituído por folhas ou volumes de fácil manuseio, sua obtenção pode exigir a utilização de procedimentos os mais diversos, tais como fotografias, filmes, fitas gravadas etc. DIFERENÇAS ENTRE AS PESQUISAS BIBLIOGRÁFICAS E DOCUMENTAL

41 Maria do Carmo Na pesquisa documental, os documentos são todos os materiais escritos que irão integrar o conjunto de informações necessárias à pesquisa. Existem três tipos de documentos: Primários: livros, jornais, periódicos, artigos, relatórios etc. Secundários: bibliografias, resumos, traduções, reproduções de documentos primários, produzidos pelos serviços de documentação. Terciários: estudos recapitulativos. FASES DA PESQUISA DOCUMENTAL

42 Maria do Carmo escolha e identificação do assunto; determinação dos objetivos; elaboração do plano de trabalho; identificação das fontes; localização das fontes e obtenção do material; compilação e leitura do material; fichamento; análise e interpretação; FASES DA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA

43 Maria do Carmo determinação dos objetivos; elaboração do plano de trabalho; identificação das fontes; localização das fontes e obtenção do material; tratamento dos dados; confecção das fichas; redação do trabalho. FASES DA PESQUISA DOCUMENTAL

44 Maria do Carmo É AQUELE ESCOLHIDO PARA A INVESTIGAÇÃO DO FENÔMENO, REFERINDO-SE AO PLANO GERAL DO TRABALHO. OS MÉTODOS DE ABORDAGENS SÃO EXCLUSIVOS ENTRE SI, EMBORA SE ADMITA A POSSIBILIDADE DE MAIS DE UM MÉTODO A SER EMPREGADO EM SUA PEQUISA. Andrade 1997:111

45 Maria do Carmo DEDUTIVO É AQUELE QUE PARTE DO GERAL (QUE REGEM OS FENÔMENOS) E PERMITE CHEGAR AO PARTICULAR PODENDO PREVÊ-LOS. EX; TODO HOMEM É MORTAL ; JOSÉ É HOMEM LOGO, JOSÉ É MORTAL. INDUTIVO É O CAMINHO OPOSTO, OU SEJA: VAI DO PARTICULAR PARA O GERAL. EX: DOENÇAS DO SER HUMANO (VIROSES NÃO CONHECIDAS)

46 Maria do Carmo CADA MÊS DEVERÁ OBEDECER UMA ETAPA COMO: JAN – ELABORAÇÃO DO PROJETO FEV – INICIO DA PESQUISA MAR – PESQUISA DE CAMPO ABR – TABULAÇÃO DE DADOS MAI - ANÁLISE... JUN- CORREÇÕES C/ORIENTADOR JUL - APRESENTAÇÃO

47 Maria do Carmo DEVERÁ TER O MAPA DE DESPESAS : CUSTO DE MATERIAL CUSTO DE TRANSPORTE CUSTO DE CONFECÇÃO CUSTO DE IMPRESSÃO, ETC...

48 Maria do Carmo AGRADEÇO A BANCA PELA PACIÊNCIA E... MUITO OBRIGADA !!!

49

50 PERÍODO DE ESTUDOS PRÁTICOS DO ALUNADO AO EXERCÍCIO DE CERTA PROFISSÃO LIBERAL. PERÍODO PROBATÓRIO, DURANTE O QUAL A PESSOA EXERCE UMA ATIVIDADE TEMPORÁRIA NUMA EMPRESA. ( APRENDIZAGEM, EXPERIÊNCIA) Bianchi & Alvarenga

51 Maria do Carmo APLICAR NA PRÁTICA OS CONHECIMENTOS TEÓRICOS APREENDIDOS NO CURSO. AVALIAR A POSSIBILIDADE DE SUGERIR MUDANÇAS NAS ORGANIZAÇÕES. ENFRENTAR E CONHECER OS PROBLEMAS REAIS NA EMPRESA.

52 Maria do Carmo O ESTÁGIO DEVERÁ SER INTERPRETADO COMO PONTO CONVERGENTE DO CURSO, COM EXCELÊNCIA, PRATICIDADE E QUALIDADE.

53 Maria do Carmo O TRABALHO DEVERÁ GERAR BANCO DE DADOS.

54 Maria do Carmo AS HORAS DEDICADAS AO ESTÁGIO DEVERÃO SER DISTRIBUIDAS EM ATIVIDADES TEÓRICAS E DE CAMPO AS HORAS DEDICADAS AO ESTÁGIO DEVERÃO SER DISTRIBUIDAS EM ATIVIDADES TEÓRICAS E DE CAMPO.

55 Maria do Carmo O ESTÁGIO TERÁ UM ACOMPANHAMENTO PELO ORIENTADOR.

56 Maria do Carmo QUE SEJA DE COMUM ACORDO COM O ORIENTADOR.

57 Maria do Carmo QUE O ORIENTADOR DE PREFERÊNCIA, SEJA O TITULAR OU NA DISCIPLINA CORRELATA.

58 Maria do Carmo O ESTÁGIO SÒMENTE SERÁ REALIZADO APÓS UM PROCESSO ACUMULATIVO, DE ACORDO COM O PROJETO PEDAGÓGICO APRESENTADO.

59 Maria do Carmo QUE SEJA VIÁVEL, CONSIDERANDO O ACESSO ÀS FONTES DE INFORMAÇÕES OU DADOS.

60 Maria do Carmo CONSIDERE O LIMITE DE TEMPO PARA A EXECUÇÃO DO ESTÁGIO ( EM GERAL TRÊS MESES )

61 Maria do Carmo CONSIDERE OUTROS RECURSOS, COMO CUSTO, TEMPO PARA LEITURA E ORIENTAÇÃO.

62 Maria do Carmo QUE SEJA TAMBÉM DE INTERESSSE DA ORGANIZAÇÃO -ALVO DO ESTÁGIO É BUSCAR QUALIDADE NAS INFORMAÇÕES PARA A PESQUISA ENTRE OS ENTREVISTADOS.

63 Maria do Carmo

64 MANTENHA E DESENVOLVA UMA RELAÇÃO DE PAIXÃO PELO SEU TRABALHO.

65 Maria do Carmo LEMBRE-SE: O ORIENTADOR TEM SEMPRE O MESMO DIREITO QUE VOCÊ. ELE MUDA A TODO O TEMPO E MOMENTO PRECISO O RUMO DE SUA NAU.

66 Maria do Carmo NÃO SE ESQUEÇA: QUEM ESTÁ EM JULGAMENTO É O SEU TRABALHO E NÃO... VOCÊ.

67 Maria do Carmo CUIDADO: COM OS PRAZOS E SUAS ETAPAS. VALE DIZER QUE NÃO TEM PRORROGAÇÃO. É NAQUELE SEMESTRE E PRONTO.

68 Maria do Carmo ASSUNTO ESCOLHIDO: QUE O TEMA NÃO SEJA PASSAGEIRO, POIS A MODA MUDA MUITO RÁPIDA. ( ENQUANTO VOCÊ ESCREVE...).

69 Maria do Carmo O ORIENTADOR É NO FINAL UM TORCEDOR MESMO QUE ELE NÃO SE MANIFESTE ABERTAMENTE. (NÃO SE ESQUEÇA)

70 Maria do Carmo INSPIRAÇÃO : TODOS NÓS TEMOS A CAPACIDADE DE RETER (APREENDER) E AMPLIAR COM UM TOQUE ÚNICO, UM FLASH, UM INSIGHT; CHAMA-SE: INSPIRAÇÃO, ESFÔRÇO, TEIMOSIA, DISCIPLINA.

71 Maria do Carmo O LADO NEGATIVO CHAMA - SE, PREGUIÇA: -DOMINGO EU COMEÇO... -NO FIM DE SEMANA EU TENHO TEMPO, EU FAÇO. -AGORA É DIFERENTE... - EU NÃO TIVE TEMPO...

72 Maria do Carmo FRASES POSITIVAS; -EU JÁ LI ISTO EM ALGUM LIVRO -QUE LIVRO ESTÁ ESCRITO ISTO? AI VOCÊ SE LEMBRA DA DOR DE CABEÇA; DORES NAS COSTAS E... ENTÃO BATE A PREGUIÇA. MUITO CUIDADO !

73 Maria do Carmo FRASES QUE OS VENTOS TRAZEM... E PODEM INFLUENCIAR... OU DESESTÍMULAR: - EU MEREÇO ! - DESISTA ! - ONDE EU FUI ME METER !

74 Maria do Carmo PREPARE-SE PARA AS PERGUNTAS QUE TRANSFORMAM EM ENCRENCAS OU INIMIGO SEU: -PORQUE VOCÊ ESCOLHEU ESTE TEMA ? - NÃO TINHA OUTRA COISA MELHOR ?

75 Maria do Carmo AÍ, PASSA POR SUA CABEÇA: - SENTIR-SE CULPADO POR NÃO RESPONDER A ALTURA. - SURGIR O MEDO DE DAR O 1º PASSO. -CRIAR INSEGURANÇA COMO INICIAR. - DAR UM BRANCO ( VER A IDÉIA FUGIR ).

76 Maria do Carmo RESUMINDO: FAÇA O PROJETO DE ESTÁGIO QUE SEU ORIENTADOR POSSA SE ORGULHAR... E A FUNÇÃO DO ORIENTADOR É : CLAREAR, ENCORPAR A IDÉIA DO ALUNO, É COOPERAR, É CONDUZIR E... É ACREDITAR NA CAPACIDADE DE COMUNICAÇÃO DO ALUNO E,... BOA SORTE NO TRABALHO !!!


Carregar ppt "Maria do Carmo O ESTÁGIO CURRICULAR, COMO PROCEDIMENTO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO É A ATIVIDADE DE COMPETÊNCIA DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO, A QUEM CABE A DECISÃO."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google