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Joseph Schumpeter: capitalismo, inovação e empreendedorismo Sérgio Praça edspraca.wordpress.com.

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1 Joseph Schumpeter: capitalismo, inovação e empreendedorismo Sérgio Praça edspraca.wordpress.com

2 Temas 1) Schumpeter sobre capitalismo; 2) Empreendedores no capitalismo 3) Empreendedores na política

3 1) Schumpeter sobre capitalismo Uma sociedade pode ser considerada capitalista quando confia seu processo econômico à orientação dos homens de negócio. Isto implica: i) a propriedade privada dos meios de produção; ii) a produção pela iniciativa privada em proveito privado.

4 1) Schumpeter sobre capitalismo Um terceiro elemento é tão essencial para o funcionamento do sistema capitalista que não pode deixar de ser adicionado aos dois outros: a criação de crédito. Em seu cerne, o capitalismo está sempre olhando para a frente e se escora no crédito para lançar novos empreendimentos. Derivado da palavra latina credo - eu creio -, o crédito representa uma aposta em um futuro melhor.

5 1) Schumpeter sobre capitalismo Os empreendedores e consumidores que fazem essa aposta frequentemente pouco se importam com o passado e não têm muita paciência com o presente. Empreendem projetos inovadores e fazem compras dispendiosas que requerem recursos muito maiores que os disponíveis. Na ausência de crédito, consumidores e empreendedores mergulhariam em infindável frustração.

6 2) Empreendedores no capitalismo O empreendedor, escreveu Schumpeter, é o pivô em torno do qual tudo gira. Os empreendedores - atuem eles em grandes empresas ou nas pequenas, em velhas companhias ou nas recém-lançadas - são os agentes da inovação e da destruição criativa. Seus projetos são mananciais de empregos, da elevação das rendas e do progresso econômico geral. Ao liberar suas energias criativas, todavia, os empreendedores em ascensão passam por cima dos antigos, destruindo seus sonhos e não raro também sua fortuna. DESTRUIÇÃO CRIATIVA

7 2) Empreendedores no capitalismo Nem mesmo nos países ricos, a maioria das pessoas nunca será de empreendedores. Algumas sequer haverão de encontrar emprego em empresas bem-sucedidas. E, mais cedo ou mais tarde, a maioria dos negócios fracassará, às vezes prejudicando comunidades inteiras, além dos indivíduos

8 2) Empreendedores no capitalismo Schumpeter (e também Weber) define o indivíduo (empreendedor) como unidade básica de análise, mas o empresário é também concebido como um tipo ideal e ente portador de interesses, vontade e intencionalidade. Mas é um indivíduo socializado e não atomizado, tal como concebido pela Teoria Econômica à qual Schumpeter se opõe.

9 2) Empreendedores no capitalismo Paradoxo: ao mesmo tempo que o empreendedor só existe porque instituições de crédito permitem, ele irá lutar contra organizações (instituições) já existentes Ambiguidade em relação ao papel das instituições: enabling ou constraining

10 Debate Eike Batista, BNDES e PT Tchau, Brasil!

11 3) Empreendedores na política * Há três fluxos no jogo político (John Kingdon): FLUXO DE PROBLEMAS FLUXO DE SOLUÇÕES (IDEIAS) FLUXO DE POLÍTICA

12 3) Empreendedores na política Toda política pública tem mais chance de ser alterada quando: i) é percebida como problema; ii) os atores políticos concordam que uma solução é viável politicamente; iii) entre as várias soluções propostas por acadêmicos, intelectuais, servidores públicos etc, uma delas é acolhida pelo campo político.

13 3) Empreendedores na política O fluxo de problemas considera como e por que um tema, em detrimento de outro, passa a ocupar a atenção dos atores envolvidos? É uma questão de definição de agenda. Participantes: presidente, funcionários públicos, parlamentares, lobbies, acadêmicos etc. Cada ator tem mais ou menos poder na definição da agenda ou na definição das alternativas para esta agenda. Participantes agem separadamente, mas os resultados dependem da interação entre eles.

14 3) Empreendedores na política O fluxo de ideias está relacionado ao conjunto de alternativas ou ideias sobre uma determinada política pública. Uma vez que o problema é reconhecido e as ideias estão colocadas, propostas começam a ser feitas e ajustadas. Diversos atores estão envolvidos nesse processo, desde o próprio presidente até os grupos de interesse

15 3) Empreendedores na política O fluxo de política diz respeito ao apoio político-social às propostas legislativas. Estão relacionadas a ele o national mood,a pressão dos grupos de interesse, os resultados das eleições, as forças partidária etc. Se os acordos no fluxo de ideias são construídos através de discussões, no fluxo de política eles são resultados de barganhas.

16 3) Empreendedores na política Uma ideia se transforma em proposta e depois em política pública quando os três fluxos se unem. Kingdon: os fluxos independentes se juntam em momentos críticos. Um problema reconhecido, uma solução disponível e um clima político favorável possibilitam a mudança e os mecanismos de restrição não proíbem ação.

17 3) Empreendedores na política Os momentos em que há essa união são chamados de janelas de oportunidade, que são abertas por conta de uma mudança no fluxo de política ou porque um novo problema ganhou a atenção do governo. A janela é fechada por uma série de motivos, como o fracasso em conseguir atenção para a proposta ou a falta de alternativas viáveis para um problema.

18 3) Empreendedores na política Um conceito importante trazido pelo autor é o de empreendedores: são eles os responsáveis pela junção dos fluxos independentes. Geralmente, eles têm habilidade para falar e serem ouvidos, possuem fortes conexões políticas e capacidade de negociação e são dotados de persistência. Eles trazem as soluções para os problemas, propostas para o momentum político e negociam politicamente a favor de certas ideias;

19 3) Empreendedores na política Sem a presença de um empreendedor, a ligação entre os fluxos pode não acontecer. Boas ideias desaparecem por falta de um defensor. Problemas não são resolvidos por falta de uma solução. Eventos políticos não são capitalizados por falta de propostas desenvolvidas.


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