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CS-PLC1 Curso Básico Autómatos Programáveis APRESENTAÇÃO O formador: João Mealhas.

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1 CS-PLC1 Curso Básico Autómatos Programáveis APRESENTAÇÃO O formador: João Mealhas

2 O Curso O presente curso tem como publico alvo, todas as pessoas que trabalham no âmbito da AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, seja directamente na manutenção/desenvolvimento ou indirectamente no ensino desta matéria. Tratando-se de um CURSO BÁSICO, o seu objectivo é transmitir os conhecimentos necessários para se entrar no mundo da programação de autómatos OMRON. Obtendo os conhecimentos necessários para poder evoluir nesta matéria, tenha ou não já conhecimentos neste sentido.

3 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA OBJECTIVOS Breve apresentação da OMRON OBJECTIVOS Breve apresentação da OMRON Passar frente

4 América do Norte/Sul : 12 Escritórios 1 Centro Técnico 3 Fábricas Europa : 20 Escritórios 2 Centros Técnicos 3 Fábricas Ásia Pacifico : 14 Escritórios 1 Centro Técnico 8 Fábricas Japão : 63 Escritórios 5 Centros Técnicos 21 Fábricas Apresentação da empresa

5 AutomatizaçãoIndustrial ProdutosEspeciais Transferência Electrónica de Fundos SistemasAbertos Electromedicina Informação Pública e Controlo de Tráfego

6 Apresentação da empresa Escritórios em : 20 países da Europa Escritórios em : 20 países da Europa Colaboradores : Colaboradores : Volume Global de Negócios : 90 Milhões de contos Volume Global de Negócios : 90 Milhões de contos Fábricas : Fábricas :Alemanha Grã Bretanha Holanda

7 INTRODUÇÃO À AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL OBJECTIVOS Automação industrial – história Familiarização com alguns conceitos e técnicas utilizadas na automação OBJECTIVOS Automação industrial – história Familiarização com alguns conceitos e técnicas utilizadas na automação Passar frente

8 Introdução à automação industrial TÉCNICAS DE AUTOMATIZAÇÃO Mecânica Pneumática Hidráulica Eléctrica Electrónica A chegada da electrónica à industria foi uma perfeita revolução. Permitiu à automação industrial dar uma passo gigante

9 Introdução à automação industrial AUTOMATIZAÇÃO ELECTRÓNICA Circuitos electrónicos dedicados Sistemas electrónicos standard (ex.:controlo numérico) Autómatos programáveis Micro e minicomputadores

10 Introdução à automação industrial AUTÓMATO PROGRAMÁVEL (VANTAGENS...) Muito fiável - número de componentes mecânicos e de ligações é mínimo O desenvolvimento do programa pode ser feito em paralelo com a montagem dos equipamentos As alterações do automatismo só implicam alterações no programa O espaço ocupado pelo autómato é constante e independente da complexidade da lógica do automatismo Não requer stocks de equipamento de reserva tão elevados como nos sistemas por lógica cablada.

11 Introdução à automação industrial OPERADOR PARTE DE COMANDO COMANDOS SINALIZAÇÕES PARTE OPERATIVA INFORMAÇÃO ACTUAÇÃO SENSORESACTUADORES ENTRADASSAÍDASENTRADAS SAÍDAS ESTRUTURA DE UM AUTOMATISMO

12 AUTÓMATOS - HARDWARE OBJECTIVOS OBTENÇÃO DE CONHECIMENTOS ESSENCIAIS DA ESTRUTURA INTERNA DE UM AUTÓMATO PROGRAMÁVEL OBJECTIVOS OBTENÇÃO DE CONHECIMENTOS ESSENCIAIS DA ESTRUTURA INTERNA DE UM AUTÓMATO PROGRAMÁVEL

13 Autómatos - hardware CONCEITO DE PLC PLC Um autómato programável industrial (PLC: Programmable Logic Controller) É um equipamento electrónico, Programável em linguagem não informática, Concebido para controlar em tempo real processos sequenciais

14 Autómatos - hardware ESTRUTURA DE UM AUTÓMATO PROGRAMÁVEL Os Controladores Lógicos Programáveis (PLC's) podem apresentar aspectos físicos diferentes, diferentes performances e custos muito díspares; no entanto, os seus elementos constituintes são fundamentalmente os mesmos.

15 Autómatos - hardware ENTRADAS Por transístor Por acopulador óptico Por relé

16 Autómatos - hardware SAÍDAS Por relé Por transístor Por triac

17 Autómatos - hardware MEMÓRIA É na memória que se encontra o programa a ser executado pelo autómato. Quanto à sua tecnologia podem ser : RAM (Random Access Memory) EPROM (Erasable Programable Read Only Memory) EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read Only Memory) FLASHRAM

18 Autómatos - hardware FONTE DE ALIMENTAÇÃO A fonte de alimentação tem por função fornecer as tensões adequadas ao funcionamento do CPU Encontramos com grande frequência a equipar os autómatos, fontes de alimentação comutadas. Estas fontes reúnem entre outras as seguintes características: Elevado rendimento Ocupam um pequeno volume Aceitam grandes variações na entrada

19 SELECÇÃO DE UM AUTÓMATO PROGRAMÁVEL OBJECTIVOS Como seleccionar um autómato programável OBJECTIVOS Como seleccionar um autómato programável

20 Selecção de um autómato programável SELECÇÃO DE UM AUTÓMATO Quando se refere um autómato programável, é normal caracterizá-lo pelo número de Entradas+Saídas lógicas que este pode controlar.

21 Selecção de um autómato programável APRESENTAÇÃO DE UM AUTÓMATO Compacto Modular

22 AUTÓMATOS - SOFTWARE OBJECTIVOS Conhecer claramente as diferentes áreas de memória de um autómato programável, e suas características OBJECTIVOS Conhecer claramente as diferentes áreas de memória de um autómato programável, e suas características

23 Autómatos - software CONCEITO DE BIT/WORD BITS BITS - Não são mais do que posições de memória nas quais é possível reter uma informação lógica; ligado/desligado, verdadeiro/falso, ON/OFF ou 1/0. WORD Ao conjunto de 16 bits chama-se WORD (por vezes também se designa por CANAL).

24 Autómatos - software ENDEREÇAMENTO Nos autómatos OMRON os bits são endereçados pelo número da word em que se encontram e pela posição que ocupam nessa word

25 Autómatos - software RELÉS ESPECIAIS Os autómatos programáveis tem uma dada área de memória dedicada a relés especiais. Dadas as funcionalidades destes são bastante utilizados na maioria dos programas. Alguns dos relés especiais mais relevantes:

26 INICIAÇÃO À PROGRAMAÇÃO DE AUTÓMATOS OBJECTIVOS Primeiro contacto com instruções elementares de tratamento lógico Identificação de diferentes blocos lógicos, num programa OBJECTIVOS Primeiro contacto com instruções elementares de tratamento lógico Identificação de diferentes blocos lógicos, num programa

27 Iniciação à programação de autómatos INSTRUÇÕES DE TRATAMENTO LÓGICO Num esquema de contactos, temos a possibilidade de: colocar relés em série em paralelo operar com relés negados combinações entre estas hipóteses

28 Iniciação à programação de autómatos INSTRUÇÕES BÁSICAS (LD, OUT, END ) LD Iniciar uma linha lógica ou bloco END Indica o fim do programa OUT Transfere o resultado das condições lógicas que antecedem esta instrução para o bit especificado.

29 Iniciação à programação de autómatos Exemplo Imaginemos um circuito controlado por um autómato cuja lógica pretendida é a seguinte: - O estado da saída é dado pelo estado directo da entrada 0.00 LINGUAGEM DE CONTACTOS LISTA DE INSTRUÇÕES

30 Iniciação à programação de autómatos INSTRUÇÕES (AND, OR, NOT) AND Realiza um E lógico com o bit especificado OR Realiza um OU lógico com o bit especificado NOT Nega o estado do bit ao qual está associado

31 Iniciação à programação de autómatos Exemplo Pretende-se implementar um circuito lógico que activa a saída do autómato, só se as entradas 0.00 e 0.01 e 0.02 estiverem activas (ON) LINGUAGEM DE CONTACTOS LISTA DE INSTRUÇÕES

32 Iniciação à programação de autómatos Exemplo Pretende-se implementar um circuito lógico que active a saída quando a entrada 0.01 estiver a OFF ou quando as entradas 0.02 ou 0.03 estiverem a ON LINGUAGEM DE CONTACTOS LISTA DE INSTRUÇÕES

33 Iniciação à programação de autómatos INSTRUÇÕES (AND LOAD, OR LOAD) OR LOAD A instrução OR LOAD permite colocar em paralelo dois blocos lógicos, ou seja, permite realizar um OU lógico entre dois blocos. AND LOAD A instrução AND LOAD permite colocar em série dois blocos lógicos, ou seja, permite realizar um E lógico entre dois blocos.

34 Iniciação à programação de autómatos AND LOAD

35 Iniciação à programação de autómatos OR LOAD NOTA: Uma instrução AND LD ou OR LD junta só dois blocos lógicos.

36 Iniciação à programação de autómatos EXEMPLO DE APLICAÇÃO (uso de TR´s) Aplicar o conceito de TR´s ao programa abaixo descrito. TR0TR1

37 Iniciação à programação de autómatos EXERCÍCIO 1 EXERCÍCIO 1 Descrição do pretendido: À ordem de arranque (On), o tapete deverá iniciar o seu movimento ( MT). Este deve manter-se em funcionamento até ordem de paragem (Off). Descrição do pretendido: À ordem de arranque (On), o tapete deverá iniciar o seu movimento ( MT). Este deve manter-se em funcionamento até ordem de paragem (Off).

38 CONSOLA DE PROGRAMAÇÃO OBJECTIVOS Obter noções básicas sobre o manuseamento da consola de programação OBJECTIVOS Obter noções básicas sobre o manuseamento da consola de programação

39 Consola de programação CONSOLA DE PROGRAMAÇÃO A consola de programação é cada vez mais uma ferramenta do passado, utilizada apenas em intervenções pouco complexas, no local da máquina. Conforme a sua natureza, poderá permitir a programação: Em linguagem mnemónica Linguagem de contactos, Logigrama Etc.. Há consolas mais sofisticadas que permitem guardar e ler programas gravados em suportes magnéticos, e/ou programar memórias EPROM.

40 SOFTWARE PARA PROGRAMAÇÃO DE PLC´S Objectivos Introdução ao software de programação (cx- programmer) Objectivos Introdução ao software de programação (cx- programmer)

41 Software para programação de plc´s Software de Programação de Autómatos Componente do CX Automation Suite Conjunto de Softwares que recorrem ao mesmo núcleo de Comunicações: - O CX-Server O CX-Server gere as comunicações entre os diversos Softwares e o Hardware (ex. PLCs) PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

42 Software para programação de plc´s Suporta os Autómatos: – C1000H, C2000H – C200H, C200HS, C200Halpha – CQM1, CQM1H – CPM1, CPM1A – CPM2A, CPM2C – CV – SRM1 – CJ1H, CJ1G, CJ1M – CS1H, CS1G PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

43 Software para programação de plc´s Sistema operativoSistema operativo –Windows 95, Windows 98, Windows NT 4.0 HardwareHardware –Processador: Pentium 133 MHz ou superior. –Memória: 32 Mb mínimo. –Disco duro: mínimo 100 Mb de espaço livre. –Leitor de CD-ROM –Placa Gráfica: resolução mínima de 800x600 pixeis (SVGA). Sistema operativoSistema operativo –Windows 2000, Windows ME HardwareHardware –Processador: Pentium 150MHz ou superior. –Memória: 64 Mb mínimo. –Disco duro: mínimo 100 Mb de espaço livre. –Leitor de CD-ROM –Placa Gráfica: resolução mínima de 800x600 pixeis (SVGA). REQUISITOS MÍNIMOS

44 Software para programação de plc´s INTRODUÇÃO AO CX-PROGRAMMER Como qualquer outra aplicação do Windows, para executar o CX- Programmer é utilizado o menu Start.

45 Software para programação de plc´s INTRODUÇÃO AO CX-PROGRAMMER Como qualquer outra aplicação do Windows, para executar o CX-Programmer é utilizado o menu Start. Ambiente de Trabalho Para aceder à área de trabalho é necessário criar um novo projecto ou abrir um já criado.

46 Software para programação de plc´s INTRODUÇÃO AO CX-PROGRAMMER BARRA DE ÍCONES BARRA DE MENU JANELA DE PROJECTO VISUALIZAÇÃO DO CONTEÚDO DAS VARIÁVEIS (JANELA DE VISUALIZAÇÃO) RESULTADO DA COMPILAÇÃO OU BUSCA (JANELA DE RESULTADO) ÁREA DE EDIÇÃO

47 Software para programação de plc´s JANELA DE PROJECTO Propriedades do PLC Editor da Tabela de E/S Gestão dos Módulos de memória (só CV e CS1) Editor/Monitor das áreas de memória Editor de Variáveis Locais Informação do projecto Editor de Variáveis Globais Configuração do PLC Visualização de erros Informação da tarefa

48 Iniciação à programação de autómatos EXERCÍCIO 2 EXERCÍCIO 2 Descrição do pretendido: Utilizando a ferramenta de programação Cx-Programmer, editar o programa feito no exercício anterior. Fazer a sua passagem para o autómato programável (PLC) Testar o seu funcionamento Descrição do pretendido: Utilizando a ferramenta de programação Cx-Programmer, editar o programa feito no exercício anterior. Fazer a sua passagem para o autómato programável (PLC) Testar o seu funcionamento

49 Software para programação de plc´s Exemplo: 1º Passo – Criação de um novo projecto

50 Software para programação de plc´s Exemplo: 2º Passo – Inserção dos contactos

51 Software para programação de plc´s Exemplo: 3º Passo – Conclusão do programa NOTA: A Instrução END(01), é indispensável para o funcionamento do programa. Versões mais recentes do Cx-Programmer fazem esta operação automaticamente.

52 Software para programação de plc´s Exemplo: 4º Passo – Verificação do programa

53 Software para programação de plc´s Exemplo: 5º Passo – Iniciar as comunicações PC - PLC

54 Software para programação de plc´s Exemplo: 6º Passo – Modo de funcionamento do PLC

55 Software para programação de plc´s Exemplo: 7º Passo – Transferência do programa para o PLC

56 Software para programação de plc´s Exemplo: 8º Passo – Teste do programa em On-Line

57 Software para programação de plc´s Exemplo: 9º Passo – Forçar dados

58 Software para programação de plc´s Exemplo: 10º Passo – Eventuais correcções ao programa Podemos fazer esta operação de duas formas: Em Off-Line, efectuar as correcções necessárias, e voltar a transferir novamente o programa para o PLC. Necessita fazer a paragem da máquina. Fazer a alteração do programa no modo deEdição On-Line. Não é necessário parar a máquina.

59 Software para programação de plc´s Exemplo: 11º Passo – Colocação do PLC em modo RUN FIM do EXERCÍCIO

60 Iniciação à programação de autómatos EXERCÍCIO 3 EXERCÍCIO 3 Descrição do pretendido: Foi acrescentado um cilindro pneumático para rejeição de peças defeituosas, detectadas graças ao sensor existente. Em funcionamento, sempre que uma peça seja detectada como defeituosa, o cilindro deverá avançar até actuar o fim de curso. O cilindro recua por si só assim que desapareça o sinal de avanço. O tapete, só pára à ordem de paragem (Off). Se o cilindro estiver no processo de avanço, e o operador actuar o sinal de paragem (Off), este deve recuar. Descrição do pretendido: Foi acrescentado um cilindro pneumático para rejeição de peças defeituosas, detectadas graças ao sensor existente. Em funcionamento, sempre que uma peça seja detectada como defeituosa, o cilindro deverá avançar até actuar o fim de curso. O cilindro recua por si só assim que desapareça o sinal de avanço. O tapete, só pára à ordem de paragem (Off). Se o cilindro estiver no processo de avanço, e o operador actuar o sinal de paragem (Off), este deve recuar.

61 FUNÇÕES DE ENCRAVAMENTO OBJECTIVOS Análise de funções de encravamento e sua aplicação Estudo da função interlock no encravamento de relés OBJECTIVOS Análise de funções de encravamento e sua aplicação Estudo da função interlock no encravamento de relés

62 Funções de encravamento INSTRUÇÃO KEEP(11) A instrução KEEP(11), permite definir um relé como biestável, sendo o seu estado definido por duas condições lógicas; uma de SET e outra de RESET. O relé especificado na instrução ficará activo desde que a condição de SET tenha tomado o valor ON. O relé só desactivará quando existir um valor ON na condição de RESET. NOTA: Caso haja simultaneidade das duas condições a ON, é a condição de RESET a predominante.

63 Funções de encravamento INSTRUÇÃO SET E RESET Em alternativa à instrução KEEP(11) que congrega as condições de activação e desactivação de um bit, existem duas instruções que permitem manipular o estado de um bit, em circunstâncias semelhantes. Essas instruções são SET e RESET.

64 Funções de encravamento CX-PROGRAMMER – INSTRUÇÕES AVANÇADAS Determinadas instruções não podem ser acedidas directamente, e são tratadas como funções avançadas, é o caso dos Temporizadores, Contadores, etc. Neste grupo inserem-se também as funções KEEP e SET/RESET Estas funções podem ser acedidas pelo seu código (número que se encontra dentro de parêntesis – Ex: KEEP(11)) ou directamente pelo seu nome.

65 Funções de encravamento EXEMPLO DE APLICAÇÃO Objectivo - Edição instruções avançadas no Cx-Programmer A título de exemplo, vamos seguir passo a passo a inserção da função KEEP(11). Pág. 96 1º Passo

66 Funções de encravamento 2º Passo FIMEXEMPLO

67 Iniciação à programação de autómatos EXERCÍCIO 4 EXERCÍCIO 4 Descrição do pretendido: Resolver o mesmo exercício da fase anterior, mas recorrendo agora às funções de encravamento. A titulo meramente didáctico, utilizar as funções SET e RSET para o controlo do cilindro, e a função KEEP para o motor do tapete. Descrição do pretendido: Resolver o mesmo exercício da fase anterior, mas recorrendo agora às funções de encravamento. A titulo meramente didáctico, utilizar as funções SET e RSET para o controlo do cilindro, e a função KEEP para o motor do tapete.

68 Funções de encravamento INSTRUÇÃO INTERLOCK A instrução INTERLOCK (IL(02)) está sempre associada à instrução INTERLOCK CLEAR (ILC(03)), sendo esta última sempre antecedida pela primeira. A instrução INTERLOCK é sempre antecedida de uma condição lógica que define a actuação da instrução IL(02). Quando o resultado da condição lógica que antecede IL(02) é OFF, todas as instruções OUT contidas entre esta instrução e a instrução ILC(03) tomam o estado OFF, independentemente do estado das condições que lhes dão origem A todos os temporizadores é feito o reset. Se a condição que antecede a instrução IL(02) estiver a ON, a parte do programa entre IL(02) e ILC(03) não é afectada. Podem usar-se várias funções IL(02) com uma só função ILC(03) ATENÇÃO: Os relés encravados por funções KEEP(11) não são afectados por esta instrução.

69 Funções de encravamento EXEMPLO DE APLICAÇÃO Objectivo – Análise da função INTERLOCK O programa que se segue, tem activa apenas a saída , embora todas elas (010.02, , ) tenham condições lógicas para tal. A diferença está nas condições de INTERLOK.

70 Iniciação à programação de autómatos EXERCÍCIO 5 EXERCÍCIO 5 Descrição do pretendido: As peças são agora sujeitas a inspecção visual pelo operador. À ordem de arranque (On), o tapete iniciará o seu funcionamento parando assim que a foto- célula detecte a presença da peça. Uma vez inspeccionada a peça pelo operador o processo prossegue assim que este actue novamente na ordem de arranque (On). Para fazer a detecção do defeito o operador não necessita pegar na peça, ou seja se a peça não tiver defeito não chega a sair do tapete e continua caminho assim que o operador dê ordem para continuar (On). O processo repete-se assim que chegue nova peça à zona de inspecção. À ordem de paragem (Off) todo o processo deverá parar. Descrição do pretendido: As peças são agora sujeitas a inspecção visual pelo operador. À ordem de arranque (On), o tapete iniciará o seu funcionamento parando assim que a foto- célula detecte a presença da peça. Uma vez inspeccionada a peça pelo operador o processo prossegue assim que este actue novamente na ordem de arranque (On). Para fazer a detecção do defeito o operador não necessita pegar na peça, ou seja se a peça não tiver defeito não chega a sair do tapete e continua caminho assim que o operador dê ordem para continuar (On). O processo repete-se assim que chegue nova peça à zona de inspecção. À ordem de paragem (Off) todo o processo deverá parar.

71 FUNÇÕES DE DIFERENCIAÇÃO OBJECTIVOS Compreensão do funcionamento das funções diferenciais Aplicação pratica destas funções Exercício de aplicação das funções DIFD e DIFU OBJECTIVOS Compreensão do funcionamento das funções diferenciais Aplicação pratica destas funções Exercício de aplicação das funções DIFD e DIFU

72 Funções de diferenciação INSTRUÇÕES DIFU(13) E DIFD(14) Ao tentar resolver o problema anterior, deparamo-nos com algumas dificuldades. Dificuldades essas que se compadecem com o facto de existirem condições de SET e RESET simultaneamente para a mesma saída, como é o caso que se segue: ?

73 Funções de diferenciação INSTRUÇÃO DIFU(13) A instrução DIFU(13) permite activar um relé durante um ciclo de scan, sempre que a condição lógica que antecede a instrução, transita do estado OFF para ON.

74 Funções de diferenciação INSTRUÇÃO DIFD(14) A função DIFD(14) permite activar um relé durante um ciclo de scan, sempre que a condição lógica que antecede a instrução, transita de um estado ON para OFF.

75 Iniciação à programação de autómatos EXERCÍCIO 6 EXERCÍCIO 6 Descrição do pretendido: Resolver o problema anterior, recorrendo às funções de diferenciação. Descrição do pretendido: Resolver o problema anterior, recorrendo às funções de diferenciação.

76 Iniciação à programação de autómatos EXERCÍCIO 7 EXERCÍCIO 7 Descrição do pretendido: Pretende-se minimizar os tempos de paragem do tapete para inspecção. Mantendo todas as funcionalidades do exercício anterior, pretende-se que sempre que o operador retire uma peça defeituosa do tapete este inicie a marcha automaticamente sem recurso à ordem de arranque (On). Nas situações de peça OK, mantém-se a necessidade de ordem de arranque pelo operador. Descrição do pretendido: Pretende-se minimizar os tempos de paragem do tapete para inspecção. Mantendo todas as funcionalidades do exercício anterior, pretende-se que sempre que o operador retire uma peça defeituosa do tapete este inicie a marcha automaticamente sem recurso à ordem de arranque (On). Nas situações de peça OK, mantém-se a necessidade de ordem de arranque pelo operador.

77 TEMPORIZADORES E CONTADORES OBJECTIVOS Estudo de funções de temporização e contagem. Tratamento de símbolos no cx-programmer. Seccionamento de programas no cx-programmer. Conceito de variáveis globais e locais. Sua definição no cx-programmer. OBJECTIVOS Estudo de funções de temporização e contagem. Tratamento de símbolos no cx-programmer. Seccionamento de programas no cx-programmer. Conceito de variáveis globais e locais. Sua definição no cx-programmer.

78 Temporizadores e contadores TEMPORIZADORES TIM e TIMH(15) A instrução TIM permite definir um temporizador de atraso à operação com a precisão de 0.1 segundo podendo este ter um alcance máximo de segundos. O valor de PRESET (tempo inicial) pode ser especificado por uma constante ou pelo conteúdo de uma word. Associado a cada temporizador existe um contacto TIM N (sendo N o número do temporizador).

79 Temporizadores e contadores TEMPORIZADORES TIM e TIMH(15) A instrução TIM é sempre antecedida por uma condição lógica, que estando a ON activa o temporizador Este começa a decrementar o tempo pré-seleccionado e quando atinge o zero, fecha o contacto TIM N Se a condição lógica passar a OFF, implica o RESET do temporizador e consequentemente a abertura do contacto TIM N.

80 Temporizadores e contadores CONFIGURAÇÃO DA FUNÇÃO TIM Tempo pretendido Numero do temporizador

81 Temporizadores e contadores EXEMPLOS TÍPICOS Como já foi visto o máximo admitido pelo temporizador é o valor #9999, correspondente a 999,9 segundos. E quando se pretende um valor superior? Temporizadores em cascata

82 Temporizadores e contadores EXEMPLOS TÍPICOS Como fazer um atraso à desoperação? Temporizadores, atraso à desoperação

83 Temporizadores e contadores EXEMPLOS TÍPICOS É possível implementar um flip flop com um período de oscilação e um duty-cycle variável.Como? Temporizadores, flip flop

84 Temporizadores e contadores CONFIGURAÇÃO DA FUNÇÃO TIMH(15) Para programar a instrução TIMH(15) é necessário usar a FUNÇÃO com código 15. Esta instrução permite implementar um temporizador idêntico ao implementado pela instrução TIM, com a diferença de que este tem uma precisão de 0.01 segundo e um alcance máximo de segundos O contacto deste temporizador tem a designação TIM N tal como na instrução TIM.

85 Iniciação à programação de autómatos EXERCÍCIO 8 EXERCÍCIO 8 Descrição do pretendido: Por exigência de funcionamento do sistema a jusante deste processo, foi estabelecido um tempo máximo de 5 segundos para a tarefa de inspecção. Durante a inspecção, se nenhuma das condições já existentes se verificar (retirar peça, ou ordem de seguir On) o sistema avançará automaticamente ao fim de 5 segundos independentemente do estado da peça. NOTA: Trabalhar a partir do último programa feito. Descrição do pretendido: Por exigência de funcionamento do sistema a jusante deste processo, foi estabelecido um tempo máximo de 5 segundos para a tarefa de inspecção. Durante a inspecção, se nenhuma das condições já existentes se verificar (retirar peça, ou ordem de seguir On) o sistema avançará automaticamente ao fim de 5 segundos independentemente do estado da peça. NOTA: Trabalhar a partir do último programa feito.


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