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12º B Grupo C Ana Rita Guimarães Andreia Ramos Andreia Romba Cláudia Santos Teresa Martins Docente: Carla Rêgo Escola Secundária João de Deus Área de Projecto.

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1 12º B Grupo C Ana Rita Guimarães Andreia Ramos Andreia Romba Cláudia Santos Teresa Martins Docente: Carla Rêgo Escola Secundária João de Deus Área de Projecto Questão-Problema: Estará a comunidade escolar preparada para agir correctamente perante uma situação de risco?

2 Sensibilizar alunos, professores e funcionários sobre o que fazer em situações de emergência; Contactar as instituições (Protecção Civil de Faro / Bombeiros Municipais de Faro / Polícia de Segurança Pública de Faro) que possibilitam e colaboram na realização do simulacro de evacuação; Organizar palestras como acções de sensibilização; Contribuir para uma escola mais segura; Conhecer o conceito de plano de evacuação; Investigar os efeitos dos sismos; Analisar o plano de evacuação da escola e verificar a sua eficácia perante alunos professores e funcionários; Minimizar os riscos sísmicos – prever e prevenir; Conhecer os comportamentos a assumir no caso de se ser surpreendido por uma situação de risco; Divulgar os comportamentos a assumir no caso de se ser surpreendido por uma situação de risco. Objectivos

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4 Na maioria das situações, este tipo de ameaça é falso alarme, por vingança ou apenas por divertimento. Não se pode saber ou prever se um telefonema feito, informando da existência de uma bomba, é de facto real, ou falso alarme, por isso essas ameaças devem ser tidas em conta e deve reagir-se como se houvesse uma bomba no edifício. Definição de Ameaça de Bomba e seus riscos

5 Como proceder em caso de Ameaça de Bomba? Os alunos não deverão ser informados, para evitar o pânico. A informação deverá ser mantida entre funcionários e corpo docente, para que se proceda da melhor forma à evacuação do edifício escolar; Devem ser alertadas de imediato as Forças de Segurança e deve ser transmitida toda a informação disponível; Os professores deverão informar os alunos que se vai proceder a um Exercício de Evacuação; Os alunos terão de deixar todos os seus pertences na sala de aula, por motivos de segurança; O corpo docente terá de levar apenas o Livro de Ponto, permitindo assim o controlo dos alunos no Ponto de Encontro;

6 Depois de todo o edifício ter sido evacuado, deve proceder-se de seguida, a uma busca (feita pelas entidades responsáveis) aos espaços susceptíveis de ser colocada uma bomba; Caso seja encontrado algum objecto mais estranho, não deve ser tocado ou remexido; O regresso às instalações é da responsabilidade das Forças de Segurança que estejam presentes no local (únicos que poderão dar ordem de regresso ao edifício). Como proceder em caso de Ameaça de Bomba?

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8 Definição de Incêndio e seus riscos O fogo é uma forma de combustão, e para se desenvolver são necessários: o combustível (que arde), o comburente (que alimenta a combustão) e o calor. A estes três elementos chama- se Triângulo do Fogo; Quando se perde o controlo do fogo, surge um incêndio; Um Incêndio é uma ocorrência de fogo não controlado, que pode ser extremamente perigosa para os seres vivos e as estruturas. A exposição a um incêndio pode produzir a morte, geralmente pela inalação dos gases, ou pelo desmaio causado por eles, ou posteriormente pelas queimaduras graves.

9 Procedimentos durante um Incêndio Nunca entrar em pânico; Chamar o Bombeiros; Abandonar a zona, ajudando os colegas mais assustados; Facilitar o trabalho dos Bombeiros; Não aproximar do local do fogo, pois mesmo sem muito calor podem existir gases tóxicos.

10 Procedimentos durante um Incêndio no Laboratório Manter sempre a calma; Obedecer rigorosamente o professor; Desligar o gás e qualquer equipamento eléctrico ligado; Utilizar um dos materiais de seguida indicados para controlar o fogo, de acordo com a classe do incêndio; Contactar os Bombeiros.

11 Os Incêndios em Laboratório podem ser divididos em três classes: Tipo A - papel, madeira ou materiais que deixam brasa ou cinza: usar um agente que molhe e arrefeça (água ou espuma); Tipo B - Líquidos inflamáveis (óleo, gasolina, etc...): acção rápida de arrefecimento e abafamento (dióxido de carbono, pó- químico ou espuma); Tipo C - Equipamentos eléctricos: usar agentes não-condutores de electricidade (dióxido de carbono ou pó-químico). Um pequeno incêndio pode ser extinto colocando-se um pano húmido sobre o recipiente. Nos casos mais graves, utilizar areia seca ou extintores de incêndio. Nunca usar água em óleo porque ela tende a espalhar o fogo. Neste caso, é conveniente a utilização de uma mistura de areia e bicarbonato de sódio.

12 Procedimentos a ter após um Incêndio Colaborar nos trabalhos de limpeza; Verificar se existem outros locais onde a situação se possa repetir; Informar os professores ou o Conselho Directivo de qualquer anomalia que se encontre.

13 O extintor é um equipamento de segurança que tem a finalidade de extinguir ou controlar incêndios em casos de emergência; Utilizar correctamente um extintor de incêndio pode salvar vidas, extinguir o fogo nascente ou controlá-lo até à chegada dos Bombeiros; Os extintores devem estar localizados em locais bem visíveis, longe de fontes de calor e devem ter acesso desobstruído; A distância máxima a percorrer até um extintor não deve exceder 25m. Regras de como utilizar um Extintor

14 Uso do Extintor Transportá-lo na posição vertical, segurando no manípulo; Retirar o selo ou cavilha de Segurança; Pressionar a alavanca; Dirigir o jacto para a base das chamas; Varrer, devagar, toda a superfície.

15 10 Regras essenciais de Segurança: 1. O fogo é útil e, em princípio, não é perigoso; 2. Incontrolado, o fogo transforma-se em incêndio, provocando danos graves; 3. Não se deve entrar em pânico; 4. Um incêndio, na escola, causa problemas graves, sendo os alunos os principais prejudicados; 5. As regras de segurança devem ser respeitadas; 6. O material de incêndios não deve ser danificado, nem experimentado por pessoas não habilitadas;

16 7. Todas as pessoas devem estar informadas acerca das condições de desenvolvimento dos incêndios, para uma melhor actuação e protecção; 8. A segurança contra incêndios deve ser objecto de apreciação na escola; 9. Num incêndio nem só o calor é perigoso. Os gases e fumos são, muitas vezes, bem piores; 10. Os Bombeiros existem para nos ajudar e também para nos esclarecer. 10 Regras essenciais de Segurança:

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18 O que são os Sismos Os sismos são fenómenos naturais resultantes de uma vibração que pode ser ou não, violenta, da crusta terrestre; As vibrações por estes produzidas podem durar desde poucos segundos até alguns minutos; Após o primeiro abalo acontecem espaçadamente outros mais fracos que se denominam réplicas; Estes não se podem evitar nem prever com precisão.

19 Os seus riscos Desmoronamento total ou parcial dos edifícios; Actuação precipitada devido ao pânico; Incêndios, agravados normalmente por falta de água e dificuldade nos acessos; Queda de móveis, candeeiros e outros objectos; Queda de vidros e janelas, projectando estilhaços: Queda de cabos de energia eléctrica.

20 O Algarve é uma das zonas do país onde a actividade sísmica é mais elevada Actividade Sísmica em Portugal

21 Como proceder antes de um Sismo Preparar a escola de forma a facilitar os movimentos, libertando os corredores e arrumando os móveis; Fixar as estantes à parede; Colocar os objectos pesados ou de grande volume no chão ou nas estantes mais baixas; Certificar que todos os funcionários sabem como desligar o gás e a luz; Certificar que qualquer funcionário é capaz de tocar o alarme.

22 Como proceder durante um Sismo Evite o pânico, mantenha a serenidade e tente acalmar as outras pessoas; Proteja-se no vão de uma porta interior, canto de uma sala ou debaixo de uma mesa; Tenha cuidado com a queda de objectos, candeeiros ou armários; Mantenha-se afastado das janelas; Conte até 20 antes de sair do seu abrigo; Não se precipite na saída, pois estas poderão estar obstruídas.

23 Como proceder depois de um Sismo Conte com a ocorrência de possíveis réplicas; Corte a água e o gás, desligue a electricidade; Não fume e não acenda fósforos, não accione interruptores, podem existir fugas de gás ou curto-circuitos; Proteja a cabeça e a cara com um casaco, uma manta ou capacete.

24 Plano de Evacuação (considerações a ter) O delegado de segurança declara que o edifício tem de ser evacuado e informa os coordenadores de piso e as respectivas autoridades necessárias; A comunidade escolar deverá ser encaminhada pelos caminhos de evacuação para o exterior até às saídas de emergência. Estes estão indicados por setas de sinalização; As instalações de risco e pontos críticos da Escola são identificados e compete aos sinaleiros orientar a evacuação e evitar a aglomeração de pessoas junto desses locais; O Ponto de Encontro no exterior, campos de jogos, é onde se faz a concentração das pessoas evacuadas, e nestes locais procede-se à conferência de pessoas presentes e ausentes;

25 A Organização da Evacuação assegura ao pessoal interveniente, as tarefas e procedimentos a tomar; As Plantas de Emergência, identificam os espaços, sinalização, caminhos de evacuação, instalações de risco e pontos críticos, saídas de emergência e o ponto de encontro exterior; Estas Plantas de Evacuação encontram-se no piso correspondente. Plano de Evacuação (considerações a ter)

26 Provavelmente foste um dos 205 alunos que respondeu ao questionário sobre situações de emergência. Nos gráficos seguintes poderás ter uma ideia sobre os conhecimentos que tu e os teus colegas têm sobre como agir numa situação de emergência. Surpreende-te! 92% dos alunos saberiam como agir, e certamente não estariam entre os feridos. Dos restantes 8% já não se pode dizer o mesmo… 68% dos alunos agiriam correctamente, e, apesar de serem menos dos que os dos sismos, sairiam ilesos, contrariamente aos restantes 32%. 70% dos alunos saberiam o que fazer, em contraste com os restantes 30% que iriam dificultar o trabalho das entidades responsáveis. Área de Projecto 12º B Grupo C Ana Rita Guimarães, Andreia Ramos, Andreia Romba, Cláudia Santos e Teresa Martins

27 Agradecimentos Conselho Executivo da Escola Secundária João de Deus Delegado de Segurança da Escola Secundária João de Deus - Professor Rogério Teixeira Clube da Protecção Civil da Escola Secundária João de Deus Bombeiros Municipais de Faro Professora responsável pela Área de Projecto - Carla Rêgo Funcionários da Escola Secundária João de Deus Alunos da Escola Secundária João de Deus (em particular do 12ºB)

28 Bibliografia Documentos do Plano de Emergência da Escola Documentos fornecidos pelo Clube da Protecção Civil

29 Tarefas dos Funcionários Funcionário da Portaria: Accionar o alarme (campainha com toque descontínuo); Desligar o quadro geral de electricidade; Orientar a evacuação para o ponto de encontro.

30 Tarefas dos Funcionários Funcionário da Recepção: Alertar as autoridades de socorro para o sucedido (112; Serviço Municipal Protecção Civil de Faro; Bombeiros Municipais; Polícia de Segurança Pública); Receber chamadas telefónicas e encaminhá-las para o Conselho Executivo.

31 Tarefas dos Funcionários Funcionárias da Cozinha: Desligar o gás no interior e exterior; Desligar o quadro local de electricidade; Fechar válvula de segurança da água; Fazer a 1ª intervenção com Extintores (se necessário).

32 Tarefas dos Funcionários Funcionários dos Balneários: Fechar as válvulas de segurança da água; Desligar os quadros locais da electricidade; Desligar os termoacumuladores eléctricos no exterior; Desligar esquentadores a gás no exterior; Fazer a 1ª intervenção com extintores (se necessário); Apoiar a evacuação para o ponto de encontro; Certificar-se de que nenhum aluno ficou no balneário.

33 Tarefas dos Funcionários Funcionários em Geral: Apoiar a circulação de viaturas de entidades de socorro; Informar o Corpo de Bombeiros da localização das bocas de incêndio; Controlar a circulação de pessoas junto do portão principal; Fechar a válvula de segurança de água do contador; Controlar o chaveiro da portaria.

34 Tarefas dos Funcionários Funcionários dos Pisos: Desligar os quadros locais de electricidade dos corredores; Apoiar professores e alunos nos caminhos de evacuação e saídas de emergência; Fazer a 1ª intervenção com extintores (se necessário).

35 Tarefas dos Funcionários Funcionários dos Laboratórios: Desligar o quadro de electricidade; Desligar a botija de gás ou pontos de queima (se houver); Fazer a 1ª intervenção com extintores (se necessário); Apoiar a evacuação para o ponto de Encontro.

36 Tarefas dos Funcionários Funcionários (Secretaria, Papelaria, Contabilidade, SASE, Reprografia, Bufete, Centro de Recursos / Biblioteca) Desligar o quadro local de electricidade; Desligar máquinas e aparelhos; Fazer a 1ª intervenção com extintores (se necessário); Fechar portas e janelas; Orientar alunos isolados no piso 0 para as saídas de emergência e ponto de encontro.

37 Tarefas dos Alunos Obedecer às orientações do professor; Seguir, ordeiramente, o Delegado de turma; Dirigir-se pelos caminhos de evacuação para as saídas de Emergência; Concentrar-se no respectivo Ponto de Encontro.

38 Tarefas dos Professores Orientar o delegado de turma e restantes alunos quanto ao caminho de evacuação para as saídas de emergência e concentração nos pontos de encontro estabelecidos; É o ultimo a sair, fazendo-se acompanhar do livro de ponto; Fechar janelas e porta da sala de aula; No ponto de encontro fazer a chamada dos alunos para confirmar que todos estão presentes.

39 Desligar o quadro local de electricidade; Atender telefonemas e tratar informações; Fazer a 1ª intervenção com extintores (se necessário); Determinar o regresso às instalações escolares. Conselho Executivo e Professores Assessores:

40 Declarar a situação de emergência e evacuação; Avaliar situações e coordenar acções a desenvolver; Prestar informações e determinar apoios aos socorros exteriores; Fazer balanço dos efeitos humanos e materiais causados pelo sinistro. Delegado de Segurança

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