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ERA V - ENCONTRO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO Gestão do Conhecimento LOGÍSTICA NA PRÁTICA André Maia 01 e 02 JUNHO 2007.

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1 ERA V - ENCONTRO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO Gestão do Conhecimento LOGÍSTICA NA PRÁTICA André Maia 01 e 02 JUNHO 2007

2 História da Logística Origem da palavra: vem do grego LOGISTIKOS, do qual o latim LOGISTICUS é derivado, ambos significando cálculo e raciocínio no sentido matemático. Origem da palavra: vem do grego LOGISTIKOS, do qual o latim LOGISTICUS é derivado, ambos significando cálculo e raciocínio no sentido matemático. Desenvolvimento da logística: está intimamente ligada ao progresso das atividades militares e das necessidades resultantes das guerras. Desenvolvimento da logística: está intimamente ligada ao progresso das atividades militares e das necessidades resultantes das guerras.

3 História da Logística Até a década de 40, século XIX, era um assunto hegemonicamente militar. Antoine Henri Jomini, oficial da tropa de Napoleão, utilizou o termo Logística em sua obra Précis de lart de la guerre e a definiu como,a arte de movimentar exércitos Até a década de 40, século XIX, era um assunto hegemonicamente militar. Antoine Henri Jomini, oficial da tropa de Napoleão, utilizou o termo Logística em sua obra Précis de lart de la guerre e a definiu como,a arte de movimentar exércitos Depois dos franceses, os americanos assumiram, já no último século, papel relevante na pesquisa logística, ainda que focada na área militar. Depois dos franceses, os americanos assumiram, já no último século, papel relevante na pesquisa logística, ainda que focada na área militar.

4 História da Logística A Logística foi o diferencial de sucesso em várias atividades militares como, o dia D na invasão da Normandia, a reconstrução da Europa (Plano Marshall) após a guerra. A Logística foi o diferencial de sucesso em várias atividades militares como, o dia D na invasão da Normandia, a reconstrução da Europa (Plano Marshall) após a guerra. Outro exemplo de complexidade logística foi a guerra do Golfo onde os EUA mobilizaram vias aéreas e marítimas, movimentando 3 milhões de toneladas de equipamentos e materiais, envolvendo pessoas em meses, num raio de milhas e por último a invasão do Iraque também pela mesma complexidade. Outro exemplo de complexidade logística foi a guerra do Golfo onde os EUA mobilizaram vias aéreas e marítimas, movimentando 3 milhões de toneladas de equipamentos e materiais, envolvendo pessoas em meses, num raio de milhas e por último a invasão do Iraque também pela mesma complexidade.

5 História da Logística Esses cenários refletem a complexidade, não apenas de operações militares, mas também ocorrente no ambiente das empresas do mundo globalizado, onde a guerra entre os mercados é, em geral, pacífica, porém, a vitória estará sempre ao lado daqueles que utilizarem as melhores estratégias, táticas e recursos logísticos. Esses cenários refletem a complexidade, não apenas de operações militares, mas também ocorrente no ambiente das empresas do mundo globalizado, onde a guerra entre os mercados é, em geral, pacífica, porém, a vitória estará sempre ao lado daqueles que utilizarem as melhores estratégias, táticas e recursos logísticos.

6 História da Logística Apenas um exemplo desta complexidade no atual mundo globalizado é a FEDEX (Federal Express Corporation) em Memphis, TN, que opera cerca de 500 aviões (de jumbos a monomotores) e 3600 veículos terrestres. Com uma equipe pessoas, transporta mais de 900 ton de carga aérea, a cada 24 horas. À noite, durante 2 horas, 135 aviões, aterrizando a cada 45 seg, descarregam e carregam (em não mais de 30 min) centenas de toneladas de carga, num complexo de 275 km de esteiras transportadoras, leitores código de barras, etc., produzindo o mais formidável exemplo de cross-docking. Apenas um exemplo desta complexidade no atual mundo globalizado é a FEDEX (Federal Express Corporation) em Memphis, TN, que opera cerca de 500 aviões (de jumbos a monomotores) e 3600 veículos terrestres. Com uma equipe pessoas, transporta mais de 900 ton de carga aérea, a cada 24 horas. À noite, durante 2 horas, 135 aviões, aterrizando a cada 45 seg, descarregam e carregam (em não mais de 30 min) centenas de toneladas de carga, num complexo de 275 km de esteiras transportadoras, leitores código de barras, etc., produzindo o mais formidável exemplo de cross-docking.

7 Definição de Logística Logística: Parte da arte da guerra que trata do planejamento e da realização de; projeto, desenvolvimento, obtenção, armazenamento, reparação, manutenção e evacuação de material Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa 2a. edição

8 Definição atual de Logística A logística é o processo de gerenciar estrategicamente a aquisição,movimentação e armazenagem de materiais, peças e produtos acabados (e os fluxos de informações correlatas) através da organização de seus canais de marketing, de modo a poder maximizar as lucratividades presente e futura através do atendimento dos pedidos a baixo custo Martin Christopher

9 Definição atual de Logística A logística (empresarial) trata do movimento, em todos os sentidos, de materiais, serviços, pessoas e informações, nos ambientes inter e intra-empresarial, com eficácia (alcance dos objetivos), eficiência (minimização de custos) e efetividade (compromisso com o social e com o meio ambiente) Renaud Barbosa da Silva

10 Definição atual de Logística Logística Logística Parte da cadeia de suprimento que planeja, implementa e controla eficiente e eficazmente, os fluxos adiante e reverso, e a estocagem de bens, serviços e informações relacionadas, do ponto de origem ao ponto de consumo, a fim de atender às necessidades dos clientes Council of Logistics Management 2004

11 CUSTO DA CADEIA LOGÍSTICA FINALIDADE Controle das despesas operacionais Estimativas e prognósticos de caráter estratégico, tático e operacional Determinação dos preços de venda dos produtos e serviços Otimização da produção Controle da Eficiência / Investimentos e Análise dos Dados Estatísticos Cálculo do lucro por cliente e por produto / serviço

12 CUSTO DA CADEIA LOGÍSTICA ALGUMAS AÇÕES QUE PODEM OTIMIZAR O CUSTO COMPRAS Redução do Ciclo de Pedido, Desconto por Quantidade, Prazos de Entrega TRANSPORTE Utilização de EDI, Código de Barras, Roteirizadores, Unitização das Cargas, Etiqueta Inteligente ARMAZENAGEM Código de Barras, Espaço Vertical, Transportadores Horizontais, Picking Automático, Trans-elevadores, Dimensionamento dos CDs

13 CUSTO DA CADEIA LOGÍSTICA ALGUMAS AÇÕES QUE PODEM OTIMIZAR O CUSTO ESTOQUES Redução Estoques, Eliminação de Materiais Obsoletos, Padronização das Matérias Prima, Just-In-Time GERAIS ERP, Simuladores, Roteirizadores, Treinamento Gerencial e Operacional, TMS, Reengenharia dos Produtos, Matérias Prima, Processos Produtivos e das Embalagens, Agilidade no Processamento dos Pedidos e do Faturamento, Padronização e Mix Ideal dos Produtos, Preços Mínimos para Produtos Especiais

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15 CUSTO GERENCIAL DA CADEIA LOGÍSTICA OBJETIVO Calcular o custo gerencial de cada processo da cadeia logística, afim de obter informações para as tomadas de decisões gerenciais. LogísticaInboundOperaçõesLogísticaOutboundMarketing E Vendas Assistência Técnica Técnica A Cadeia de valor (Novaes, 2001) Atividades Primárias Atividades de apoio Infra-estrutura da empresa Gerenciamento de recursos humanos Desenvolvimento de tecnologia Aquisição de insumos e serviços M A R G E M

16 A CADEIA LOGÍSTICA Transporte Inbound Distribuição Física Transporte Outbound Estoque e Movimentação Matéria Prima Estoque e Movimentação Produto Acabado Os Custos estão distribuídos ao longo da cadeia Logística Produção Procurement Suporte Pós Venda

17 u Inter u Inter - Posição intermediária; equiv.: entre entrededo - (Aurélio). u Multi u Multi - muito, numeroso (Aurélio). u Transporte Intermodal u Transporte Intermodal - O transporte de mercadorias feito (transferido) entre duas modalidades diferentes de transporte. u Transporte Multimodal u Transporte Multimodal - O transporte de mercadorias feito por pelo menos duas modalidades diferentes de transporte. DEFINIÇÕES

18 JUST-IN-TIME (JIT) n JUST-IN-TIME (JIT) s O foco do JIT é reduzir a ineficiência e a improdutividade em um processo de produção, melhorando continuamente a produtividade e a qualidade dos produtos e serviços. O comprometimento dos funcionários em aceitar esta filosofia que envolve novos processos de trabalho e a busca contínua da redução de estoque é essencial para a operação do JIT (Krajewski &Ritzman, 1996); s O Just-in-Time utiliza o pull method, em que o consumidor será a causa da quantidade da mercadoria que será enviada de acordo com a demanda ocorrida no mercado, ou seja, a demanda de produtos irá ativar a produção dos bens. As firmas que possuem um processo de manufatura repetitivo e um controle de fluxo de material estão capacitada a usar o JIT pois o pull method permite um maior controle dos estoques e da produção nas estações de trabalho.

19 FLUXO JUST-IN-TIME n FLUXO JUST-IN-TIME ESTÁGIO A ESTOQUES ESTÁGIO B ESTOQUES ESTÁGIO C Abordagem Tradicional: Estoques Separam Estágios ESTÁGIO A ESTÁGIO B ESTÁGIO C ENTREGAS PEDIDOS ENTREGAS Just-in-Time: Entregas são Feitas Contra Solicitações Fonte: Slack, pg. 475

20 RODOVIÁRIO AÉREO DUTOVIÁRIO Modais de transporte - Características FERROVIÁRIO AQUAVIÁRIO

21 Terceirização de operações Provedores de Serviços Logísticos - PSL Operadores Logísticos - OPL Atuam de forma desintegrada Fornecem serviços especializados Atuam em atividade básicas e intermediárias Fornecem serviços integrados e personalizados Objetivam redução do custo total e melhoria do nível de serviço Contratos de longo prazo (normalmente negociados com a alta gerência)

22 Atividades básicas Transporte de transferência Transporte de distribuição Movimentação Interna Desembaraço alfandegário Terceirização de operações Provedores de Serviços Logísticos - PSL Atividades Intermediárias Armazenagem Milk run Transporte Intermodal

23 Atividades básicas Transporte de transferência Transporte de distribuição Movimentação Interna Desembaraço alfandegário Terceirização de operações Atividades Inetrmediárias Armazenagem Milk run Transporte Intermodal Operadores Logísticos - OPL Atividades Sofisticadas Gestão de estoques Montagem de Kits Projetos

24 Partes querem seus interesses atendidos. O negócio deve satisfazer interesses de todos. As expectativas de ambos levadas em conta. Existe o compromisso das partes com a implementação do acordo Cada negociação, conclusiva ou não, é uma oportunidade para construir relacionamentos de longo prazo. Negociação tem que ser Ganha/Ganha Quem espera conseguir algo sem dar nada em troca não está negociando está esperando um milagre. Tendências

25 CENÁRIO ATUAL LOGÍSTICA Mais Complexa Maiores Custos Maior Sofisticação Tecnológica Importância Estratégica

26 CUSTOS - CONCEITOS BÁSICOS Custo de Produção Custo do produto que foi produzido no período. É a soma da matéria prima, MO direta e dos gastos gerais de fabricação Custo do Produto Fabricado Custo do produto fabricado no período, somado ao custo do produto fabricado no período anterior, ainda em estoque. Custo do Produto Vendido Custo dos produtos que foram vendidos aos clientes durante o período.

27 LUCRATIVIDADE POR CLIENTE O CLIENTE é quem gera LUCRO e não o PRODUTO Deixar de atendê-los? Podem ser clientes novos, que dão prestígio, bem trabalhados se tornam rentáveis, proporcionar aprendizagem NÃO O que fazer com os clientes NÃO rentáveis?

28 LUCRATIVIDADE POR PRODUTO O que fazer com os NÃO rentáveis? Descontinuar? Terceirizar? Reengenharia?

29 Anos 70 Anos 2000 Anos 80 Anos 90 Custo Qualidade Rapidez na Distribuição Agilidade A LOGÍSTICA COMO INSTRUMENTO ESTRATÉGICO 2007 Mobilidade

30 Distribuição Física - Conceito Cadeia de distribuição clássica Fluxo Lógico Fluxo Físico

31 ARMAZENAGEM E MOVIMENTAÇÃO Blocado no chão Porta paletes Drive-in, Drive-through Push Back Dinâmico Outros

32 Pontos Relevantes na Definição do Modal Características do Produto Dimensões da carga Peso e volume da carga Assimetria dos produtos Grau de fragilidade da carga Perecibilidade do produto Periculosidade do produto Estado físico Características do Transporte Dimensões do veículo Compatibilidade de cargas diversas Rotas a serem utilizadas Modais de transporte

33 ASPECTOS DE DECISÃO Lead - time Disponibilidade Capacidade Freqüência Modais de transporte

34 RECURSOS HUMANOS INFRA ESTRUTURA LOGÍSTICA PRODUÇÃO SUPRIMENTOS FINANÇAS TI ADMINISTRAÇÃO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE MARKETING PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE MARKETING NEGÓCIO

35 A nova competência implica considerar novos aspectos e condutas, tanto dos clientes como dos competidores, para definir um processo de Marketing & Logística devem ser considerados, entre outros. os seguintes aspectos:. OBJETIVOS DEFINIDOS = BEM COMUM OU VISÃO SOCIAL;. DETERMINAÇÃO DAS NECESSIDADES: O QUE PROVER? QUANTO PROVER? PARA QUEM PROVER?. OBTENÇÃO: ONDE OBTER? COMO OBTER?. DISTRIBUIÇÃO: COMO DISTRIBUIR? PARA QUEM DISTRIBUIR? QUANDO DISTRIBUIR? ONDE DISTRIBUIR?

36 . PARA O MARKETING, OS PRINCÍPIOS GERAIS DA LOGÍSTICA SÃO: A- OBJETIVIDADE A- OBJETIVIDADE B- FLEXIBILIDADE B- FLEXIBILIDADE C- ECONOMIA C- ECONOMIA D- SEGURANÇA D- SEGURANÇA E- CONTROLE E- CONTROLE F- PRIORIDADE F- PRIORIDADE G- UNIDADE DE DIREÇÃO G- UNIDADE DE DIREÇÃO H- AMPLITUDE H- AMPLITUDE I- PREVISÃO I- PREVISÃO J- COORDENAÇÃO J- COORDENAÇÃO. PARA O MARKETING, OS PRINCÍPIOS GERAIS DA LOGÍSTICA SÃO: A- OBJETIVIDADE A- OBJETIVIDADE B- FLEXIBILIDADE B- FLEXIBILIDADE C- ECONOMIA C- ECONOMIA D- SEGURANÇA D- SEGURANÇA E- CONTROLE E- CONTROLE F- PRIORIDADE F- PRIORIDADE G- UNIDADE DE DIREÇÃO G- UNIDADE DE DIREÇÃO H- AMPLITUDE H- AMPLITUDE I- PREVISÃO I- PREVISÃO J- COORDENAÇÃO J- COORDENAÇÃO

37 Conceituação Processo de obtenção de insumos; Obtenção de material certo, na quantidade certa, com a entrega correta (tempo e lugar) da fonte correta e no preço certo (Arnold, 1999); Responsabilidade de toda a empresa; –Marketing, Engenharia de Produto e de Processo, Produção, PCP, Compras,... Compras ocupa-se também de processos burocráticos; Sincronismo com o planejamento estratégico da empresa: –Políticas de Estoque –Engenharia financeira –Comportamento do Mercado Desenvolvimento de Fornecedores e Aquisição de Materiais

38 1950´s... Planejamento de Materiais dependente de métodos manuais, sujeito a falhas e muitas imprecisões. Capacidade de reação lenta epouca flexibilidade. Conceituação - evolução

39 1960´s... Conceituação - evolução Conceitos de MRP: - estrutura de produto (BOM) - políticas de ressuprimento - ajuste do tamanho dos períodos de programação -ruptura do hábito mensal - lead times - flexibilidade automática - …

40 Conceituação - evolução 1970´s... Formalização da Programação Mestre Consideração da capacidade Controle da Execução Fechamento do ciclo CLOSED LOOP MPS Programação Mestre de Produção MRP Planejam. das Necessidades de Materiais CRP Planejam. de Capacidade Compras Controle do Chão de Fábrica

41 SIMULAÇÕES 1980´s... COMPRAS PRODUÇÃO PROGRAMAÇÃO MESTRE DA PRODUÇÃO PROGRAMAÇÃO MESTRE DA PRODUÇÃO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO RECURSOS PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES PLANEJAMENTO DE MATERIAIS / CAPACIDADE PLANEJAMENTO DE MATERIAIS / CAPACIDADE DISTRIBUIÇÃO DEMANDA PLANEJAMENTO FINANCEIRO Conceituação - evolução

42 2000s... - Modelo de relacionamento ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS + PROCESSOS e-COMÉRCIO E SERVIÇOS GERENCIAMENTO DO CONHECIMENTO INTELIGÊNCIA DE NEGÓCIOS HABILITAÇÃO DE SERVIÇOS REDE MUNDIAL + INTEGRAÇÃO DE TI VALOR DO NEGÓCIO VALOR DA TECNOLOGIA SCMERPCRM FORNECEDORESFORNECEDORES CLIENTESCLIENTES Conceituação - evolução

43 Ger. Demanda MPS / MRP CLIENTE MRP II PERFORMANCE DA MANUFATURA PERFORMANCE DE FORNECEDORES Conceituação - vantagem competitiva

44 MANUFATURA LOGÍSTICA/COMPRAS VENDAS FINANÇAS CUSTOS RH CONTABILIDADE PROCESSOS TRABALHO PLANEJAMENTO CLIENTE PEDIDO Conceituação - sistemas de gestão integrada- ERPs

45 Conceituação Desenvolvimento de Fornecedores (visão: competitividade) Consolidar cadeias de suprimentos confiáveis e de custo efetivo, provendo disponibilidade de produtos, qualidade, flexibilidade, e conseqüente satisfação do cliente. Desenvolver a base de fornecedores e assegurar a ela a capacidade de produzir e fornecer produtos com qualidade, custos e flexibilidade requeridos pelo mercado cada vez mais competitivo. Para tanto:

46 Maior valor agregado Desenvolvimento de Fornecedores Fornecedores confiáveis: –Qualidade (não somente cumprimento de especificações); –Preço integral (relacionamentos duradouros); –Confiabilidade (produtos, processos, procedimentos); –Flexibilidade (capacidade de adequar-se às necessidades técnicas e temporais do cliente); –Velocidade (capacidade de rapidez na reação). Fornecedores comprometidos com o sucesso do cliente (Prof. Marins, 2003)

47 Alianças estratégicas Associações entre empresas, juntando recursos, competências e meios para desenvolver uma atividade específica ou criar sinergias de grupo. Para conquistar um novo mercado (geográfico ou setorial), adquirir novas competências ou ganhar dimensão crítica, as empresas têm, em regra, três opções: a fusão ou a aquisição; a internacionalização; e a celebração de alianças estratégicas com um ou vários parceiros. As alianças tanto podem ocorrer entre empresas que atuam em ramos de atividade diferentes como entre concorrentes. Distinguem-se das joint-ventures, em que os parceiros partilham a propriedade de uma nova empresa.

48 Internacionalização da Economia Mercado regionalizado (globalização) Mercado regionalizado (globalização) Avanço tecnológico Avanço tecnológico Redução no ciclo de vida de produtos Redução no ciclo de vida de produtos Formação do preço de venda Formação do preço de venda REVOLUÇÃO nas Organizações

49 e-commerce, b2b, b2ce-business, e-tudo ë E-Commerce ou comércio eletrônico significa comprar e vender produtos através de meios eletrônicos: via computadores; ë Seja uma pessoa comprando passagens, CDs, etc. de sua própria casa (b2c) ou uma empresa comprando de outra empresa (business two business); ë O comércio eletrônico vem crescendo assustadoramente e ninguém previa esse crescimento. Previsão para 1997 = US$ 250MM Realizado em 1997 = US$ 9 bilhões Realizado em 1998 = US$ 21 bilhões Realizado em 2001 = US$ 450 bilhões Previsão para 2010: US$ 10,0 trilhões (IBM) Alguns dados interessantes: { Fonte: ©Anthropos Consulting

50 ë Nos próximos 3 a 4 anos (+- até 2010) as empresas assistirão mais mudanças do que as ocorridas nos últimos 30 anos; ë Segundo todos os prognósticos feitos pelos bancos internacionais e organismos, o Brasil será o grande palco da competição global na próxima década; ë Essa é a razão pela qual as multinacionais de todo o mundo estão vindo para o Brasil de uma forma nunca vista antes; ë Fazendo as reformas necessárias, o Brasil continuará sendo uma das melhores opções para o capitalismo ocidental (The Economist, janeiro/2004) ; E para o futuro?

51 A integração entre as empresas crescerá numa progressão geométrica - com a criação de padrões de operação e de negócios; Otimização da cadeia produtiva desde a matéria-prima até o consumidor final; Os ERP´s estarão voltados para a integração com o CRM (Customer Relationship Management ); O comércio eletrônico crescerá em proporção fantástica aproximando as empresas dos clientes; As empresas serão focadas em torno de seus processos. Tendências

52 FORNECEDORES CLASSE MUNDIAL Redução de Lead Times Flexibilidade + Velocidade Desempenho de entrega consistente e superior a 95% Custo competitivo – âmbito mundial Qualidade Redução de Lead Times Flexibilidade + Velocidade Desempenho de entrega consistente e superior a 95% Custo competitivo – âmbito mundial Qualidade

53 Tendências ALIANÇAS ESTRATÉGICAS Relacionamento de longo prazo Sinergia do negócio como um todo Comprometimento Times híbridos FOCO NO CLIENTE FINAL

54 Relativo a dependência de importações... Tendências Só se busca longe o que não se encontra perto… Até que alguém por perto visualize a oportunidade…

55 Tendências Negociação – Determinação do preço perde-perde: pechinchas imediatismo sem visualização do futuro perde-ganha: lei de Gerson bom negociador é aquele que estressa o fornecedor ganha-ganha: visão de futuro (continuidade) preço possível para o fornecedor e viável para o comprador busca de aliados estratégicos relações duradouras, transparentes e saudáveis

56 Tendência Tendência do Mercado Competitivo: A forma das organizações comprarem vem mudando… A oportunidade será daqueles que mudarem a forma de vender…

57 Tendências Benchmarking Segundo o International Benchmarking Clearinghouse (IBC), benchmarking é um processo sistemático e contínuo de medida e comparação das práticas de uma organização com as das líderes mundiais, no sentido de obter informações que a possam ajudar a melhorar o seu desempenho. É uma técnica de observação e adaptação das melhores práticas das melhores empresas, que, no entanto, não deve ser confundida com a espionagem industrial. A Xerox é considerada a empresa pioneira na aplicação do benchmarking.

58 Tendências Planos de ações corretivas (ênfase a planejamento e controle) visando recuperar tempo perdido; Projetos visando atingir, num horizonte acordado, novos padrões de desempenho ou incorporar novos atributos ao negócio; Monitoramento da execução dos planos de ações corretivas e dos projetos. CAMINHO DA EVOLUÇÃO Planejamento e Controle Excelência Operacional Melhoria Contínua Busca da Excelência Operacional ou Classe Mundial

59 Tendências - Empresas de Classe Mundial Um sistema formal para o planejamento e controle dos recursos de uma empresa. Trata do planejamento operacional em quantidades, do planejamento financeiro em valores e ter capacidade de simulação para análise de alternativas. Compõe-se de uma variedade de funções integradas: l Planejamento de Vendas e Operações l Programação Mestre de Produção l Planejamento das Necessidades de Materiais l Planejamento de Capacidades l Processos de Suporte à Execução dos Planos Planejamento e Controle são o ponto de partida: Fonte: Oliver Wight Co.

60 Tendências – Empresas Classe Mundial 4 Nível de Serviço ao Cliente mín. 95% 4 Desempenho do Plano de Vendas (S&OP) mín. 85% 4 Desempenho do Plano de Produção (S&OP) mín. 98% 4 Desempenho da Programação Mestre de Produção mín. 95% 4 Desempenho das Ordens de Fabricação mín. 95% 4 Desempenho dos sub fornecedores mín. 95% 4 Alterações no Período Firme - Curto Prazo máx. 5% 4 Acurácia dos Registros de Inventário mín. 95% 4 Acurácia das Listas de Materiais - BOMs mín. 98% 4 Acurácia dos Roteiros de Manufatura mín. 95% 4 Educação e Treinamento mín. 90% Medição - Principais Indicadores de Desempenho: Fonte: Oliver Wight Co.

61 ORGANIZAÇÃO TRADICIONAL ORGANIZAÇÃO QUE APRENDE = 11 2 = + +== COMPARTILHAMENTO +== Learning Organization Organização que Aprende Tendências – Empresas Classe Mundial

62 ORGANIZAÇÃO QUE APRENDE RESULTADOS AUMENTO DA INTELIGÊNCIA COLETIVA DA ORGANIZAÇÃO. MUDAR DE ORGANIZAÇÃO ONDE POUCOS SABEM MUITO PARA UMA ORGANIZAÇÃO ONDE MUITOS SABEM MUITO = COMPARTILHAMENTO Learning Organization Organização que Aprende Tendências – Empresas Classe Mundial

63 12. Foco na Cliente e Resultados de Entrega. 5 4 Considera todas as premissas descritas acima acima e os resultados de Desempenho de Entrega mostram a Performance de entregas de 95% no mínimo. Considera todas as premissas descritas acima e os resultados de Desempenho de Entrega estão entre 87 e 95%, consistentemente. 3 Considera todas as premissas descritas acima e os resultados de Desempenho de Entrega estão entre 80 e 87%, consistentemente. 2 Não considera todas as premissas descritas acima, porém os resultados de Desempenho de Entrega são superiores a 80% em função de baixa demanda, ou outra razão. 1 Exemplo de check-list, metodologia e critérios de avaliação de desempenho utilizados em diagnósticos de desenvolvimento de fornecedores no segmento industrial de empresas manufatureiras do setor metalmecânico, elaborado por grupo de consultores e fundamentado em literatura e pesquisas acadêmicas. Exemplo de Diagnóstico para Desenvolvimento de Fornecedores A Cliente não é considerada como cliente prioritário e o atendimento na entrega dos materiais ocorre quando da conveniência do Fornecedor, por falhas internas ou por falta de foco.

64 DIAGNÓSTICO DE DESENVOLVIMENTO DE FORNECEDOR 1- ESTRUT. DE CUSTO/SAÚDE FINANCEIRA 2- ORGANIZAÇÃO E RH 3- COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA 4- LEAD TIME 5- PLANEJ. E CONTR. DA PRODUÇÃO -PCP 6- DISP. MATERIA PRIMA 7- RECURSOS LOGISTICOS 8- M&E / REC. TECNOLOG. 9- CAPACIDADE INSTALADA 10- FLEXIBIL. TAMANHO LOTE 11- CONTROLE PROCESSO 12- SISTEMA DA QUALIDADE 13- EMBALAGEM, PRES. MAT.,TRANSP. 14- PERF. ENTREGA E CAP. REAÇÃO 15- GESTÃO AMBIENTAL DIAGNÓSTICO DE DESENVOLVIMENTO DE FORNECEDOR 1- ESTRUT. DE CUSTO/SAÚDE FINANCEIRA 2- ORGANIZAÇÃO E RH 3- COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA 4- LEAD TIME 5- PLANEJ. E CONTR. DA PRODUÇÃO -PCP 6- DISP. MATERIA PRIMA 7- RECURSOS LOGISTICOS 8- M&E / REC. TECNOLOG. 9- CAPACIDADE INSTALADA 10- FLEXIBIL. TAMANHO LOTE 11- CONTROLE PROCESSO 12- SISTEMA DA QUALIDADE 13- EMBALAGEM, PRES. MAT.,TRANSP. 14- PERF. ENTREGA E CAP. REAÇÃO 15- GESTÃO AMBIENTAL EXCELENTE 6- EXCEDE O ACEITÁVEL 5- ADEQUADO CLASSIFICAÇÃO: 4- INSUFICIENTE 3- FRACO 2- NÃO ACEITÁVEL 1- NÃO EXISTE Exemplo de fornecedor com padrão de desempenho com melhorias no período analisado Exemplo de Diagnóstico para Desenvolvimento de Fornecedores OUTROS CRITÉRIOS

65 Logística Global Fatores de mudanças e transformações empresariais GLOBALIZAÇÃO - DESAFIOS O crescente comércio internacional exige que os executivos de logística adquiram consciência global e uma perspectiva globalizada Os ambientes operacionais são mais complexos e de custos elevados : distância, documentação, diversidade de cultura, legislação, demanda de clientes, marketing logística e distribuição física

66 Organismos Internacionais Por interesse comum dos países, são constituídas entidades internacionais voltadas para a organização das atividades de intercâmbio comercial Tais organismos objetivam imprimir maior transparência e agilidade no comércio, buscando reduzir ou eliminar os entraves existentes, resguardar os direitos e garantir justa remuneração pelos serviços oferecidos, além de conceder assistência técnica e econômica

67 Organismos Internacionais FMI - Fundo Monetário Internacional > objetivo primordial auxiliar os países a resolver os desequilíbrios em seu Balanço de Pagamento BIRD - Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento - conhecido por Banco Mundial > objetivo promover o crescimento de regiões em países de menor desenvolvimento relativo OMC - Organização Mundial de Comércio > entrou em vigor a partir de 01/01/95, foi responsável pela Gestão dos Acordos gerais sobre Tarifa e Comércio – GATT para estabelecer as negociações tarifárias multilaterais > mediar os entendimentos sobre a solução de controvérsias > examinar as políticas comerciais

68 INCOTERMS 2000 INTERNATIONAL COMMERCE TERMS Câmara de Comércio Internacional ICC - Brochura nr 560 Os INCOTERMS anteriores são de: 1936, 1953, 1967, 1976, 1980 e 1990 Os INCOTERMS 2000 são treze termos utilizados em Logística Internacional e aplicam-se no aplicam-se no Contrato de Venda nas relações entre Vendedor e Comprador Define as mútuas responsabilidades entre o comprador e o vendedor para movimentação e entrega de mercadorias sob contrato de venda internacional, a partir de um determinado local, riscos, custos e documentação. Uma vez definido o INCOTERMS: - o Vendedor sabe exatamente o local e o momento em que cessa sua responsabilidade, riscos e custos para a movimentação das mercadorias - o Comprador sabe exatamente quando e o local onde os riscos e custos ficam sob sua responsabilidade

69 São aceitas nas exportações brasileiras, as condições de vendas internacionais conforme a Brochura nr 560, de 01/01/2000, definidos pela Câmara de Comércio Internacional INCOTERMS TERMOS INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO Embalagem Embarque Frete interno Seguro interno Capatazia Armazenagem Frete internacional Seguro internacional Desembarque Tributos Armazenagem Capatazia Frete interno Seguro interno Exportador Importador TODOS OS MODAIS DE TRANSPORTES EXW FCA CPT CIP DAF DDU DDP MODAIS – MARÍTIMO E FLUVIAL FAS FOB CFR CIF DES DEQ

70 Transporte Internacional Modais de transporte Marítimo – Rodoviário – Aéreo Ferroviário - Hidroviário - Multimodal

71 Containeres

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74 4% 14% 20% 62% Matriz de Transportes no Brasil RODOVIÁRIO DUTOVIÁRIO FERROVIÁRIO AQUAVIÁRIO

75 A Gestão por Funções agrupa cargos pelas habilidades necessárias ao desenvolvimento das atividades e pelo desejo de controlar e minimizar riscos A Gestão por Processos agrupa cargos em torno de um fluxo de atividades que visa atender às necessidades dos clientes GESTÃO POR FUNÇÕES GESTÃO POR FUNÇÕES X GESTÃO POR PROCESSOS

76 Média mundial =12% do PIB BRASIL 16 a 20% do PIB A importância dos custos logísticos Na economia EUA = 10% do PIB

77 Fábrica de móveis de escritório Madeira Laminado Perfís metálicos Parafusos Tinta e adesivos Material embalag. Material p/solda Produtos químicos Ind.de papel Extração Ind.metal Distribuidor Lojas de departa- mentos Lojas de varejo Super- mercados Energia elétrica Geradora Ind. Sider. Ind. Petrol. Ind. Celulose Ind.Equip pesados e alumínio Reservas Exportação 1ª cam.2ª cam.3ª cam.1ª cam.2ª cam. Logística de fornecimento Logística interna Logística de distribuição

78 Indicadores de desempenho Parceria com clientes Planejamento de longo prazo Integração de funções Melhoria contínua Mobilização de pessoal Parceria com fornecedores Sistemas de Informações Excelência Logística Fonte: A.T.Kearney

79 DISTRIBUIÇÃO Cross Docking - Sistema de redistribuição no qual bens de consumo de diversos fornecedores (oferta) chegam a um único ponto (Centro de distribuição / Transit-point) e são logo redirecionados para Expedição aos pontos de consumo (demanda). Recebimento Descarregar Separação Expedição Loja 1 Loja 2 Loja 3 Loja 4 LOGÍSTICA OUTBOUND

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81 Então, por favor, não complique. Agora, falando sério, Logística é sinônimo de bom senso. Seja simples, objetivo e tenha sempre os pés no chão. Logística é muito simples

82 1 Logística é ÚNICA -Depende da localização geográfica - Depende do produto - Depende da infra-estrutura - Depende do mercado - Depende do fornecedor - Depende do cliente - Depende do Mas, depende, principalmente, de nós. - Obrigado, André Maia 02/06/07 André Maia 02/06/07

83 Então, Tecnologia é essencial para se alcançar desempenho de classe mundial. Mas, não se renda facilmente ao luxo, ao supérfluo ou aos modismos. Foque naquilo que realmente traga resultados financeiros e benefícios aos seus Clientes, internos e externos. Logística é inovação

84 Logística é ordem Logística e disciplina caminham em conjunto. Não é atoa que a sua origem está intimamente ligada às guerras e ao desenvolvimento das forças armadas. Estabeleça rotinas e padronize os processos, seja duro, mas, flexível.

85 Logística na prática Antes: Um fornecedor local entregava 4 x ao dia uma carreta com 60 cx. montadas Hoje: A operação de montagem de cx. é Terceirizada e efetuada internamente, em sistema Kanban.

86 DEPÓSITO VERTICAL VW - ALEMANHA LOGÍSTICA NA PRÁTICA

87 Projeto – Aumento do peso no feixe de barra de aço - Belgo LOGÍSTICA NA PRÁTICA Objetivos > Redução de 50% das movimentações com a ponte rolante, com as barras de aço para descarga do caminhão e abastecimento dos tornos. > Diminuição do tempo de espera de abastecimento por parte da produção. > Eliminação de elevação parcial do feixe para colocação da cinta, devido falta de espaço no rack atual. > Redução de possível empeno do feixe ao ser elevado pela ponte rolante.

88 DEPOIS LOGÍSTICA NA PRÁTICA ANTES

89 - FERRAMENTA JAPONESA CRIADA NO PÓS GUERRA AFIM DE SE DIMINUIR ATIVIDADES QUE NÃO AGREGA VALORES AO PRODUTO (TEMPO NÃO PRODUTIVO). KAIZEN – MELHORIA CONTÍNUA DEFINIÇÃO Nenhum dia deve-se passar sem que algum tipo de melhoramento tenha sido feito em algum lugar da empresa. W. E. Deming

90 ANTES DO kAIZEN POSTURA REATIVA HOJE POSTURA PROATIVA As expectativas são voltadas para os clientes, externos e internos As expectativas eram voltadas para as necessidades organizacionais CONFIABILIDADE DIPONIBILIDADE QUALIDADE PREÇO

91 Uma atividade que transforma ou modifica Matéria prima ou informação para satisfazer as exigências do cliente. Uma atividade que transforma ou modifica Matéria prima ou informação para satisfazer as exigências do cliente. ATIVIDADES QUE NÃO AGREGAM VALORES Aquelas atividades que consomem tempo, recursos ou espaços, porém não somam valor ao produto em si.( Retrabalhos, inspeções, setup) Aquelas atividades que consomem tempo, recursos ou espaços, porém não somam valor ao produto em si.( Retrabalhos, inspeções, setup) ATIVIDADES QUE AGREGAM VALORES

92 O KANBAN - SISTEMA DE CONTROLE DA PRODUÇÃO A produção JIT utiliza o sistema de puxar. Puxar significa não processar até a solicitação, isto é sob pedido. O sistema consiste em retirar as peças necessárias do processo precedente, iniciando o ciclo na linha de montagem final, pois é aqui que chega a informação com exatidão de tempo e quantidades necessárias de peças para satisfazer às demandas.

93 OBJETIVOS DO SISTEMA KANBAN Minimizar o inventário em processo e os estoques de produtos acabados; Minimizar a flutuação dos materiais em processo, visando simplificar o seu controle; Reduzir o "lead time" de produção, Permitir o controle visual ao longo das etapas de fabricação

94 QUADRO KANBAN

95 Logística na prática

96

97 -Logística reversa -Consolidação

98 ELETRONIC DATA INTERCHANGE MAGNETI MARELLI LOGÍSTICA NA PRÁTICA

99 FUNÇÕES SERVIDOR EDI (IMPLEMENTADAS) SÃO FUNÇÕES IMPLEMENTADAS PELA INFORMÁTICA DA MARELLI COFAP SERVIDOR EDI FORNECEDORES SIGIP GEMINI SIC MONTADORAS DISTRIBUIDORES CARGA AUTOMÁTICA DE PROGRAMA ENVIO DE PROGRAMA POR AVISOS DE EMBARQUE POR (GMB) RECEBIMENTO PEDIDO RICAMBI AVISO DE COBRANÇA POR RECEBIMENTO PEDIDO RICAMBI AMPARO LOGISTICA NOTIFICAÇÃO DE ENTREGA PROGRAMA INFORMATICA NOTIFICAÇÃO DE PROBLEMAS NO SERVIDOR EDI EXTRATO C/C FORMATADO NTIFICAÇÃO DE ENTREGA DE AVISO DE EMBARQUE FINANCEIRO EXPEDIÇÃO

100 SCM- SUPPLY CHAIM MANAGEMENT Esse novo conceito (não tão novo - data de 1990) considera que a integração ultrapassa a simples cooperação entre clientes e fornecedores. Vai além, quando exige que fornecedores, clientes, operadores logísticos (terceirizados) e governo troquem planos e informações, de modo a tornar uma cadeia logística mais eficiente e competitiva. A cadeia logística, na realidade, é extremamente complexa.

101 WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEMS Sistemas de gestão de almoxarifados, automatizados para receber, manusear, armazenar e fazer o picking dos itens de um almoxarifado.

102 ECR- EFFICIENT CONSUMER RESPONSE Em plena era do SCM, surgem os movimentos de integração não só via informação como física. É o caso do ECR (efficient consumer response), movimento surgido no segmento distribuição, que vem crescendo nas relações entre indústrias e o setor supermercadista do Brasil.

103 As barras são interpretadas por um leitor ótico Comunicação com o sistema para obtenção de informações sobre o produto Código em Barras

104 RFID – Identificação por Rádio Freqüência– ( Radio Frequency InDentification ) Utiliza ondas eletromagnéticas para transmitir informações. Rádio Freqüência Etiquetas – Tag Rádio Freqüência

105 Emissão de informações A RF –transmissão entre coletores e sistema gerencial Rádio Freqüência

106 Produtos ou matéria prima Recebimento ou expedição Armazenagem Movimentação física Picking e packing Embarque físico Gestão de Armazém Gestão de Armazém Montagem de Cargas Locação de material Controle de Qualidade Controle de Embalagem Inventario Gestão de recursos WMS

107 Tratamento das locações próximas de picking diminuindo a movimentação de veículos industriais. P Manter a afinidade dos materiais. Definição do tipo de locação Definição de capacidade locação Controle de ocupação Controle de movimentação de veículos WMS Otimização de Endereços

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