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1 Freud e a Educação Faced – Faculdade de Educação. Curso: Pedagogia – Multimeios e Informática Educativa Componentes do Grupo: Jose, Aline, Gabriela,

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2 1 Freud e a Educação Faced – Faculdade de Educação. Curso: Pedagogia – Multimeios e Informática Educativa Componentes do Grupo: Jose, Aline, Gabriela, Fábio e Carla

3 2 Temas Abordados: Psicologia e a Educação – Fábio Complexo de Édipo – José A Sublimação – Carla Aprendizagem Segundo Freud - Carla

4 3 Psicanálise e Educação na era pós-freudiana Fábio

5 4 A Aplicação da Psicanálise à Educação: Foram três as direções tomadas pelos teóricos interessados no casamento da Psicanálise com a Educação: 1) A primeira tentativa de criar uma nova disciplina, a Pedagogia Psicanalítica, empreendida principalmente por Oskar Pfister e Hans Zulliger, na Suíça no início do Século XX. Uma História de Casamentos desfeitos:

6 5 A Aplicação da Psicanálise na Educação: 2) A segunda constitui no esforço a que se dedicaram alguns analistas para transmitir a pais e professores a teoria psicanalítica, imaginando que estes, de posse desse conhecimento, pudessem evitar que as neuroses se instalassem em seus filhos. Anna Freud, a filha de Frued, foi a principal representante desse grupo. Uma História de Casamentos desfeitos:

7 6 A Aplicação da Psicanálise à Educação: 3) A terceira direção, mais recente, não diz respeito ao exatamente casamento da Psicanálise com a Educação. Trata-se de uma tentativa mais difusa de transmitir a Psicanálise a todos os representantes da cultura interessados em ampliar a sua visão de mundo. Iniciou na França dos anos 60.

8 7 Uma História de Casamentos desfeitos: A Difusão da Idéias Freudianas: Freud é o responsável pela descrição do desenvolvimento afetivo-emocional das crianças. Esse desenvolvimento começaria com uma: 1) Fase Oral: Predominam os interesses ligado a boca (amamentação, sucção). 2) Fase Anal: Predominam os interesses ligado ao prazer de defecar e manipular as fezes. 3) Fase Fálica: A criança passa a se interessar pela existência do pênis.

9 8 Uma História de Casamentos desfeitos: A Difusão da Idéias Freudianas: Tais fases se relacionam à predominância de uma determinada pulsão parcial, responsável pelo interesse a ela correspondente. Freud queria que sua teoria constituísse entre outras coisas, um modelo de construção de processos através dos quais os indivíduos se tornariam um ser sexuado.

10 9 Uma História de Casamentos desfeitos: A Difusão da Idéias Freudianas: Uma de suas descobertas mais importantes foi a idéia de que a sexualidade se constrói, não sendo determinada pela Biologia, os homossexuais estão aí para comprová-lo.

11 10 Uma História de Casamentos desfeitos Os casamentos da Psicanálise com a Educação: Oskar Pfister, nascido na Suíça, em 1873, foi um pastor protestante que encontrou na Psicanálise um instrumento auxiliar na educação dos jovens em sua paróquia que dirigia em Zurique. A Pedagogia Analítica era uma pedagogia que poderia descobrir as inibições prejudiciais ocasionadas pelas forças psíquicas inconsciente, para poder reduzi-las e dominá-las submetendo-as à vontade da personalidade moral.

12 11 Uma História de Casamentos desfeitos Os casamentos da Psicanálise com a Educação: No pensamento de Pfister, duas orientações são bastantes claras: o educador dever funcionar como analista, ao mesmo tempo em que deve lembrar-se que persegue um fim moral. A Psicanálise até hoje nunca se casou verdadeiramente com a Educação. Na verdade a Psicanálise tem comparecido aos encontros marcados na condição de mestre, de transmissor de verdades sobre a criança que ela julga serem desconhecidas pela Educação.

13 12 Uma História de Casamentos desfeitos Os casamentos da Psicanálise com a Educação: No pensamento de Pfister, duas orientações são bastantes claras: o educador dever funcionar como analista, ao mesmo tempo em que deve lembrar-se que persegue um fim moral. A Psicanálise até hoje nunca se casou verdadeiramente com a Educação. Na verdade a Psicanálise tem comparecido aos encontros marcados na condição de mestre, de transmissor de verdades sobre a criança que ela julga serem desconhecidas pela Educação.

14 13 Complexo de Édipo José

15 14 Complexo de Édipo A criança por volta dos 04 ou 05 anos, começa ter uma espécie de apego sexual em relação à mãe, passando a encarar o pau como um rival sexual. Seu pai dorme com a sua mãe, abraça-a e a beija, tendo geralmente acesso ao seu corpo de uma forma que o garoto não tem. Ele também vê o seu pai como uma figura poderosa e ameaçadora que possui o poder total – o poder de castração.

16 15 Complexo de Édipo O garoto vê-se o desejo por sua mãe e o medo do poder do pai. A maioria desses sentimentos e o conflito resultando são inconsciente pela criança. Na visão Freudiana o garoto reage com um processo defensivo chamado de identificação: ele incorpora sua imagem do seu pai, e tenta combinar seu próprio comportamento com aquela imagem.

17 16 A Sublimação Carla

18 17 Sublimação: Uma pulsão é dita sublimada quando deriva para um alvo não-sexual. Alem disso, visa a objetos socialmente valorizados. Nesse movimento errático da pulsão em busca de um objeto, pode acontecer uma dessexualização desse objeto. A energia que empurra a pulsão continua a ser sexual (seu nome, já consagrado, é libido), mas o objeto não o é mais. Infelizmente, Freud não teorizou mais longamente sobre os mecanismos que conduzem a uma dessexualização do objeto, nem sobre os motivos que levam o indivíduo a faze-lo.

19 18 Sublimação e educação: O leitor deve estar lembrado do ponto em que o conceito de sublimação foi introduzido: falava-se que o caráter peculiar da pulsão sexual tornava-se passível de sublimação. Como Freud faz uso dessas idéias para pensar a função da Educação, neste exato momento em que surgem suas elaborações sobre a sublimação? As bases necessárias à sublimação são fornecidas pelas pulsões sexuais parciais e claramente perversas. Portanto uma ação educativa que se propusesse a desenraizar o mal em que nasce a criança estaria não só fadada ao fracasso como estaria atacando a fonte de um bem futuro.

20 19 Sublimação e Educação Freud deixa de ser identificado com o pedagogo tradicional a partir do momento em que não preconiza o desenraizamento do mal, mas propõe a sua utilização, a sua canalização em direção aos valores superiores aos bens culturais, de produção socialmente útil. Sem perversão, diz ele, não há sublimação. E sem sublimação não há cultura. É na medida em que propicia sublimação, como já se disse, que a Educação tem, para Freud, um papel importante.

21 20 A Sublimação e a Educação Em um texto de 1913, que versa sobre o interesse educacional da Psicanálise, Freud escreve que os educadores precisam ser informados de que a tentativa de supressão das pulsões parciais não só é inútil como pode gerar efeitos como a neurose.

22 21 De posse dessa informação, os educadores poderão reduzir a coerção, e dirigir de forma mais proveitosa à energia que move tais pulsões. Um exemplo disso é a importância do educador no processo de transformação da pulsão escópica – a pulsão ligada ao olhar – em curiosidade intelectual – ver o mundo, conhecer idéias, sendo que tal curiosidade desempenha um papel muito importante no desenvolvimento do desejo de saber. A Sublimação e a Educação

23 22 Um educador psicanaliticamente orientado poderia, por exemplo, oferecer argila em lugar de permitir que uma criança manipulasse suas fezes. Não se ocuparia, de modo principal, em gritar furiosamente com ela, ameaçando-a com castigos, caso insistisse em sujar ali as mãos. Convém ressalvar, desde logo, que o exemplo acima, longe de se confundir com uma receita pedagógica, permite mostrar como um educador poderia pensar e agir, caso concordasse com as idéias de Freud sobre a Educação de crianças. A Sublimação e a Educação

24 23 Também a civilização, pela via da Educação, exagera, e produz efeitos semelhantes aos que podem ser produzidos pelo eu – a neurose. Portanto, conclui Freud, a nossa civilização, que produz uma ação educativa tão exageradamente severa, é neurótica. A hipótese de uma vocação neurótica da humanidade, contudo, descarta a ação política como sendo uma causa fundamental da repressão. O máximo que se pode pensar, como faz Millot, é que as classes sociais no poder fazem uso, em beneficio próprio, da repressão já instalada por outros meios. A Sublimação e a Educação

25 24 Alem disso, a desconfiança diz respeito à possibilidade de a sublimação vir a ser operada, controlada, de fora, pois a sublimação não é, na verdade, um mecanismo ao alcance da consciência. De mais a mais, pensa Freud, excessos não se curam com bons conselhos. A Sublimação e a Educação

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