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Ministério da Saúde Fundação Oswaldo Cruz Escola Nacional de Saúde Pública Centro Saúde Escola Germano Sinval Faria CSEGSF - Sessão Técnico Científica.

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Apresentação em tema: "Ministério da Saúde Fundação Oswaldo Cruz Escola Nacional de Saúde Pública Centro Saúde Escola Germano Sinval Faria CSEGSF - Sessão Técnico Científica."— Transcrição da apresentação:

1 Ministério da Saúde Fundação Oswaldo Cruz Escola Nacional de Saúde Pública Centro Saúde Escola Germano Sinval Faria CSEGSF - Sessão Técnico Científica Tuberculose: A Vigilância Epidemiológica e a Prática Assistencial Equipe VE Lili, Marlene, Sirlene, Zezé, Celina Sedis Creuza, Michael Enfermagem Slete Serviço Social Mirian período apurado janeiro-dezembro de 2006

2 Comunidade Sexo M F Idade 10 n CONAB + CCPL Embratel Fora de Área Greenville CAH1 1 1 MB1 1 1 Ex Combatentes VSP SM Vila União MP PCC POC PJG VT CHP NM Total Equipe Vigilância 5 N O T I F I C A Ç Ã O V A R I C E L A.

3 Comunidade Sexo M F Idade 10 n CONAB + CCPL1 1 1 Fora de Área Greenville CAH MB Ex Combatentes VSP SM Vila União MP2 2 2 PCC POC PJG VT CHP NM Total Equipe Vigilância 6 N O T I F I C A Ç Ã O D E N G U E.

4 Comunidade Sexo M F Idade 10 n CONAB + CCPL* Fora de Área3 5 6 Greenville CAH MB Ex Combatentes VSP SM Vila União MP PCC POC PJG VT CHP NM Total Equipe Vigilância 7 N O T I F I C A Ç Ã O C O N J U N T I V I T E.

5 Comunidade Sexo M F Idade 10 n CONAB + CCPL Embratel1 1 1 Fora de Área Greenville1 1 1 CAH MB Ex Combatentes1 1 1 VSP SM Vila União MP* PCC POC PJG VT CHP NM Total Equipe Vigilância 8 N O T I F I C A Ç Ã O D I A R É I A.

6 Comunidade Sexo M F Idade 10 n CONAB + CCPL Fora de Área Greenville CAH MB Ex Combatentes VSP SM Vila União MP PCC POC1 1 1 PJG VT CHP2 NM Total Equipe Vigilância 9 N O T I F I C A Ç Ã O H E P A T I T E.

7 Comunidade Sexo M F Idade 10 n CONAB + CCPL1 1 1 Greenville CAH MB Ex Combatentes VSP SM Vila União MP PCC POC PJG VT CHP NM Total Equipe Vigilância 10 N O T I F I C A Ç Ã O S Í F I L I S

8 Comunidade Sexo M F Idade 10 n CONAB + CCPL Greenville CAH MB Ex Combatentes VSP SM Vila União MP PCC1 2 2 POC1 1 1 PJG VT2 2 2 CHP NM2 2 2 Total Equipe Vigilância 11 N O T I F I C A Ç Ã O G O N O R É I A.

9 Comunidade Sexo M F Idade 10 n CONAB + CCPL Greenville CAH1 2 2 MB Ex Combatentes VSP SM Vila União MP PCC POC PJG VT CHP2 NM1 2 2 Total Equipe Vigilância 12 N O T I F I C A Ç Ã O C O N D I L O M A.

10 Comunidade Sexo M F Idade 10 n CONAB + CCPL Greenville CAH MB Ex Combatentes VSP SM Vila União MP PCC POC1 2 2 PJG VT1 1 1 CHP NM Total Equipe Vigilância 13 N O T I F I C A Ç Ã O H E R P E S genital.

11 Comunidade Sexo M F Idade 10 n CONAB + CCPL Fora de Área1 2 2 Greenville CAH MB Ex Combatentes VSP SM Vila União MP3 3 3 PCC POC PJG VT CHP NM Total Equipe Vigilância 14 N O T I F I C A Ç Ã O H A N S E N Í A S E.

12 Comunidade Sexo M F Idade 10 n CONAB + CCPL Fora de Área Greenville CAH MB Ex Combatentes VSP SM Vila União MP PCC POC PJG VT CHP NM Total Equipe Vigilância 15 N O T I F I C A Ç Ã O T R I C O M O N Í A S E.

13 Comunidade Sexo M F Idade Agravo CONAB + CCPL a Caxumba Fora de Área 1 > 10 a Sarampo Fora de Área a Rubéola Fora de Área a Reação vacinal VT 1 < 1 a Meningite VT 1 < 1 a Rubéola CHP a Rubéola VSP a Rubéola Total3 5 Equipe Vigilância 16. Notificações – Outros Agravos

14 Comunidaden% Área Urbana10,2 Embratel10,2 CONAB20,4 Greenville20,4 Fora de Área*51,1 MB71,5 CAH112,3 Ex Comb.*132,7 VSP183,8 SM245,1 Vila União*245,1 PCC296,1 MP316,5 POC5010,5 PJG5511,6 NM6213,1 VT6513,8 CHP27415,6 Total474100% Equipe Vigilância 2 V I S I T A D O M I C I L I A R * Equipe VE

15 ComunidadeJFMAMJJASOND Área Urbana1 Embratel1 CONAB11 Greenville11 Fora de Área*11111 MB12211 CAH Ex Comb.* VSP SM Vila União*16125 PCC MP POC PJG NM VT CHP Total Equipe Vigilância 3 V I S I T A D O M I C I L I A R *Equipe VE

16 ALGUMAS NOTAS Em relação às visitas domiciliares: Do total de 474 visitas domiciliares solicitadas no período, 42 (8,9%) foram realizadas exclusivamente pela Equipe da Vigilância Epidemiológica 432 (91,1%) visitas domiciliares foram repassadas às Equipes do PSF (de acordo com a área indicada). Pequena parte foi compartilhada pelas duas equipes Não foram discriminadas a natureza da solicitação da visita domiciliar, isto é, se para tratamento de alguma doença, alteração de exame laboratorial ou interrupção do tratamento em curso Com o modo de trabalho atual não tem sido possível verificar se a visita domiciliar repassada foi efetivamente realizada e se as providências necessárias foram tomadas O LADEPE indica a necessidade de estabelecer critérios claros para solicitação de visita quando existirem alterações nos exames laboratoriais Do mesmo modo é necessário rever os critérios adotados para chamada de visita em função de alterações nos exames citológicos (Papanicolau) Ainda é necessário definir a criação de novos critérios para visita domiciliar em função da realidade epidemiológica da região, dos problemas de saúde da área, da identificação de grupos vulneráveis com risco aumentado e da prática assistencial Na medida do necessário serão discutidas novas inclusões para acionar o sistema de vigilância à saúde Equipe Vigilância 4

17 Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria Notificações Tuberculose 2006 jan-dez Fonte: Livro de Registro e Controle de Tratamento dos Casos de Tuberculose ( Livro Preto ) Equipe Vigilância 17

18 Notificações Tuberculose MÊS JANEIRO FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EAABANCURA OUTROS PJG NM Fora de área nr 21 TOTAL/MÊS 9 casos nr 45 Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva P- - pulmonar com baciloscopia negativa HIV EA - Em andamento nr – não realizado Equipe Vigilância 18

19 Notificações Tuberculose MÊS FEVEREIRO FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EAABANCURA OUTROS PJG11111 VT11111 CHP Fora de área11111 F TOTAL/MÊS 5 casos F Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva P- - pulmonar com baciloscopia negativa HIV EA - Em andamento F - falência Equipe Vigilância 19

20 Notificações Tuberculose MÊS MARÇO FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EAABANCURA OUTROS PCC POC11111 Óbito CHP VSP11111 Fora de área11111 TOTAL/MÊS 6 casos óbito Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva / P- - pulmonar com baciloscopia negativa, HIV EA - Em andamento Equipe Vigilância 20

21 Notificações Tuberculose MÊS ABRIL FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EAABANCURA OUTROS CHP NM11111 CAH11111* PCC11111 Fora de área11111 TOTAL/MÊS 5 casos Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva / P- - pulmonar com baciloscopia negativa, HIV EA - Em andamento / * - em tratamento Equipe Vigilância 21

22 Notificações Tuberculose MÊS MAIO FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EA ABANCURA OUTROS PJG11111** CAH11111* NM11111* CONAB11111*** Fora de área TOTAL/MÊS 6 casos **/2* 1*** Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva / P- - pulmonar com baciloscopia negativa HIV EA - Em andamento *em tratamento **mudança tratamento ***transferência Equipe Vigilância 22

23 Notificações Tuberculose MÊS JUNHO FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EA ABANCURA OUTROS CHP * NM11111 POC11111 PCC11111 TOTAL/MÊS 5 casos * Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva / P- - pulmonar com baciloscopia negativa HIV EA - Em andamento *em tratamento Equipe Vigilância 23

24 Notificações Tuberculose MÊS JULHO FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EA ABANCURA OUTROS CHP211111* MP * POC11111* VSP222112* PJG11111* TOTAL/MÊS 7 casos * Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva / P- - pulmonar com baciloscopia negativa HIV EA - Em andamento *em tratamento Equipe Vigilância 24

25 Notificações Tuberculose MÊS AGOSTO FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EA ABANCURA OUTROS CHP * 1*** MP11111* TOTAL/MÊS 5 casos * 1*** Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva / P- - pulmonar com baciloscopia negativa HIV EA - Em andamento *em tratamento **** transferência Equipe Vigilância 25

26 Notificações Tuberculose MÊS SETEMBRO FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EAABANCURA OUTROS MP11111* NM211222* Fora de área11111* TOTAL/MÊS 4 casos * Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva P- - pulmonar com baciloscopia negativa HIV EA - Em andamento * em tratamento Equipe Vigilância 26

27 Notificações Tuberculose MÊS OUTUBRO FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EAABANCURA OUTROS PJG * NM111IN1 óbito SM11111* CAH11111* VT11111 óbito TOTAL/MÊS 6 casos in 4 * 2 óbitos Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva / P- - pulmonar com baciloscopia negativa HIV EA - Em andamento / * em tratamento / HIV IN - indeterminado Equipe Vigilância 27

28 Notificações Tuberculose MÊS NOVEMBRO FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EAABANCURA OUTROS CHP * PJG11111* TOTAL/MÊS 4 casos * Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva P- - pulmonar com baciloscopia negativa HIV EA - Em andamento * em tratamento Equipe Vigilância 28

29 Notificações Tuberculose MÊS DEZEMBRO FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EAABANCURA OUTROS NM11111* PJG11111* EX COMB1111* TOTAL/MÊS 3 casos * Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva P- - pulmonar com baciloscopia negativa HIV EA - Em andamento * em tratamento Equipe Vigilância 29

30 Equipe Vigilância 30 Tuberculose – total de casos janeiro/dezembro */1 O POC - 3 3* CAH PCC - 4 2* VSP - 3 1* 1 O1 NR EX COMB - 1 VT - 2 1*1111SM - 1 1***1111CONAB CURA SITUAÇÃO 5*/ 1** PJG */1*** CHP */ 1 F47 1NR Fora de área 9 30 tto 2 trans 3 Óbitos 1F/1mt NR 1IN TOTAL 65 4*/1 O IN NM * MP - 4 OUTROS ABN EA-+P-P+EPFM> 2010 a 20 5 a 10 < 5COMUNIDADE casos TTOHIV FORMA CLÍNICA SEXOFAIXA ETÁRIAPERÍODO JAN/DEZ 1 1

31 Equipe Vigilância 31 ALGUMAS NOTAS Total de casos de Tuberculose notificados pelo CSEGSF Além da distribuição dos casos por comunidade, podemos observar o pequeno aumento do nº total de notificações nos anos de 2004, 2005 e 2006 ANOJFMAMJJASONDTOTAL (subtotal)

32 Equipe Vigilância 32 ALGUMAS NOTAS Em relação aos 65 casos de tuberculose de 2006: DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA A observação da distribuição dos casos de TB nas comunidades de Manguinhos mostra que a metade dos casos foram encontrados em CHP2, PJG e NM As outras comunidades representaram entre 6,1% (4 casos) e 1,5% (1 caso) do total de casos do período FAIXA ETÁRIA A apuração por idade mostra que 86% dos casos ocorreu em maiores de 20 anos ComunidadeCHP2PJGNMFora Área n %21,515,4 13,8 Faixa Etária < 5 anos 5 a 9 anos 10 a 19 anos 20 a 49 anos >50 anos n %3,1 7,7806,1

33 Equipe Vigilância 33 ALGUMAS NOTAS Em relação aos 65 casos de tuberculose de 2006: SEXO A tuberculose predomina entre os homens. A proporção entre os sexos é de 2 casos masculinos para cada caso feminino FORMA CLÍNICA Do total de casos notificados no período 95% apresentaram forma pulmonar isolada sexomasculinofeminino n4421 %67,732,3 Forma ClínicaPulmonarExtra Pulmonar n623 %95,44,6

34 Equipe Vigilância 34 ALGUMAS NOTAS Em relação aos 65 casos de tuberculose de 2006: FORMA CLÍNICA (cont) Na forma pulmonar isolada a baciloscopia positiva foi evidenciada em pouco mais de 60% dos casos. Ainda é significativo o percentual de baciloscopias negativas Forma ClínicaPulmonar c/ Baciloscopia + Pulmonar c/ Baciloscopia - n4022 %61,533,8 CO-INFECÇÃO TB/HIV A oferta do teste anti-HIV é significativa, entretanto o resultado do exame em 46 casos ainda não era conhecido no momento do levantamento Sorologia anti-HIVpositivanegativaindeterminadanão realizadaem andamento n %7,7171,53,170,7

35 Equipe Vigilância 35 ALGUMAS NOTAS Em relação aos 65 casos de tuberculose de 2006: Situação do Tratamento n% Mudança de tratamento11,5 Falência11,5 Transferência23,1 Óbito34,7 Abandono1421,5 Cura1421,5 Em tratamento3046,1 O quadro abaixo permite verificar a situação dos casos notificados em 2006 SITUAÇÃO DO TRATAMENTO

36 Equipe Vigilância 36 ALGUMAS NOTAS Dados OperacionaisJFMAMJJASOND Nº de sintomáticos respiratórios submetidos à baciloscopia Nº de comunicantes examinados Nº de casos de TB diagnosticados a partir dos exames de comunicantes Nº de quimioprofilaxias iniciadas 1210 Nº de testes cutâneos realizados Nº de casos hospitalizados 1 Nº de casos de retratamento após cura/ após abandono 11 Nº de casos de tratamento com esquema de falência 13 DADOS OPERACIONAIS 2006

37 Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria Notificações Tuberculose 2007 Fonte: Livro de Registro e Controle de Tratamento dos Casos de Tuberculose ( Livro Preto ) Equipe Vigilância 37

38 Notificações Tuberculose MÊS JANEIRO FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EAABANCURA OUTROS CAH1111 SM1111 VT1111 CHP PCC Fora de área1111 TOTAL/MÊS 8 casos Equipe Vigilância 38 Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva P- - pulmonar com baciloscopia negativa HIV EA - Em andamento

39 Notificações Tuberculose MÊS FEVEREIRO FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EAABANCURA OUTROS MP111 NM PJG ** CHP2222 Greenville111 TOTAL/MÊS 9 casos Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva P- - pulmonar com baciloscopia negativa HIV EA - Em andamento/ ** - mudança tto Equipe Vigilância 39

40 Notificações Tuberculose MÊS MARÇO FAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20MFEPP+P-+-EAABANCURA OUTROS SM111 CHP2111 VU11na NM111 Fora de área111 TOTAL/MÊS 5 casos 5414 Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva / P- - pulmonar com baciloscopia negativa, HIV EA - Em andamento / na – não assinalada Equipe Vigilância 40

41 Notificações Tuberculose – 2007 – 1º Trimestre JAN/FEV/MARFAIXA ETÁRIASEXOFORMA CLÍNICA HIVSITUAÇÃOTTO COMUNIDADE< 55 a 1010 a 20> 20 MFEPP+P-+-EAABANCURA OUTROS CAH Greenville VU - 111na MP VT SM PCC NM PJG ** CHP Fora de área TOTAL/MÊS 22 casos na 15 na 4 na 1391** Equipe Vigilância 41 Forma Clínica P+ - pulmonar com baciloscopia positiva / P- - pulmonar com baciloscopia negativa HIV EA - Em andamento / na – não assinalada / ** - mudança tto

42 ALGUNS PROBLEMAS IDENTIFICADOS Registros incompletos no prontuário Pobreza de dados clínicos e epidemiológicos Atendimento do paciente fora de área: Como é feito? Quem faz? Tem profissional que faz. Tem profissional que não faz. Atendimento médico por favor Cultura para BAAR/teste de sensibilidade – até quando? Interpretação dos resultados da pesquisa BAAR/cultura Agendamento falho, confuso, irregular Associação TB-HIV/Aids – quem acompanha? Falta de investigação epidemiológica nos comunicantes Pacientes virgens de tratamento sendo encaminhados para IPEC – Pesquisa? Não localização do prontuário no arquivo Clareza no fluxo do prontuário/PA no SEDIS Prontuários retidos nas salas/gavetas/armários Restrição na coleta de escarro Fluxo de pacientes da área (com PSF, sem PSF) O que faz a triagem com os casos de TB? Sei identificar um sintomático respiratório? Falta de critérios para realização de PPD Pouco conhecimento sobre o protocolo clínico para adultos e crianças O que fazer com os casos mais complexos? Quais as referências?

43 ALGUMAS PROPOSTAS Solicitação de visita domiciliar - critérios Saúde da Mulher ( discutidas com Dra. Solange) Prevenção do câncer ginecológico Todo resultado de Papanicolau que apresentar: Lesões intraepiteliais de baixo grau (HPV + NIC I) Lesões intraepiteliais de alto grau (NIC II e NIC III) Atipias de significado Indeterminado Carcinoma Invasor Qualquer alteração de citologia mamária identificada a partir da observação no exame físico e coleta de material de descarga papilar espontânea ou PAAF (punção aspirativa com agulha fina) OBS: Serão realizadas capacitações para coleta do material, interpretação dos resultados dos exames e aconselhamento específico para cada caso. Será necessário garantir retorno agendado e seguimento adequado no CSEGSF além da referência para casos mais complexos.

44 ALGUMAS PROPOSTAS Solicitação de visita domiciliar - critérios Saúde da Mulher (discutidas com Dra. Solange) Doenças Sexualmente Transmissíveis presença de Trichomoníase no EAS e no citopatológico qualquer título positivo de VDRL Gestantes qualquer título positivo de VDRL glicemia igual ou maior que 100/110 mg/dl ácido úrico igual ou maior que 6mg% Fator Rh negativo Presença de piúria, hematúria e/ou proteinúria no EAS IGM positiva para toxo e/ou rubéola

45 ALGUMAS PROPOSTAS Solicitação de visita domiciliar - critérios Exames Laboratoriais Alterados ( discutidas com Selma, Riany, Dra. Syglia) Bioquímica Glicemia menor que 40mg/dL ou maior que 250 mg/dL Colesterol igual ou maior que 500mg/dL Triglicerídeos igual ou maior que 500 mg/dL Acido úrico igual ou maior que 6mg% em gestantes Hemograma Hemoglobina menor ou igual a 7gr% Hemácias: homens maior que 7.0 milhões; mulheres maior que 6.0 milhões Fator Rh negativo em gestantes Plaquetometria menor que 40 mil/mm³ ou maior que 1 milhão/mm³ Leucometria menor que 1.500/mm³ ou maior que /mm³ Diferencial de leucócitos: presença de blastos

46 ALGUMAS PROPOSTAS Solicitação de visita domiciliar - critérios Exames Laboratoriais Alterados ( discutidas com Selma, Riany) Sorologias qualquer título positivo de VDRL IGM positiva para toxoplasmose e/ou rubéola Anti-HCV positivo HBsAg positivo; HBeAg positivo Escarro Pesquisa BAAR positiva Cultura para MICOBACTÉRIA TUBERCULOSIS positiva Nova coleta Amostra hemolisada ou coagulada Elucidação diagnóstica por indicação médica ou do próprio LADEP

47 ALGUMAS PROPOSTAS Solicitação de visita domiciliar - critérios Saúde da Criança (em construção) (discutidas com Dr. Marcos) Hemograma Leucometria menor que 4.000/ mm³ e maior que / mm³ Plaquetometria menor que 100 mil/mm³ Presença de blastos Hematócrito menor que 25% Hemoglobina menor que 9gr/% Bioquímica TGO e TGP maior que 60 Glicemia maior que 150 mg/dL

48 Fluxograma para solicitação de visita domiciliar - CSEGSF Critérios anteriormente discutidos Identificação da área registro de VD Enfermeiro recebe solicitação visita Repassa ACS da micro-área ACS faz visita com consulta agendada p/ médico da equipe Aconselhamento/Tratamento e/ou Encaminhamento + Notificação hepatite Equipe VE faz visita com consulta agendada p/ médico do CSEGSF Aconselhamento/Tratamento e/ou Encaminhamento + Notificação hepatite/HIV/Aids Vigilância Epidemiológica Saúde da MulherExames LaboratoriaisSaúde da Criança Com PSFSem PSF Vigilância Epidemiológica Notificação transmissíveis SEDIS/GIL/CSEGSF MAPEARMAPEAR MAPEARMAPEAR CMS RAMOS SMS -RJ

49 ALGUMAS PROPOSTAS E DESAFIOS Trabalhar com os mapas das comunidades enxergar o(s) problema(s) no território Mapear os casos de TB nas comunidades compreender as diferenças entre as áreas/microáreas Capacitação específica para todos os profissionais dar qualidade técnica e humanizada ao cuidado necessário, atualizar o conhecimento Educação Permanente formalizar espaço para discussão de casos clínicos, modificação das rotinas e fluxos, avaliação do processo de trabalho e dos resultados obtidos

50 Sistema de Informação instituir ficha de anamnese clínica, história epidemiológica, risco específico apurar o dado, melhorar a informação definir instrumento de controle de investigação de comunicantes, rede de contatos aplicar a ficha B-TB (SIAB) levantar possibilidades do GIL referentes à TB definição de indicadores de produtos, processos, resultados quantificar população de cada comunidade Ambientação adequação da estrutura física rever capacidade laboratorial regras de biossegurança ALGUMAS PROPOSTAS E DESAFIOS

51 Sistema de Saúde CSEGSF como primeira referência CAP 3.1 Gerência PCT/ Coordenação Doenças Transmissíveis/ SMS-RJ Referência Esclarecer sobre indicações e mecanismos de referência Viabilizar transporte e acompanhamento do paciente ao serviço de referência construir epidemiologia em serviço de saúde com base nos problemas do território Monitoramento/Avaliação

52 Problema - Tuberculose Componentes Rec humanos Rec materiais infraestrutura atividades (processos) Vigilância Epidemiológica Atenção BásicaApoio Laboratorial Objetivos Objetivos curto prazo Atenção integral visando a recuperação e promoção da saúde Aumentar as taxas de cura de casos novos Reduzir as taxas de abandono dos casos novos Prevenir aparecimento de cepas resistentes Reduzir a letalidade e a mortalidade especifica Objetivos longo prazo Reduzir taxa de incidência Reduzir recidivas e reingressos Reduzir risco infecção


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