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R$:1,99 Edição Exemplar Editora POBRIL edição 201-ano2-nº5 10 de junho de 2012 Vs. Vs. Engenharia Elétrica Relações públicas PROFISSÕES DO FUTURO DESCUBRA.

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1 R$:1,99 Edição Exemplar Editora POBRIL edição 201-ano2-nº5 10 de junho de 2012 Vs. Vs. Engenharia Elétrica Relações públicas PROFISSÕES DO FUTURO DESCUBRA COMO É O MERCADO DE TRABALHO E AS ÁREAS DE ATUAÇÃO

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4 Índice EDIÇÃO 201|ANO 2|Nº1 PROFESSIONAL FUTURE

5 Carta ao Leitor É com satisfação que a revista Professional Future escreve para você, leitor, apreciar a cultura e entretenimento que, buscamos ao preparar nossas notícias e reportagens. Agradecemos o seu carinho e apoio, pois são o combustível para o nosso sucesso. Esperamos atender sempre a sua expectativa, e que nossos leitores nos ajudem a aprimorar ainda mais a nossa revista! Colaboradores gerais: Felipe Chagas Juliana Maciel Matheus Henrique Roza Talita Bastos

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8 Profissões H oje em dia, os jovens ainda estão com muitas dúvidas sobre a carreira que vão exercer. Segundo Juliana Bernardino, é raro um estudante que passa ileso por esse questionamento. Em geral, ansiedade, angústias e incertezas marcam o período, o que, na visão de especialistas, nem sempre é prejudicial. "Uma dose de ansiedade pode ser benéfica, uma vez que leva o aluno a se dedicar mais inteiramente ao processo de escolha. Não a ansiedade que paralisa, mas a que mobiliza para a vida", esclarece Alessandra Suplicy Conway, psicóloga em Santos-SP e membro da direção da ABOP (Associação Brasileira de Orientadores Profissionais). Na maioria dos casos, esses sentimentos estão presentes porque os jovens pensam que estão fazendo uma escolha para a vida. "E este é um pensamento equivocado", acredita Andréa Godinho de Carvalho Lauro, orientadora vocacional do Colégio Vértice, em São Paulo. "É, sim, uma escolha muito importante, mas não é para toda a vida, porque muita coisa pode mudar pelo caminho", explica. Segundo a orientadora, os jovens não percebem (e, geralmente, por falta de maturidade) que este é só o começo de uma longa carreira que se inicia. "Escolher a profissão não significa definir toda a sua carreira", conclui.

9 Do Futuro Não há como prever todo o futuro só com a escolha da profissão. Regina Sonia Gattás do Nascimento, psicóloga e supervisora de orientação vocacional da clínica da PUC, em São Paulo, concorda: "A profissão é um dos componentes do seu projeto de vida, mas é preciso ter em mente que o mercado muda, as pessoas mudam. É preciso estar preparado para, muitas vezes, ter de ajustar o caminho". O que o jovem vestibulando deve fazer para tomar a decisão mais acertada? Como encontrar a profissão que mais combine com o seu perfil? "Fundamentando sua escolha em muita informação", responde a orientadora Andréa Godinho. "O vestibulando precisa fazer uma busca rigorosa de informação, tanto sobre si próprio, quanto sobre as muitas carreiras existentes, o mercado de trabalho e as muitas frentes em que ele pode atuar". O jovem tem de ter papel ativo na escolha da profissão. "Precisa buscar informações em diferentes fontes: na escola, na família, na universidade que pretende cursar e com profissionais experientes", recomenda a especialista Alessandra Conway. Investir no autoconhecimento é uma boa saída. "Conhecer-se é essencial para tentar se colocar de formar mais inteira na carreira", diz Regina Nascimento.

10 Engenharia N a nova matéria da Professional Future, Profissões do Futuro, vamos falar sobre as profissões que estarão presentes no nosso futuro, mostrada em pares, como nesta primeira edição. Nesta edição Vamos falar sobre duas profissões de áreas completamente opostas. Uma exige com que o profissional saiba muito de exatas e a outra exige que o profissional saiba sobre humanas. Bom essas profissões são: Engenharia elétrica e Relações Públicas. A Engenharia Elétrica Segundo a Faculdade Mauá - SP torna-se quase inconcebível a visão de um mundo sem a energia elétrica, energia que é a matéria- prima básica do engenheiro eletricista. Anteriormente denominado engenheiro eletrotécnico, o atual engenheiro eletricista atua na geração, distribuição e conversão eficiente da energia elétrica. Muito além da geração convencional (hidráulica ou térmica), hoje é ponto obrigatório a análise de fontes alternativas de energia (eólica, solar). Cada vez mais, as unidades geradoras de pequeno porte estão presentes, levando a desafios crescentes na área de distribuição da energia, convergindo para redes inteligentes e toda uma nova regulamentação do setor. Esses aspectos são ainda mais evidenciados pela imensidão territorial de nosso país. Paralelamente, é cada vez mais comum, e sustentavelmente necessário, que sistemas motrizes impulsionados por combustíveis fósseis sejam substituídos por motores elétricos, como presenciamos na indústria dos meios de transporte. Mercado de Trabalho Segundo o Guia do Estudante "A engenharia como um todo está crescendo muito no país, e isso inclui a elétrica. Há cerca de dez anos que não temos problemas com empregabilidade, e isso acontece porque a Engenharia Elétrica lida com dois aspectos essenciais para a sociedade, que são a energia e a informação", afirma José Antenor Pomilio, coordenador do curso da Unicamp.

11 Elétrica A área de transmissão e distribuição vive um momento importante de renovação dos profissionais que ocuparam os cargos nos anos 1970, quando o setor teve um crescimento muito grande. Além disso, as áreas de pesquisa e desenvolvimento em empresas de energia, computação e telecomunicações também contratam o profissional. Setores alternativos, como o mercado financeiro, procuram por esse engenheiro. Concessionárias de energia, construtoras, empresas de tecnologia da informação são empregadoras do bacharel. Existe oferta de vagas em todo o país. Apesar disso, as regiões Sul e Sudeste possuem polos industriais bem desenvolvidos e concentram as melhores oportunidades. O salário inicial de um profissional nesta área é de R$ 3.060,00 (6 horas diárias; fonte: Crea-SP). A diferença entre o Tecnólogo e o Técnico A diferença entre os dois cursos, é basicamente, que o tecnólogo possui uma formação mais sólida por ser um curso de nível superior. O profissional terá um conhecimento maior sobre a automação industrial como um todo, também terá conhecimentos sobre a área administrativa. Podemos destacar que o curso de tecnólogo possui uma carga horária maior do que o curso técnico. Tecnólogo em Automação Industrial Segundo o SENAI-SP, o tecnólogo em automação industrial, é capaz de planejar, desenvolver e implementar soluções em sistemas de automação industrial, praticando ações empreendedoras em projetos empresariais de modo coorporativo, administrando recursos humanos e tecnológicos. Aprimorando as condições necessárias de acordo com as normas brasileiras, sobre qualidade, saúde e meio ambiente. A duração do curso é de 3 anos, com a carga horária de 2400 horas, incluindo 400 horas de estágio obrigatório.

12 Técnico em Automação Industrial Segundo o Centro Paula Souza, o técnico em Automação Industrial é capaz de projetar, instalar, programar, integrar e realizar manutenção em sistemas aplicados a automação e controle; analisar especificações de componentes e equipamentos que compõem sistemas automatizados; coordenar equipes de trabalho e avaliar a qualidade de dispositivos e sistemas automatizados. Programar, operar e mantém os sistemas automatizados respeitando normas técnicas de segurança. A duração do curso é de 2 anos, com a carga horária de 1320 horas, incluindo 400 horas de estágio obrigatório. Os quatro cursos técnicos na tabela acima, são interligados entre si, por serem de mesma base tecnológica. Ou seja, os cursos são parecidos, mas com sua ênfase modificada. Exemplos com base na análise de conceitos publicados pelas faculdades/Universidades de Eng.Elétrica. Fonte: Tabela feita através das pesquisas feitas pela Professional Future

13 O técnico em eletrotécnica, terá conhecimentos médios sobre todas as áreas de nível técnico da figura, mas sua ênfase será a de elétrica de potência. Poderá atuar no planejamento, operação de sistemas elétricos, desde sua geração até a transmissão e a distribuição de energia. O técnico em mecatrônica terá conhecimentos médios sobre todas as áreas de nível técnico da figura, mas sua ênfase será voltada mais a eletrônica, programando robôs e automatizando processos industriais. O técnico em eletroeletrônica também terá conhecimentos médios sobre todas as áreas de nível técnico da figura, mas sua ênfase será sobre a eletrônica e micro-eletrônica, voltada a projetar circuitos em placas eletrônicas para diferentes utilizações. O técnico em Automação Industrial também terá conhecimentos médios sobre todas as áreas de nível técnico da figura, mas sua ênfase será a de projetar equipamentos eletrônicos destinados à automação de linhas de produção industrial. A partir dos técnicos, os tecnólogos, que possuem um conhecimento mais sólido, na teoria e pratica, além dos conhecimentos administrativos. E a Engenharia Elétrica, é a união de todos esses cursos, sendo muito mais complexa com suas ênfases em todos os ramos ligados à eletricidade. A Engenharia De acordo com o que diz Carlos Roberto da Silva Filho, coordenador do curso de Engenharia Elétrica do Instituto Superior Tupy, unidade da Sociesc em Joinville o egresso do curso de Engenharia Elétrica é habilitado a atuar em diversos segmentos no mercado de trabalho porque as áreas de concentração do curso são focadas na formação de profissionais com o perfil desejado atualmente no mercado, promovendo o desenvolvimento tecnológico, sócio-econômico e ambiental da sociedade. Ele também fez um breve resumo dizendo que as áreas de concentração do curso são oriundas da eletrotécnica (potência e energia), formando engenheiros aptos a planejar e operar sistemas elétricos, desde a geração até a transmissão e a distribuição de energia. Os focos de estudo definidos pelo colegiado do curso abrangem projetos elétricos e sistemas de potência (projetos para aplicação em indústrias, comércio e concessionárias de energia elétrica), novas tecnologias em engenharia elétrica (estudo de novas tecnologias que possibilitem o desenvolvimento de aplicações inovadoras na área de energia), eficiência energética (melhora da eficiência energética de instalações, equipamentos ou mudanças nos hábitos de consumo de energia elétrica) e fontes e tecnologias alternativas de energia (estudo de novos tipos de geração e aplicação de energia baseados em tecnologias não usuais).

14 Relações S egundo o site G1, o profissional responsável por construir imagens e reputações não pode ignorar o poder das redes sociais. Twitter, facebook e outros canais de comunicação não convencionais ajudaram a expandir o mercado para os profissionais formados em relações públicas. "O conceito das mídias sociais é um espaço que veio para ficar. Antes o Orkut era a grande moda, hoje está fora de linha e o facebook é a grande ferramenta. Tudo isso vai passar, com certeza, mas a necessidade de dialogar nesses espaços veio para ficar", diz Luiz Alberto de Farias, professor e presidente da Associação Brasileira de Relações Públicas. Para Farias, cada vez mais as empresas entenderam que além de ter um bom produto ou um bom serviço, é necessário ter um nome respeitado no mercado. Por isso estes profissionais [formados em relações públicas] têm sido demandado de uma maneira bem significativa nos últimos tempos. Hoje estamos em um excelente momento. Para poder atuar, o profissional precisa concluir a graduação de quatro anos que inclui base de disciplinas de ciências humanas e aulas práticas de fotografia, vídeo, planejamento, artes gráficas entre outras. Farias lembra que para se dar bem na carreira há o mito de que o relações públicas deva ter fluidez, eloquência e facilidade para discursar em público. Essas virtudes são boas para qualquer profissão, inclusive para relações públicas. Porém, a principal característica é a capacidade de gerenciamento de conflitos e de planejamento. Além da graduação, é fundamental que o profissional tenha domínio de idiomas como inglês e espanhol. Farias sugere que experiências em atividades comunitárias também podem ajudar a construir um currículo fora do convencional, além de fazer diferença durante a atuação no mercado, no momento de gerenciar uma crise, por exemplo.

15 Públicas Diferentes atuações Apesar de ser comum encontrar jornalistas trabalhando como assessor de imprensa, Farias garante que esta é uma função originalmente do relações públicas. Enquanto o jornalista é habilitado para apurar fatos, transmiti-los e formar opinião, o relações públicas é direcionado para a instituição e tem a função de gerenciar a percepção da empresa, fazendo com que ela seja bem aceita interna e externamentre. Ainda no campo da comunicação, a publicidade, de acordo com o professor, trabalha com uma visão promocional de um determinado produto ou serviço da organização e tem a missão de gerar desejo e consumo. "No mercado brasileiro, às vezes, estas funções se misturam e se confundem. Nas últimas décadas, a área de jornalismo se aproximou muito das funções de relações públicas", afirma Farias.

16 Dicas para fazer boas escolhas profissionais: Algumas dicas foram levantadas pelo nossos parceiros do Educar para Crescer e serão repassadas aqui na Professional Future : 1. Identificar a área de interesse na escola 2. Conhecer-se com profundidade 3. Informar-se! 4. Conversar com a família 5. Procurar profissionais do mercado 6. Visitar universidades 7. Diferenciar profissão e carreira 8. Projetar-se no futuro 9. Evitar idealizações 10. Identificar seus pontos fortes e fracos 11. Procurar um orientador vocacional 12. Escolher com calma

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20 Atualmente com a agitada rotina de estudos, os jovens tendem cada vez mais a abandonar os bons hábitos alimentares. É feita, então, uma alimentação altamente calórica com base em gordura, carboidratos ruins e açúcares/produtos industrializados, ignorando quase ou completamente alimentos com nutrientes e vitaminas essenciais para uma vida saudável.

21 Embora muitos achem que o consumo dos tais industrializados é somente por haver grande disponibilidade no mercado, é desprezado o fato que o modo de preparo deles é feito exatamente para instigar o sentido humano, ou seja, manipular visualmente e também ao paladar da pessoa. Por que os alimentos industrializados são os preferidos? São adicionados corantes e gorduras para que o alimento fique atraente e com um gosto mais apreciável. A nutricionista Claudia Carmello explica como funciona esse procedimento em entrevista para a Revista Professional Future: " Nosso cérebro nos recompensa com doses de dopamina cada vez que comemos algo bem calórico, energético. É que no passado isso era questão de sobrevivência - havia pouca comida disponível, então quanto mais calórica ela fosse, melhor. A massa cinzenta dá essa mesma recompensa dopamínica depois do sexo ou de drogas pesadas. Por isso mesmo basta experimentar qualquer uma dessas coisas uma única vez para ter vontade de repetir. Com comidas energéticas, recheadas de carboidratos ou gorduras, não é diferente, você sabe. É impossível comer um só." A indústria da comida nunca produziu tanta tranqueira. Os preços, muitas vezes mais acessíveis, auxiliam na compra e consumo desregulado dos alimentos ruins. A mídia como sempre exerce papel fundamental ao tratar de expor todo o tipo de comida gordurosa, e existe ainda a fácil disponibilidade de se encontrar as famosas redes fast-food, casas de doce (vulgo bomboniere), entre outros.

22 Como o jovem e até mesmo as crianças, adultos e idosos podem fazer para resistir às tentações, ou ainda, como controlar a gula?

23 Confira algumas dicas que David Kessler dá em seu livro ensinando as pessoas a manterem-se longe dos alimentos mais engordativos. 1) Planeje quando e o que vai comer: a ideia é inibir os desejos da mente e não acionar o gatilho da compulsão. Ao experimentar novos padrões, tudo poderá ficar mais fácil. 2) Pratique o controle: coma metade à que está acostumado. Sinta-se como ficou uma ou duas horas depois. A medida correta de uma porção o deixará sem fome por cerca de quatro horas. 3) Liste as comidas e as situações em que você perde o controle. Corte estes alimentos. Limite a exposição a essas situações. 4) Converse com as suas urgências e aprenda respostas aos seus pensamentos involuntários: vou comer isso que só vai me causar satisfação momentânea? Vou cair nesta armadilha? Ficarei mais feliz se eu não comer isso. 5) Repense sempre as escolhas corretas. Antes de entrar num restaurante, imagine-se escolhendo um jantar que seja parte do seu plano alimentar. Pense como se fosse um jogo contra um adversário muito poderoso. Você não vencerá todas as vezes, mas ganhar de vez em quando o tornará um jogador bem melhor. Outras dicas que a Professional Future dá pra você, jovem, é: Não ao radicalismo. Corte alimentos gordurosos aos poucos de modo com que seu corpo acostume e não haja deslizes; Mesmo se o seu almoço ou jantar parar em um fast-food, veja: até o McDonalds trabalha com porções de salada!; Se dê a chance de saborear alguma vez na semana um doce ou algum alimento que você goste muito; Saiu com os amigos e estão indo para uma pizzaria: controle-se, coma um ou dois pedaços. Agora essa dica vale ouro: Eu controlo meus desejos, mas meus desejos não me controlam!

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