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ARTE EGÍPCIA. ARQUITETURA Estava ao serviço da teocracia do Faraó, das divindades e da crença na vida após a morte: Palácio – morada do deus vivo Túmulo.

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1 ARTE EGÍPCIA

2 ARQUITETURA Estava ao serviço da teocracia do Faraó, das divindades e da crença na vida após a morte: Palácio – morada do deus vivo Túmulo – morada dos mortos Templo – morada dos deuses

3 MASTABA TIDA INICIALMENTE, COMO TÚMULO DE REIS, TORNOU-SE A ÚLTIMA MORADA DE SACERDOTES E NOBRES. ERA CONSTITUÍDA PELOS SEGUINTES ELEMENTOS: CÂMARA FALSA OU SERDAB CAPELA OU SALA DE OFERENDAS CÂMARA FUNERÁRIA

4 PIRÂMIDE A mastaba deu origem a construções tumulares mais complexas. A partir do 3º milénio do Império Antigo, surgiram as pirâmides: Pirâmide de degraus formada por sucessões escalonadas de mastabas, a mais conhecida é a de Zozer, construída em Sacará por Imhotep. A pirâmide de degraus conheceu outra variante a Romboidal. Todas estas construções evoluíram até à Pirâmide de faces lisas.

5 PLANTA TIPO DE UMA PIRÂMIDE Uma entrada que dava para uma multiplicidade de acessos e corredores e becos sem saída. As câmaras funerárias, local onde se encontravam as múmias. Outras divisões para guardar bens variados. Canais de ventilação para o arejamento.

6 PIRÂMIDE DE ZOZER Construída por volta de 2685 a.C. ESTRUTURA: Amontoado de seis mastabas, de 60 metros de altura. No Interior, uma pequena câmara selada e divisões imitando o palácio real, com portas e janelas Exterior, uma muralha de 545 metros de comprimento, 277 de largura e 10 metros de altura. TÉCNICAS E MATERIAIS Construção maciça com blocos de calcário aparelhado Interior cheio com camadas de cascalho, paramentado com calcário fino.

7 PIRÂMIDE DE DAHSHUR Dedicada ao Faraó Snofru da IV dinastia do Império Antigo. ESTRUTURA A meia altura muda a inclinação das suas arestas, a metade de cima parece esmagar a debaixo. Altura total 97 metros e de base 188 metros. TÉCNICAS E MATERIAIS Base da pirâmide era de pedra com os alicerces ligeiramente inclinados para o interior, a fim de evitar desmoronamentos e para garantir a estabilidade da construção.

8 PIRÂMIDE DE QUÉOPS ESTRUTURA Base quadrada, de m 2 faces com um ângulo de inclinação de 52º graus. 146,6 metros de altura, as paredes eram lisas, revestidas a calcário branco ou granito. Superfícies laterais orientadas para os pontos cardeais. Entrada a 16 m do solo, virada para norte. Corredores inclinados e ascendentes, que dão acesso à serdab e à câmara funerária. Serdab e câmara tinham grandes dimensões e eram cobertas por uma grande laje de forma prismática que ficava perto do centro da construção. Tinha múltiplos acessos à câmara funerária; canais de ventilação; câmaras inacabadas. TÉCNICAS E MATERIAIS Os blocos de pedra eram talhados cuidadosamente e ajustados, o espaço entre eles era cerca de 0,5 mm ligados por uma argamassa de argila. Os blocos estavam dispostos em fiadas inclinadas para o interior O material utilizado era o granito, o calcário e o alabastro.

9 CORTE DA PIRÂMIDE DE QUÉOPS 1.Canais de ventilação 2.Câmara Do faraó 3.Corredores 4.Câmara funerária subterânea falsa 5.Grande galeria 6.Câmara da rainha

10 HIPOGEU A partir do Império Novo, a corte Faraónica mudou-se para o Alto Egipto, os túmulos dos reis, rainhas e príncipes passaram a localizar-se nos flancos rochosos das estreitas margens do Nilo. A mais bela sepultura deste tipo pertence à rainha Nofertari. Estas obras para a vida post mortem foram criadas segundo projectos que obedeciam a rigorosas concepções astronómicas e estéticas. Com estas regras os egípcios criaram um genuíno estilo arquitectónico.

11 PLANTA E CORTE DO HIPOGEU DA RAINHA NOFERTARI ESTRUTURA Na entrada um pórtico, com uma porta talhada na pedra e selada. Interiormente é composto por um longo corredor, em direcção à sala do sarcófago, por uma sala com colunas esculpidas na própria rocha, precedida por uma antecâmara, onde o Faraó era sepultado, e pela capela, situada no fundo, onde está a estátua do morto. a) Escadaria com 18 degraus, talhada no calcário da montanha. b) Antecâmara com 5.30m de lado que servia para colocar os objectos e mobiliário. c) Anexo d) Sala rectangular de 5 por 3m. e) Rampa de 7 m com 18 degraus e um desnível de 3.50m. f) Pequenas divisões anexas. g) Divisão para o sarcófago ou sala dos pilares. h) Pequeno nicho. TÉCNICAS E MATERIAIS Totalmente escavado na rocha, decorado com pinturas e relevos

12 TEMPLOS Os templos para culto aos mortos (templos funerários) Os templos para culto aos mortos (templos funerários) eram capelas mortuárias construídas na proximidade dos túmulos dos Faraós. Erguidos na margem poente do Nilo, abrigavam o Deus Rá, serviam para a ascensão pessoal do soberano e para lhe prestar culto. Os templos consagrados aos deuses. Eram erguidos do lado nascente do rio e no dia do aniversário do deus a quem era dedicado o templo a sua estátua saia da cella e mostrava-se ao povo, numa procissão.

13 PLANOS DE UM TEMPLO EXTERIOR TÉMENOS – área sagrada rodeada por uma alta muralha, função defensiva. PILONES – tinham ranhuras onde se encaixavam os mastros vermelhos que sustentavam bandeiras. OBELISCO – dois pilares monolíticos de secção quadrada que se estreitavam até ao extremo em forma de pirâmide. ESFINGE – duas filas que formam uma avenida monumental.

14 PLANOS DE UM TEMPLO INTERIOR GRANDE PÁTIO – rodeado por colunas, Peristilo que se destinava ao povo. SALA HIPÓSTILA – o tecto era sustentado por um grande número de colunas, estas salas eram reservadas ao sacerdotes. SANTUÁRIO – continha a estátua do Deus, onde o sumo-sacerdote ou o Faraó entravam.

15 Templo funerário de Ramsés III em Medinet Habou pilones 1º pátioperistilo Sala hipóstila 2ª sala hipóstila Serdab ou cella muralha témenos

16 Templo funerário de Ramsés II em Abu-Simbel Quatro grandes estátuas Vestíbulo Com 8 pilares antecâmara Santuário principal Santuário secundários Entrada do templo de Ramsés II

17 Templo de luxor A- obelisco de Ramsés II; B- pilones; C- pátio de Ramsés II; D- colunata de Amenófis III; E- pátio de Amenófis III; F- sala hipóstila; G- santuário

18 MOTIVOS DECORATIVOS A VEGETAÇÃO CONSTITUIU A ORNAMENTAÇÃO TÍPICA DA ARQUITECTURA EGÍPCIA. AS COLUNAS DIFERENCIAVAM-SE PELOS CAPITÉIS: PROTODÓRICA HATÓRICA PALMIFORME LOTIFORME PAPIRIFORME CAMPANIFORME COMPÓSITA

19 PALMIFORMECAMPANIFORMECOMPÓSITO

20 A ESCULTURA Utiliza habitualmente, a forma humana nas suas dimensões naturais, com algumas excepções (Deuses Hórus e Anúbis) e algumas esculturas colossais, como os colossos de Mémnon. As posições pouco variam: reis rainhas e deuses estão sentados com uma ou duas mãos pousadas nos joelhos, ou de pé com a perna esquerda avançada, os braços colados ao corpo, ou um dobrado. Eram blocos paralelepipédicos, talhados frontal e lateralmente. Aplicação da lei da frontalidade, implicou uma verticalidade absoluta das figuras que estão sempre de frente, sem qualquer inclinação, e dai pouca expressividade. Quanto às formas, os corpos apresentam-se bem proporcionados, robustos, genericamente jovens, totalmente impessoais, pois só no rosto surge alguns traços individuais. A individualidade é representada por uma inscrição ou uma atitude. Hierarquização social é notada pelo tamanho das figuras e pela sua colocação mais dianteira. O Faraó apresenta sempre símbolos como a cruz ank, o emblema da vida, o ceptro e o pschent ou coifa representando o Alto e Baixo Egipto. Quando coloridas, as esculturas femininas são mais claras e as do Homens mais escuras. Os homens geralmente são representados de tronco nu, com uma tanga, e as mulheres com vestidos.

21 EVOLUÇÃO DA ESTATUÁRIA IMPÉRIO ANTIGO – é caracterizada pela representação realista e pormenorizada da cabeça, enquanto o corpo é mais negligenciado. IMPÉRIO MÉDIO – a estatuária evoluiu e apresentava duas tendências: uma realista e outra idealista. IMPÉRIO NOVO – revolução amarniana revelou novos cânones (naturalismo).

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24 RELEVO LOCALIZAÇÃO Nas paredes (interna e externamente) Nos pilones Nos obeliscos Nas colunas Nas esculturas etc. TEMAS Vida quotidiana Religiosa Política

25 Estes estavam limitados por convenções formais. Lei da frontalidade Hierarquização social e religiosa Apresentam uma grande simplicidade e clareza – comunicação das imagens. Não tinham profundidade – bidimensional

26 ASPECTO TÉCNICO O egípcios empregaram duas espécies de baixos relevos: Baixo relevo normal – no qual se escavava o fundo à volta das figuras; Baixo relevo em profundidade (ou relevo gravado) – onde as figuras são cercadas por um contorno mais profundo, dando-lhes a sombra do sulco mais realce e protecção. Esta técnica é mais adaptada as paredes exteriores, enquanto o normal é para as interiores.

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28 PINTURA A pintura esta presente em toda a arte egípcia, desde a cerâmica, arquitectura, estatuária, relevo, papiro, sarcófagos. OS CÂNONES FORMAIS Na generalidade, as figuras são contornadas por um traço vermelho, para destacar a silhueta do fundo. Os olhos sublinhados a tinta preta são acentuados por uma linha curva delineando a pálpebra e prolongando-a Usavam essencialmente cores puras. As cores tinham um sentido simbólico

29 EVOLUÇÃO DA PINTURA Do naturalismo passa para a procura de uma maior perfeição. Maior gama de cores, novas posições das figuras. Gosto pela simetria da composição SUPORTE As paredes eram cobertas por uma ligeira camada de estuque ou barro, para as nivelar e também para melhor aderir as tintas.

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