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REPRESENTAÇÃO – PERCEPÇÃO - LOCOMOÇÃO OBJECTIVOS Representar um determinado percurso explorando temas: métodos representação – percepção - locomoção (a)

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Apresentação em tema: "REPRESENTAÇÃO – PERCEPÇÃO - LOCOMOÇÃO OBJECTIVOS Representar um determinado percurso explorando temas: métodos representação – percepção - locomoção (a)"— Transcrição da apresentação:

1 REPRESENTAÇÃO – PERCEPÇÃO - LOCOMOÇÃO OBJECTIVOS Representar um determinado percurso explorando temas: métodos representação – percepção - locomoção (a) Estar especialmente atento e exemplificar a importância do movimento / passeio arquitectónico (b) Ter em conta / manipular os seguintes elementos e aspectos condicionam a nossa percepção e movimento: Esquinas – Planos (Chão. Paredes. Tectos) – Ponto nó/ Fronteira – Aproximação – Interacção objectos

2 IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO NósNós movemo-nos continuamente enquanto percepcionamos o espaço (andar, carro, movimento olhos, etc.) ParâmetroParâmetro do tempo é assim de grande influência - Assim, a nossa capacidade de orientação no espaço está ligada á maior ou menor facilidade com que nós relacionámos e identificamos determinados elementos espaciais com o nosso corpo em movimento ExplorarExplorar assim representações fixas e representações dinâmicas (com movimento) para poder estudar, analisar e descrever a experiência de estar nesses espaços e de nos movermos nesses espaços

3 APROXIMAÇÃO, INTERACÇÃO E CAMINHO IMPORTÂNCIAIMPORTÂNCIA QUE A APROXIMAÇÃO A UM ESPAÇO POSSUI PARA A NOSSA EXPERIÊNCIA TOTAL DESSE ESPAÇO - Conexões visuais feitas pelo observador relativamente às suas motivações, sendo a localização chave no ponto de aproximação inicial. POTENCIALPOTENCIAL DE INTERACÇÃO OFERECIDO - O que é percepcionado que os objectos e superfícies oferecem em termos de interacção e potencial interacção: os objectos que direccionam a nossa locomoção, particularmente passeios, soalhos e esquinas... IMPORTÂNCIAIMPORTÂNCIA DO TRILHO - O trilho é a primeira aproximação ao espaço. O caminho é o chão (superfície) com o qual o observador está em constante interacção. O caminho é a superfície que permite (oferece) locomoção. As vistas e as esquinas são ligadas através do caminho.

4 SINESTÉTICA QUALQUER COMPREENSÃO DO ESPAÇO EMANA DO NOSSO CORPO / RECIPROCIDADE FORMA COMO NÓS EXPERIMENTÁMOS O ESPAÇO ATRAVÉS DOS SENTIDOS o todo é mais do que a soma das partes AFFORDANCE AFFORDANCE - A propriedade de dar ou proporcionar de um objecto é percepcionado rapidamente como a sua forma ou cor MOTIVAÇÃO -Pessoas constroem e exploram o meio que os rodeia em termos de motivos e interesses, e agem de acordo com as suas definições das situações

5 OBJECTIVOS EXPLORAR O QUE UM DETERMINADO PLANO PROPÍCIA? - COMO É QUE AQUILO QUE ELE OFERECE PODE MUDAR ATRAVÉS DA SUA IMAGEM? COMOCOMO É QUE ESSE PLANO PODE AFECTAR A EXPERIÊNCIA HOLÍSTICA DE CIDADE? PODEMOSPODEMOS UTILIZAR SIMPLES SUPERFÍCIES E IMAGENS PARA MANIPULAR TRILHOS ATRAVÉS DO ESPAÇO?

6 MODELO A TER EM CONTA I 6 PROPOSIÇÕES PARA CONSTRUIR UM MODELO DE PERCEPÇÃO DE LUGAR: OS LUGARES OFERECEM – COMUNICAM ATRIBUTOS - PARA ALÉM DAS SUAS CARACTERÍSTICAS SIMBÓLICAS E CULTURAIS (L.Kahn) AS IMAGENS (SIGNOS) INFLUÊNCIAM FORMA COMO UTILIZAMOS E COMPREENDEMOS ESPAÇO A MOTIVAÇÃO DO UTILIZADOR É IMPORTANTÍSSIMA PARA PERCEPÇÃO A ORIENTAÇÃO ESTÁ LIGADA RELAÇÃO ENTRE ELEMENTOS ESPACIAS, CORPO/MOVIMENTO PROFUNDIDADE E TEMPO TÊM INFLUÊNCIA DECISIVA

7 MODELO A TER EM CONTA II ASSIM: AS PESSOAS PERCEPCIONAM OS ESPAÇOS COMO UM FLUXO DE OBJECTIVOS ENCAPSULADOS: SENDO O ASPECTO DOMINANTE DE UM CAMINHO A EXPERIÊNCIA IMEDIATAMENTE ANTERIOR AO FIM E A EXPERIÊNCIA INICIAL ASAS ESQUINAS QUE INTERFEREM NO CAMPO DE VISÃO TORNAM-SE IMPORTANTES PORQUE ELAS OBSTRUEM OU REVELAM OS OBJECTOS E MOTIVAM UMA LOCOMOÇÃO CONTÍNUA DE UMA SÉRIE DE ESPAÇOS

8 O ESTUDO DA PERCEPÇÃO PARA A ARQUITECTURA E O URBANISMO - ANTIGUIDADE PASSEIOSPASSEIOS ESPACIAIS ESTRUTURADOS NA ACRÓPOLIS TRADICIONAIS CASAS DE CHÁ JAPONESAS SEQUÊNCIAS TEATRAIS DOS GRANDES JARDINS INGLESES DO SÉCULO XVIII NOTAR -O EXCESSIVO RELEVO DAS DIMENSÕES INTELECTUAIS E DE CONCEPÇÃO DA ARQUITECTURA PODEM CONTRIBUIR PARA O DESAPARECIMENTO DA ESSÊNCIA FÍSICA, SENSUAL E CORPORAL DA ARQUITECTURA

9 ELEMENTOS DA PAISAGEM CULTURAL DA CIDADE AsAs ilhas, os enclaves e áreas não estruturadas formam um mar sem fim de zonas de densidade, homogeneidade e composição variáveis A orientação seria impossível nestas zonas sem um sistema de linhas e pontos que dão ao todo direcção e o tornam legível OsOs corredores formam as linhas no sistema. Os pontos são formados pelas praças, pontos de referência e outros sistemas concentrados sob a forma de totalidade reunida Cidade sinestética... Baseada na percepção colectiva, um plano que possa mudar ao longo do tempo de forma a acomodar as inevitáveis flutuações sociais, económicas, culturais...

10 ESQUINAS APROXIMAÇÃO CHÃO FRONTEIRA INTERACÇÃO MANIPULAR / COMPOR PARA AUMENTAR NÍVEL COMUNICAÇÃO Pressão para o observador questionar o que é que os objectos oferecem PLANOS HORIZONTAIS AO NÍVEL DO CHÃO: caminhar em cima deles (eu posso andar onde o chão existe) PLANOS VERTICAIS (PAREDES): protecção e enclausuramento PLANOS HORIZONTAIS ACIMA DA ALTURA DA CABEÇA (TECTO): abrigo DETERMINADOS MATERIAIS OFERECEM MELHOR LOCOMOÇÃO DO QUE OUTROS |||| |||| DECISÃODECISÃO NUM PONTO NÓ (FRONTEIRA) ENCORAJA O OBSERVADOR A CONSIDERAR SIMULTANEAMENTE AS RELAÇÕES FAMILIARES E NOVAS ENTRE SUPERFÍCIES E MATERIALIDADE

11 ASPECTOS IMPORTANTES CAMINHOS CAMINHOS Possuir identificação, continuidade e direccionalidade IMAGEABILIDADE IMAGEABILIDADE qualidade... para evocar uma forte imagem no observador Uma cidade com alta imageabilidade é uma cidade que ao longo do tempo pode ser compreendida como uma série de partes distintas bem conectadas

12 ASPECTOS IMPORTANTES A TER EM CONTA NO EXERCÍCIO TOMAR OS CINCO ELEMENTOS DE LYNCH: DISTRITO, CAMINHO, FRONTEIRA E PONTO DE REFERÊNCIA SOBREPOR GRELHA DE TEORIA PERCEPTUAL DE OFERECIMENTO E LOCOMOÇÃO PERCEPÇÃO / IDENTIFICAÇÃO CADA CAMINHO É ANALISADO COMO PARTE DE UM FLUXO COM UMA VISTA DE ORIENTAÇÃO E UM NÓ MARCADO POR UM PONTO DE REFERÊNCIA PONTOS DE REFERÊNCIA E NÓS SÃO DELIBERADAMENTE OBSTRUTIVOS DE FORMA A CRIAR TENSÃO ENTRE OS ESPAÇOS O SISTEMA DEVE SER CONCEBIDO DE FORMA A SER PERCEPCIONADO COMO UM TODO QUANDO SÓ PARTES DELE PODEM SER VISTAS. O OBSERVADOR ESTAR CONSCIENTE ATRAVÉS DA ARTICULAÇÃO DOS ELEMENTOS E ATRAVÉS DO SEU MOVIMENTO DA CONTINUIDADE DA ESTRUTURA PARA ALÉM DAS FRONTEIRAS ||| |||

13 ASPECTOS IMPORTANTES A TER EM CONTA NO EXERCÍCIO IDENTIFICAR QUALIDADES DE ZONAS DE CIDADE (DESTRITOS, ILHAS, FREGUESIAS, QUARTEIRÕES, ZONAS COMÉRCIO) USO, DENSIDADE, MATERIAL, ETC.: CONCENTRAR CARACTERÍSTICAS DE FORMA A CRIAR ILHAS IDENTIFICÁVEIS COM FRONTEIRAS FORTES OBJECTIVO É AUMENTAR A PERCEPÇÃO / IDENTIFICAÇÃO CAMINHOS E VISTAS IDENTIFICAR PONTOS CHAVES PARA ENCONTRAR VISTAS QUE POTENCIALMENTE POSSAM ORIENTAR O OBSERVADOR E MOTIVAR AO DESLOCAMENTO MANIPULAR ESTAS VISTAS DE FORMA A CONTROLAR O MOVIMENTO AO LONGO DO CAMINHO MANIPULAR AS SUPERFÍCIES DO ESPAÇO URBANO (LUGARES) IDENTIFICANDO AS SUAS ESQUINAS (FRONTEIRAS) E MARCAR O TERRENO EM PONTOS DE NÓ PARA OFERECER UM SENTIDO ORIENTAÇÃO


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