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Valeska Virgínia Soares Souza (UFMG) artigo publicado em Língua Escrita, n. 2, dezembro de 2007, p. 55-69. resumo preparado por Gonzalo Abio, junho de.

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1 Valeska Virgínia Soares Souza (UFMG) artigo publicado em Língua Escrita, n. 2, dezembro de 2007, p resumo preparado por Gonzalo Abio, junho de

2 DUAS PARTES PRINCIPAIS DO ARTIGO: - Apresentação de diversos conceitos sobre letramento digital. -Análise do impacto de um curso de letramento digital de professores de inglêsEnglish for All Pro. O letramento digital de professores, entendido como prática social, é um processo múltiplo e complexo, pois usar recursos tecnológicos diversos nas aulas requer uma combinação de letramentos plurais.

3 Tanto as pesquisas sobre usabilidade (Ex. Ribeiro, 2006) quanto as de gêneros digitais [Ex. (Assis, 2005), chat (Santos, 2005), blog (Ruiz, 2005), Marcuschi, 2005), apontam para o letramento digital. Apresentação de diversos conceitos sobre letramento digital. A COMPREENSÃO DOS TEXTOS SEJAM EM PAPEL OU NA TELA DO COMPUTADOR NÃO SERÃO MUITO DIFERENTES SE O LEITOR TEM O LETRAMENTO SUFICIENTE PARA NAVEGAÇÃO (E ESTÁ FAMILIARIZADO COM O GÊNERO)

4 O QUE É LETRAMENTO TECNOLÓGICO OU DIGITAL? Não é fácil de definir. Dois exemplos para mostrar a diversidade de conceitos: -Ampliação do leque de possibilidades de contato com a escrita também em ambiente digital (tanto para ler quanto para escrever) (Coscarelli e Ribeiro, 2005, p. 9). -Certo estado ou condição que adquirem os que se apropriam da nova tecnologia digital e exercem práticas de leitura e de escrita na tela diferente do estado ou condição do letramento dos que exercem práticas de leitura e de escrita no papel (Soares, 2002, p. 151).

5 O QUE É LETRAMENTO TECNOLÓGICO OU DIGITAL? Alguns conceitos com uma visão restrita (que não considera a prática social culturalmente constituída) Esta definição tem o foco na informação Usar a tecnologia digital, ferramentas de comunicação, e /ou redes para acessar, gerenciar, integrar, avaliar, e criar informação para funcionar em uma sociedade do conhecimento (Educational Testing Service, 2002 apud Serim, 2002). Serie de habilidades que requer dos indivíduos reconhecer quando a informação faz-se necessária e ter a habilidade de localizar, avaliar e usar efetivamente a informação necessária (Association of College & Research Libraries, 2003 apud Cesarini, 2004).

6 Uma complexa série de valores, práticas e habilidades situados social e culturalmente envolvidos em operar linguísticamente dentro de um contexto de ambientes eletrônicos que incluem leitura, escrita e comunicação... Nesse contexto, letramento digital refere-se aos contextos social e cultural para discurso e comunicação, bem como os produtos e práticas linguísticos e sociais de comunicação, e os modos pelos quais os ambientes de comunicação tem-se tornado partes essenciais de nosso entendimento cultural do que significa ser letrado (Selfe, 1999, p. 11).

7 Letramentos digitais são formas diversas de prática social que emergem, evoluem, transformam-se em novas práticas e, em alguns casos, desaparecem, subtituídas por outras (Lankshear; Knobel, 2005). Competências básicas para adquirir letramento digital (Gilster, 1997): -Avaliação crítica do conteúdo que encontramos na rede; -Ler usando o modelo não-linear ou hipertextual -Saber associar informações vindas de diversas fontes. -Desenvolver habilidades de buscas.

8 Entendemos letramento digital como um conjunto de competências necessárias para que um indivíduo entenda e use a informação de maneira crítica e estratégica, em formatos múltiplos, vinda de variadas fontes e apresentada por meio do computador, de maneira crítica e estratégica, sendo capaz de atingir seus objetivos, muitas vezes compartilhados social e culturalmente (Souza, 2007, p. 70) Letramentos digitais (LD) são conjuntos de letramentos (práticas sociais) que se apóiam, entrelaçam, e apropriam mútua e continuamente por meio de dispositivos digitais para finalidades específicas, tanto em contextos socioculturais geograficamente e temporalmente limitados, quanto naqueles construídos pela interação mediada eletronicamente ((Buzato, 2006, p. 16).

9 A PESQUISA: LETRAMENTO DIGITAL DE PROFESSORES DE INGLÊS NO CURSO ENGLISH FOR ALL PRO Participantes: 17 professores de inglês da Rede Pública do Pólo Triângulo, MG. Uma parceria entre um instituo de idiomas, a Superintendência Regional de Ensino do município e a embaixada de Estados Unidos no Brasil. O curso aborda 4 aspectos: -Desenvolvimento linguístico; -Capacitação relacionada ao processo de ensino e aprendizagem; -Formação teórico-crítica; -Discussão sobre aspectos culturais de Estados Unidos e Brasil.

10 TRÊS FASES DA PESQUISA 1ªFase: 1ªFase: - Questionário inicial (coleta de informações dos participantes) (n = 17) - Questionário inicial (coleta de informações dos participantes) (n = 17) - Entrega do programa - Entrega do programa - Encontros instrucionais com tarefas específicas (gravado em vídeo). - Encontros instrucionais com tarefas específicas (gravado em vídeo). 2ª Fase: 2ª Fase: - Outros 3 encontros com realização de tarefas (local: sala de informática de uma escola estadual). - Outros 3 encontros com realização de tarefas (local: sala de informática de uma escola estadual). 3ª Fase (1 ano após o termino do curso): 3ª Fase (1 ano após o termino do curso): - Reencontros com as professoras (I e II) (aplicação de questionário para compreender o possível impacto do curso de letramento digital, aplicação de tarefas e conversas com os participantes). - Reencontros com as professoras (I e II) (aplicação de questionário para compreender o possível impacto do curso de letramento digital, aplicação de tarefas e conversas com os participantes).

11 RESULTADOS – O QUE PODE TER DETERMINADO UM IMPACTO MAIOR OU MENOR NO PROCESSO DE LETRAMENTO DIGITAL DOS PARTICIPANTES? Fatores pouco claros -Assiduidade -Cumprimento das tarefas -Conhecimentos sobre computadores e Internet ao início do curso. -Parece que o conhecimento da língua inglesa teve algum papel na apropriação das ferramentas utilizadas. -Interesse pela interação e comunicação * mais importante. (5 professoras que tiveram impacto significativo). -Apropriação dos recursos tecnológicos para uso na vida pessoal ou profissional, mas poucos os utilizaram no âmbito de sala de aula, alegando falta de recursos ou de incentivo por parte das instituições públicas.

12 CONCLUSÕES O processo de letramento digital demanda competências de abrangências distintas. O que ainda não sabemos é como esses elementos se organizam e se poderemos, algum dia, delimitá-lo e, mesmo assim, qual a validade de um enquadramento. Tais elementos, micro ou macro, são combinados e recombinados para que o usuário ou usuária de computador e de Internet possa se apropriar de uma dada tecnologia. Isso geralmente acontece devido à necessidade ou ao interesse (p. 66) (Cont.) (Cont.)

13 CONCLUSÕES (cont) Não nos parece relevante que um professor ou uma professora esteja fora de um padrão pré-definido de letramento digital, pois letramento digital está intimamente relacionado às necessidades desse(a) usuário(a). Devemos assim relativizar esse conceito de domínio da tecnologia uma vez que esta deveria estar a serviço dos professores, e não ao contrário.

14 UMA SUGESTÃO DE LEITURA ADICIONAL BUZATO, Marcelo El Khouri. As (Outras) Quatro Revista Digital de Tecnologia Educacionale Educação a Distância, v.1, n.1, Novembro de 2004, Disponível em:

15 NESSA SUGESTÃO DE LEITURA ADICIONAL (BUZATO, 2004) Autores que têm acompanhado programas de inclusão digital em países do terceiro mundo ao longo dos últimos anos, como Warschauer (2003, p. 46), não hesitam em afirmar que a questão chave (da exclusão digital) não é a desigualdade no acesso a computadores, mas a desigualdade nas maneiras de usar o computador. Analogamente, muitos indivíduos que dispõem de equipamentos associados às práticas interagentes utilizam tais dispositivos à moda dos receptores, seja por falta de familiaridade com as máquinas e as formas de operá-las, pelo apego a certos hábitos de consumo da informação, ou simplesmente porque lhes falta o grau necessário de letramento digital.

16 NESSA SUGESTÃO DE LEITURA ADICIONAL (BUZATO, 2004) enquanto anteriormente os educadores pensavam sobre como utilizar a tecnologia da informação com o propósito de ensinar línguas, cabe-lhes agora também considerar como ensinar língua de tal forma que seus aprendizes possam fazer uso efetivo da tecnologia da informação Shetzer & Warschauer (2000, p. 172 apud Buzato, 2004). Para este autores o domínio técnico de interfaces eletrônicas e dos equipamentos digitais é apenas uma parte do problema. O que está em jogo é um conjunto maior de habilidades de comunicação, construção e leitura/pesquisa que os educadores precisam adquirir e ajudar seus aprendizes a desenvolver.

17 Sugiro visitar também a página com publicações de Sugiro visitar também a página com publicações de Mark Warschauer: _papers.php (ver por exemplo o texto dele "Digital Divide", 2010).

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