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Procesamiento de minerales I Seleção ou cata Maria Luiza Souza Montevideo – Porto Alegre 12-16 Agosto 2013 1 UNIVERSIDADE DE LA REPUBLICA – URUGUAY UFRGS.

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1 Procesamiento de minerales I Seleção ou cata Maria Luiza Souza Montevideo – Porto Alegre Agosto UNIVERSIDADE DE LA REPUBLICA – URUGUAY UFRGS - DEMIN - BRASIL

2 Capítulo 13 - Seleção ou cata UNIVERSIDADE DE LA REPUBLICA – URUGUAY UFRGS - DEMIN - BRASIL 2 Figura 1- Ilustrações do livro De Re Metallica de Georgius Agricola. Cata manual é o método original para separação de minerais há muitos séculos ! Atributos diferenciadores: cor, textura, brilho, dureza, densidade, etc.

3 Capítulo 13 - Seleção ou cata UNIVERSIDADE DE LA REPUBLICA – URUGUAY UFRGS - DEMIN - BRASIL 3 Figura 2- Seleção manual de diamantes em mina da África do Sul. A cata é parte integrante do processamento de diamantes. Usada nos estágios finais de recuperação, após o minério ser concentrado por meio denso. Atualmente, selecionadores automáticos que empregam fontes de radiação com raios-X, estão entre os mais usados. E a razão é: o diamante se torna luminescente ao ser irradiado por raio-X.

4 Capítulo 13 - Seleção ou cata UNIVERSIDADE DE LA REPUBLICA – URUGUAY UFRGS - DEMIN - BRASIL 4 Tecnologias usadas para a detecção de minerais - Óptica (LP): reconhece minerais industriais, metais preciosos, metais de base e gemas pela cor. - Infravermelho próximo (NIR): reconhece minerais por seus espectros de emissão de cor no infravermelho próximo. - Fluorescência de raio-X (XRF): reconhece diamantes por sua fluorescência. - Luminescência de raio-X (XRL): reconhece diamantes por sua luminescência. - Transmissão de raio-X (XRT): reconhece minerais e carvão por suas densidades atômicas específicas. - Radiometria (RM): reconhece um mineral por sua radioatividade (urânio). - Eletromagnetismo (EM): reconhece o mineral por condutividade elétrica e/ou permeabilidade magnética.

5 Capítulo 13 - Seleção ou cata UNIVERSIDADE DE LA REPUBLICA – URUGUAY UFRGS - DEMIN - BRASIL 5 Figura 3- Equipamento de seleção – TOMRA®. diamante rubi esmeralda tanzanita urânio Exemplo 1 Sensores disponíveis: RM, XRT, NIR, EM, LP.

6 Capítulo 13 - Seleção ou cata UNIVERSIDADE DE LA REPUBLICA – URUGUAY UFRGS - DEMIN - BRASIL 6 Exemplo 2 Figura 4- Equipamento de seleção – Comex®. Imagem óptica Imagem RX Identificação e separação de minerais de tungstênio. Identificação e separação de carvão 5 mm a 20 cm. Imagem RX Filtro óptico Sensores disponíveis: XRT, NIR, LP.

7 Capítulo 13 - Seleção ou cata UNIVERSIDADE DE LA REPUBLICA – URUGUAY UFRGS - DEMIN - BRASIL 7 Figura 5- Equipamento de seleção – Rados®. Exemplo 3 Mn ore Acima: equipamento instalado no Centro de pesquisa da Mintek. Radiometria: RX

8 Capítulo 13 - Seleção ou cata UNIVERSIDADE DE LA REPUBLICA – URUGUAY UFRGS - DEMIN - BRASIL 8 Figura 6- Esquema típico de um selecionador de minerais. Parâmetros típicos - Velocidade CT: 3-6 m/s - Largura CT: 0,6 - 1,5 m - Mecanismo ejector: jatos de ar ou placas móveis - Tamanho mínimo de partícula: cm - Capacidade: t/h - Tamanho máximo de partícula: cm - Capacidade: t/h Exciting System

9 9 Figura 7- Enquanto isso, na Sumitomo em pleno 2013 !! UNIVERSIDADE DE LA REPUBLICA – URUGUAY UFRGS - DEMIN - BRASIL Capítulo 13 - Seleção ou cata Hishikari Mine Toyo smelter Cu Conc ??


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