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Carlos Yukio Suzuki Felipe Issa Kabbach Junior Angela Martins Azevedo

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Apresentação em tema: "Carlos Yukio Suzuki Felipe Issa Kabbach Junior Angela Martins Azevedo"— Transcrição da apresentação:

1 Carlos Yukio Suzuki Felipe Issa Kabbach Junior Angela Martins Azevedo
INFILTRAÇÕES DE PROJETO PARA DIMENSIONAMENTO DE DISPOSITIVOS DE DRENAGEM SUBSUPERFICIAL EM OBRAS VIÁRIAS NO ESTADO DE SÃO PAULO Carlos Yukio Suzuki Felipe Issa Kabbach Junior Angela Martins Azevedo

2 DISPOSITIVOS DE DRENAGEM
Superficial: valetas, sarjetas, bocas de lobo Subsuperficial: drenos rasos longitudinais, camadas drenantes Profunda: drenos profundos, trincheiras Talvegue / travessia: pontes, bueiros Especiais: drenos verticais, reservatórios

3 INTRODUÇÃO FONTES DE ÁGUA NO PAVIMENTO

4 INTRODUÇÃO - FONTES DE ÁGUA NO PAVIMENTO

5 INTRODUÇÃO FONTES DE ÁGUA NO PAVIMENTO
A principal fonte de umidade no interior da estrutura de pavimento é a infiltração pela superfície e bordas da plataforma

6 DEFEITOS RELACIONADOS À UMIDADE
INFILTRAÇÃO – TRÁFEGO – ESTRUTURA Pavimentos asfálticos: Elevada deflexão – baixo raio de curvatura Trincamento por fadiga Redução da capacidade de suporte Desagregação Pavimentos de concreto de cimento portland Bombeamento de finos Trincamento

7 Selagem apropriada da superfície Materiais pouco suscetíveis a umidade
ALTERNATIVAS PARA EVITAR O EXCESSO DE UMIDADE NO INTERIOR DA ESTRUTURA DE PAVIMENTO Selagem apropriada da superfície Materiais pouco suscetíveis a umidade Sistema de drenagem subsuperficial adequado, para retirar a água antes do início do processo de deterioração.

8 ELEMENTOS DE DRENAGEM SUBSUPERFICIAL
Principais componentes: Camada drenante Dreno longitudinal raso Dreno transversal

9 Dreno longitudinal raso:
DIMENSIONAMENTO Camada drenante: Espessura da camada drenante: função da vazão que infiltra na estrutura Dreno longitudinal raso: Espaçamento das saídas dos drenos: relação entre vazão de “entrada” e vazão de “saída”

10 DIMENSIONAMENTO – PROCESSO DE ANÁLISE
Estimativa das vazões de infiltração Verificação do desempenho da “camada drenante” Continuidade hidráulica Tempo de drenagem Determinação do espaçamento das saídas dos drenos

11 DIMENSIONAMENTO – CAMADA DRENANTE
Coeficiente de permeabilidade (k) Espessura efetiva (H) Tempo de drenagem (t)

12 Espaçamento entre saídas
DIMENSIONAMENTO – DLR Espaçamento entre saídas Dreno cego Dreno tubular fi = Fator de infiltração (para pi ≠ 40 mm/h e c ≠ 2)

13 INFILTRAÇÃO DE PROJETO
Métodos de determinação Índice Pluviométrico – Cedergren Infiltração pelas trincas – Ridgeway (FHWA – AASHTO/93) Racional – Infiltração Remanescente

14 MÉTODO DO ÍNDICE PLUVIOMÉTRICO
Cedergren Intensidade pluviométrica: t = 1 h; T = 1 a 2 anos Taxa de infiltração – f (tipo e estado de conservação da superfície do pavimento). 1/3 a 1/2 (0,33 a 0,5) para revestimentos asfálticos 1/2 e 2/3 (0,5 a 0,67) para pavimentos de CCP

15 MÉTODO DO ÍNDICE PLUVIOMÉTRICO
O volume de água que infiltra pela superfície pode ser estimado pela seguinte expressão: Tipo de revestimento Coeficiente de infiltração qi (m3/dia/m2) Asfáltico 1/3 a 1/2 0,32 a 0,48 Rígido 1/2 a 2/3 0,48 a 0,64

16 MÉTODO DE INFILTRAÇÃO PELAS TRINCAS
Ridgeway, Moulton Taxa de infiltração (Ic) de 0,223 m3/dia/m de trincas ou juntas independentemente da intensidade e da duração da precipitação pluviométrica do local. Admite-se que ocorrerá infiltração pelas juntas longitudinais e transversais de construção, bem como pelas trincas que ocorrerão na superfície do pavimento ao longo do período de estudo.

17 MÉTODO DE INFILTRAÇÃO PELAS TRINCAS

18 MÉTODO DE INFILTRAÇÃO PELAS TRINCAS
O volume de água que infiltra pela superfície pode ser estimado pela seguinte expressão: Para Wc = W:

19 MÉTODO DE INFILTRAÇÃO PELAS TRINCAS
Estudo paramétrico: rodovias com diferentes números de faixas; Wc = W; Cs = 5 m, rígido ou flexível Foram consideradas larguras de faixas de rolamento igual a 3,6 m, acostamento externo com 3,0 m e faixa de segurança ou refúgio com 1,0 m. nº de faixas por sentido (N) Nc WC = W (m) qi m3/dia/m2 1 2 6,6 0,112 3 11,2 0,104 4 14,8 0,105 5 18,4

20 MÉTODO DA INFILTRAÇÃO REMANESCENTE
Dimensionamento de drenagem superficial: Método Racional. Bacias que não apresentem complexidade e cuja área de drenagem é de até 200 ha. O coeficiente de escoamento superficial ou de runoff representa o seu grau de impermeabilização. Quanto menor a possibilidade da água precipitada infiltrar-se no solo ou de ficar retida pela vegetação, maior será a parcela que se transformará em Escoamento Superficial Direto, resultando um valor mais elevado para o coeficiente C.

21 MÉTODO DA INFILTRAÇÃO REMANESCENTE
Vazão determinada pela equação: parcela que escoa sobre a via →→ Vazão que infiltra? A parcela que infiltra no pavimento, seja rígido ou asfáltico, é a diferença para que o coeficiente que multiplica a intensidade pluviométrica e a área de drenagem seja igual a 1. Coeficientes C (Superficial) e Ci (Subsuperficial) Essa diferença é denominada infiltração remanescente. Tipo de área de drenagem C Ci Revestimento asfáltico 0,70 a 0,95 0,30 a 0,05 Revestimento rígido 0,80 a 0,95 0,20 a 0,05

22 MÉTODO DA INFILTRAÇÃO REMANESCENTE
Determinação da vazão: Tipo de revestimento Coeficiente de infiltração (Ci) qi (m3/dia/m2) Asfáltico 0,175 0,168 Rígido 0,125 0,120

23 Infiltração pelas Trincas Infiltração Remanescente
RESUMO - INFILTRAÇÃO Tipo de Revestimento Critério qi (m³/dia/m²) Asfáltico Índice Pluviométrico 0,32 – 0,48 Infiltração pelas Trincas 0,105 Infiltração Remanescente 0,168 Rígido 0,48 – 0,64 0,120

24 PRECIPITAÇÕES DE PROJETO NO ESTADO DE SÃO PAULO
Cedergren / Método Racional → Estimativa da infiltração de projeto → Intensidade pluviométrica para um dado tempo de concentração e período de retorno Tempo de concentração: 1 hora Período de retorno: 1 a 2 anos DAEE – estudos para determinação de curvas IDF no estado de São Paulo – equações estatísticas para determinação da intensidade pluviométrica

25 PRECIPITAÇÕES DE PROJETO NO ESTADO DE SÃO PAULO

26 PRECIPITAÇÕES DE PROJETO NO ESTADO DE SÃO PAULO
O mapa apresentado tem por objetivo facilitar a adoção de um valor para a intensidade pluviométrica quando da utilização do método de Cedergren em projetos no estado de São Paulo, minimizando a necessidade de consulta a equações IDF

27 Volumes de infiltração: discrepantes.
CONSIDERAÇÕES FINAIS Volumes de infiltração: discrepantes. Valores sugeridos por Cedergren são relativamente elevados e conservadores, enquanto os volumes determinados pelo método de infiltração pelas extensões de trincas se aproximam daqueles remanescentes do escoamento superficial. A relação entre os valores de infiltração estimados pelos diversos critérios poderá variar de 3 a 6 vezes aproximadamente, dependendo do tipo de via e pavimento a ser analisado.

28 Infiltração pelas Trincas Infiltração Remanescente
RESUMO - INFILTRAÇÃO Tipo de Revestimento Critério qi (m³/dia/m²) Asfáltico Índice Pluviométrico 0,32 – 0,48 Infiltração pelas Trincas 0,105 Infiltração Remanescente 0,168 Rígido 0,48 – 0,64 0,120

29 CONSIDERAÇÕES FINAIS Cedergren: ênfase à intensidade da chuva do que a duração do evento, resultando em valores relativamente superestimados de infiltração Moulton considera uma taxa fixa de infiltração independentemente da intensidade, admitindo ser a duração da precipitação mais crítica para o desempenho do pavimento, devido à extensão do período em que a água livre fica retida no interior de sua estrutura. Em vista dessas diferenças, alguns órgãos preferem adotar o critério do tempo de drenagem para dimensionar hidraulicamente os drenos de pavimento.

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