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Ministério da Defesa Escola Superior de Guerra Brasil.

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Apresentação em tema: "Ministério da Defesa Escola Superior de Guerra Brasil."— Transcrição da apresentação:

1 Ministério da Defesa Escola Superior de Guerra Brasil

2 FASE ESTRATÉGICA Sumário Introdução Etapa Concepção Estratégica. Óbices Definições de Ações Opção Estratégica Diretrizes Estratégicas Etapa Programação Planos, Programas e Projetos. Orçamentos Considerações Parciais

3 BEM COMUM FASE POLÍTICA FASE DO DIAGNÓSTICO FASE ESTRATÉGICA FASE DA GESTÃO ANÁLISE DO AMBIENTE ANÁLISE DO PODER ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS CONCEPÇÃO POLÍTICA CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA PROGRAMAÇÃO EXECUÇÃO CONTROLE ANTECEDENTES ANÁLISE DO AMBIENTE EXTERNO ANÁLISE DO AMBIENTE INTERNO ANÁLISE DO AMBIENTE INTERNO PLANOS EM VIGOR NECESSIDADES MEIOS DISPONÍVEIS E POTENCIAIS CENÁRIOS EXTREMOS CENÁRIO MAIS PROVÁVEL PRESSUPOSTOS BÁSICOS CENÁRIO DESEJADO ÓBICES DEFINIÇÃO DE AÇÕES TESTE AEA DEFINIÇÃO DE AÇÕES TESTE AEA OPÇÃO ESTRATÉGICA PLANOS PROGRAMAS PROJETOS PLANOS PROGRAMAS PROJETOS ORÇAMENTOS COORDENAÇÃO IMPLEMENTA-ÇÃO ACOMPANHAMENTO AVALIAÇÃO DIRETRIZES ESTRATÉGICAS OE / OG FATOS PORTADORES DE FUTURO E EVENTOS FUTUROS FATOS PORTADORES DE FUTURO E EVENTOS FUTUROS CENÁRIOS PROBALÍSTICOS RETROALIMENTAÇÃO OF

4 BEM COMUM FASE POLÍTICA FASE DO DIAGNÓSTICO FASE ESTRATÉGICA FASE DA GESTÃO ANÁLISE DO AMBIENTE ANÁLISE DO PODER ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS CONCEPÇÃO POLÍTICA CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA PROGRAMAÇÃO EXECUÇÃO CONTROLE ANTECEDENTES ANÁLISE DO AMBIENTE EXTERNO ANÁLISE DO AMBIENTE INTERNO ANÁLISE DO AMBIENTE INTERNO PLANOS EM VIGOR NECESSIDADES MEIOS DISPONÍVEIS E POTENCIAIS CENÁRIOS EXTREMOS CENÁRIO MAIS PROVÁVEL PRESSUPOSTOS BÁSICOS CENÁRIO DESEJADO ÓBICES DEFINIÇÃO DE AÇÕES TESTE AEA DEFINIÇÃO DE AÇÕES TESTE AEA OPÇÃO ESTRATÉGICA PLANOS PROGRAMAS PROJETOS PLANOS PROGRAMAS PROJETOS ORÇAMENTOS COORDENAÇÃO IMPLEMENTA-ÇÃO ACOMPANHAMENTO AVALIAÇÃO DIRETRIZES ESTRATÉGICAS OE / OG FATOS PORTADORES DE FUTURO E EVENTOS FUTUROS FATOS PORTADORES DE FUTURO E EVENTOS FUTUROS CENÁRIOS PROBALÍSTICOS RETROALIMENTAÇÃO OF

5 A Fase Estratégica é composta de 2 Etapas: Nesta Fase não são mais discutidos os objetivos do Planejamento (definidos ao final da Fase Política), mas sim o emprego dos meios para alcançá-los.

6 CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA É o estudo, a definição e indicação das estratégias a serem seguidas. Definidos os OE ou OG, já é possível promover o levantamento dos óbices.

7 CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA ÓBICES DEFINIÇÃO DE AÇÕES TESTE AEA OPÇÃO ESTRATÉGICA DIRETRIZES ESTRATÉGICAS PROGRAMAÇÃO PLANOS PROGRAMAS PROJETOS ORÇAMENTOS FASE ESTRATÉGICA

8 CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA ÓBICES DEFINIÇÃO DE AÇÕES TESTE AEA OPÇÃO ESTRATÉGICA DIRETRIZES ESTRATÉGICAS PROGRAMAÇÃO PLANOS PROGRAMAS PROJETOS ORÇAMENTOS FASE ESTRATÉGICA

9 ESTÁGIO ÓBICES Definidos os OE/OG (último Estágio da Fase Política), são levantados os Óbices. Fatores Adversos: dificultam alcançar ou manter os Objetivos Nacionais.. Antagonismos: impedem o alcance ou a manutenção dos Objetivos Nacionais.

10 PODER OBJETIVOS ANTAGONISMOS ÓBICES FATORES ADVERSOS ESTRATÉGIA

11 OG – Qualificação de mão de obra voltada para a infraestrutura. ÓBICES: Interesses político-partidários; - Interesses político-partidários; Atuação dos grupos de pressão; - Atuação dos grupos de pressão; - Falta de linhas de financiamento; - Falta de engenheiros, arquitetos e técnicos em construção. EXEMPLO

12 CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA ÓBICES DEFINIÇÃO DE AÇÕES TESTE AEA OPÇÃO ESTRATÉGICA DIRETRIZES ESTRATÉGICAS PROGRAMAÇÃO PLANOS PROGRAMAS PROJETOS ORÇAMENTOS FASE ESTRATÉGICA

13 ESTÁGIO DEFINIÇÃO DE AÇÕES São identificadas as Ações Estratégicas que contribuirão para o alcance dos Objetivos. Poderá ser usada a técnica Brainstorming.

14 Brainstorming Trabalho em grupo. Importância do orientador. Regras básicas: expor as idéias com espontaneidade; todas as idéias são importantes; e nenhuma idéia pode ser contestada, criticada.

15 Os OE/OG somente serão atingidos a partir da concretização de um ou mais conjuntos sequenciados de Ações Estratégicas (Trajetórias). EXEMPLO OG – Qualificação de mão de obra voltada para a infraestrutura. AÇÕES ESTRATÉGICAS OG AE.1 - Investir na formação, aperfeiçoamento e gestão de recursos humanos. AE.2 - Financiar os projetos já definidos como prioritários. AE.3 - Incentivar e financiar a criação de escolas técnicas de formação.

16 As Ações Estratégicas serão submetidas a Testes de Adequabilidade e Exequibilidade (eliminatórios Sim/Não). As Trajetórias serão submetidas ao Teste de Aceitabilidade (classificatório), a fim de hierarquizá-las (critérios da Equipe de Planejamento). As Trajetórias aprovadas nos Testes de AEA são denominadas Trajetórias Conservadas (TC).

17 TESTE DE ADEQUABILIDADE Este teste (ou eficácia) deve responder à seguinte pergunta: a AÇÃO ESTRATÉGICA selecionada garante o atingimento do objetivo pretendido na moldura temporal necessária? Sim ou não? (Eliminatório) Os parâmetros de julgamento são: - Pertinência - Integridade - Abordagem - Oportunidade

18 MATRIZ DE ADEQUABILIDADE AçõesPert IntegridadeCampo da abordagem Oport ATINFIDE Condicionamento ReqLimNivAmplAlc AE 1SSSSSSSSS AE 2SSSSSSSSS AE 3SSSSSSSSS

19 TESTE DE EXEQUIBILIDADE Este teste (ou eficácia) deve responder à seguinte pergunta: é possível implementar a AÇÃO ESTRATÉGICA pretendida contando com os meios disponíveis, diante dos óbices já identificados? Sim ou não? (Eliminatório) Os parâmetros de julgamento são disponibilidade de: - Recursos humanos (quantidade e qualidade) - Recursos materiais (quantidade e qualidade) - Recursos financeiros (suficiência) - Recursos tecnológicos - Tempo

20 MATRIZ DE EXEQUIBILIDADE Ações DISPONIBILIDADE Recursos Humanos Recursos Materiais Recursos Financeiros Recursos Tecnológicos Tempo AE1.1SSSSS AE1.2SSSSS AE1.3SSSSS

21 TRAJETÓRIAS PROPOSTAS Trajetória 1 – Execução simultânea das ações Trajetória 2 – AE2, AE1 e AE3 Trajetória 3 – AE1, AE2 e AE3 AE.1 - Investir na formação, aperfeiçoamento e gestão de recursos humanos. AE.2 - Financiar os projetos já definidos como prioritários. AE.3 - Incentivar e financiar a criação de escolas técnicas de formação. MATRIZ DE ACEITABILIDADE Trajetória Pergunta: A relação custo/benefício da trajetória pretendida justifica a sua implementação ? 1Custo inicial alto/Benefício em curto prazo 2Custo inicial baixo/Benefício em longo prazo 3Custo inicial médio/Benefício em médio prazo

22 CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA ÓBICES DEFINIÇÃO DE AÇÕES TESTE AEA OPÇÃO ESTRATÉGICA DIRETRIZES ESTRATÉGICAS PROGRAMAÇÃO PLANOS PROGRAMAS PROJETOS ORÇAMENTOS FASE ESTRATÉGICA

23 ESTÁGIO OPÇÃO ESTRATÉGICA Corresponde à TC selecionada pelo Decisor que representa a estratégia mais favorável a ser adotada na execução do objetivo planejado.

24 Existindo duas ou mais TC detalhá-las para aprofundar: a) o exame dos Óbices; b) a avaliação dos riscos envolvidos; c) as vantagens e desvantagens; e d) os benefícios que a melhor TC pode proporcionar.

25 TRAJETÓRIAS PROPOSTAS Trajetória 1 – Execução simultânea das ações Trajetória 2 – AE2, AE1 e AE3 Trajetória 3 – AE1, AE2 e AE3 AE.1 - Investir na formação, aperfeiçoamento e gestão de recursos humanos. AE.2 - Financiar os projetos já definidos como prioritários. AE.3 - Incentivar e financiar a criação de escolas técnicas de formação. Recomendada a trajetória 3 (Custo inicial médio/Benefício em médio prazo) por proporcionar uma melhor utilização dos recursos disponíveis e produzir resultados iniciais significativos.

26 Trajetória AEA INXX IISSS IIISNX TESTE de AEA TRAJETÓRIAS ESTRATÉGICAS

27 CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA ÓBICES DEFINIÇÃO DE AÇÕES TESTE AEA OPÇÃO ESTRATÉGICA DIRETRIZES ESTRATÉGICAS PROGRAMAÇÃO PLANOS PROGRAMAS PROJETOS ORÇAMENTOS FASE ESTRATÉGICA

28 Feita a Opção Estratégica (como fazer) são estabelecidas as Diretrizes Estratégicas (detalhes de como fazer), as quais têm como finalidade orientar a elaboração, a execução e o controle dos Planos Nacionais, Programas e Projetos, pelos envolvidos. ESTÁGIO DIRETRIZES ESTRATÉGICAS

29 Devem: impor metas e posturas que servirão de ponto de partida à elaboração de planos e de programas para Órgãos da Administração Federal. Diretrizes Estratégicas (Setoriais, Regionais e Específicas)

30 AE DiretrizesPrazosResponsáveis AE 2.1Criar programa de gestão de RH especializado em qualificação. 6 mesesMinistério da Educação Financiar bolsas de estudo no Timor Leste e no exterior para a formação e o aperfeiçoamento de recursos humanos. Permanente M. Educação, Finanças e Negócios Estrangeiros AE 2.2Disponibilizar Recursos Orçamentários compatíveis com os projetos definidos como prioritários. 12 mesesMinistério da Economia AE 2.3Disponibilizar recursos financeiros para a implantação de escolas técnicas de formação. 6 mesesMinistério das Finanças Criar uma Câmara de Coordenação para incentivar a criação de escolas técnicas de formação. 6 mesesMinistério da Educação

31 CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA ÓBICES DEFINIÇÃO DE AÇÕES TESTE AEA OPÇÃO ESTRATÉGICA DIRETRIZES ESTRATÉGICAS PROGRAMAÇÃO PLANOS PROGRAMAS PROJETOS ORÇAMENTOS FASE ESTRATÉGICA

32 CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA ÓBICES DEFINIÇÃO DE AÇÕES TESTE AEA OPÇÃO ESTRATÉGICA DIRETRIZES ESTRATÉGICAS PROGRAMAÇÃO PLANOS PROGRAMAS PROJETOS ORÇAMENTOS FASE ESTRATÉGICA

33 ETAPA PROGRAMAÇÃO Neste Estágio são elaborados Planos, Programas e Projetos que irão orientar a operacionalização de cada objetivo planejado. Cada P deve ser elaborado de acordo com a Decisão, consoante às Opções Estratégicas (que determinaram as Trajetórias) e respeitando às Diretrizes Estratégicas.

34 CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA ÓBICES DEFINIÇÃO DE AÇÕES TESTE AEA OPÇÃO ESTRATÉGICA DIRETRIZES ESTRATÉGICAS PROGRAMAÇÃO PLANOS PROGRAMAS PROJETOS ORÇAMENTOS FASE ESTRATÉGICA

35 ESTÁGIO ORÇAMENTOS Após a elaboração dos 3P, passa-se ao processo de levantamento e dimensionamento de estimativa dos recursos (econômicos + financeiros) Estágio Orçamentos.

36 As Ações Estratégicas têm nos Orçamentos o imprescindível suporte econômico-financeiro para que possam ser executadas. Os recursos econômico-financeiros necessários e suficientes à sua execução devem constar nos Planos. No entanto, isso é apenas uma estimativa. Fontes: recursos públicos e privados, isolados ou combinados. Obs: a consideração de recursos financeiros se faz desde a Análise do Ambiente, quando avalia-se a capacidade do PN.

37 BEM COMUM FASE POLÍTICA FASE DO DIAGNÓSTICO FASE ESTRATÉGICA FASE DA GESTÃO ANÁLISE DO AMBIENTE ANÁLISE DO PODER ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS CONCEPÇÃO POLÍTICA CONCEPÇÃO ESTRATÉGICA PROGRAMAÇÃO EXECUÇÃO CONTROLE ANTECEDENTES ANÁLISE DO AMBIENTE EXTERNO ANÁLISE DO AMBIENTE INTERNO ANÁLISE DO AMBIENTE INTERNO PLANOS EM VIGOR NECESSIDADES MEIOS DISPONÍVEIS E POTENCIAIS CENÁRIOS EXTREMOS CENÁRIO MAIS PROVÁVEL PRESSUPOSTOS BÁSICOS CENÁRIO DESEJADO ÓBICES DEFINIÇÃO DE AÇÕES TESTE AEA DEFINIÇÃO DE AÇÕES TESTE AEA OPÇÃO ESTRATÉGICA PLANOS PROGRAMAS PROJETOS PLANOS PROGRAMAS PROJETOS ORÇAMENTOS COORDENAÇÃO IMPLEMENTA-ÇÃO ACOMPANHAMENTO AVALIAÇÃO DIRETRIZES ESTRATÉGICAS OE / OG FATOS PORTADORES DE FUTURO E EVENTOS FUTUROS FATOS PORTADORES DE FUTURO E EVENTOS FUTUROS CENÁRIOS PROBALÍSTICOS RETROALIMENTAÇÃO OF CONCLUSÕES PARCIAIS

38 SE NÃO PENSARMOS NOSSO FUTURO, SE NÃO FIZERMOS ACONTECER, OUTROS O FARÃO PARA NÓS, POR NÓS OU CONTRA NÓS.


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