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MACROECONOMIA Fundamentos de Economia para a Gestão Financeira Prof. Ricardo Rabelo PUC - MINAS.

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2 MACROECONOMIA Fundamentos de Economia para a Gestão Financeira Prof. Ricardo Rabelo PUC - MINAS

3 DETERMINANTES DO PRODUTO. n A CAPACIDADE PRODUTIVA DETERMINA O PRODUTO POTENCIAL DA ECONOMIA, SENDO O MÁXIMO DE PRODUÇÃO POSSÍVEL NAQUELE MOMENTO. n A CURTO PRAZO A DEMANDA AGREGADA ( C+I+G+X) É QUE DETERMINA O GRAU DE UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE PRODUTIVA. n O CONSUMO AGREGADO É A PARTE DA RENDA DESTINADA À AQUISIÇÃO DE BENS E SERVIÇOS PARA SATISFAÇÃO DE NECESSIDADES IMEDIATAS, SENDO A POUPANÇA A PARCELA DA RENDA NÃO CONSUMIDA.

4 DETERMINANTES DO PRODUTO. n FUNÇÃO CONSUMO. n EXPLICA O COMPORTAMENTO DOS CONSUMIDORES. n - O CONSUMO AUMENTA COM A RENDA, MAS NÃO PROPORCIONALMENTE n PORQUE: n * QUANTO MAIOR A RENDA, MENOR A PARCELA DESTINADA AO CONSUMO E MAIOR À DESTINADA A POUPANÇA n PROPENSÃO MARGINAL A CONSUMIR = PARCELA DO AUMENTO DA RENDA DESTINADA AO CONSUMO n ( DETERMINADA POR FATORES OBJETIVOS E SUBJETIVOS).

5 DETERMINANTES DO PRODUTO

6 n CONSUMO E RIQUEZA n QUANTO MAIOR A RIQUEZA, SENDO RENDAS IGUAIS, MAIOR O CONSUMO DE QUEM TEM MAIS RIQUEZA. n CONSUMO E TAXAS DE JUROS n QUANTO MAIOR A TAXA DE JUROS, MENOR O CONSUMO PRESENTE. DETERMINANTES DO PRODUTO

7 n CONSUMO E SISTEMA FINANCEIRO n O SISTEMA FINANCEIRO AFETA O CONSUMO DE 3 FORMAS: n - ATRAVÉS DO CREDITO DIRETO AO CONSUMIDOR, QUE AUMENTA O CONSUMO n - EXIGÊNCIA DE GARANTIAS, E / OU AUMENTO DA TAXA DE JUROS, QUE REDUZEM O CONSUMO n - NÚMERO DE PARCELAS DE PAGAMENTO, QUE AUMENTA O CONSUMO n - EXPECTATIVA DE MAIOR RENDA FUTURA, QUE AUMENTA O CONSUMO DETERMINANTES DO PRODUTO

8 n INVESTIMENTO AGREGADO n CONCEITO n INVESTIMENTO É A AQUISIÇÃO DE BENS DE CAPITAL, MÁQUINAS, EUIPAMENTOS, ETC. COM OBJETIVO DE GERAR UMA MAIOR PRODUÇÃO FUTURA. n DECISÃO DE INVESTIR n A DECISÃO PARA INVESTIR DEPENDE DE DOIS FATORES: n - O RETORNO ESPERADO E A TAXA DE JUROS DO MERCADO.

9 DETERMINANTES DO PRODUTO n INVESTIMENTO AGREGADO n O AUMENTO DO INVESTIMENTO PODE IMPLICAR EM MENOR LUCRO DEVIDO A: n - O INVESTIMENTO PODE ELEVAR OFERTA FUTURA, CAUSANDO REDUÇÃO DOS PREÇOS n - O INVESTIMENTO AUMENTA A DEMANDA POR BENS DE CAPITAL, REDUZINDO O RETORNO.

10 DETERMINANTES DO PRODUTO n PARA SE DECIDIR O INVESTIMENTO É PRECISO COMPARAR FLUXO E GASTO n PREÇO DE OFERTA DO INVESTIMENTO (POI) = MONTANTE A SER GASTO HOJE : n - PREÇO DE DEMANDA DO INVESTIMENTO (PDI) = SOMATÓRIO DO VALOR PRESENTE DO FLUXO DAS RECEITAS ESPERADAS

11 DETERMINANTES DO PRODUTO n SE PDI > POI - A TAXA DE RETORNO ESPERADA DO INVESTIMENTO É MAIOR QUE A TAXA DE JUROS n - INVESTIMENTO SE REALIZA. n SE PDI < POI - TAXA DE RETORNO ESPERADO É MENOR QUE A TAXA DE JUROS. n - INVESTIMENTO NÃO SE REALIZA.

12 DETERMINANTES DO PRODUTO n EFICIÊNCIA MARGINAL DO CAPITAL = TAXA DE DESCONTO QUE IGUALA POI E PDI n A REALIZAÇÃO DO INVESTIMENTO DEPENDE DE: n 1) EMGK > TAXA DE JUROS. n 2) EXPECTATIVAS POSITIVAS SOBRE FUTURO DA ECONOMIA

13 INVESTIMENTO, FINANCIAMENTO E POUPANÇA n DUAS FORMAS DE FINANCIAMENTO: n 1) SISTEMA DE CRÉDITO - RECURSOS INTERMEDIADOS PELOS BANCOS (RISCO DO EMPRESÁRIO). n 2) MERCADO DE CAPITAIS - ENDIVIDAMENTO DIRETO ENTRE INVESTIDOR E POUPADOR.(RISCO COMPARTILHADO)

14 CONDIÇÕES PARA EXISTÊNCIA DE FINANCIAMENTO: 1) DISPONIBILIDADE DE RECURSOS EM TERMOS E PRAZOS NECESSÁRIOS; 2) QUANTO MAIOR O PRAZO, MAIOR A RENTABILIDADE 3) CÁLCULO PROBABILISTICO DO RISCO E REDUÇÃO DA INCERTEZA AO MÍNIMO.

15 INVESTIMENTO E OUTRAS VARIÁVEIS INVESTIMENTO E CRESCIMENTO ECONÔMICO - QUANTO MAIOR A TAXA DE INVESTIMENTO EM RELAÇÃO AO PIB, MAIOR O CRESCIMENTO ECONÔMICO FUTURO.

16 INVESTIMENTO E OUTRAS VARIÁVEIS INVESTIMENTO E DEMANDA AGREGADA INVESTIMENTO AFETA A DEMANDA AGREGADA: 1) DIRETAMENTE, ESTIMULANDO A PRODUÇÃO DE BENS DE CAPITAL E AUMENTANDO O PRODUTO. 2) INDIRETAMENTE, GERANDO EMPREGO E RENDA E COM ISSO, MAIS RENDA PARA OS INDIVÍDUOS. ISSO GERA MAIS CONSUMO, MAIS PRODUÇÃO E RENDA,ETC.

17 POLÍTICA ECONÔMICA: OBJETIVOS E INSTRUMENTOS BÁSICOS n OBJETIVOS DA POLÍTICA ECONOMICA : n 1) MANUTENÇÃO DO PLENO DE EMPREGO n 2) CRESCIMENTO ECONÔMICO n 3) ESTABILIDADE DE PREÇOS

18 POLÍTICA FISCAL n Atuação do governo no que diz respeito à arrecadação de impostos e aos gastos. n Estes afe­tam o nível de demanda da economia. A arrecadação afeta o nível de de­manda ao influir na renda disponível que os indivíduos poderão destinar para consumo e poupança. Dado um nível de renda, quanto maiores os impostos, menor será a renda disponível e, portanto, o consumo. Os gastos são diretamente um elemento de demanda; dessa forma, quanto maior o gasto público, maior a demanda e maior o produto. n Assim, se a economia apresentar tendência para queda no nível de ativi­dade, o governo pode estimulá-Ia, cortando impostos e/ou elevando gastos. Pode ocorrer o inverso, caso o objetivo seja diminuir o nível de atividade.

19 POLÍTICA FISCAL n Atuação do governo no que diz respeito à arrecadação de impostos e aos gastos. n 1) Arrecadação : influi na renda disponível. quanto maior forem os impostos, menor será a renda disponível e, portanto, o consumo. n 2) Gastos: são diretamente um elemento de demanda. quanto maior o gasto público, maior a demanda e maior o produto. n Se a economia apresentar tendência para queda no nível de atividade, o governo pode estimulá-Ia, cortando impostos e/ou elevando gastos. Pode ocorrer o inverso, caso o objetivo seja diminuir o nível de atividade.

20 n 1) Função Estabilizadora - manejo da política econômica para garantir o máximo de emprego, crescimento econômico, com estabilidade de preços. n 2) Função Alocativa - Ação do governo complementando a ação do mercado na alocação de recursos: externalidades, economias de escala e os bens públicos. n FUNÇÕES DO GOVERNO

21 Funções do Governo (cont.) n 3) Função Distributiva - Governo reduz a renda de determinadas classes sociais ou regiões, para transferi-los a outras.

22 ESTRUTURA DO SISTEMA TRIBUTÁRIO 1) Determina o impacto dos impostos tanto sobre o nível de renda como sobre a organização econômica. 2) Gera os recursos necessários para financiar os gastos públicos. 3) Afeta a distribuição de renda 4) Afeta a Eficiência econômica e estímulo ao desenvolvimento 5) Deve ser flexível para facilitar o cumprimento de metas socialmente desejáveis.

23 ESTRUTURA DO SISTEMA TRIBUTÁRIO Quanto à Distribuição de Renda podemos classificar os sistemas tributários em: a) Progressivo - Participação dos impostos na renda dos indivíduos aumenta conforme a renda aumenta. b) Regressivo - Participação dos impostos na renda dos agentes diminui conforme a renda aumenta c) Neutro - Participação dos impostos na renda dos indivíduos é independente do nível de renda.

24 CARGA TRIBUTÁRIA BRUTA - TOTAL DE IMPOSTOS ARRECADADOS NO PAÍS. LÍQUIDA - DIFERENÇA ENTRE A CARGA TRIBUTÁRIA BRUTA E AS TRANSFERÊNCIAS GOVERNAMENTAIS (JUROS SOBRE A DÍVIDA PÚBLICA, SUBSÍDIOS E GASTOS COM ASSISTÊNCIA E PREVIDÊNCIA SOCIAL) FINANCIA OS GASTOS CORRENTES DO GOVERNO. (CUSTEIO - TAMBÉM CHAMADO DE CONSUMO DO GOVERNO).

25 Poupança e Investimento POUPANÇA DO GOVERNO EM CONTA CORRENTE: DIFERENÇA ENTRE A RECEITA LÍQUIDA E O CONSUMO DO GOVERNO. MOSTRA A CAPACIDADE DE INVESTIMENTO DO GOVERNO SEM PRESSIONAR OUTRAS FONTES DE FINANCIAMENTO. INVESTIMENTO PÚBLICO: GASTOS DO GOVERNO COM A CONSTRUÇÃO DE NOVAS ESTRADAS, HOSPITAIS, ESCOLAS ETC.

26 DÉFICIT OU SUPERÁVIT PÚBLICO: DIFERENÇA ENTRE A POUPANÇA PÚBLICA E O INVESTIMENTO PÚBLICO OU SEJA, A DIFERENÇA ENTRE ARRECADAÇÃO TOTAL E GASTO TOTAL. DÉFICIT PÚBLICO = INVESTIMENTOS GOVERNAMENTAIS - POUPANÇA DO GOVERNO EM CONTA CORRENTE

27 FINANCIAMENTO DO DÉFICIT n DUAS PRINCIPAIS ALTERNATIVAS : n (I) VENDA DE TÍTULOS PÚBLICOS AO SETOR PRIVADO OU n (II) VENDA DE TÍTULOS PÚBLICOS AO BANCO CENTRAL (BACEN). n (III)A AQUISIÇÃO DE TÍTULOS PÚBLICOS PELO BACEN É FEITA ATRAVÉS DA EMISSÃO MONETÁRIA ENQUANTO A PRIMEIRA É VIA TRANSFERÊNCIA DA POUPANÇA DO SETOR PRIVADO PARA O SETOR PÚBLICO, SEM EXPANSÃO MONETÁRIA.

28 SERVIÇO DA DÍVIDA OS JUROS SOBRE A DÍVIDA ENTRAM NA CATEGORIA GASTOS COM TRANSFERÊNCIAS. - QUANTO MAIOR FOR O ESTOQUE DA DIVIDA, MAIOR SERÁ O GASTO COM JUROS; MAIOR SERÁ A DIFERENÇA ENTRE CARGA TRIBUTÁRIA BRUTA E LIQUIDA.

29 NECESSIDADE DE FINANCIAMENTO DO SETOR PÚBLICO NÃO FINANCEIRO (NFSP). ESTE CONCEITO CONTEMPLA, COMO SETOR PÚBLICO: O GOVERNO CENTRAL, OS GOVERNOS REGIONAIS (ESTADOS E MUNICÍPIOS), A PREVIDÊNCIA SOCIAL, AS EMPRESAS ESTATAIS E AS AGÊNCIAS DESCENTRALIZADAS. CONSIDERA TAMBÉM TODO O TIPO DE GASTO: CONSUMO, INVESTIMENTO E ROLAGEM DA DÍVIDA PÚBLICA

30 NECESSIDADE DE FINANCIAMENTO DO SETOR PÚBLICO NÃO FINANCEIRO (NFSP). I. NFSP CONCEITO NOMINAL (NFSPCN) - ENGLOBA QUALQUER DEMANDA DE RECURSOS PELO SETOR PÚBLICO (INCLUSIVE DESPESAS FINANCEIRAS - PAGAMENTO DOS JUROS SOBRE A DÍVIDA PÚBLICA SEM DESCONTAR INFLAÇÃO). II. NFSP CONCEITO OPERACIONAL (NFSPCO) REPRESENTA APENAS AS DESPESAS FINANCEIRAS E DEDUZ AS CORREÇÕES MONETÁRIA E CAMBIAL PAGAS SOBRE A DÍVIDA.

31 NECESSIDADE DE FINANCIAMENTO DO SETOR PÚBLICO NÃO FINANCEIRO (NFSP). Déficit Primário: DIFERENÇA ENTRE AS RECEITAS NÃO FINANCEIRAS E OS GASTOS NÃO FINANCEIROS. APURA SOMENTE A ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS E OS GASTOS CORRENTES E DE INVESTIMENTO, INDEPENDENTES DA DÍVIDA PÚBLICA.

32 POLÍTICA MONETÁRIA n Afeta o produto de forma indireta, através de intervenções sobre o mercado financeiro e sobre a taxa de juros. n MOEDA - Instrumento básico para trocas porque representa o valor das mercadorias, possui liquidez e permite separação temporal entre ato de compra e ato de venda

33 FUNÇÕES DA MOEDA n I. Unidade de conta - referencial de trocas, instrumento pelo qual as mercadorias são cotadas; n II. Meio de troca / meio de pagamento - permite diferir pagamentos e efetivar as trocas. n III. Reserva de valor - mantém o poder de compra no tempo.

34 DEMANDA DE MOEDA n MOTIVOS DA DEMANDA DE MOEDA : n I. Motivo transação - retenção de moeda para aquisição de mercadorias; n II. Motivo precaução- necessidade de liquidez absoluta para se precaver contra incerteza; n III. Motivo especulação- protela-se a aplicação da moeda em títulos em busca de maior rendimento.

35 MOEDA, PREÇOS, RENDA E JUROS n I. Mv = py (teoria quantitativa da moeda) n II. No curto prazo, preços (p) dependem do volume de moeda em circulação(m), mantidas velocidade de circulação(v) e renda constantes(y). n II. P t = r/ R n PREÇO DO TÍTULO (P t ) FLUTUA DE ACORDO COM AS MUDANÇAS NA TAXA DE JUROS ( R )

36 OFERTA DE MOEDA n Determinada pelo Banco Central (papel moeda) e bancos comerciais ( moeda escritural) n Papel dos bancos: n I. Fazem a intermediação financeira entre poupadores e investidores. n II. Criam moeda através da manipulação das reservas.

37 OFERTA DE MOEDA n DEPÓSITOS = RESERVAS (COMPULSÓRIAS OU VOLUNTÁRIAS) + EMPRÉSTIMOS n MULTIPLICADOR BANCÁRIO = INVERSO DA TAXA DE RESERVAS

38 AGREGADOS MONETÁRIOS n I. Meios de pagamentos (M1)= papel moeda + depósitos à vista (ativos com liquidez absoluta) n II. Base monetária (BM) = papel moeda + reservas dos bancos n III. M2 = M1 + títulos públicos (federais,estaduais e municipais) n IV. M3 = M2 + cadernetas de poupança n V. M4 = M3 + depósitos a prazo e títulos privados.

39 FUNÇÕES DO BANCO CENTRAL n Banco Central é o órgão responsável pela condução da política monetária n Funções: n Emissão de Moeda n Guardião das Reservas Bancárias n Empréstimos de Liquidez n Operações de Mercado Aberto n Controle do Crédito e da Taxa de Juros

40 INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO n RESERVAS COMPULSÓRIAS n Fixadas Pelo Banco Central, Determina a Parcela Dos Depósitos Que Pode Ser Emprestada, Afetando O Multiplicador Bancário

41 INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO n EMPRÉSTIMOS DE LIQUIDEZ E TAXA DE REDESCONTO n EMPRÉSTIMOS DO BANCO CENTRAL AOS OUTROS BANCOS, PARA AUMENTAR A SUA LIQUIDEZ, A UMA TAXA DE REDESCONTO QUE VARIA DE ACORDO COM OS OBJETIVOS DA POLÍTICA MONETÁRIA n QUANTO MENOR A TAXA DE REDESCONTO EM RELAÇÃO À TAXA DE JUROS, MAIOR A LIQUIDEZ DOS BANCOS.

42 INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO n OPERAÇÕES DE OPEN-MARKET n COMPRA E VENDA DE TÍTULOS PÚBLICOS PELO BANCO CENTRAL JUNTO AO MERCADO. n COMPRA - AUMENTA OFERTA DE MOEDA n VENDA - REDUZ OFERTA DE MOEDA.

43 INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO n Determinação da taxa de Juros n I. A taxa de juros é determinada pelo equilíbrio entre oferta (fixada pelo banco central) e demanda de moeda ( formada pelos agentes privados). n II. A política monetária pode afetar a demanda agregada ao manipular a taxa de juros e/ou a oferta monetária.

44 INSTRUMENTOS DE CONTROLE MONETÁRIO n Determinação da taxa de Juros n III. O risco pode afetar a taxa de juros, sendo que ativos de longo prazo, por ter maior risco, devem prover maior taxa de juros. n IV. Taxa De Juros Muito Alta Pode Desequilibrar O Mercado, Ao Aumentar O Risco E Gerar Inadimplência


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