A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

A Política de Investimento dos Fundos de Pensões Helena Adegas Sociedade Gestora do Fundo de Pensões do Banco de Portugal 7 de Julho de 2004.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "A Política de Investimento dos Fundos de Pensões Helena Adegas Sociedade Gestora do Fundo de Pensões do Banco de Portugal 7 de Julho de 2004."— Transcrição da apresentação:

1 A Política de Investimento dos Fundos de Pensões Helena Adegas Sociedade Gestora do Fundo de Pensões do Banco de Portugal 7 de Julho de 2004

2 2 Planos de benefício definido Sponsor assume o risco (investimento, longevidade, etc.) e grande parte do esforço contributivo Ênfase crescente na correcta quantificação das responsabilidades: Modelização do seu comportamento utilização de pressupostos realistas Evitar tendência para sub-avaliação Método de escolha da taxa de desconto Avaliação em mark-to-market Dos activos Dos passivos Maior precisão na avaliação do passivo Mas: maior volatilidade!

3 3 Maior volatilidade? Variabilidade da taxa de desconto Volatilidade das responsabilidades Volatilidade da taxa de cobertura ou nível de financiamento Necessidade de contribuições extraordinárias Política de investimento do activo sem matching com o passivo? Volatilidade nas contas do sponsor

4 4 Política de Investimento Aparente paradoxo: perspectiva de longo prazo, mas necessidade de ficar bem nas fotos de curto prazo Definição clara do perfil de risco desejado pelo sponsor Ter em conta a estrutura do passivo Escolha do asset mix (mais relevante do que o active management skill) ALM – Asset / Liability Management Ponto de partida: responsabilidades (asset mix de risco mínimo)

5 5 Escolha crucial do sponsor: Perfil de risco desejado Maior risco? (eventual necessidade de contribuições muito elevadas…) Melhor matching activos-passivos? (quase certeza da necessidade anual de contribuições…)

6 6 Perfil do passivo é determinante da política de investimento FP jovemFP maduro e fechado Diferentes benefícios Diferente asset mix Diferente estrutura dos passivos Diferente timing

7 7 Não faz sentido comparar o que não é comparável A comparação entre a performance de diferentes Fundos de Pensões pode ser enganosa É essencial tomar em conta a estrutura dos passivos Dois Fundos de Pensões com carteiras de activos idênticas podem estar expostos a riscos muito diferentes Para cada Fundo de Pensões, é relevante a performance do activo comparativamente com a evolução do passivo (performance relativa e não absoluta)

8 8 Importância do asset mix na variabilidade do rácio de cobertura Cobertura 100% Necessidade de contribuição extraordinária Cenário desfavorável Cenário favorável % de acções: 20% 40% 60% 80%

9 9 Investimento em obrigações ou acções? Variação nas taxas de juro Obrigações Acções Efeitos nas... duração ? correlação

10 10 Taxas de juro Activo Passivo duração superior à do passivo? 100% obrigações? Gestão táctica da duração duração inferior à do passivo?

11 11 100% obrigações? Rácio de cobertura previsível Rentabilidade do activo imprevisível Variável essencial: matching entre activo e passivo, no respeitante a duração e timing dos cash-flows Importante distanciar-se duma óptica de asset management puro

12 12 Fundo de Pensões com obrigações e acções Taxas de juro Activo Passivo Correlação positiva? obrigações acções

13 13 Correlação positiva? Não há efeito diversificação Não há grande diferença entre: 100% obrigações Mix obrigações + acções Uma gestão de activos orientada para a duração é mais precisa e previsível, se não depender de estimativas para a correlação entre acções e obrigações Acções acrescentam pouco valor...

14 14 Fundo de Pensões com obrigações e acções Taxas de juro Activo Passivo Correlação negativa? obrigações acções

15 15 Correlação negativa? Efeito diversificação importante Favorável, se as taxas de juro sobem Adverso, se as taxas de juro descem A gestão da duração é complicada, pois depende de estimativas para a correlação entre acções e obrigações A duração neutra para a carteira de obrigações é tanto maior quanto: Maior a parcela de acções; Mais negativa a correlação entre acções e obrigações

16 16 Mudança estrutural na correlação histórica entre rendibilidade de acções e obrigações? Acções e obrigações a funcionar como complementares

17 17 Tradição de investimento em acções, em larga escala Tem interesse, num contexto de correlação negativa e de subida das taxa de juro Mas... Aumenta a probabilidade de underfunding a curto prazo (apesar da maior rentabilidade esperada no longo prazo, que constitui o prémio de risco) Tendência: Substituição gradual e parcial por outros investimentos alternativos (imobiliário, fundos, inflation-linked bonds, etc.) São o melhor imunizador!

18 18 Tradução do asset mix num Benchmark Objectivos de médio / longo prazo Baseado numa optimização ALM Matching com as responsabilidades? (constitui a decisão de asset mix mais relevante) Deve ser replicável Carteira teórica, mas realista Instrumentos líquidos, elegíveis para investimento Pricing (fontes, hora de recolha, etc.) Regras de rebalanceamento Custos de transacção (spreads bid-ask)

19 19 Modelo ALM Modelo 90% 95% Fronteira eficiente Cenários (indic. macro, tx. câmbio, tx.juro, yields, cot. acções) Rentabilidades esperadas Possíveis critérios de escolha: Max. rentabilidade esperada mínima para 90% de confiança Max. Sharpe ratio Garantir uma rentabilidade não negativa com 95% de confiança A B C

20 20 Exemplo dum resultado Escolha depende dos objectivos: Política contributiva estável? (evitar necessidade de contribuições extraordinárias, com grande margem de confiança) Asset mix A Asset mix B – atractivo num mundo sem outliers (fora do intervalo de confiança) Asset mix C – atractivo se se verificar o cenário esperado (num mundo sem risco) 95% confiança A B C

21 21 Risco de sub-estimação do risco Trade off entre rentabilidade esperada e risco A análise tem que ser ajustada pelo risco, caso contrário seria sempre escolhida a carteira C Limitações da análise: risco de cenários irrealistas (rubish in, rubish out) (apenas não afecta a carteira de risco mínimo) Assumir correlações / volatilidades futuras = históricas

22 22 Processo de tomada de decisão: Níveis de desagregação possíveis Benchmark estratégico (objectivos de longo prazo, estabelecidos pelo sponsor) Benchmark táctico (perspectivas de médio prazo, definidas por um Comité de Investimento) Gestão activa (views de curto prazo, posições tomada pelo front office) A performance total resulta da soma destes diferentes níveis: Benchmark estratégico – responsabilidades Benchmark táctico – benchmark estratégico Carteira – benchmark táctico

23 23 Atribuição da performance Compara com o benchmark a dois níveis: peso (overweight / underweight); e Rentabilidade relativa Separa dois efeitos: Overweighted em activos que renderam mais do que a média? Underweighted em activos que renderam menos do que a média? (vice-versa, para maus resultados) Selecção de activos: Diferenças de rentabilidade, face ao benchmark, dentro de determinados grupos de activos, independentemente destes terem estado over / underweighted

24 24 Controlo do risco Limites (discricionário...) Duração (para carteiras de obrigações) VAR Controlar o risco de redução no nível de financiamento num determinado horizonte Covariâncias históricas? (assume passado = futuro…) Simulação de Monte Carlo? (pesado…) Risk budgeting Permite comparar e agregar diferentes tipos de risco Sponsor: quanto risco quer assumir? Operacional: distribuição por classes de activos (asset mix)

25 25 Conclusões Atenção às comparações entre planos diferentes! Visão integrada asset – liability Definição clara do perfil de risco do sponsor Perspectiva consolidada entre o sponsor e o fundo de pensões (tomada de decisão conjunta, idêntica perspectiva face ao risco) Importância da escolha do asset mix Entender o papel (e os riscos) de investimentos alternativos Crescente exigência, em termos de avaliação da performance e de controlo do risco


Carregar ppt "A Política de Investimento dos Fundos de Pensões Helena Adegas Sociedade Gestora do Fundo de Pensões do Banco de Portugal 7 de Julho de 2004."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google