A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Aspectos Clínicos da Experiência Brasileira em Protocolos de Dessensibilização Lúcio R. Requião-Moura Porto Alegra, 2012.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Aspectos Clínicos da Experiência Brasileira em Protocolos de Dessensibilização Lúcio R. Requião-Moura Porto Alegra, 2012."— Transcrição da apresentação:

1 Aspectos Clínicos da Experiência Brasileira em Protocolos de Dessensibilização Lúcio R. Requião-Moura Porto Alegra, 2012

2 Não há conflitos de interesses em relação aos dados abordados nesta apresentação. No ano de 2011 fui convidado para participar de eventos patrocinados pela Pfizer ou pela Novartis. Lúcio R Requião-Moura

3 Dimensão do Problema - USA The New York Time, 24th may Tx Realizados Entradas em Diálise Americanos em Diálise: Custo Anual: U$ Custo Tx: U$ (>1a) Benefício ao longo da vida: U$ por paciente

4 Pacientes Sensibilizados: EUA pacientes em lista de espera ( Txs em 2009) - 35% pacientes sensibilizados (PRA> 0%) - 15% pacientes são Hipersensibilizados (PRA>80%) - 17% dos pacientes são candidatos ao 2º transplante % dos pacientes em lista: Doador com CM+ ou ABOi

5 PRAListados (%)Tx - SP (%)Tx-HIAE (%) N=8.150N=6.665N=262 < 10 %71,582,185, %10,911,47, %6,94,15 80%10,72,42,7 Estado de São Paulo Central de Transplante do Estado de São Paulo: 2002 a 2012 Acessado em 13/03/2012

6 Dessensibilização População Alvo HIPERSENSIBILIZADOS ESPECIFICAMENTE SENSIBILIZADOS LISTA DE ESPERA DOADOR VIVO TOPO DE LISTA Negativação de CM Redução de PRA PLASMAFERESE + IgIV-LD IgIV-HD +/- Anti-CD20

7 Paciente em Lista: Redução de PRA Aumento da Transplantabilidade Experiência Local: 2 casos com IgIV-HD Zero Transplantes Não usamos Anti-CD20 64% ( 50-77) 14% (0-24) Denis Glotz, et al. Am J Transplant 2002: Tx = 11/15 (73%)

8 Tia: FXCM T – 657 (cut off – 165) B – 631 (cut off – 227) DSA B DR Soma: a, Sd de Barnard-Soulier (sic) + Alport. HD em Tranfusões CH > 10 e PLQ > 20. Apresenta tia e esposo como potenciais doadores. PRA de Classe I – 73% e de Classe II – 100% Esposo: FXCM T – 594 (cut off – 199) B – 694 (cut off – 260) DSA A B Dr Soma:

9

10 TiaEsposo

11 Especificamente Sensibilizado Hipersensibilizado em Topo de Lista: PP + IgIV-LD

12 Como Escolher um Candidato? Idade? Comorbidades? Avaliação Social? Metodologia de Prova Cruzada? Pontos de Cortes? Número de Anticorpos? Soma de mfi? Relacionado vs. não relacionado?

13 Como Medir a Força do Anticorpo M.D. Stefall et al. Am J Tranplsant 2006; 6: Força do DSA# PP Pré-Tx# PP Pós-Tx FxCM + / CDC :1 a 1:43-4 1:8 a 1: :32 a 1: : Força do Anticorpo ou FACILIDADE PARA DESSENSIBILIZAR?

14 Facilidade para Dessensibilizar Montgomery R, et al. Pediatr Transplant 2004 PP + IgIV-LD CDC < 1:8 3 sessões CDC > 1: sessões Akalin E, et al. J Am Soc Nephrol, 2008 Timo + IgIV-ID (T-CDC neg/B-CDC pos ou FxCM pos) RMA sempre se DSA > mfi Adaptado de : Kwaku Marfo, et al. Clin J Am Soc Nephrol 2011; 6:

15 PF/Ig Fk-506 MPA PF/Ig TX Anti-IL2R(?)/Timo + CE Anti-CD20? Esplenectomia? PC + (CDC) Tempo em dias CDC neg ou 1:8 RMA grave Montgomery RA. Am J Transplant 2010; 10: PROTOCOLO JOHNS HOPKINS TotalCDCFxCMDSA Antes Tx4±46±53±23±4 Montgomery RA. N Eng J Med 2011, 365: IgIV Policlonal vs. Ig-CMV??

16 PF/Ig Fk-506 MPA PF/Ig TX Timo + CE Bortezomib PC + (CDC) Tempo em dias CDC (1:8?) RMA grave PROTOCOLO HIAE

17 Sobrevida P/E (2a)DaclizumabTimoglobulina CDC(+)/FXCM(+)89%/44%100%/40% CDC(-)/FXCM(+)96%/81%100%/96% CDC(-)/FXCM(-)100%/97%100%/100% Ashley A Vo, et al. Am J Transplant 2006; Daniel Brennan, et al. N Eng J Med 2006, 9:355:

18 VMR, 49a, Fem, 10/2009 Meningococemia. 3 meses internada, IRA > 100 Transfusões Prova Cruzada positiva com todos os doadores vivos Após 6 PP + IgIV: CM Negativo (EA: Plaquetopenia) CDC+/FCXM+ CDC-/FCXM+ CDC-/FCXM - Transplante 20/02 ChoqueSem função do Enxerto Bx Renal RAC + RMA PF + SMD + IgIV Creat – 0.9

19 T.V.S, Feminina, 70 anos. HAS + DM há 20 anos. RM em DRC leve a moderada Em 2008 Uremia – APD G2.P2.A0 Transfusões em PRA pré-Tx: 93% Doador: esposo, pai dos dois filhos. CM CDC e FxCM – Positivo. DSA pré-Tratamento: B45: B53: Soma:

20 PROTOCOLO HIAE – Pós Tx TotalCDCFxCMDSA Pós-Tx5±48±64±35±3 Montgomery RA. N Eng J Med 2011, 365: CDC+/FCXM+ CDC-/FCXM+ CDC-/FCXM - Transplante 20/02 ChoqueSem função do Enxerto Bx Renal RAC + RMA PF + SMD + IgIV Creat – 0.9

21 PROTOCOLO HIAE – Pós Tx

22 PP Pré-Tx: 9 sessões IgIV Pré-Tx: 9 doses Total: 315 g de Endobulin Indução: Timoglobulina – 4 doses PP Pós-Tx: 15 sessões IgIV Pós-Tx: 14 doses Total: 525 g de Endobulin Entre Tx e S6 Bortezomib: 4 doses 3.5 mg Entre S3 e S4

23 Cuidados Adicionais – Protocolo HIAE Vacinação Pelos menos 15 dias antes da DS: - dT (dupla adulto). Reforço: a cada 10 anos; - Hepatite B: Se antiHBs negativo. - Hepatite A: Se IgG negativo: duas doses com intervalos de 6 meses -Pneumocócica polissacar í dica 23-valente: - até 65 anos – uma dose e reforço em 5 anos. - Se > 65 anos, única dose sem reforço. - Haemophilus influenzae b: 1 dose - Influenza inativada: anual -Meningoc ó cica: - quadrivalente polissacar í dica: 56 anos – 1 dose - quadrivalente conjugada para: 11 a 55 anos – 1 dose. - Reforço a cada 5 anos. Fontes: CDC, Ministério da Saúde. Succi RCM et al. J. Pediatr. 2006;82 (Suppl 3): S91-S100. Chow J, et al. Clin Infect Dis. 2009;49 (10):

24 Cuidados Adicionais – Protocolo HIAE Vacinação Pelos menos 8 semanas antes da DS: - Sarampo, - Caxumba - Rubéola ou Sarampo/Rubéola: -1 dose caso não tenha recebido as doses na infância - Checar carteira de vacinação - Em vigência de surto. HPV – Dúvida? Fontes: CDC, Ministério da Saúde. Succi RCM et al. J. Pediatr. 2006;82 (Suppl 3): S91-S100. Chow J, et al. Clin Infect Dis. 2009;49 (10):

25 Cuidados Adicionais – Protocolo HIAE Acompanhamento Pós-Tx CMV – Profilaxia vs. Tratamento Preemptivo? EBV – PCR viremia mensal? BK Vírus – PCR viremia mensal? DSA Semanal durante internação Alta: toda consulta? Mensal?

26 Prof. Dr Alvaro Pacheco Silva Equipe de Transplante de Rim HIAE: Marcelino de Souza Durão Jr Eduadro José Tonato Ana Cristina de Matos Érika de Arruda Ferraz Rogério Chinen Thiago Filliponi Lucina Mello Laboratório de HLA: Margareth Afonso Torres Carolina Bonet Bub Elena Outon Alonso Equipe de Infectologia em Transplante: Luis Fernando Aranha Camargo Luci Correa Moacyr Silva Junior Fernando Gatti de Menezes Carolina Devite Bittante


Carregar ppt "Aspectos Clínicos da Experiência Brasileira em Protocolos de Dessensibilização Lúcio R. Requião-Moura Porto Alegra, 2012."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google