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Equipe 2: Adelina Silva, Delfim Vilan, Denilson Oliveira, Leib Carteado, Michele Amurim e Simone Campos.

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1 Equipe 2: Adelina Silva, Delfim Vilan, Denilson Oliveira, Leib Carteado, Michele Amurim e Simone Campos.

2 Visão Organísmica: Comunidades Fechadas: unidade de organização com fronteiras reconhecíveis (entidades discretas); coincidência na distribuição dos organismos; superorganismos (estrutura e funcionamento das comunidades regulados pelas interações entre as espécies, como um organismo). Conceito Holístico: funcionamento e organização só são compreendidos se observada a comunidade completa. Aparecimento de propriedades emergentes: o todo é maior que a soma das partes, são os organismos mais as interações entre eles.

3 Visão Individualística: Comunidades abertas: um conjunto aleatório de espécies (associação fortuita de espécies) adaptadas às condições específicas de um determinado lugar; ausência de uma zona de transição entre duas comunidades. Conceito do Continuum: ausência de zona de transição entre duas comunidades - substituição gradual das espécies em um gradiente de condições ecológicas; são especialmente relevantes onde não há grandes diferenças físicas entre regiões e dentro de regiões consideradas homogêneas. Conceito Individualista: distribuição dos organismos independente; estrutura e funcionamento da comunidade expressam interações de espécies, que formam associações locais, sem qualquer organização ou propósito acima do nível de espécie; seleção a nível de indivíduo – cada população tende a maximizar seu sucesso próprio e, se e quando ocorrem benefícios para a comunidade, são conseqüências;

4 Comunidade Intermediária ou Mista Aceita as premissas individualistas, mas admite que alguns atributos do funcionamento das comunidades surgem somente a partir das interações entre as espécies - propriedades emergentes.

5 Proposta Empresa 1 Concepção Tradicional (Visão Oganísmica) Levantamento das espécies realizado a partir de árvores nativas do maior fragmento da região e dos fragmentos adjacentes à área a ser recuperada, a fim de gerar uma lista de espécies. Levantamento florístico realizado em remanescentes conservados nas proximidades. Escolha de um único conjunto de espécies, com base em listas da flora local. Representação de uma comunidade a ser copiada como referência de um estado ideal.

6 Proposta Empresa 1 Concepção Tradicional (Visão Oganísmica) Classificação das espécies em categorias sucessionais: climáxicas, secundárias e pioneiras. Aceita parâmetros fitossociológicos de florestas climáxicas. Visão tradicional: sucessão ecológica determinística de trajetória e clímax previsível.

7 Proposta Empresa 1 Concepção Tradicional (Visão Oganísmica) A lista de espécies utilizadas é baseada em estudos fitossociológicos, com plantio de 80 espécies de árvores nativas, adquiridas em viveiros da região: Pioneiras (crescimento+rápido) sombreiam as climáxicas e secundárias. Pioneiras (ciclo de vida curto) morrem e são substituídas pelas secundárias e estas, já de grande porte e longevas, sombrearão as climáxicas, compondo a floresta até as climáxicas alcançarem a idade reprodutiva. Monitoramento da sobrevivência e desenvolvimento das mudas e da cobertura florestal. Reposição de indivíduos mortos respeitando o estádio sucessional a que pertencem. Base em grupos sucessionais com a escolha de espécies, número de indivíduos e distribuição espacial. Implícita a idéia de sucessão ordenada e previsível e convergência a um estado climáxico.

8 Proposta Empresa 1 Concepção Tradicional (Visão Oganísmica) Objetivos alcançados quando a formação atingir os critérios estruturais considerados como indicativos de estádio sucessional médio pela resolução do CONAMA (005/1994) para florestas ombrófilas – altura média de 5 a 12 metros e diâmetro médio de 8 a 18 cm. Sucesso do projeto medido pelo grau de semelhança entre o sistema restaurado e o modelo.

9 Proposta Empresa 2 Concepção Contemporânea (Visão Individualística) Levantamento das espécies nativas no maior conjunto possível de fragmentos existentes no entorno da área a ser recuperada. Lista mais abrangente de espécies da região, independente da forma de vida: árvores, arbustos e lianas, incluindo espécies identificadas em estudos feitos na região e coleções regionais. Uso de base teórica para: identificar processos de dispersão e polinização por aves, mamíferos, insetos ou vento – considera processos ecológicos. avaliar do tamanho máximo do tronco e da copa atingido pelas espécies, e a velocidade do crescimento e desenvolvimento em campo. A teoria defende que espécies ao acaso, há independência dos limites de distribuição das espécies e é difícil estabelecer limites para uma comunidade. A proposta se baseia-se na sucessão ecológica: diferentes trajetórias da sucessão; diferentes comunidades finais; baixa previsibilidade na sucessão; aceita a possibilidade de múltiplas associações em estádio maduro em um mesmo regime climático; pretende a restauração de processos para a reconstrução de uma comunidade funcional. O processo de restauração deve se capaz de promover a tolerância ou resistência a impactos ambientais naturais.

10 Proposta Empresa 2 Concepção Contemporânea (Visão Individualística) Classificação das espécies em dois grupos: Grupo de preenchimento – crescimento rápido e em pouco tempo com boa cobertura, independente do estádio sucessional em que são classificadas. Grupo de diversidade – todas as demais espécies arbustivas ou arbóreas. Essa classificação orientará o planejamento das ações de recuperação. Composição variável da área restaurada, que dependerá da interação entre as ações implementadas e os processos de migração e estabelecimento. Maior diversidade florística, com a utilização de outras formas de vida além das árvores, e aumento da diversidade genética.

11 Proposta Empresa 2 Concepção Contemporânea (Visão Individualística) Será feita uma avaliação da regeneração avançada – espécies arbóreas já presentes na área de pastagem, que serão protegidas da competição com as gramíneas por coroamento. Considera a autorecuperação e utiliza espécies com comportamentos ecológicos diferentes que resistiram a perturbações que ocorram na área.

12 Proposta Empresa 2 Concepção Contemporânea (Visão Individualística) Plantio de mudas obedecendo a um padrão de linhas intercaladas: Linhas de espécies do grupo de preenchimento (15 a 20 espécies, ½ de espécies zoocóricas e atratoras da fauna). Linha de diversidade – formada pelas demais espécies não classificadas como de preenchimento, independente da categoria sucessional e da forma de vida (mínimo de 80 espécies - 40 dispersas por animais). Incorpora o grupo da regeneração avançada. Promoção da riqueza, de forma a suprir recursos (folhas, frutos, sementes, nectar, pólen) ao longo do ano. Estabelecimento de cobertura fechada para sombreamento e estabelecimento de espécies arbóreas nativas. Favorecer a invasão e estabelecimento de outras formas de vida vegetais como epífitas, lianas.

13 Proposta Empresa 2 Concepção Contemporânea (Visão Individualística) Uso de atratores de fauna para aumentar o fluxo de sementes para a área a ser recuperada – cochos de alimentação para aves, para atrair aves dispersoras de sementes, de frutos consumidos nos fragmentos do entorno e como poleiros de descanso. Técnica para a facilitação da chegada de espécies de outras áreas, favorecendo a dispersão de pólen e sementes. Propágulos da vizinhança e regenerantes naturais resgatam a diversidade regional.

14 Proposta Empresa 2 Concepção Contemporânea (Visão Individualística) O monitoramento avaliará: a altura da vegetação; percentual de cobertura do dossel; riqueza de espécies se estabelecendo no solo. O objetivo será alcançado quando as árvores chegarem a 12m, a cobertura do dossel estiver acima de 50% e quando a riqueza de indivíduos regenerantes (nasceram espontaneamente – não plantados) atingir 80 espécies, independente da forma de vida. A restauração consiste na reconstrução de uma comunidade funcional e no restabelecimento dos processos de manutenção das populações, buscando garantir a restauração e perpetuação da diversidade regional.

15 Howe (1986) define o processo de dispersão de sementes como transporte das mesmas a diferentes distâncias de sua planta-mãe. Justificativa do grupo 2 para escolha do Projeto 2 Farão levantamento das espécies vegetais nativas presentes no maior conjunto possível de fragmentos existentes no entorno da área a ser recuperada; O conhecimento acerca dos agentes dispersores mais importantes, seus comportamentos característicos, os ambientes que freqüentam e as plantas que dispersam, pode ser utilizado para manipular este processo natural em benefício da recuperação de áreas degradadas (SILVA, 2003).

16 Plantarão espécies presentes na região, sendo que pelo menos metade dos indivíduos será de espécies zoocóricas e atratoras da fauna; Robinson & Handel (1993) afirmam que experimentos com a introdução de espécies nativas com capacidade de atrair animais dispersores, principalmente aves e morcegos, têm demonstrado que esta prática é eficiente para o sucesso de muitos programas de recuperação de áreas degradadas. A presença de espécies animais dispersoras, além de agregar valor ecológico à comunidade com o aumento da complexidade de interações, é fundamental para a manutenção do equilíbrio dinâmico das áreas a serem recuperadas ou em processo de recuperação ( BARBOSA & FIDALGO, 2006).

17 Instalarão cochos de alimentação para atrair aves dispersoras de sementes em 6 pontos dentro da área a ser restaurada por plantio; Funcionarão como poleiros artificiais que são focos de recrutamento e aumentam a diversidade de sementes que chegam e são incorporadas no banco do solo, constituindo assim, o centro de estabelecimento com o subseqüente crescimento das espécies dispersas por pássaros e morcegos dentro da área (McDONNELL & STILES, 1983; ROBINSON & HANDEL, 1993).

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19 Referências Bibliográficas BARBOSA, K. C. & FIDALGO, A. O. A importância da interação animal-planta na recuperação de áreas degradadas. FAPESP nº 03/ , IBt - Instituto de Botânica de São Paulo, GEF - Global Environment Facility da SMA – Marília – SP. pp. 49 – 59. HOWE, S Seed dispersal by fruit-eating birds and mammals. Seed Dispersal. New York: Academic Press. pp McDONNEL, M.J. & STILES, E.W. The Structural complexity of the old field vegetation and the recruitment of bird-dispersed plant species. Oecologia 56: , MORELLATO, L.P., LEITÃO FILHO, H.F Padrões de frutificação e dispersão na Serra do Japi. In: Morellato, L.P. (Coord) História Natural da Srra do Japi: Ecologia e preservação de uma floresta no Sudeste do Brasil. São Paulo: Editora da UNICAMP/FAPESP. pp ROBINSON, G.R. & HANDEL, S.N. Forest Restoration on a Closed Landfill: Rapid Addition of New Species by Bird Dispersal. Conservation Biology 7(2): 271 – 278, SILVA, W.R A importância das interações animal-planta nos processos de restauração. In: KAGEYAMA, P.Y., OLIVEIRA, R.E., MORAES, L.F.D., ENGEL, V.L. & GANDARA, F.B. Restauração ecológica de ecossistemas naturais. Botucatu: FEPAF. P


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