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Conheça Um pouco da minha história!! Conheça Um pouco da minha história!! WWW.REVIVENDOANATUREZA.COM Não deixe de ligar o som Pressione Enter para mudar.

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2 Conheça Um pouco da minha história!! Conheça Um pouco da minha história!! Não deixe de ligar o som Pressione Enter para mudar de tela Irene Alvina

3 Irene Alvina Ferreira de Sousa conhecida por Irene Alvina é filha de Antonio Delfino Filho e Alvina Maria de Jesus, ele fazendeiro e ela do lar. Nasci numa região rural de povoação dispersa chamada Amadeu Lacerda, município de Divinópolis, Estado de Minas Gerais. Naquela época não era muito comum tirar fotos, esta foi feita uma reprodução de um quadro com todos irmãos. Com três aninhos ai estou de olhinhos quase fechados devido o sol muito quente. Como devia ser difícil posar diante do sol para que ficassem boas as fotos.

4 Dos sete filhos de Antônio Delfino, sou a caçula. Minha estada neste lugar deve constar uns nove anos. Lá cursei até a 3ª série primária, indo depois para Divinópolis onde fui matriculada em uma das melhores escolas, na qual me aplicaram um teste, voltando-me para a 2ª série, o que não me causou decepção, pois naquela época as escolas rurais deixavam muito a desejar. A partir daí comecei a brilhar e só conseguia notas muito boas, pois gostava muito de estudar.

5 Era eu uma criança muito tímida triste e muito sozinha, talvez porque na roça não havia outras crianças com quem eu pudesse me relacionar, e isto ficou marcado em minha vida. As pequenas coisas que fiz nesta época ficaram enterradas como sementes em minha memória e hoje floresceram em meu coração como árvores gigantescas que nem mesmo o passar dos tempos irá conseguir derrubá-las. Que saudade daqueles tempos, uma saudade gostosa, mesmo tendo nascido em um berço humilde e sem conforto.

6 Mal sabia que aquele berço era um jardim que Deus junto com a natureza plantou na minha vida, dando-me forças para mais tarde mostrar às pessoas o caminho dos meus primeiros passos. Meu sonho era ganhar uma boneca de papelão, que na época era encontrada em quase todas as vendas, mas devido aos afazeres de meus pais não tinham tempo para se preocupar com desejos dos filhos,

7 então vendo a plantação de abóboras para alimentar os porcos, fiquei observando e acabei por encontrar nelas, formas de bonecas. A partir daí comecei a demonstrar meus dons de criação. Para confeccioná-las usava feijão para fazer os olhos, os cabelos eram das espigas de milho e a boca eu fazia com uma frutinha de nome Joá. Para colar as peças eu usava o grude, uma mistura de polvilho e água bem cozido.

8 Consegui com isto criar várias bonecas diferentes uma das outras. Vibrando e muito feliz com minhas descobertas aprendi a brincar e a criar. Com o som do carro de boi aprendi a cantar, com o nascer do sol naquele lugar lindo, aprendi a sorrir, as noites estreladas me ensinaram a sonhar, a chuva mansa caindo na serra me ensinou a chorar, e eu chorei tanto quando me disseram que eu teria que deixar aquele lugar e ir para a cidade continuar meus estudos.

9 As lembranças do meu passado enfeitam hoje os caminhos de minha vida, e quando me lembro de ti, oh! Terra querida, me enche o coração de amor. Sou muito feliz por ter nascido ali, lugar simples e acolhedor. Lembro- me com saudade das festas juninas, do reinado, onde se juntava vários cortes de outros lugares e passavam o dia inteiro e avançava até certa hora da noite com suas cantorias e pedindo bênçãos para todos que ali se encontravam. Eu ficava encantada com as vestes, era tudo muito colorido e a bandeira de Nossa Senhora era deslumbrante chegando até a mim para beijá-la.

10 Que saudade eu tenho do velho cruzeiro, do toque do sino chamando para a missa, das rezas do mês de maio em que eu participava da coroação de Nossa Senhora. Quando começo a pensar na minha infância, sempre vem à minha memória coisas como meu pé de pitanga, onde eu passava horas brincando, do monjolo com seu batido insistente, dos pés de Ipê amarelo rosa, roxo e do gigantesco pé de Jatobá.

11 Naquela época não havia energia elétrica na zona rural, a gente usava para iluminar, lamparinas à querosene, e dormia a noite inteira com ela acesa, de manhã todos ficavam rindo do meu narizinho todo escuro de fumaça. Essas coisas me trazem uma imensa dor no coração por saber que não mais encontrarei em lugar algum por causa da evolução.

12 Também me lembro que ficava muitas vezes sentada na estação ferroviária só para ver o trem passar, e quando ouvia seu apito, meu coração de menina pulava de alegria e emoção acompanhando sua trajetória até que ele sumisse na curva com graça e velocidade.

13 Hoje vivendo nesta selva de pedras, respirando os gases venenosos das fábricas, dos carros, bebendo água contaminada, vendo morrerem os peixes e os rios secando, recordo dos campos verdes, onde se respirava o ar mais puro, onde ali ninguém sabia sequer o que era a palavra poluição.

14 Sinto saudade de mergulhar nas águas transparentes das represas, sentir aquele cheiro gostoso de mato, colher os frutos e comê-los sem ter medo de estar envenenado por agrotóxicos, sinto saudade das flores da laranjeira, das rosas e dos jasmins que lançavam seus perfumes na brisa que passava, das brincadeiras de roda, cabra cega,

15 queimada, do roubo da bandeira e várias outras brincadeiras queimada, do roubo da bandeira e várias outras brincadeiras que hoje não se vê mais. Na verdade, a saudade que sinto é inexplicável, só quem já viveu momentos como eu vivi, poderá sentir um dia o que eu estou sentindo agora que hoje não se vê mais. Na verdade, a saudade que sinto é inexplicável, só quem já viveu momentos como eu vivi, poderá sentir um dia o que eu estou sentindo agora

16 Caprichosa! Deixei ficar uma saudade em meu olhar, e no coração da menina humilde que fazia suas bonecas. Hoje me transformei em uma mulher. Pela curiosidade de minha mocidade, encontrei um amor e me casei em 22 de janeiro de Me considero uma mulher feliz porque casei somente por amor, sou muito fiel a ele e acredito na sua fidelidade também.

17 Deus não nos deu filhos, por isso não posso avaliar o grau de felicidade que sentiria caso viesse a tê-los. Deus sabe o que faz, jamais sinto insatisfeita e solitária devido a esse fato. Tenho paixão pela natureza, e essa paixão acabou por me levar a criar obras de arte utilizando elementos da natureza. Minha inspiração surge repentinamente e usando apenas uma faca de mesa e tesoura, produzo minhas Obras, que são únicas. Em cada peça por mim criada, tem um pouco de minha história..

18 Assim aproveitando o tempo, percebi que ele passou rapidamente, então pude sentir que a força daquele ideal tão lindo, que me deixou só recordações boas e sentimentos adoráveis, proporcionando-me uma sensação de amor, gratidão e felicidade com as lembranças que pude viver naquela infância querida que hoje só tenho na memória.

19 Sinto a falta dos peões que trabalhavam para meu pai. Na hora do almoço todos sentavam juntos à mesma mesa. Lembro-me das tachadas de goiabadas fumegantes, dos doces de leite, do requeijão e café feito com rapadura, que eram produzidas ali mesmo, açúcar nem sequer falava. Todo o dia acordava com o movimento dos trabalhadores no engenho fazendo rapaduras para enviar para as vendas dos lugarejos vizinhos e no final da semana cada peão era gratificado com duas rapaduras. Enquanto meu pai campeava o gado, meus irmãos ficavam cuidando do engenho e tratando dos porcos

20 e minha mãe após cuidar dos afazeres da casa ia para a bica lavar roupas e eu ainda muito criança me divertia com o som do monjolo limpando arroz e café. Deste período de minha vida, trago também a lembrança de duas pessoas, minhas primeiras professoras e entre as duas a minha preferida era a Dona Rosinha, a quem eu amava como uma mãe e tudo giravam em torno de fazer o que ela pedia de uma forma que ela ficasse feliz.

21 A outra professora era o meu terror, tinha um verdadeiro pavor quando ela entrava na sala de aula, pois ela pensava que as crianças só aprendiam alguma coisa se apanhasse, e como eu tinha dificuldade com a tabuada, a palmatória de quatro furos comia solta e todos os dias voltava para casa com minhas mãos marcadas, vermelhas e inchadas da palmatória.

22 Chegando em casa minha mãe curava minhas dores com água de sal e com lágrimas nos olhos falava para que eu estudasse mais para não voltar a apanhar. Essa professora tenho certeza que esqueceu o quanto me batia, mas eu jamais esquecerei do terror que eu tinha todo dia quando estava para entrar para a sala de aula.

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24 habilitava a atuar como professora e assim fiz, mas continuei meus estudos e resolvi enfrentar o vestibular e consegui me classificar com uma das primeiras. Optei pelo Curso de Pedagogia e fiz Administração em Divinópolis, pois era o único que havia por aqui.

25 Depois fui para a cidade vizinha de Itaúna onde conclui os cursos de Inspeção, Supervisão e Orientação e em seguida fiz o Pós-Graduação em São Paulo. Durante 25 anos trabalhei lecionando para o Primário como contratada por falta de concurso e acabei me efetivando por tempo de serviço.

26 Somando o tempo trabalhado como supervisora, Orientadora e regente consegui finalmente me aposentar. Somando o tempo trabalhado como supervisora, Orientadora e regente consegui finalmente me aposentar.

27 Como não tenho paciência de ficar parada, e vendo que cada dia que passa serve para recomeçar o outro dia, assim lembrando-me do dom que eu tinha no tempo de criança ao fazer minhas bonecas, resolvi confeccionar algumas obras usando somente produtos da natureza, e que foi muito bem aceita e elogiada pela sociedade de minha cidade e região. Minhas Obras não têm características competitivas. São diferenciadas por surgirem limpa, como junção do antes e do agora. Traz a pureza original, a reflexão estratégica do desenvolvimento artístico e humano.

28 Não consigo reproduzir peças iguais, pois a Natureza cria as diferenças e eu apenas dou meu toque pessoal. Ficaria muito satisfeita e honrada se pudesse contar com a sua visita ao meu site, e espero que gostem das minhas obras. Peço a Deus que ilumine os corações de todos assim como iluminou o meu. Beijos

29 Finalizando não posso deixar de mostrar o meu querido casarão onde nasci e que me deixou belas lembranças. Finalizando não posso deixar de mostrar o meu querido casarão onde nasci e que me deixou belas lembranças.

30 Hoje me sinto feliz, e posso dizer que depois de tanta caminhada nesta vida, tudo valeu a pena e que faria tudo de novo. Agradeço a todos que através desta apresentação conheceram um pouco da minha história e vejam algumas obras feita por mim.

31 Oh! Deus, obrigado pela vida que me deste, pelo meu sorriso franco e transparente, pelos pais amáveis e maravilhosos que tive, também pelo marido, irmãos, amigos e pela natureza que usufruí constante. Com toda humildade peço que abençoe cada coração e perdoa o pecado de todos Irene Alvina Oh! Deus, obrigado pela vida que me deste, pelo meu sorriso franco e transparente, pelos pais amáveis e maravilhosos que tive, também pelo marido, irmãos, amigos e pela natureza que usufruí constante. Com toda humildade peço que abençoe cada coração e perdoa o pecado de todos Irene Alvina Agradeço a todos pela visita do meu site. Sejam todos bem vindos. Fique por dentro de todas as novidades diárias do REVIVENDO A NATUREZA

32 CREDITOS IMAGENS: Carlito Ribeiro TEXTO: Irene Alvina Obras : Irene Alvina FORMATAÇÃO: Irene Alvina MÚSICA: Novela_Lacos_de_Familia_lara_Fabian_love_by_grace Acesse o saite :


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