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Sexo e Destino: Capitulo 14º. Após o acontecido, Maríta saíra totalmente desequilibrada, revoltada e sofrendo muito, desejava morrer, desaparecer...

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Apresentação em tema: "Sexo e Destino: Capitulo 14º. Após o acontecido, Maríta saíra totalmente desequilibrada, revoltada e sofrendo muito, desejava morrer, desaparecer..."— Transcrição da apresentação:

1 Sexo e Destino: Capitulo 14º

2 Após o acontecido, Maríta saíra totalmente desequilibrada, revoltada e sofrendo muito, desejava morrer, desaparecer...

3 Não desistira de todo do romance com Gilberto, apesar da desconfiança de que ele pudera ter tramado com Claudio a armadilha a que se fizera vitima.

4 Desejava ouvir a verdade e se ele a pedisse: Viva! Viva por mim, esqueceria todo o insulto daquela noite. Depositara nele todos seus sonhos e esperanças...

5 Fortalecer o eu emocional e espiritual (A corda e a Fé).

6 Sentimentos como a mágoa, revolta, nos suscitam atitudes que normalmente não nos são peculiares. Orai e vigiai!

7 Procurou ajuda de uma amiga que lhe atendeu de pronto e fez uma ligação para Gilberto, se fazendo passar por Marina Desejando saber se Gilberto ainda sentia algo por ela.

8 A decepção foi grande, ouvira mais do que devia. O pai pedira a Gilberto: - Escreva dizendo que irá, mas não vá. Maríta anda borocoxô, irei em seu lugar e tentarei reanimá-la com uma boa notícia, excursão à Argentina. Argentina? Disse a moça? E entre risadas responde Gilberto. Sim, sanatório meu bem, para Maríta só hospício, e quanto mais longe melhor!

9 Isso fora forte demais para a menina, que se debulhou em lágrimas. Mas logo a moça buscou o refazimento, reconstituindo sua tranquilidade fisionômica. A amiga Cora estranhou seu abatimento, a palidez e os olhos que não paravam de chorar... A moça justificou com um sorriso que seria gripe, coriza renitente.

10 Maríta procura o farmacêutico Sr. Salomão. Velhinho calmo e complacente, que com brandura no olhar atendeu – a solicito.. Mas ao examiná-la percebeu que a moça só precisava de algumas horas de descanso e assim recomendou que fizesse

11 Mas a moça estava firme no propósito de suicídio. Dissera ao Sr. Que sua cadelinha encontrava – se muito doente, sofrendo fortes dores dia e noite. Solicitando alguma medicação que aliviar a cadelinha, já que o veterinário, recomendara a eutanásia.

12 O farmacêutico foi de pronto buscar a medicação. Nesse momento Félix e Eu abordamo-lo, mentalmente. Afim de que examinasse a situação: - Menina fatigada, longe de casa após as dez da noite, despenteada e com fortes olheiras. Tivesse cuidado

13 Inspirando Salomão que como pai e avô sensível, sossegasse aquela criança abatida, com alguma medicação que a fizesse dormir. Mentisse por piedade, mostrasse compaixão, adiando o entendimento mais claro para depois.

14 Cauteloso e atendo às inspirações recebidas, Salomão observa Maríta sem que a moça perceba e desconsolado reflete. Oh! Meu Deus, isso não é coriza, é dor moral, dor terrível. Oração e vigília (disciplina mental). Nos mantem sempre atentos e receptivos às boas influencias, que nos transformando em instrumentos úteis nas mãos da espiritualidade a qualquer hora e lugar.

15 A menina recolhe a medicação inofensiva e sai, solicitando um copo com água em um bar perto dali, acomoda – se em um lugar escuro na praia, aspirando morrer ao pé do mar. Ingeriu os comprimidos e dos olhos penderam lágrimas que ela acreditou fossem as últimas.

16 Félix orou por instantes. E sem que eu pudesse entende se por obrigações de vigilância ou se correspondendo aos apelos do instrutor, dois rondantes desencarnados apareceram ofertando serviço, que Félix aceitou agradecido.

17 Enquanto os recém chegados velavam, providenciamos para que a jovem não se afastasse em espírito do corpo desgovernado. Passes reconfortantes nos centros de força e estímulos variados em diversas seções do campo cerebral. Operações minuciosas e demoradas.

18 Horas depois Maríta foi desperta por um fanfarão que a agredia e insultava verbalmente. A menina assustada se pergunta se teria morrido e estava no inferno rente ao demônio...

19 E mesmo cambaleante consegue se erguer e ganha as ruas. Pedestres iam e vinham, automóveis deslizam ligeiros, a cidade se preparava para mais um dia.

20 Félix parecia um educador venerando, saracoteando em via pública, no propósito de salvar uma criança querida. Eu acompanhava penalizado e observávamos insultos de toda sorte, partindo de pessoas que impiedosamente julgavam o estado da moça.

21 E sem que aparecesse um braço humano que a sustentasse, fora atropelada por um carro em alta velocidade. Que sem sessar fugiu deixando – a entre os transeuntes curiosos e agitadiços.

22 Félix sentara – se no asfalto, fornecendo o socorro imediato, até que chegue o socorro solicitado. Aplicando vigoroso estimulo magnético sobre a cabeça da menina fazendo – a cobrar energias para ganhar mecanicamente, o decúbito dorsal, afim de que respirasse sem maiores dificuldades.

23 Prece de Félix - Deus de Infinito Amor, não permitas que tua filha seja expulsa da casa dos homens, assim, sem nenhuma preparação!... Dá – nos, Pai, o benefício do sofrimento que nos consinta meditar! O Deus de Amor, mais uns dias para ela, no corpo dolorido, algumas horas só que sejam!...

24 Logo após, acenou para que eu me dirigisse ao apartamento do Flamengo. Procurasse por Claudio ou Márcia e lhes suplicasse apoio, compaixão. Ele inspiraria alguém a telefonar, os Nogueiras estariam entre ele e mim, a fim que se inteirassem do acidente e fossem mentalmente movidos à piedade...

25 Ao vê-lo assim humilhado na abnegação de que dava testemunho, arranquei-me à pressa, não só para atender- lhe a incumbência, mas também para desabafar-me. As vezes é preciso que as lágrimas nos sirvam de confidentes, quando não haja alguém que nos ouça.

26 Tanto trabalho de um benfeitor sublime, tanto sacrifício de um orientador cuja grandeza quintesseênciara nas Esferas Superiores, para salvar uma criança gravada de duras provas. Teria sido inútil?

27 Nesse instante um impacto de esperança me banhou o coração!... Tive a ideia de que fontes imponderáveis de energia jorravam do firmamento claro e estrelado. A batalha não se esfriara, tínhamos conosco o suprimento do amor e a luz do coração!...

28 O benfeitor amparando em seus braços aquela criança desfalecida, fixava os olhos nas alturas e recolhido em profundo silencio, parecia falar com o infinito.

29 "(...) É preciso acalmar o cora ç ão para que a vida nos auxilie a entendê- la, é indispens á vel ceder de n ó s, a fim de receber dos outros o concurso de que necessitamos". Odila (Entre a Terra e o C é u/Andr é Luiz) FIM DA PRIMEIRA PARTE!


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