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A música brasileira e as transferências culturais «Les transferts culturels internationaux» Campus Lettres Sciences Humaines de I'Université Nancy 2 –

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Apresentação em tema: "A música brasileira e as transferências culturais «Les transferts culturels internationaux» Campus Lettres Sciences Humaines de I'Université Nancy 2 –"— Transcrição da apresentação:

1 A música brasileira e as transferências culturais «Les transferts culturels internationaux» Campus Lettres Sciences Humaines de I'Université Nancy 2 – Didier Francfort Marcos Câmara de Castro Professeur à lUniversité de São Paulo/Brésil

2 Os Brasis Les régions ont la dimension des Etats de lEurope (MONBEIG, 1968, p. 9) A busca de generalizações para uma teoria de si mesmo é sempre irresistível mesmo como aventura intelectual (RIBEIRO, 1995, p. 269)

3 Culturas Brasileiras (cf. RIBEIRO, 1995) Crioulo (negro): solo fresco e fértil do nordeste (açúcar) Caipira: mamelucos paulistas do sudeste (caça, ouro e diamante, café e indústria) Sertaneja: pastagens do nordeste árido (sertão), cerrados do centro-oeste Cabocla: cultura da borracha e de ervas da amazônia Sulina: pastagens do sul pelos gaúchos e gringos (Açores, alemães e italianos)

4 Pierre Monbeig ( ) – Professeur à lUSP entre 1935 à 1946) Generaliza o termo caboclo, retomado por Ribeiro em 1995 (1968, p. 43): Le mot même de caboclo a beaucoup perdu de sa signification anthropologique et il sert à désigner lhomme de la terre quil soit mulâtre ou métis dIndiens et de Noirs (cafuso et juçara) ou Blanc. Extravagants mysticismes (Elomar) Par ses chants, il est gardien du folklore, et tout cela lui confère une certaine auréole sentimentale et artistique. Mais sa passivité rend difficile son intégration dans la vie moderne. Personnage douloureux et attachant, le caboclo est un poids mort pour une économie moderne.

5 Capricho da História América hispânica dividida em comunidades autônomas (natural) No Brasil (exceção): um povo-nação com todas as províncias ecológicas numa só entidade civil e política.

6 História Oficial criada pela elite Através do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), fundado em 1838: concurso para saber sob que bases a história brasileira deveria ser fundamentada; VON MARTIUS: buscar no passado episódios de colaboração entre as três raças (portuguesa, ameríndia e africana) para explicitar o ideal de um país independente; VARNHAGEN (1852): sugere as expulsões dos frnceses e holandeses; Os portugueses, proprietários dos engenhos de cana-de- açúcar, contra a Cia. das Índias Holandesas (que exigia o pagamento de empréstimos) reuniram ameríndios das missões e os africanos libertos para expulsá-los; (O curioso é que os coloniais forçaram os portugueses a aceitar a expulsão porque Portugal queria ceder o nordeste do Brasil em troca do apoio contra os espanhóis.

7 Fontes/Transferências Folclore (transmissão oral) Projetos de conservação: MPF/1938; CMB/2001; FUNARTE; le CCSP; universidades etc Música erudita MPB = canção intelectual (Bourdieu, 1979)

8 MPF, 1938: Pernambuco, Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará

9 Mário de Andrade e Oneyda Alvarenga cederam uma cópia dos fonogramas da Missão para a Biblioteca do Congresso Americano, no início dos anos 40. The Library of Congress – Endangered Music Project, The Discoteca Collection, RCD

10 Aborígene Jean Baptiste Debret, "Botocudos, Puris Patachos et Machacalis", litographie de 1834

11 MPF-faixa 10 Os índios Pancaru em Brejo dos Padres (Pernambuco), refletindo os primeiros contatos entre europeus e índios no século XVI Ritual para a colheita do primeiro Umbu maduro com dançarinos mascarados

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13 Marajoara(CMB)

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16 Fethxa (CMB)

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19 Sérgio Vasconcelos Corrêa Moacaretá. CMBB, 1994, Companhia Bachiana Brasileira, direction Ricardo Rocha

20 Moacaretá para coro misto a 4 vozes Fuga modal a partir de três temas de diferentes tribos: Coroados, Parecis e outra não-identificada, recolhidos por Jean de Léry (1530), Martius et Spix (séc. XIX) e Roquete Pinto (séc. XX) Dança dos Coroado: (sujeito da fuga), Canide-Ioune (pássaro amarelo, 1° contrassujeito) e Nozani-ná (canto de beber dos Parecis, 2° contrassujeito). Notar o stretto final. Moacaretá = Conselho tribal formado pelos membros mais idosos, encarregados de trasmitir conscientemente aos mais jovens os valores culturais e a história de seu povo.

21 César Guerra-Peixe (Petrópolis, 1914-Rio de Janeiro, 1993)

22 Série Xavante: Brasil Ensemble, direção Maria José Chevitarese, Tons & Sons, UFRJ, Fonemas gravados pela CEMB (Collection Ethno- Musicale Brésiliènne) de São Paulo, sem intenção documental 1.Ritual de perfuração da orelha (1'20"): brinco da maturidade para os jovens de 14 a 18 anos; 2.Canto das moças (1'35"): canto nostálgico para os homens que estão caçando na floresta; 3.Cnto dos rapazes (1'): alegria após a colocação dos brincos; 4.A corrida dos buritis (2'09"): corrida carregando um tronco de palmeira Buriti.

23 Villa-Lobos (Rio de Janeiro, ) Avec Varèse à Paris

24 Nheegatu Língua variante do tronco Tupi, introduzida pelos jesuítas no séc. XVI, como um esforço de falar Tupi pela boca portuguesa; Depois da expulsão (1759) até 1940 na Amazônia. Histórias recolhidas nas tradições indígenas, contando as travessuras da figura diabólica e simbólica do Yurupari; Dramaticidade; exotismo melódico e meios rítmicos generosos

25 Duas lendas ameríndias em Nheegatu (1952), para coro misto a 5 1.Yurupari e o menino (2') 2.Yurupari e o caçador (1'37") Texto da BN do Rio de Janeiro, , onde o pai de HVL, Raúl Villa- Lobos, era funcionário Brasil Ensemble, direção Maria José CHEVITARESE, Tons & Sons, UFRJ, 2001

26 Noire RUGENDAS: mission scientifique du baron de Langsdorff,

27 Debret: Batuque

28 Marimba de Cafri (Kalimba)

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30 Berimbau (origène: Angola)

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32 MPF, n. 21 Marimba: nome do berimbau no norte do Brasil Marinhêro gravado no Maranhão: dança do carimbó da Amazônia

33 Ziriguidum do além

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35 Concerto para computador e orquestra (2000) Rodolfo Coelho de Souza (USP/Ribeirão Preto)

36 Berimbrown

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38 Samba (MPF-20) Dança nacional do Brasil que penetrou todas as regiões do país, inclusive o sertão, e que adquiriu estilos regionais; Na Paraíba, com a viola sertaneja, descendente da viola de Braga

39 Lundu (Angola) Lundu das Mulatinhas. CD Lundu de Marruá. Grupo Lira d'Orfeo. Paulus, 2006 Lundu (Gandu): castanholas do fandango; umbigadas

40 Marlos NOBRE (né en 1939) Nobre avec Dutilleux

41 Agô Lonã, opus 16, 1964 Texte de Marlos Nobre baseado no folclore da Bahia recolhido por Roquete Pinto BACHIANA CD , Cia Bachiana Brasileira, direction Ricardo ROCHA, 1994

42 Fructuoso VIANNA ( ) Mme. Cortot, M. Cortot, Guarnieri, Souza-Lima et Vianna

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44 Camargo Guarnieri ( ) Dança Brasileira: Orchestre Philarmonique de New York, direction Leonard Bernstein, CBS, 1976 Avec Koechlin à Paris, 1939

45 Européenne Débarquement de Cabral à Porto Seguro (Oscar Pereira da Silva, 1922)

46 Pierre MONBEIG ( ), professeur à lUSP entre 1935 et 1946) Cada grande fase histórica da civilizaçãoeuropeia teve um eco imediato no Brasil (MONBEIG, 1968, p. 39) O ciclo da cana (a partir de 1526) deixou outros traços. É preciso buscar nas vilas, em Salvador, Recife e sua vizinha Olinda. Os senhores de engenho enriquecidos, os comerciantes prósperos contribuíram para a expansão e o embelezamento das cidades portuárias. Construíram belas residências e participaram da construção de belas igrejas num barroco tropical. Nessa atmosfera de luxo e para as necessidades da colônia desenvolveu-se certa atividade intelectual; São Luís do Maranhão foi durante muito tempo considerada a Atenas do Brasil e a primeira escola de Direito foi fundada em Olinda (MONBEIG, 1968, pp )

47 Os artistas obedientes aos gêeneros e estilos europeus, sobretudo o barroco, se expressando através de seus cânones onde e quando há o fausto urbano (RIBEIRO, 1995, p. 76) Dois gêneros musicais no primeiro século de colônia: o rural português (profano, popular); e o erudito sacro da igreja e da elite, responsáveis pelo poder civil e religioso (TINHORÃO, 1998, p. 38)

48 Le compositeur classique et la nation Ronaldinho Gaúcho Villa-Lobos A paixão pelo futebol, esporte que socializa a infância brasileira, criou heróis nacionais e ainda se crê que a música erudita é « escrita em alemão »... (cf. LESSA, 2008) Implantações ultramarinhas da civilisação europeia (...) que por acaso foram contaminadas por elementos locais (...). Não se trata de nativismo. Suas criações são conquistas do gênero humano que poderiam ter aparecido em qualquer lugar (...) [RIBEIRO, op. cit., p. 263]

49 Manoel Dias de Oliveira (1734/5-1813) "Comme les ports du Nordeste, les villes minières furent des foyers d'activité intellectuelle et artistique" (MONBEIG, 1968, p. 50) Miserere en Ré maior para alto solo, coro satb e baixo contínuo: interpretado por XVIII-21 Musique des Lumières, direção de Jean-Christophe Frisch, K617 Records France, Dur. 4'49".

50 RICCIARDI, 2000 Depois de sua juventude, o principal músico da Comarca do Rio das Mortes dedicou-se a um gênero tardio, o moteto, a maioria composta para a visitação dos passos da Semana Santa. Os motetos de Manuel Dias de Oliveira são sempre homofônicos (mas bem diferentes de Palestrina), concisos e de uma harmonia refinada. Há referências bibliográficas a partir do início do século XX que indicam não somente o autor mas também uma recepção muito positiva. Várias cópias foram encontradas na Lira Ceciliana em Prados, Lira Sanjoanense e Ribeiro Bastos de São João dEl Rey, Museu Municipal de Taubaté e no Arquivo do Departamento de Música da USP (acervo Barão de Cocais).

51 Henrique Oswald ( )

52 Il neige Roberto SZIDON (piano), Kuarup, MKCD- 006, 1980 Primeiro Prêmio de composição do Jornal Figaro em 1902, concorrendo com 647 manuscritos da Ásia, Pérsia, Egito, as duas Américas e da Europa. O júri: Saint-Saens (presidente), Gabriel Fauré (compositor) e Louis Diémer (pianista).

53 Ernani Aguiar (UFRJ) PSALMUS CL Brasil Ensemble, direction Maria José Chevitarese, 2001, Tons & Sons, UFRJ

54 Psaume CL Laudate Dominum Laudate eum im firmamentum Virtutis ejus Laudate eum in virtutibus ejus Laudate eum secundum Multitudinem magnitudinis ejus Laudate eum in sono tubae Laudate eum im psalterio et chitara Laudate eum in tympano et choro Laudate eum in chordis et organo Laudate eum in cymbalis benesonantibus in jubilationis Omni spiritus laudet Dominum Alelluia

55 Lá tem Jesus que está de costas (Chico Buarque) Chanson Subúrbio (Banlieu)

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57 Bolívar ( )

58 Memorial da América Latina em São Paulo Auditório Simón Bolívar

59 LESSA, 2008: A ruptura com o processo colonial deriva das emanações das Revoluções Francesa e Industrial. Bolívar preconizava a criação da nação latinoamericana visando o equilíbrio geopolítico com a América Anglo-Saxônica. No entanto, o sonho de uma república hispano- americana foi destruído pelas forças centrífugas localistas herdeiras do período colonial.

60 Chansons pamphlétaires Geraldo Vandré: De américa (1970)

61 Chico Buarque/Pablo Milanez (Cuba): Canción por la unidad de latinoamérica El nascimiento de un mundo se aplazó por un momento Fue un breve lapso del tiempo, del universo un segundo Sin embargo parecia que todo se iba a cabar Con la distância mortal que separó nuestras vidas Realizavan la labor de desunir nossas mãos E fazer com que os irmãos de mirassem con temor Cuando passaron los años se acumularam rancores Se olvidaram os amores pareciamos extraños Que distância tão sofrida que mundo tão separado Jamás se hubiera encontrado sin aportar nuevas vidas E quem garante que a história é carroça abandonada Numa beira de estrada ou numa estação inglória A história é um carro alegre cheio de um povo contente Que atropela indiferente todo aquele que a negue É um trem riscando trilhos abrindo novos espaços Acenando muitos braços balançando nossos filhos Lo que brilla con luz propia nadie lo puede apagar Su brillo puede alcanzar la oscuridad de otras costas Quem vai impedir que a chama saia iluminando o cenário Saia incendiando o plenário, Saia inventando outra trama Quem vai evitar que os ventos Batam portas mal fechadas, revirem terras mal socadas E espalhem nossos lamentos; e quem paga o pesar Do tempo que se gastou, de las vidas que costó De las que puede costar. Já foi lançada uma estrela Pra quem souber enxergar, pra quem quiser alcançar E andar abraçado nela [ La naissance d'un monde s'a été prorrogée par un moment C'été un bref lapsus de temps, de l'univers une seconde Pourtant il semblait que tout irait s'en finirAvec la distance mortelle Qui a separé nos vies. On se bornait au travai de désunir nos mains Et faire que nos frères se regardaient avec crainte Quand les anées sont passées les rancunes s'ont acummulés Les amours s'ont oubliés, on semblait des étranges Quel distance si soufferte. quel monde si séparé On n'aurait jamais trouvé sans apporter des nouvelles vies Et qui assure que l'histoire c'est une charrette abandonée Au borde de la route ou dans une gare inglorieuese L'histoire c'est un chariot joyeux plein d'un peuple content Qui casse indiférente quelq'un qui la dénie; C'est um train écrivant des rails En ouvrant des nouveaux espaces, bougeant plusieurs bras En berçant nos enfants. Ce qui brille avec sa propre lumière Persone ne peut l'eteindre; son éclat peut atteindre Les ténébres d'autres côtes. Qui va empêcher que la flâme Sorte en allumant le scénario, sorte en brûlant le plénier, Sorte en inventant autre trame. Qui va éviter que les vents Frappent des portes mal fermées, revirent terres mal bâties Et répandent nos chagrins, et qui payera la peine Du temps qu'on a perdu, des vies décédées Des celles qui peuvent éteindre. Une étoile est déjà lancée Pour ceux qui savent regarder, pour ceux qui veulent y atteindre Et vivre embrassés avec elle

62 La Marseillaise et le Star spangled banner O hino americano Star spangled banner é herdeiro de uma canção de taberna (drinking song) anglaise, To Anacreon in Heaven, de 1814, para a qual Francis Scott Key escreveu uma letra para celebrar a vitória sobre os ingleses. Em 1931, depois de 20 anos de espera no congresso, a canção foi finalmente proclamada o hino nacional norte-americano. (Stravinski, em 1941, orquestrou-o com nova harmonia e ofereceu como presente ao pressidente Roosevelt que a doou á BC). ANtes da Internacional, os bolcheviques tinham adotado a Marche des Marseillais" escrita por Rouget de Lisle em 1792, chamada de Chant de guerre contre les milices du Rhin na guerra contra o imperador da Áustria e que se tornaria o hino francês a partir da III República.

63 Vai Passar (Chico Buarque/Francis Hime) Le vrai hymne national brésiliènne Vai passar nessa avenida um samba popular Cada paralelepípedo da velha cidade essa noite vai se arrepiar Ao lembrar que aqui passaram sambas imortais Que aqui sangraram pelos nossos pés Que aqui sambaram nossos ancestrais Num tempo página infeliz da nossa história, passagem desbotada na memória Das nossas novas gerações Dormia a nossa pátria mãe tão distraída sem perceber que era subtraída Em tenebrosas transações Seus filhos erravam cegos pelo continente, levavam pedras feito penitentes Erguendo estranhas catedrais E um dia, afinal, tinham o direito a uma alegria fugaz Uma ofegante epidemia que se chamava carnaval, o carnaval, o carnaval Vai passar, palmas pra ala dos barões famintos O bloco dos napoleões retintos e os pigmeus do boulevard Meu Deus, vem olhar, vem ver de perto uma cidade a cantar A evolução da liberdade até o dia clarear Ai que vida boa, ô lerê, ai que vida boa, ô lará O estandarte do sanatório geral vai passar Ai que vida boa, ô lerê, ai que vida boa, ô lará Va passer par lavenue une samba populaire Chaque parallélépipède de la vielle cité va s'hérisser Quand on se souvient qui par ici ont passé des sambas imortelles Que ici on a saigné sous nos pieds Qui ici ont "sambé" notres ancêtres Dans un temps, page malhereuse de notre histoire, Passage décolorée dans la mémoire De nos nouvelles générations Dormait notre patrie-mère si distraite Sans s'appércevoir qui elle était soustraite Par des ténébreuses transactions Ses enfants marchaient aveugles par le continent Portaeint des pierres comme des pénitents Bâtissant des étranges catédrales Un jour, enfin, ils avaeint le droit à un bonheur fugace Une anxieuse (haletant, essouflé, pantelant) épidémie qui s'appelait le Carnaval Bravo pour le coté des barons faméliques Le bloc des Napoléons reteints Et le pygmées du boulevard Mon Dieu, venez voir de près une cité à chanter L'évolution de la liberté jusque le soleil se lever Quelle vie heureuse, L'étendard du sanatorium général va passer.

64 Para saber mais: MONBEIG, Pierre. Le Brésil. Paris, PUF, 1968* (les chiffres sont desactualisées mais le contenu est parfait et les prévisions très correctes). DOTTORI, Maurício. Ensaio sobre a música colonial brasileira. São Paulo, ECA/USP (Thèse), 1992 LESSA, Carlos. Nação e nacionalismo a partir da experiência brasileira. In REA/USP, n. 62, 2008, pp.: RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo, Cia das Letras, 1995 RICCIARDI, Rubens. Manuel Dias de Oliveira, Um compositor brasileiro dos tempos coloniais partituras e documentos. São Paulo, ECA/USP (Thèse), 2000 TINHORÃO, José Ramos. História social da música popular brasileira. São Paulo, Editora 34, 1998.


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